sexta-feira, 25 de maio de 2018

SÃO LOURENÇO PEDE MELHORIAS NO BAIRRO EM LEITURA COMUNITÁRIA.

Moradores de São Lourenço pedem melhorias no bairro em Leitura Comunitária

Marina Aguiar d.costanorte.com.br
A Leitura Comunitária do Plano Diretor Participativo de Bertioga no bairro de São Lourenço contou com pouco menos de 10 participantes na manhã de sábado, 12. O encontro foi realizado no salão de festas da Comunidade São Lourenço, subordinada à Paróquia São João Batista. O coordenador de Planejamento Ambiental, Fernando Poyatos, comandou a reunião que afirmou ser produtiva. "Apesar de não ter uma adesão muito grande, as pessoas que vieram conseguiram transmitir os anseios da comunidade local", disse. 
A educação foi a base da discussão. Morador do bairro desde que nasceu, Vitor Batista Pinto, acredita que a reunião é essencial. "Desperta a nossa ideia e dos outros que participam. Eu pedi escolas para as crianças daqui. Para as crianças não terem que sair de madrugada para estudar em outros bairros e só voltarem depois de uma da tarde", desabafou. Atualmente, o bairro conta apenas com uma Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental (Emeif) instalada provisoriamente em uma casa na rua Santo André. A antiga Emeif foi condenada por problemas estruturais.
Representante da Associação Jardim São Lourenço, Virginia Boldrini também reclamou da educação. "Nossas crianças tem que pegar ônibus e ir pra Riviera estudar. Poderia ter mais escolas aqui. Além disso, poderia ter lazer pras crianças e pra terceira idade. A pavimentação também é essencial porquê a gente sofre com a chuva em Bertioga", afirmou.
Macário Antunes Quirino é funcionário público e acompanhou várias reuniões. "É uma oportunidade pra população participar e opinar. Fico triste porque o índice de participantes é muito pequeno. Aqui em São Lourenço, a população precisa de coisas simples: monitoramento, escola, um postinho de saúde. Esse é um dos poucos bairros que não tem invasão e se pode trabalhar melhor", informou.
As leituras comunitárias acontecem em mais dois bairros: Guaratuba e Boraceia, nos dias 26 de maio e 9 de junho, sempre às 10 horas da manhã. Após as leituras, a prefeitura vai sintetizar as informações, transformá-las em diretrizes e levar aos bairros novamente para aprovação.
Próximas leituras:
26 de maio – 10 horas – Guaratuba – local: EM José Carlos Buzinaro (Praça A, nº. 15 – Quadra A Praia de Guaratuba)
09 de junho – 10 horas – Boraceia – local: EM Boraceia (Rua Professor Geraldo Rodrigues Montemor nº. 295)

SELEÇÃO CAMPANHENSE

               A equipe da Campanha comandada pelo Dr. Nelson Dias Ayres. Um time que deu muitas alegria aos campanhenses. Dr. Nelson, Fernando Pardal, Maurílio Marreco, Miltinho Fedô, Alberto Marimbondo, cunhado do Pe. Zé Hugo e João do Frade.
               Celsinho Marimbondo, Ângelo Leitão, Luiz Antônio Tó, Zé Augusto Canário e Chiquinho Ruela.

COMO ENFRENTAR A PARTIDA DE ENTES QUERIDOS?

PARTIDA de ENTES QUERIDOS ! Como ENFRENTAR e SUPERAR essa situação ?


Nenhum sofrimento, na Terra, será talvez comparável ao daquele coração que se debruça sobre outro coração regelado e querido que o ataúde transporta para o grande silêncio.

Ver a névoa da morte estampar-se, inexorável, na fisionomia dos que mais amamos, e cerrar-lhes os olhos no adeus indescritível, é como despedaçar a própria alma e prosseguir vivendo...

Digam aqueles que já estreitaram de encontro ao peito um filhinho transfigurado em anjo da agonia; um esposo que se despede, procurando debalde mover os lábios mudos; uma companheira, cujas mãos consagradas à ternura pendem extintas; um amigo que tomba desfalecente para não mais se erguer, ou um semblante materno acostumado a abençoar, e que nada mais consegue exprimir senão a dor da extrema separação, através da última lágrima!

Falem aqueles que, um dia, se inclinaram, esmagados de solidão, à frente de um túmulo; os que se rojaram em prece nas cinzas que recobrem a derradeira recordação dos entes inesquecíveis; os que caíram, varados de saudade, carregando no seio o esquife dos próprios sonhos; os que tatearam, gemendo, a lousa imóvel, e os que soluçaram de angústia, no adito dos próprios pensamentos, perguntando, em vão, pela presença dos que partiram...

Todavia, quando semelhante provação te bata à porta, reprime o desespero e dilui a corrente da mágoa na fonte viva da oração, porque os chamados mortos são apenas ausentes e as gotas de teu pranto lhes fustigam a alma como chuva de fel.

Também eles pensam e lutam, sentem e choram.

Atravessam a faixa do sepulcro como quem se desvencilha da noite, mas, na madrugada do novo dia, inquietam-se pelos que ficaram... Ouvem-lhes os gritos e as súplicas, na onda mental que rompe a barreira da grande sombra e tremem cada vez que os laços afetivos da retaguarda se rendem à inconformação ou se voltam para o suicídio.

Lamentam-se quanto aos erros praticados e trabalham, com afinco, na regeneração que lhes diz respeito.

Estimulam-te à prática do bem, partilhando-te as dores e as alegria.

Rejubilam-se com as tuas vitórias no mundo interior e consolam-te nas horas amargas para que te não percas no frio do desencanto.

Tranqüiliza, desse modo, os companheiros que demandam o Além, suportando corajosamente a despedida temporária, e honra-lhes a memória, abraçando com nobreza os deveres que te legaram.

Recorda que, em futuro próximo que imaginas, respirarás entre eles, comungando-lhes as necessidades e os problemas, porquanto terminarás também a própria viagem no mar das provas redentoras...

E, vencendo para sempre o terror da morte, não nos será lícito esquecer que Jesus, o nosso Divino Mestre e Herói do Túmulo Vazio, nasceu em noite escura, viveu entre os infortúnios da Terra e expirou na cruz, em tarde pardacenta, sobre um monte empedrado, mas ressuscitou aos cânticos da manhã, no fulgor de um jardim.

Emmanuel
("Religião dos Espíritos", 58, Francisco C. Xavier, FEB)

quinta-feira, 24 de maio de 2018

5º AMIGOS DA FERRUGEM NESTE FINAL DE SEMANA.


OS ESPÍRITAS REZÃO A AVE-MARIA?

OS ESPÍRITAS REZAM A AVE-MARIA? Divaldo responde

Haveria motivo para se rezar a Ave- Maria?

Divaldo responde: Repetir a saudação evangélica é uma forma também válida de homenagem aquela que foi a mãe de Cristo e que nos proporcionou a honra de receber o Ser mais perfeito que esteve na Terra. Todo bom pensamento é edificante, todo bom sentimento é uma ponte entre a criatura e o Criador. Nós, espíritas, porém, não usamos essa forma de oração.
“Os Espíritos hão dito sempre: "A forma nada vale, o pensamento é tudo. Ore, pois, cada um segundo suas convicções e da maneira que mais o toque. Um bom pensamento vale mais do que grande número de palavras com as quais nada tenha o coração. Os Espíritos jamais prescreveram qualquer fórmula absoluta de preces. Quando dão alguma, é apenas para fixar as idéias e, sobretudo, para chamar a atenção sobre certos princípios da Doutrina Espírita. Fazem-no também com o fim de auxiliar os que sentem embaraço para externar suas idéias, pois alguns há que não acreditariam ter orado realmente, desde que não formulassem seus pensamentos. O Espiritismo reconhece como boas as preces de todos os cultos, quando ditas de coração e não de lábios somente. A qualidade principal da prece é ser clara, simples e concisa, sem fraseologia inútil, nem luxo de epítetos, que são meros adornos de lentejoulas. Cada palavra deve ter alcance próprio, despertar uma idéia, pôr em vibração uma fibra da alma. Numa palavra: deve fazer refletir. Somente sob essa condição pode a prece alcançar o seu objetivo; de outro modo, não passa de ruído.” (O Evangelho segundo o Espiritismo)


Observação: O espírita precisa buscar entender porque não precisa fazer mais uso de amuletos, patuás, imagens, escapulários, promessas, rezar repetidas vezes preces prontas, fazer novenas, acender velas, mandar rezar missas de 7º dia, batizar, casar no templo religioso, etc., só assim não ficará dividido entre as religiões. O espírita precisa ajudar a renovação das idéias religiosas e não conseguirá isso, se não buscar o que desconhece, ocultar sempre o que já conhece e ceder sempre aos costumes religiosos tradicionais.
“Conheça a Verdade e a Verdade vos libertará.”- recomendou Jesus

CURSO DE CONTABILIDADE para encerrar as férias de julho.

CURSO DE CONTABILIDADE para encerrar as férias de julho.

Na última semana de julho, entre os dias 23 e 27, acontecerá no PRONOAMA um curso de Contabilidade básica para micro e pequenos empresários e pessoas interessadas em aprimorar seus conhecimentos na área contábil. Uma oportunidade para você, entender melhor como administrar sua empresa, reduzir custo e controlar finanças, utilizando as ferramentas da contabilidade.

Os interessados deverão entrar em contato com José Milton, no Foto Fênix, o quanto antes, pois as vagas são limitadas. 3261.1380

Teremos duas turmas, no período da tarde e noite, com entrega de certificado no último dia.

O curso será ministrado pelo professor Roberto Junqueira, de Campinas que tem formação em Ciências Contábeis na PUCCAMP - Controladoria, pela FGV-SP, MBA Gestão Financeira, pela ESAMC e MBA Gestão Empreendedora de Negócios, pela  ESAMC

Realização e Certificação IFEC

quarta-feira, 23 de maio de 2018

INSTINTO E INTELIGÊNCIA.

INSTINTO E INTELIGÊNCIA

                       Segundo conceitos filosóficos e comprovados parcialmente pela ciência, embora tenhamos atingido um estágio evolutivo denominado racional e chegado à condição de homem, muito antes, a milhões de anos esteve o espírito que somos no reino animal. A certeza é que fomos Criados para evoluir sempre e certamente não voltaremos mais a estágios já passados.
                       Mas analisando este contexto, concluímos que se hoje somos racionais, temos, portanto a razão e a inteligência, uns mais aguçados que outros, e também possuímos o instinto, atributo que é próprio do reino animal e que em nós embora no momento evolutivo que nos encontramos faça parte de nossas conquistas.
                       Podemos achar que por ser originado na fase animal, o instinto é algo ruim de possuirmos, mas não, pois este atributo é de suma importância para nós, pois ao utilizarmos a inteligência para certas decisões, podemos errar, enquanto que utilizando o instinto nunca erramos.
                       No instinto está incluída a preservação do corpo material e atitudes que são postas em ação relativo a nossos reflexos, pois que o instinto não nos dá tempo de analisar a decisão a ser tomada. É por exemplo quando conseguimos fechar os olhos na eminência de um determinado resíduo o atingir e tantos outros fatos que acontecem em nossa vida regularmente.
                       Mesmo nos momentos derradeiros do suicídio, por exemplo, nos arrependemos de ter dado andamento a tal fato lamentável, mas ai já é tarde e passamos amargar tal ato quando nos deparamos com a realidade futura, já que a vida continua e nada pode ser aniquilado como bem disse o filósofo Léon Denis.
                       Claro que algumas atitudes que tomamos “sem pensar” como se diz vulgarmente, por exemplo, o revidar uma ofensa, está explícito o instinto, e isto acarreta sérios transtornos, pois que nos falta no momento necessário, à harmonia para tomar a decisão mais correta. Se revidarmos uma ofensa é porque ainda não dispomos do equilíbrio emocional para suportar o acontecido, dai o instinto aflora e as consequências vêm. Mas notamos em muitas pessoas serem possuidoras de equilíbrio e conseguem assim, reter o lado animal contido nelas.
                       No futuro, quando as gerações já estiverem perseverando no bem em sua maioria, certamente o instinto será menos presente nas nossas vidas e o mundo certamente será melhor, e, portanto, as pessoas estarão envoltas em mais amor como o Criador assim almeja.
                     O instinto jamais permite que erremos, enquanto que a inteligência possibilita equívocos às vezes irreparáveis.
                     Paz e energia a todos.

OS PAIS DEVEM LER PARA AS CRIANÇAS DESDE A GESTAÇÃO!

‘Os pais devem ler para as crianças desde a gestação’, diz psicóloga

Paula Ferreira - oglobo.globo.com 07/06/2018
Ler histórias para crianças é uma prática consagrada. Mas, em geral, as pessoas não fazem isso com bebês. Especialista em primeira infância, psicóloga e consultora da Rede Primeiros Passos, Denise Mazzuchelli diz que os pais devem começar a ler para os filhos ainda enquanto eles estiverem no útero, se possível.

Quando os pais devem começar a ler para os filhos? Qual a faixa etária adequada?
Desde quando ainda estão útero. É interessante estimular os pais a conversarem e lerem para crianças desde a gestação. Há estudos que relacionam o primeiro contato da criança com os fonemas ainda no útero materno.
Qual a importância dessa prática?
A leitura em voz alta para bebês amplia o vocabulário receptivo da criança, ou seja, mesmo que ela ainda não fale, vai entender. Antes de falar “mamãe", a criança sabe o que é “mamãe”. O vocabulário é a base do pensamento: quanto maior ele for, mais complexos serão os pensamentos que a criança será capaz de elaborar. Essa prática é um preditor de desenvolvimento em leitura aos 10 anos. O vocabulário da primeiríssima infância faz diferença para toda a vida. Além disso, a criança passa a associar a leitura com uma experiência prazerosa. A leitura em voz alta cria uma bagagem para a criança no sentido de vivenciar experiências que não estão em seu ambiente imediato.

Pode dar um exemplo?
A criança nunca vai ver um hipopótamo no Centro do Rio, mas, por meio do livro, pode ter contato com esse animal. Assim como ela não vai ver neve no Brasil, mas pode ver em uma história e pensar sobre isso. A leitura para bebês também semeia o desejo de aprender a ler. Uma criança que constrói momentos de prazer e conexão com os pais na primeira infância vai ficar sedenta para desvendar aqueles códigos por si mesma.

Há técnicas específicas para ler para bebês?
Uma criança até os 4 meses de idade tem uma mobilidade ainda limitada, mas já consegue ouvir e enxergar, ainda que não de forma tão apurada. É possível deixá-la deitada e ler uma história, há livros com apenas uma imagem em cada folha, em preto e branco para que ela comece a distinguir figuras. Aos 6 meses, é interessante que o cuidador dê a ela a oportunidade de virar a página, há livros com páginas grossas para crianças que ainda não conseguem fazer movimento de pinça. Um bebê de 8 ou 9 meses vai impor mais dificuldades na hora da leitura, vai querer pegar o livro, jogá-lo, então é difícil fazer uma leitura do início ao fim, mas a dica é persistir. A partir dos 12 meses, eles já interagem muito mais. Se for um livro que traz ruídos de animais, vão conseguir imitar. Nesse momento é possível fazer uma leitura dialógica, que vai ter um impacto importante.

O que os pais não devem fazer?
É importante que eles não queiram traduzir o livro para a criança. Ler o que está escrito faz muita diferença, porque os livros têm um vocabulário e uma construção diferente do que se ouve no dia a dia. É importante também ter um diálogo com a criança.
Qual a diferença entre bebês que foram estimulados com a leitura por seus pais e os que não foram?
Há diferenças no Q.I, na memória, na capacidade de atenção. Além disso, há grandes diferenças no padrão de comunicação daquela família. Aquelas que fazem leitura tendem a ter uma interação mais suave, fazer menos uso de punição física com os filhos.

No Brasil, existe essa prática de leitura para bebês?
Já avançamos, mas ainda estamos engatinhando. Os livros têm que entrar na pauta de prioridade da primeira infância. Na pré-escola já é muito tarde para fazer uma intervenção. O que acontece antes é determinante no desempenho da criança. É preciso haver excelentes bibliotecas públicas para que as famílias de baixa renda tenham acesso, ainda que muitos desses pais não saibam ler. O contato precoce com a leitura gera um sujeito de ação e não de reação. É alguém que tem iniciativa, que consegue pensar desde muito cedo, que sabe prever o que vai acontecer. Se a criança ler dois livros por semana durante os seis primeiros anos, antes de entrar na escola já vai ter tido contato com 600 livros, o que é muito mais que a maioria dos adultos lê a vida toda.

terça-feira, 22 de maio de 2018

TRANSTORNO BIPOLAR:UMA LEITURA ESPÍRITA

TRANSTORNO BIPOLAR: UMA LEITURA ESPÍRITA /Maria José dos Santos Gomes Soares – Psicóloga Clínica

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TRANSTORNO BIPOLAR: UMA LEITURA ESPÍRITA
Maria José dos Santos Gomes Soares – Psicóloga Clínica
Transtorno bipolar é um transtorno de humor, outrora conhecido como psicose maníaco-depressiva. Caracteriza-se por variações extremas de humor, onde “euforia” e “depressão” alternam-se de formas exageradas e bem diferentes das variações de humor, que ocorrem no dia-a-dia das pessoas em geral.
Na fase da “euforia”, também conhecida como “fase da mania” ou “hipomania”, a pessoa apresenta um estado mental alterado, com aumento de energia, redução da necessidade de sono, pensamento acelerado, irritação e/ou agressividade verbal ou física, excitação, que em alguns casos leva a pessoa a comprar desnecessariamente e a gastar além de suas possibilidades. Aumento da libido, alegria, otimismo, sensação de poder e autoconfiança em excesso podem levar à perda da realidade, uma vez que para esta pessoa tudo é fácil de ser resolvido. Expõe-se a riscos desnecessários devido ao sentimento de onipotência e torna-se irresponsável por seus atos.
O outro pólo deste transtorno manifesta-se através da “fase da depressão”, também conhecida como “distímica”, em que a pessoa pode apresentar baixa auto-estima, sentimento de culpa, sensação de vazio, cansaço, desamparo, alterações no sono e no apetite (para mais ou menos) e na libido (para menos), apatia em relação ao quotidiano.
O transtorno bipolar é uma doença funcional do cérebro relacionada aos neurotransmissores cerebrais, que provoca variações imprevisíveis do humor, que vai da depressão aos estados mais elevados. Apesar de existirem os fatores orgânicos, há também as situações desencadeantes, geralmente associadas ao estresse ambiental ou uso e abuso de substâncias psicotrópicas, legais e ilegais. Porém não devemos nos esquecer que estas 02 origens, procedem da mesma fonte, qual seja, o espírito imortal.
Assim sendo, por apresentar raízes profundas no Espírito, o transtorno bipolar (euforia e distimia) transfere-se do campo psíquico para o corpo físico através da hereditariedade, constituindo um caráter expiatório. Desta forma cabe ao cérebro modular os impulsos mentais oriundos do espírito, atenuando-os ou potencializando-os, conforme as necessidades adaptativas ou educativas da interação espírito-matéria.
Segundo Joanna de Angelis, a consciência de culpa pelos atos infelizes praticados no passado distante, aflora no presente, fazendo com que a pessoa transfira para a atualidade, a necessidade de recuperar a tranqüilidade perdida. Esta consciência da culpa impressa no Espírito, expressa-se pelo humor rebaixado e pela produção orgânica dos fenômenos exteriores, que só poderão ser amenizados mediante mudança de comportamento do paciente, visando recuperar-se dos erros cometidos no passado.
Assim como um pêndulo de relógio, que movimenta-se de um lado para o outro, os dois pólos deste transtorno levam-nos a deduzir que: enquanto no pólo caracterizado pela depressão o Espírito culpado, vive no presente a dor que ele julga necessária, para aplacar seus débitos, o segundo movimento (fase da mania) sugere-nos uma “rebeldia” do Espírito tentando negar sua culpa.
O transtorno bipolar constitui-se, pois numa doença da alma, que necessita de adequado tratamento, e para isto é necessária uma atuação interdisciplinar combinando intervenção psiquiátrica - com o uso paliativo de medicamentos, visando “controlar” os sintomas – à psicoterapia com abordagens corporais, (bioenergética, cinesiologia psicológica, etc) no sentido de alterar o campo vibratório do paciente. O tratamento inclui principalmente o ponto de vista espiritual através da reforma íntima, com alteração da conduta do paciente que através de grandes sacrifícios, estabelecerá metas edificantes visando diminuir sua dívida moral. A terapêutica espírita é de grande valia, se acompanhada do devido esforço regenerativo do doente.
O ARAUTO
Publicação Bimestral Órgão Oficial da USE Intermunicipal de Piracicaba

APLICATIVOS VIRAM FERRAMENTAS PARA ESTIMULAR A LEITURA INFANTIL.

Aplicativos viram ferramentas para estimular a leitura infantil

Roze Martins diariodovale.com.br 
Ainda que nada substitua o prazer de folhear um livro, em meio a tantos recursos e tecnologias aos quais as crianças têm acesso os aplicativos educativos de histórias e literatura vêm caindo cada vez mais no gosto dos pais que querem estimular a leitura infantil na vida dos filhos. Nesse mês de abril, quando se comemora o Dia Internacional do Livro Infantil (2) e Dia nacional do Livro Infantil (18), profissionais da área de educação afirmam que realmente os aplicativos disponíveis na internet podem ser peças-chaves para estimular o aprendizado do público infantil. E mais: somado a isso contribuir para a formação de grandes leitores. É o que diz a professora Maria Cláudia Gomes Amaral, responsável por salas de leitura em escolas da região.

– Os aplicativos de literatura infantil são muito bem-vindos para estimular o gosto pela leitura. Vivemos em uma era digital e precisamos aproveitar de todas as ferramentas disponíveis em nosso favor, usando a tecnologia para estimular também a leitura. Eu trabalho com meus alunos com o livro “É um livro” do escritor Lane Smith, que trata dessa relação entre o livro de papel e a tecnologia. As crianças adoram o texto, que de maneira lúdica e engraçada que, apesar da era digital, o livro de papel tem seu lugar garantido no coração das crianças. Devemos aproveitar as ferramentas disponíveis, mas como costumo dizer o encantamento de um livro nas mãos sempre será insubstituível – disse a professora.

Para Maria Cláudia, o desafio para tornar criança um bom leitor, no futuro, é conseguir despertar nela o prazer pela leitura deleite, sem obrigação, independente de ser por meio dos tablets ou smartphones. Isso porque, dessa forma, segundo a professora, a criança descobre que ler é uma viagem fantástica que pode levá-la para qualquer lugar, sempre que ela tiver um livro em mãos. “A leitura é o caminho mais importante para se chegar ao conhecimento. Quanto mais cedo a literatura for estimulada e oferecida para as crianças, mais cedo teremos leitores formados”, acrescentou a professora.

Ainda sobre os aplicativos de literatura infantil, Maria Cláudia ressalta que o ideal seria os pais e a escola os aliarem aos livros de papel, para que as crianças também possam descobrir o prazer em manusear página por página. Na primeira infância, ela orienta que os pais devem optar por histórias rápidas e curtas, com pouco texto, enredo simples e com ilustrações grandes e coloridas que, em sua opinião, são muito bem aceitas pelos menores.

– É importante ressaltar que o encantamento de um bom contador de histórias também é muito importante e faz toda a diferença para que possamos despertar nas crianças o gosto pela leitura. Os filhos aprendem pelo exemplo e quando a criança convive com pais que leem, elas desejam ler também. Portanto pais, deixem que seus filhos vejam vocês lendo, demonstrem a eles que gostam de ler e naturalmente eles irão se aproximar da leitura também – aconselhou a professora, ao acrescentar que os livros de literatura desenvolvem a criatividade, a concentração, ampliam e estimulam a aprendizagem, a linguagem e o vocabulário das crianças.

Pais aprovam os aplicativos
A dona de casa Cláudia Andrade, de 39 anos, tem o costume de baixar no celular diversos títulos de livros infantis para o filho de nove anos. Ela conta que, embora estimule que o menino também leia os livros de papel, a preferência é sempre em acompanhar as leituras pelo celular ou tablet. “Essas crianças já nasceram sabendo mexer nesses aparelhos, elas sentem prazer em ter um em mãos e acredito que, por esse motivo, meu filho fica muito mais animado em ler através do celular. Os aplicativos são, sem dúvida, ferramentas importantes para estimular a leitura nas crianças”, afirmou Cláudia, ao acrescentar que diversos livros infantis gratuitos, incluindo títulos educativos e uma variada coleção de histórias divertidas podem ser encontradas no aplicativo.

A dona de casa Alice Oliveira, de 34 anos, explica que a filha de cinco anos ainda não aprendeu a ler, mas que ela e o marido sempre utilizam o celular para contar histórias para a pequena. Segundo ela, essa foi a maneira encontrada para que a filha não utilizasse o aparelho somente para assistir vídeos, desenhos, ou jogar, mas também entender que o aparelho pode ser utilizado para se contar uma história. “Considero uma forma de estimular a leitura e sei que, tão logo aprenda a ler, ela mesma irá manter essa prática, sem a minha ajuda. Temos que utilizar a internet a nosso favor, na educação, desenvolvimento e crescimentos dos nossos filhos e esses aplicativos podem ajudar bastante”, finalizou.

Livro de papel
Com um acervo de aproximadamente 20 mil livros, a Biblioteca Pública Municipal de Barra Mansa, que funciona no Palácio Barão de Guapi, é um espaço gratuito de incentivo à leitura infanto-juvenil e a melhor opção para quem não abre mão do livro de papel. O local possui um setor direcionado especialmente a esse público e a cada dia vem conquistando mais sócios. Hoje a biblioteca é o principal acesso a leitura gratuita, principalmente para as crianças de famílias que não possuem poder aquisitivo para acompanhar os preços das tradicionais livrarias

No local as crianças têm acesso a um grande número de títulos variados e todo empréstimo é gratuito. Além de receber os pequenos visitantes, na companhia dos pais ou algum responsável, atualmente a biblioteca realiza parcerias com as escolas promovendo visitas guiadas e apresentação de seu acervo. A Biblioteca Municipal fica aberta de segunda à sexta de 8h às 17h e toda pessoa, de qualquer idade, pode pegar livros emprestados gratuitamente.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

NOVA POLÍTICA DE LEITURA E ESCRITA VAI PARA SANÇAO PRESIDENCIAL.

Nova política de leitura e escrita vai para sanção presidencial

Galeno Amorim
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou, esta semana, em Brasília, o parecer da relatora Maria do Rosário (PT-RS) ao projeto de Lei que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita (PNL), proposta pela hoje senadora Fátima Bezerra (PT-RN). A matéria, que já passou por todas as comissões no Congresso, agora segue para a sanção presidencial, caso não haja nenhum recurso para o plenário.

"Ela será uma ferramenta de incentivo para expansão das bibliotecas e contribuirá para a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e cidadã”, avaliou a senadora, ao comentar a decisão. Para a deputada federal Maria do Rosário, o maior objetivo da nova lei será procurar reduzir as desigualdades de acesso à leitura hoje existentes. O pedido para proposição do projeto partiu, na época, do Conselho Diretivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e da então Diretoria de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, do Ministério da Cultura.

Assim que houver a sanção presidencial, a atual secretária-executiva do Plano Nacional do Livro e Leitura, Renata Costa, pretende desenvolver ações para apoiar a criação de novos planos nos estados e municípios. 

A aprovação da medida, na opinião do consultor de políticas públicas do livro e leitura Felipe Lindoso, é um sinal do engajamento de vários parlamentares com a questão. Ele crê, contudo, que os efeitos se darão mais no campo das ideias: "Poderá provocar resultados, digamos, motivacionais, no panorama de incentivo à leitura e à escrita no país", afirma ele. "Por isso, parabéns a todos e também a seus idealizadores", acrescenta.

Isso porque, "sem criar instrumentos e mecanismos explícitos para sua execução – ou seja, para efetivamente aplicar uma política pública na área - coloca-se a lei, que, certamente, será promulgada, e com fanfarra, pelo presidente usurpador, na categoria das leis ´para inglês ver´", diz Lindoso, ao lembrar que parlamentares estão constitucionalmente impedidos de apresentar projetos que criem órgãos e estabeleçam compromissos financeiros do Executivo. Só podem apresentar, na discussão da Lei Orçamentária, observa, emendas destinando recursos para órgãos, instituições e programas existentes, mas não criar nenhum. "Essa castração da prerrogativa legislativa é antiga, e até hoje não faz parte da pauta de ninguém eliminá-la", critica ele.

MAIS UM MASSACRE NOS EUA!

Mais um MASSACRE nos EUA ! Seria INFLUÊNCIA ESPIRITUAL o que move esses ASSASSINOS DOENTES ? Por quê TANTOS CASOS nos EUA ?

sábado, 19 de maio de 2018

O SOLAR DOS FERREIRA, SÓ SAUDADE E FALTA DE INTERESSE.

                              Um outro ângulo deste histórico prédio onde foi residência de Francisco de Paula Ferreira Lopes, sede do governo de Minas do Sul, durante quase três meses, sede da prefeitura municipal da Campanha, da segunda Escola Normal e da 3ª Escola Normal que ainda existe até os dias de hoje com o nome de Escola Estadual Vital Brasil. Fundação Paiva de Vilhena, mantenedora da Universidade, hoje UEMG.
                              Ele também foi usado também pela Câmara Municipal, Lions Clube, LEO Clube, EMATER, e vários outros grupos.
                              Infelizmente, no dia 30 de maio de 1996 foi tomado por um incêndio. La se vão 22 anos sem que qualquer autoridade assuma a responsabilidade de fazer algo. É lamentável a falta de interesse de nossos governantes de todas as épocas e níveis.

ENTREVISTA COM DANIEL MUNDURUKU.

Recebí do jornalista Galeno Amorim e com satisfação repasso à vocês.

Oi, José, aqui é o Galeno, tudo bem?

A entrevista especial e exclusiva que eu faço especialmente pensando em você, uma vez a cada 15 dias, tem, desta
vez, um sabor muito especial. Pela doçura das palavras, pela profundidade das reflexões e, em especial, pela
sabedoria ancestral neleas embutidas.

Devo dizer que poucas vezes no ofício de jornalista, que eu carrego há 40 anos, por vezes em paralelo com outras
atividades da minha militância de sempre ao lado do povo do livro e da leitura, bebi tão gostosamente na cumbuca
de respostas do entrevistado quanto neste papo agradabilíssimo com o querido escritor e amigo
Daniel Munduruku.

>> QUERO LER A ENTREVISTA COM O DANIEL MUNDURUKU!

Houve um tempo em se convidava o Daniel para uma série de agendas, que era uma forma de ouvir outras vozes e,
especificamente, um talentoso escritor indígena - e foi certo fazer isso! Em outros momentos, porque ele é, sem
dúvida, um gande ícone, por merecimento e não concessão, da rica diversidade da literatura nacional (eu mesmo
devo confessar que já o convoquei para entregar, em nome detodos nós, o Manifesto do Povo do Livro ao presidente
da República; e lá foi ele, solícito, solidário e, como sempre, admirável).



Só que o Daniel Munduruku - que me perdoem os fãs do seu trabalho extraordinário, entre os quais me incluo,
humildemente - vai muito além disso. Doutor em Educação, ele tem um poder de análise e compreensão das coisas,
e particularmente sobre a questão da leitura no Brasil, que nos ajuda a fazer um reflexão muito séria sobre
professoes, escolas, livros e práticas leitoras de uma maneira terrivelmente clara. E, ao mesmo tempo, esperançosa.

Por isso, eu recomendo, tremendamente, que você invista 10 minutos do seu tempo para ler e deglutir esta bela
entrevista do escritor Daniel Munduruku, a quem, em vez perguntar qual a sua receita de bolo para formar bons e
novos leitores (e ele também a tem, uma vez que viaja o tempo todo por aí e respira e transpira este ambiente),
resolvi fazer a seguinte provocaçao:

"Qual o pulo do gato - se é que há um... - para formarmos melhores professores-leitores?!"

As respostas às 4 perguntinhas que fiz são pra lá de formidáveis...


>> QUERO LER A ENTREVISTA COM O DANIEL MUNDURUKU!

Um abraço
Galeno

INCENTIVO A LEITURA ATRAVÉS DA GAMEFICAÇÃO.

Como incentivar a leitura através da gamificação

Débora Garofalo, Gislaine Batista Munhoz novaescola.org.br
Você já ouviu falar em Gamificação? Esse termo é originado da palavra inglesa Gamification, que mescla o design de games com a ideia de trabalhar princípios utilizados nos jogos para criar engajamento em diversos contextos – entre eles, a leitura.
As estratégias de gamificação permitem que crianças e adolescentes atuem como protagonistas e também autores. Essa metodologia ativa ajuda a promover o protagonismo e engajamento. Considerando que o objetivo seja promover a leitura, você pode começar com narrativas curtas, que explorem uma fábula. Após promover a leitura do texto, explique aos alunos que há elementos da história espalhados pela escola – e que a missão deles é encontrar as pistas que levarão ao objetivo final.

Ao participar de uma ação gamificada, que faz uso de QRCodes, por exemplo, os alunos terão de decifrar pistas e missões escondidas nesses códigos. De forma lúdica, os estudantes são incentivados não somente a ler, mas encontrar sentido no que leem – inserindo essa leitura num contexto maior que é o enredo da própria gamificação.
Esse é apenas um exemplo: poderia ser outra disciplina, outra ideia e nem utilizar QRCodes. O importante é apresentar uma atividade em que os alunos possam explorar os espaços da escola, em busca de pistas a serem decifradas. As pistas podem ser colocadas em cartas, caixas de papelão ou até mesmo objetos. O formato pode ser de uma caça ao tesouro ou de pequenas missões, que exigiriam primeiro uma pesquisa na internet ou livros da escola. Percebeu como funciona? O tempo todo os alunos são instigados a trocar ideias com os colegas, rever o objetivo do jogo, ver se a pista encontrada faz sentido. 

Assim como ler não é somente decodificar, participar de uma atividade que faz uso de gamificação não é apenas desvendar pistas: é preciso contextualizar o que está sendo proposto, entender o todo. A vantagem é que na gamificação isso é feito de forma lúdica, divertida, promovendo imersão, protagonismo e autoria. Quem não se sente motivado a descobrir a solução para um mistério? A gamificação incentivará alunos a vivenciar essa lógica da experimentação e descoberta, que podem ter como suporte narrativas, textos curtos ou longos, dependendo da proposta e da intenção do processo. 

Confira a seguir algumas dicas para gamificar em sala de aula:
Referências: É importante que o professor traga referências de jogos, desenhos animados, filmes e histórias para ampliar a imaginação e criatividade dos estudantes.
QRCode: É um código de barras bidimensional que pode ser facilmente escaneado, a partir de programas gratuitos adquiridos nas lojas de aplicativos para celulares e/ou tablets. Esse código é convertido em texto (interativo). Você pode esconder pistas e propor aos alunos que usem seus celulares para descobrir o significado oculto em cada QRCode. Imagine, por exemplo, que você esteja trabalhando algum ponto da história do Brasil. Mostre aos alunos uma imagem desse período e aponte em qual ponto da imagem estará o QRCode para desvendar uma pista que compreenda o entendimento do tema. O mesmo pode ser feitoo para trabalhar o enredo de uma história, utilizando a própria ilustração da obra. 
Objetivos: É importante determinar qual o objetivo para a aplicação do jogo, definindo uma lista com as habilidades e competências que se pretende alcançar com o processo. No caso de uma narrativa de leitura, explore repertório, conhecimento sobre o assunto, inferências e os aspectos que não estão implícitos, mas que fazem toda a diferença para compreensão de um enredo. 

Tema: Junto aos estudantes escolha um tema, ideia, desafio ou narrativa de leitura, que será utilizada até o final do processo de aprendizagem, amarrando bem todas as etapas.
Jogo: Realize um roteiro com a estrutura do jogo, desde o seu início, até as atividades práticas. Por exemplo: se você escolheu uma fábula para trabalhar com os estudantes, repasse as informações necessárias e deixe que cada equipe produza um tabuleiro com um formato de trilha. Ao cair em determinada casa, o jogador deverá responder perguntas sobre a fábula ou resolver alguma questão sobre o assunto. 

Materiais: Explore os mais diferentes tipos de materiais, que vão de cartolina, papelão, canetinha, massinha de modelar, material de sucata e o que mais vier. O importante é vivenciar uma aprendizagem criativa.

Aprendizagem: Converse com os estudantes sobre as atividades de aprendizagem, realizando conexões com a narrativa ou currículo estudado. Você deve determinar o que é necessário ser lembrado e tratar das questões que vão facilitar a compreensão do grupo.

Grupo: Trabalhar com a gamificação é estimular a cooperação entre os alunos, trabalhando questões como igualdade, ética e resolução de problemas.

Espaços: Você e seus alunos podem ocupar espaços variados da escola. Dessa forma, você criará um vínculo de pertencimento, além de oferecer liberdade no processo de construção da aprendizagem.

Gamificação na Educação: Esse e-book aborda vários aspectos da gamificação na educação. A organização é de Luciane Maria Fadel, Vania Ribas Ulbricht, Claudia Batista e Tarcísio Vanzin.


Objetivo da aula: Defina o objetivo da aula e o que pretende alcançar com a gamificação. Por exemplo: você pode unificar as áreas do conhecimento com uma caça ao tesouro, desenvolvendo o senso de colaboração entre os alunos. Com os estudantes divididos em grupos, eles vão pensar de forma colaborativa e desenvolver habilidades e competência crítica, cognitiva, integrando as áreas do conhecimento.

Acolhimento: Diga aos alunos para formarem grupos e explique como serão as missões que eles terão de cumprir, se serão pistas ou se você dará dicas. As pistas poderão estar expostas ou ocultas dentro de caixas. Procure utilizar recursos tecnológicos, como QR Code, celular e ou papel. A cada pista desvendada poderá ser dado um parte do avatar/personagem para montar. Ganhará a gamificação o grupo que conseguir resolver as questões e montar o seu avatar.

Avatar/Personagem: Crie personagens ou avatares com os alunos. Você pode sugerir personagens da obra ou tangram.
Roteiro: Estabeleça o roteiro a ser cumprido, juntamente com a as missões a serem desvendadas pelos estudantes. A ideia é despertar a curiosidade, aguçando e correlacionando o objeto de ensino a ser estudado. 

Depois de experimentar uma experiência de gamificação, os alunos normalmente ficam mais curiosos e se sentem motivados a criar suas próprias atividades. Para quem assiste de fora, esses enredos poderão parecer estranhos por não contarem com um repertório que conhecemos (histórias fantásticas de filmes, desenhos, animações, jogos). O importante é não perder de vista esse primeiro insight criativo. Deixe que a garotada escreva, faça “tempestades de ideias” na lousa, esquemas em papeis. Incentive os alunos a criar de maneira colaborativa. Para aqueles que ainda não dominam com desenvoltura a escrita incentive o uso de desenhos para expressar ideias. Vale até registro em áudio – e você pode pedir que eles escolham alguém do grupo para fazer esse registro. À medida que o texto vai sendo escrito, você poderá ajudá-los a perceber se o projeto faz sentido. Ensine a turma a revisar e dê dicas para que eles possam vivenciar estratégias diferentes de gamificação. Com isso, as pistas ganharão mais complexidade e os alunos aumentarão seu repertório e vivência. 

Convidamos você, querido professor, a vivenciar a gamificação em sala de aula, com ideias simples que fazem a diferença no processo de aprendizagem. Compartilhe aqui nos comentários suas experiências, contribuindo para o trabalho de outros professores.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

BONS TEMPOS DOS NOSSOS TEATROS.

           Bons tempos, quando nossos jovens se divertiam fazendo teatro. Nesta foto Ana Maria e Gaida Baldo, Batista Ferreira Pinto, Vânia Motta, Mariângela Ribeiro, Rafael Lima, Carlão Bernardes, Virgínia, Carmo Lopes, Ivana Oliveira, ?, Maria Helena Bellato, Ruth Carneiro, Cássia Silva, Leonardo Lima e Almir.

FLUÊNCIA DE LEITURA POR MEIO DE JOGOS EDUCATIVOS.

Prefeitura de Marechal Deodoro adere software que desenvolve fluência de leitura por meio de jogos educativos

Secom Marechal cadaminuto.com.br 09/05/2018
A Prefeitura de Marechal Deodoro, por meio da Secretaria de Educação, vem investido em parcerias e programas que melhorem o desempenho dos alunos e os índices educacionais no município. Desta vez, a Secretaria de Educação aderiu ao Flui, um programa do Instituto Alfa e Beto (IAB) que, por meio de um jogo digital, promove o desenvolvimento da fluência de leitura nos alunos.
O Flui será desenvolvido com os alunos das turmas de 2º, 3º e 4º anos da rede municipal de Educação. Durante todos os dias, até novembro, os alunos passarão a ter entre as atividades desenvolvidas na escola um período de trinta minutos para jogar o Cidade das Palavras, um jogo digital que trabalha o desenvolvimento da leitura por meio de desafios como trava-língua, palavras cruzadas e exercício da leitura em voz alta.
Em Alagoas, Marechal Deodoro é o primeiro município a iniciar o uso do programa nas escolas municipais. De acordo com a secretária municipal de Educação, Amanda Alves, o programa vai contribuir diretamente para melhorar a fluência de leitura dos alunos.
“Nós já temos uma parceria com o IAB desde o ano passado e agora estamos iniciando um novo projeto. Esta semana estamos recebendo os técnicos que apresentaram o programa aos nossos técnicos e iniciaram o diagnóstico. Na semana que vem iniciamos o uso efetivo dos jogos educativos nas escolas. Esta é uma forma de avaliar a aptidão de leitura dos alunos jogando e vermos se o uso da tecnologia pode facilitar na aprendizagem dos alunos”, disse a secretária.
Como funciona o Fluir?
A primeira etapa para a implantação do programa nas oito escolas participantes teve início esta semana e consiste na realização de um diagnóstico nas escolas participantes. O IAB selecionou de forma automática doze alunos das turmas do 2º, 3º e 4º anos para fazer um teste escrito com questões de português e também de matemática. Este pré-teste vai mostrar se os alunos conseguem completar frases simples e se consegue realizar as quatro operações matemáticas.
Em seguida, todos os alunos das turmas realizaram um teste de leitura já com o uso do tablets do Flui. Os alunos têm um minuto para ler um texto e, por meio do reconhecimento da voz, o equipamento dá um diagnóstico de como cada criança está em relação à leitura: se leu o texto dentro do tempo, qual a velocidade, quais palavras ou frases não conseguiu ler, qual o nível de leitura daquele aluno. Esta primeira etapa segue até sexta nas Escolas Municipais Adelina de Carvalho, Governador Luiz Cavalcante, Joviniano Rodas, Hamilton de Gouveia, Silvério Jorge, Altina Ribeiro Toledo, Manoel Messias, Eleuza Galvão.
Realizado o diagnóstico, a partir de segunda-feira (14), das oito escolas que realizaram o diagnóstico, quatro passarão a utilizar efetivamente o Flui: Adelina de Carvalho, Hamilton Gouveia, Governador Luiz Cavalcante, Joviniano Rodas. Todos os dias, será inserido nas atividades diárias dos alunos em sala de aula o uso do tablet para jogar o Cidade das Palavras.
“Este é um jogo educativo, que inclui atividades de leitura, desafio de complete a frase, entre outros desafios e a criança será avaliada pelo software através do reconhecimento de voz. Tudo voltado para a leitura e alfabetização. Cada tablet terá a identificação do aluno e será usado somente por ele, para que a gente possa avaliar a evolução. Nos municípios onde o sistema já está sendo usado nós já registramos uma redução no número de faltas dos alunos e também um aumento do interesse do aluno na leitura. Marechal é privilegiado de fazer parte de uma estrutura como esta. É o único município a usar estre programa no Estado”, disse o coordenador do Alfa e Beto em Alagoas, Fábio Silva.
A cada semana, as equipes poderão ter uma avaliação parcial da evolução dos alunos e, ao final do programa, em novembro, o Instituto Alfa e Beto junto com a Secretaria de Educação irá avaliar o resultado final, fazendo um comparativo do desempenho e fluência em leitura dos alunos das quatro escolas que usaram o Flui e das quatro escolas que não usaram o Flui.
“Com os resultados vamos poder saber como está sendo a evolução da leitura deste alunos e, assim, será possível realizar uma intervenção com os alunos que estiverem com dificuldades ou não consigam acompanhar os demais. Ao todo, são 235 tablets que foram cedidos ao município para iniciarmos o Flui e nossa pretensão para o futuro é levar para todas as escolas”, disse a secretária Amanda Alves.

SÃO LOURENÇO PEDE MELHORIAS NO BAIRRO EM LEITURA COMUNITÁRIA.

Moradores de São Lourenço pedem melhorias no bairro em Leitura Comunitária Marina Aguiar d.costanorte.com.br A Leitura Comunitária...

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