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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

LANÇAMENTO DO LIVRO DAS AVENTURAS DE TADEU.

            Hoje às 19 horas haverá também o lançamento do livro de Simone Póvoa e Tadeu Salgado. No Teatro Capitólio em Varginha.  O título é: COMO sobreVIVER NO EXTERIOR. São história narradas pelo mochileiro Tadeu, em sua andanças por mais de 30 países, gastando muito pouco.

ALUNOS DO GINÁSIO SÃO JOÃO.

                                Reconheci aqui : Paulo Fernando Borges, Waldemar Miranda, Pedro Luiz Lemes, Mozart Fonseca Filho, Dirson Moreira, Dequinha, João Alfredo Paiva, Chiquinho Ruela, Raimundo, Acácio Pereira, Celso Gonçalves Leite, Franz de Pádua Lemes, Irmão Estevam (Geraldo), Gílson Gomes, Luiz Fernando Müller, Carlos Alberto Fonseca e Henrique Napoleão. Se alguém reconhecer outros, por favor comente.

VOCÊ SABE QUANDO A LEITURA SE TORNA UMA DEPENDÊNCIA?

Você sabe quando a leitura se torna uma dependência?

A Crítica - 31/07/2017
A leitura é uma experiência imersiva que confere um novo fôlego para seu cérebro. Ele é responsável por gerar imagens e ideias enquanto você passeia por um blog literário ou mergulha na leitura do seu recém-adquirido romance. Seu cérebro faz novas conexões, estabelece diferentes padrões – uma realidade virtual ao seu alcance.?..

Os Primeiros 10 minutos

O processo é iniciado.

Seus olhos passeiam pelas letras, acostumam-se com a tipografia, a cor do papel, a disposição das palavras. Até mesmo seu olfato é estimulado (neste caso, se estiver lendo um livro impresso). Lentamente, você começa a ser transportado para outra realidade.

Começam os efeitos intelectuais. Seu cérebro lida com estrutura narrativa, já tentando reconhecer a “voz” do autor. Seu cérebro se posiciona no contexto terminológico. Oferece alguma resistência às novas ideias. Tenta te avisar que aquilo que está lendo é ficção (como se você não soubesse). Aos poucos, ele relaxa. Está preparado para se entregar.

30 minutos

Crescem os efeitos. O cérebro está criando os sinais daquilo que você lê. Seu sistema auditivo ouve. Seus olhos veem. Há uma voz em sua cabeça, além de gritos, explosões, brisas – tudo combinado com intensa claridade.

Neste momento, você é transportado para outro tempo e lugar. Sem perceber, seu corpo reage à tensão do momento. Você remexe os dedos, rói unhas, manuseia objetos. Você está lá, embora, ache que ainda esteja aqui.

60 minutos

A imersão é total. Você reage de forma perpendicular ao conteúdo da literatura: de tristeza profunda a grande alegria. Sem que se dê conta, sua boca começa a produzir diversos ruídos capazes de incomodar pessoas próximas: como resmungos ou gargalhadas. Há uma intensa conectividade psicológica com personagens e eventos. Você se distancia do mundo real. Às vezes, seus olhos se distanciam do papel e fixam-se vagamente na parede. Seus olhos visualizam tudo, em todas as cores e formas. Mas para quem o observa, você aparenta ser apenas uma figura de olhar lânguido, débil, quase um drogado. Este é o efeito de quem está sendo progressivamente exposto a novas ideias. O aprendizado e seus efeitos colaterais.

Horas

Já está presente a dependência. Separar o leitor do livro provoca sinais de abstinência como irritabilidade. Neste momento, você já experimenta o poder de envolvimento da história. Atividades normais (e essenciais) do dia a dia, como comer e dormir, podem ser negligenciadas sem que você sequer perceba.

Dias e Semanas

Dependendo do seu ritmo de leitura e do tamanho do livro, muito provavelmente, após semanas de leitura, o livro chegou ao fim. Você experimenta uma sensação de intensa melancolia. Na verdade, neste momento, muitos leitores recomeçam a ler o livro – uma forma de recuperar a intensidade que experimentaram na primeira vez.

Finalizado o livro e de volta a realidade, o mundo parece mais complicado e, ao mesmo tempo, sem graça. Não há cores e romantismo. Não há suspense e reviravoltas. Para seguir em frente, você precisa de uma dose mais forte de “mundo paralelo”. E busca outro livro, volumes ainda mais desafiadores após um breve período de recuperação.

Anos

Você já é um leitor habitual. A literatura serpenteia suas veias. Seu cérebro não se contenta com menos. Você possui um conhecimento geral ampliado e uma visão mais perspicaz do mundo ao seu redor. Um ciclo constante de aprendizado. Como um leitor habitual, você está sob iluminação contínua e uma curiosidade intelectual que é, diariamente, aprimorada.?

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

EMPÓRIN, UM CANTIM MUITO ACOLHEDOR!

Para um cafezim especial, um atendimento especial. Assim é o café do Empórin servido pelas simpáticas Ana Flávia Chizzotti e Duda Vilhena. Um atendimento impecável que proporciona aos apreciadores do natural, ótimos produtos
 Eu experimentei, aprovei, virei cliente e recomendo. Um cantim delicioso para bater um papim e se deliciar com vários tipos de café, vinho e cervejas caseiras.
 Sérgio Vilhena também é cliente, assim como o professor Glauber Caetano Ferreira Lopes, que aparece nesta foto ao lado das proprietárias.

FUTEBOL DE SALÃO DO LEO CLUBE EM 1975.

Esta foi a equipe do Leo Clube nas Olimpíadas Campanhense de 1975.
Rogério Bird, Rafael Monticelli, José Milton, NI e Alfredinho Fonseca.
Fernando Magalhães, Maurícinho Maia, Flávio Magalhães e Ciro Serrano.

ALZHEIMER E SEUS ASPECTOS ESPIRITUAIS !

ALZHEIMER e seus ASPECTOS ESPIRITUAIS !

Nenhum texto alternativo automático disponível.
*É Possível Evitar**
**Por Dr. Américo Marques Canhoto

* Américo Marques Canhoto, médico especialista, casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, Santarém, Portugal. Médico da família desde 1978. Atualmente, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto - Estado de São Paulo - BR. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes que se diziam indicados por um médico: Dr. Eduardo Monteiro. - Procurando por este colega de profissão, descobriu que esse médico era um espírito, que lhe informou: *Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento do espírito.*

Queremos dividir com os leitores um pouco de algumas das observações pessoais a respeito dessa moléstia, fundamentadas em casos de consultório e na vida familiar - dois casos na família. Achamos importante também analisar o problema dos 'cuidadores' do doente.

Além de trazer à discussão o problema da precocidade com que as coisas acontecem no momento atual. Se tudo está mais precoce, o que impede de doenças com possibilidade de surgirem lá pelos 65 anos de idade apareçam lá pela casa dos 50 ou até antes?

*Alerta*
- É incalculável o número de pessoas de todas as idades (até crianças) que já apresentam alterações de memória recente e de déficit de atenção (primeira fase da doença de Alzheimer). Lógico que os motivos são o estilo de vida atual, estresse crônico, distúrbios do sono, medicamentos, estimulantes como a cafeína e outros etc. Mas, quem garante que nosso estilo de vida vai mudar?

Então, quanto tempo o organismo suportará antes de começar a degenerar?

É possível que em breve tenhamos jovens com Alzheimer?!?

*Alguns traços de personalidade das pessoas portadoras de Alzheimer *
a) Costumam ser muito focadas em si mesmas.
b) Vivem em função das suas necessidades e das pessoas com as quais criam um processo de co-dependência e até de simbiose.
c) Seus objetivos de vida são limitados (em se tratando de evolução).
d) São de poucos amigos.
e) Gostam de viver isoladas.
f) Não ousam mudar.
g) Conservadoras até o limite.
h) Sua dieta é sempre a mesma.
i) Criam para si uma rotina de 'ratinho de laboratório'.
j) São muito metódicas.
k) Costumam apresentar pensamentos circulares e ideias repetitivas bem antes da doença se caracterizar.
l) Cultivam manias e desenvolvem TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) com frequência.
m) Teimosas, desconfiadas, não gostam de pensar.
n) Leitura os enfastia.
o) Não são chegadas em ajudar o próximo.
p) Avessas á prática de atividades físicas.
q) Facilmente entram em depressão.
r) Agressivas contidas.
s) Lidam mal com as frustrações que sempre tentam camuflar.
t) Não se engajam.
u) Apresentam distúrbios da sexualidade como impotência precoce e frigidez.
v) Bloqueadas na afetividade e na sexualidade. Algumas têm dificuldades em manifestar carinho, para elas um abraço, um beijo, um afago requer um esforço sobre-humano.


*Gatilhos que costumam desencadear o processo*-
Na atualidade, a parcela da população que corre mais risco são os que se aposentam - especialmente os que se aposentam cedo e não criam objetivos de vida de troca interativa em sequência. Isolam-se.

- Adoram TV porque não os obriga a raciocinar, pois não gostam de pensar para não precisar fazer escolhas ou mudanças.

- Avarentos de afeto e carentes de trocas afetivas quando não podem vampirizar os parentes, deprimem-se escancarando as portas para a degeneração fisiológica e principalmente para os processos obsessivos. Nessa situação degeneram com incrível rapidez, de uma hora para outra.

*Alzheimer e mediunidade*-
No decorrer do processo os laços fluídicos ficam tão flexíveis que eles falam com pessoas que não enxergamos nem sentimos. Chegam a transmitir o que dizem os desencarnados ou são usados de forma direta para comunicações.

Esta condição fluídica permite que acessem com facilidade ao filme das vidas passadas (bem mais a última) - muitas vezes nesses momentos, nos nomeiam e nos tratam como se fossemos outras pessoas que viveram com eles na última existência e nos relatam o que 'fizemos' juntos, caso tenhamos vivido próximos na última existência.
Vale aqui uma ressalva, esse fato ocorre em muitos doentes terminais e em algumas pessoas durante processos febris.

*Obsessão*-
É bem comum que a doença insidiosamente se instale através de um processo arquitetado por obsessores, pois os que costumam apresentar essa doença não são muito adeptos da ajuda ao próximo e do amor incondicional; daí ficam vulneráveis às vinganças e retaliações. É raro que bons tarefeiros a serviço do Cristo transformem-se em Alzheimer. Mas, quem é ou quais são os alvos do processo obsessivo? O doente ou a família?


*Alzheimer - o umbral para os ainda encarnados*-
O medo de dormir reflete, dentre outras coisas, as companhias espirituais nada agradáveis. Os 'cuidadores' desses pacientes tem mil histórias a contar e muitos depoimentos a fazer.. Esse assunto merece muitos comentários.

*O que é possível aprender com o cuidador?*
Paciência, tolerância, aceitação, dedicação incondicional ao próximo, desprendimento, humildade, inteligência, capacidade de decidir por si e pelo outro. Amor.

*O problema da obsessão *-
- Quem obsidia quem?
Cuidador e doente são antigos obsessores um do outro - não é preciso recuar muito no tempo, pois mesmo nesta existência, com um pouco de honestidade dá para analisar o processo em andamento; na dúvida basta analisar as relações familiares, como as coisas ocorreram.

*Não foi possível? - não importa; basta que hoje, no decorrer do processo da doença, avaliemos o que nos diz o doente nas suas 'crises de mediunidade'
- você fez isso ou aquilo, agora vai ver! - preste muita atenção em tudo que o doente diz, pois aí, pode estar a chave para entendermos a relação entre o passado e o presente.

*A dieta influencia*-
Os portadores da doença costumam ter hábitos de alimentação sem muita variação centrada em carboidratos e alimentos industrializados. *Descuidam-se no uso de frutas, verduras e legumes frescos, além de alimentos ricos em ômega 3 e ômega 6*;

*Devem consumir mais peixe e gorduras de origem vegetal (castanha do Pará, nozes, coco, azeite de oliva extra virgem, óleo de semente de gergelim). *

Estudos recentes mostram que até os processos depressivos podem ser atenuados ou evitados pela mudança de dieta.

*Doença silenciosa?*
- Nem tanto, pois avisos é que não faltam, desde a infância analisando e estudando as características da criança, é possível diagnosticar boa parte dos problemas que se apresentarão para serem resolvidos durante a atual existência.

*Remédios resolvem?*-
Ajudar até que ajudam; mas resolver é impossível, ilógico e cruel se, possível fosse - pois, nem todos tem acesso a todos os recursos ao mesmo tempo.

Remédios usados sem a contrapartida da reforma no pensar, sentir e agir podem causar terríveis problemas de atraso evolutivo individual e coletivo; pois apenas abrandam os efeitos sem mexer nas causas. Tapam o sol com a peneira.

*Remédios previnem?*-
Claro que não! - apenas adiam o inexorável. Quanto a isso, até os cientistas mais agnósticos concordam. Um dos mais eficazes remédios já inventados foram os grupos de apoio à terceira idade.

A convivência saudável e as atividades que possam ser feitas em grupo geram um fluxo de energia curativa. A doença de Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento do espírito que se torna solitário por opção. O interesse pelos amigos é um bom remédio.

*Qual a vacina?*
É estudar as características de personalidade, caráter e comportamento dos que a vivenciam, para que não as repitamos. *A melhor e mais eficiente delas é o estudo, o desenvolvimento da inteligência, da criatividade e a prática da caridade. *

*Quer evitar tornar-se um Alzheimer? *
Torne sua vida produtiva, pratique sem cessar o perdão e a Caridade com muito esforço e inteligência. Muito mais há para ser analisado e discutido sobre este problema evolutivo que promete nos visitar cada dia mais precocemente...


Esperamos que esta pequena lição que o Dr.Américo nos proporcionou em sua
palestra nos sirva para podermos ajudar pessoas com este mal.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

MAIS ALUNAS DO VITAL BRASIL NA DÉCADA DE 70.

Alunas da Escola Vital Brasil na década de 70.
Acho que reconheci sete delas. Marise Melo, Iracema Resende, Ana Maria Baldo, Maria Helena Mendes, Angélica, Maria Teresa Sales e Belinha Monticelli. Quem conseguiria identificar as outras?

RECADINHO SOBRE RELAÇÕES AFETIVAS.

RECADINHO SOBRE RELAÇÕES AFETIVAS.


Resultado de imagem para RELAÇOES AFETIVAS
A maioria das relações afetivas é de preenchimento e não de compartilhamento. As pessoas querem alguém para suprir as próprias carências e desarmonias. Alguém que as preencha e faça tudo o que desejam, algo como uma marionete que realize milagres ou protótipos que tapem os buracos existenciais . Compartilhar experiências com o outro é um movimento que começa dentro de cada um, a partir da convivência harmônica, respeitosa e amorosa consigo mesmo. A primeira relação é interna e o preenchimento é exclusivamente individual e intransferível. Preencha-se de você e esse autoamor se refletirá na atração por relacionamentos equilibrados.
Quântica na Vida por Fábio Figueiredo

terça-feira, 15 de agosto de 2017

TURMA DO MAGISTÉRIO DE 1977 DA ESCOLA VITAL BRASIL.

          A turma do Magistério de 1977 na Escola Estadual Vital Brasil.
          Cida Paiva,Deuscélia, Isabel, Aparecida Corrêa, Lúcia Helena Calixto, Vera, Maria Aparecida Silva, Beth, Cármen e Gaída.
          Júlia Prock, Rita, Professora Maria Helena Lemos, Dona Nair Rezende, Cidinha Serrano, Diretora dona Dalva Villamarim, Duca, Maria do Carmo Moura e Silvinha.
          Bernadete Dinamarco, Nizete Borges, Beth Felicori, Sílvia Cornélio e Marília Pires.

4 FORMAS DE INCENTIVAR A LEITURA NAS CRIANÇAS.

4 formas de incentivar a leitura nas crianças

Agora MS - 18/07/2017


Quem já teve a oportunidade de perder-se entre as páginas de um livro sabe que a leitura é uma das melhores atividades para quem deseja momentos relaxantes, prazerosos e cheios de aprendizado. Um livro tem o poder de transportar a mente para dimensões únicas, além de ser uma excelente fonte de inspiração para a criatividade. Entre os diversos capítulos de uma obra, o leitor passa a enxergar a vida de uma maneira diferente e a estimular seu pensamento reflexivo.

Para as crianças, esses benefícios são ainda mais preciosos. Incentivar o hábito da leitura, desde cedo, é muito importante pois é, durante a infância, que os pequenos começam a se desenvolver física e cognitivamente. Além disso, essa é uma fase de descoberta em que as crianças aprendem a distinção entre aquilo que é correto e aquilo que não é, e também iniciam o processo de alfabetização e conhecimento de mundo. Pensando nisso, reunimos algumas dicas para ajudar a você a incentivar o hábito de leitura no seu pequeno. Confira!

1 – Não obrigue a criança a ler

O primeiro passo é evitar qualquer tipo de obrigação relacionada à essa atividade. Os pequenos devem se sentir interessados pela leitura e enxergá-la como algo prazeroso. Por isso, a dica é que os próprios pais comecem a ler para os seus filhos, até mesmo para aqueles que já iniciaram o processo de alfabetização. Observando o entusiasmo dos pais, as crianças ficarão ainda mais interessadas pelo livro.

2 – Encontre o tipo de leitura que o seu filho gosta

Levar em conta o gosto da criança é um ponto-chave para incentivar a leitura. Por isso, é fundamental conversar com o seu filho sobre suas preferências ou levá-lo para escolher algum livro na seção infantil da biblioteca ou livraria. Se a criança se interessa por pintura, por exemplo, um livro de colorir pode ser uma boa pedida.

3 – Escolha o livro apropriado para a idade

Um fator fundamental para incentivar a leitura é fazer a escolha do livro de acordo com a idade da criança. Antes da alfabetização, os pequenos tendem a ter um contato visual e a querer sentir os livros com as próprias mãos. Nessa fase, edições de livros coloridos e feitos de plástico são ideais. Já com o início da alfabetização, é indicado que os pais adotem um método de leitura alternada, ou seja, deixar o filho ler uma parte da história e o pai a outra. Nesse momento, prefira livros que tenham um equilíbrio entre a escrita e as ilustrações.

Para não errar na escolha das obras, uma boa opção é assinar um clube do livro e, assim, receber títulos adequados para a idade do seu filho. A Leiturinha é um exemplo de clube de assinatura de livros infantis. O clube conta com uma equipe de curadoria, composta por profissionais especializados na área de pedagogia e psicologia, que seleciona os livros apropriados para a idade de cada criança.

4 -Estimule o interesse para a criação de histórias

Mesmo após a alfabetização, é fundamental a participação dos pais para que os pequenos continuem envolvidos com a leitura. A última dica, então, é instigar a criação de histórias para que os pequenos criem suas próprias narrativas e, quem sabe, até seus próprios livros. Assim, a criança desenvolverá a capacidade cognitiva, criativa e ficará ainda mais interessada por livros.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

COMO O CANADÁ SE TORNOU UM SUPERPOTÊNCIA EM EDUCAÇÃO.

Como o Canadá se tornou uma superpotência em educação

Sean Coughlan - BBC Brasil - 05/08/2017
Embora seja muito menos lembrado, o Canadá subiu ao topo dos rankings internacionais.

Na mais recente rodada de exames do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, entidade que reúne países desenvolvidos), o Canadá ficou entre os dez melhores países em matemática, ciências e interpretação de texto.

As provas são o maior estudo internacional de desempenho escolar e mostram que os jovens do Canadá estão entre os mais bem educados do mundo.

Eles estão muito à frente de vizinhos como os Estados Unidos e de países europeus com quem têm laços culturais, como o Reino Unido e a França.

O Canadá também tem a maior proporção de adultos em idade produtiva com educação superior – 55%, em comparação com uma média de 35% de países da OCDE.

Alunos imigrantes

O sucesso do Canadá em testes escolares é incomum ao ser comparado com tendências internacionais.

Os países com melhor desempenho costumam ser pequenos, com sociedades homogêneas e coesas e com cada pedaço do sistema educacional integrado a uma estratégia nacional – como em Cingapura, que tem sido usado como exemplo de progresso sistemático.

O Canadá nem sequer tem um sistema educacional nacional, pois a organização é baseada em províncias autônomas. E é difícil imaginar um contraste maior entre uma cidade-Estado como Cingapura e um país de dimensões continentais como o Canadá.

Em uma tentativa de entender o sucesso do Canadá na educação, a OCDE descreveu o papel do governo federal no setor como “limitado e às vezes inexistente”.

Também é bem conhecido o fato de que o Canadá tem um alto número de imigrantes em suas escolas. Mais de um terço dos jovens no Canadá têm ambos os pais oriundos de outro país.

Os filhos das famílias de imigrantes recém-chegados se integram em um ritmo rápido o suficiente para ter o mesmo desempenho de seus colegas de classe.

Quando o último ranking da OCDE é analisado em detalhe, os resultados regionais do Canadá são ainda mais impressionantes.

Se as províncias se inscrevessem no teste como países separados, três delas (Alberta, Quebec e British Columbia) estariam entre os cinco primeiros lugares em ciências, junto com Cingapura e Japão e à frente de lugares como Finlândia e Hong Kong.

Afinal, como o Canadá superou tantos outros países na área de educação?

Andreas Schleicher, o diretor de educação da OCDE, diz a característica que une os diversos sistemas educacionais do país é a igualdade.

Apesar de diversas diferenças nas políticas educacionais, um traço em comum entre todas as regiões do país é o comprometimento em oferecer igualdade de oportunidades na escola.

Schleicher diz que existe um forte senso de equilíbrio e igualdade de acesso – o que pode ser observado na alta performance acadêmica de filhos de imigrantes.

Até três anos depois de chegar ao país, os alunos imigrantes alcançam notas tão altas quanto as de seus colegas. Isso torna o Canadá um dos poucos países em que crianças imigrantes atingem um patamar similar aos das não-imigrantes.

Outra característica distinta é que os professores são muito bem pagos em comparação com os padrões internacionais – e o ingresso na profissão é altamente seletivo.

Oportunidades iguais

David Booth, professor do Instituto para Estudos em Educação da Universidade de Toronto, destaca um forte investimento de base em alfabetização.

Existiram esforços sistemáticos para melhorar a alfabetização, com a contratação de educadores bem treinados, investimento em recursos como bibliotecas nas escolas e avaliações para identificar escolas ou alunos que possam estar tendo dificuldades.

John Jerrim, do Instituto UCL de Educação de Londres, diz que o ótimo desempenho do Canadá nos rankings internacionais reflete a homogeneidade socioeconômica do país.

O país não é uma nação de extremos. Pelo contrário, seus resultados mostram uma média alta, com pouca diferença entre os estudantes mais e menos favorecidos.

No mais recente Pisa, o exame da OCDE, a variação de notas causada por diferenças socioeconômicas entre os estudantes canadenses foi de 9%, em comparação com 20% na França e 17% em Cingapura, por exemplo.

Os resultados mais igualitários explicam porque o Canadá está indo tão bem em exames internacionais. O país não tem nem uma fatia residual de estudantes com desempenho ruim, o que normalmente é algo relacionado à pobreza.

É um sistema consistente. Além da pouca diferença entre estudantes ricos e pobres, também há uma variação muito pequena entre diferentes escolas, em comparação com a média de países desenvolvidos.

Segundo o professor Jerrim, o alto número de imigrantes não é visto com um potencial entrave ao sucesso nos exames – o fato é provavelmente um dos ingredientes dos bons resultados.

Os imigrantes que vivem no Canadá, muitos de países como a China, a Índia e o Paquistão, têm educação relativamente alta, e a ambição de ver seus filhos se tornarem profissionais bem sucedidos.

O especialista afirma que essas famílias têm “fome de sucesso”, e que suas altas expectativas provavelmente influenciam o desempenho escolar de seus filhos.

O professor Booth, da Universidade de Toronto, também cita esse fato. “Muitas famílias recém-chegadas ao Canadá querem que seus filhos tenham sucesso, e os alunos têm motivação para aprender”, diz.

Este ano tem sido excepcional para a educação no Canadá. As universidades estão aproveitando o “efeito Donald Trump”, com um número recorde de inscrições de estudantes que enxergam o Canadá como uma alternativa aos Estados Unidos após a eleição do atual presidente.

A vencedora do Prêmio Global de Professores também é canadense – Maggie MacDonnel está usando a condecoração para fazer campanha pelo direitos dos estudantes indígenas.

No ano em que celebra seu aniversário de 150 anos, o Canadá reivindica o status de uma superpotência em educação.

34ª GRANDE CORRIDA DA INDEPENDÊNCIA




“34ª GRANDE CORRIDA DA INDEPENDÊNCIA”


Movimento cívico-patriótico, esportivo-cultural - Fundado em 1972.

Considerada “A maior Corrida pedestre de revezamento do mundo”, feita por um só grupo.

Corrida Pedestre de Revezamento onde 24 atletas da cidade da Campanha-MG correm em revezamento, conduzindo uma “Tocha Olímpica”.

O termino da Corrida é sempre na cidade da Campanha-MG para a
“Abertura Oficial da Olimpíada Campanhense e Homenagens”.

A Corrida já teve sua saída de quase todas as capitais brasileiras passando por 20 Estados Brasileiros, o Distrito Federal, Buenos Ayres-Argentina, Montevideo-Uruguai e Assunção-Paraguai.

A maior Corrida realizada saiu de Porto Velho-RO. Trajeto de 3.600 km, percorridos em 11 dias, até Campanha-MG.

Ao término da Corrida deste ano (34 Edições), a Corrida terá percorrido mais de 41.000 km.
Mais que a distancia da volta ao mundo.

2017 – “Caminho da Fé – Tributo ao Beato Padre Victor”

Abertura Oficial da 59ª Olimpíada Campanhense
“A Maior concentração esportiva do Sul de Minas”

Os atletas conduzirão, em revezamento, a Tocha Olímpica de Três Pontas, Nepomuceno – Lavras – Madre de Deus – São Vicente - Cruzília - Baependi até Campanha – MG.

O acendimento da Tocha e a largada da Corrida será em Três Pontas dia 1º de setembro, sexta-feira às 9h00 na Igreja Matriz de N.S. D’Ajuda.

Dia 2 de setembro, sábado, passagem por Baependi às 11 h00 no Santuário N. S. da Conceição - Igreja da Nhá Chica

Chegada na Campanha-MG, dia 02 de setembro, sábado às 20h30 no Ginásio José Augusto Paiva- Canário para a Abertura Oficial da 59º Olimpíada Campanhense.

Coordenador: Rubens Ramos de Oliveira - CREF 046445 - P/SP
Tel. (35) 3438.1544  -  3438.2430  -  9.8461.1959
rubens.esporte@hotmail.com
 

sábado, 12 de agosto de 2017

FELIZ DIA DOS PAIS.

Através deste vídeo, muito merecido, nossa homenagem à todos os papais pelo seu dia.

video

UEMG-CAMPANHA PROMOVE LANÇAMENTO DE 2 LIVROS.

              A UEMG unidade Campanha, e os autores, convidam para o lançamento dos livros:
              ELITES REGIONAIS E A FORMAÇÃO DO ESTADO IMPERIAL BRASILEIRO.
              Minas Gerais - Campanha da Princesa - 1799 - 1950.
              De autoria do Professor Marcos Ferreira de Andrade.
                                                                         e
              DE ARRAIAL A VILA
              A criação da Vila da Campanha da Princesa.
              De autoria da Professora Patrícia Vargas Lopes de Araújo.

              O evento acontecerá no Salão da Câmara Municipal da Campanha
              Rua Padre Natuzzi - 79 - Centro
              Campanha - MG
              Dia 18 de agosto de 2017 às 19 Horas.

              Atenção:
              Para garantir o seu livro entre em contato com a UEMG-Campanha pelo telefone:
              35-3261.2020 ou e-mail: egressoshistoriauemg@gmail.com

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

FOTO FÊNIX


O FIM DO FIM DO LIVRO.

O fim do fim do livro

Rui Campos


Quantos psicólogos são necessários para se trocar uma lâmpada? Basta um! Mas a lâmpada precisará “desejar” ser trocada!
Pois é. O desejo move montanhas. Com a leitura também é assim.
A pessoa pode passar a vida sem leitura. Certamente uma vida menos ilustrada. Mas não morrerá de inanição ou sede como se abstivesse de comida ou água.
Cultura, cultivo... a leitura precisa ser cultivada. Precisamos cultivar o desejo de conhecimento, o desejo de leitura.
A grande ferramenta que possibilita a leitura é o livro, seja em que suporte for.
Durante séculos, o impresso veio sendo cultuado, reverenciado, aprimorado, adornado com design espetacular, belas capas, papel leve e de tom confortável, orelhas inteligentes, rosto encantador. Um produto multissensorial.
Seus autores tratados como estrelas, seus editores reverenciados. E seus locais de encontro com o leitor, as livrarias (físicas ou virtuais), locais frequentados e amados por toda gente. Verdadeiros pontos de encontro, praças, bibliotecas! Pois afinal, ali é possível manusear os livros, lê-los e até mesmo leva-los para casa por módicas quantias.
O livro impresso, como o garfo e a faca, disse Umberto Eco, são objetos definitivos.
Algumas poucas inovações surgiram através dos tempos.
Recentemente, surgiu o aparelho eletrônico para leitura. Trouxe uma série de alternativas e de facilidades para os leitores: capacidade de armazenamento, acesso rápido e remoto, entre outras. Bem-vindas novidades.
Mas os donos do negócio tinham pressa. Uma pressa que se mostrou um tanto desconectada. Seria mais rápido destruir o que já havia. Varrer o concorrente do mapa. Acabar com o livro impresso.
Esses donos do negócio são poderosos. Nada menos do que algumas das maiores corporações mundiais.
Logo toda uma campanha contra o livro impresso se iniciou. Segundo essa distopia, ele seguiria moribundo. Discutia-se a data final. O avanço do e-book seria exponencial. Nesse ano de 2017, já só restariam cinzas de livros e livrarias. Saudosas livrarias. Morreriam em 2015!
Claro que sempre restaria um nicho: gente saudosista e antiquada, a cultivar fósseis e colecionar relíquias. Ludistas.
As editoras também: essas faleceriam por volta de 2014. Por absoluta obsolescência.
Os editores? Dispensáveis. Cada autor se autopublicaria. Uma nova “Geração Mimeografo” high tech!
Para atingir rapidamente o objetivo dos novos poderosos, muita gente embarcou nessa canoa: tantas previsões, estatísticas, artigos jornalísticos visionários dos “Evangelizadores Tecnológicos”!
Muito espaço na mídia escrita, falada e principalmente eletrônica foi utilizado na blitz iconoclasta visando limpar rapidamente o espaço para a chegada triunfal do livro eletrônico. Muito dinheiro, público inclusive, foi investido e perdido.
Uma busca por tudo o que foi escrito sobre o tema pode render um interessante retrato desses tempos insensatos.
O fato é que as coisas foram se acomodando. A sociedade se manifestou. O livro eletrônico vai ocupando seu lugar. Modesto, embora ainda com perspectivas de crescimento.
O livro impresso, livrarias e editores sofreram.
Hoje as notícias são de retomada no crescimento de vendas, surgimento de novas livrarias pelo mundo afora.
Evidencias da manifestação da sociedade e do seu desejo pelo sagrado objeto multissensorial, o livro!
Dos formuladores e divulgadores das previsões atrevidas e catastróficas que causaram prejuízos e mal-estar ao mercado livreiro não adianta esperar reparação ou pedido de desculpas pelo estrago.
Um editor estrangeiro me confidenciou recentemente: “Concedi hoje uma entrevista para a Revista Wired que foi muito desagradável. Eles queriam saber sobre nossos planos para edições eletrônicas de livros de arte. Mas eu não tinha o que dizer pois abandonamos completamente esses projetos. Mas tive que dissimular e enrolar pois não poderia admiti-lo!”.
Lembro-me especificamente da capa de uma das nossas principais revistas semanais onde Paulo Coelho, nosso maior best-seller, uma verdadeira lenda do mercado livreiro mundial, segurava um tablete com a seguinte manchete: “O último livro que você vai comprar!”
Forte, não é? E muitos números, power points, gráficos divulgados sobre o fim do nosso nobre objeto de leitura.
Do meu ponto de vista, o ponto de vista dos livreiros, contamos perdas, mas agora já estamos à vontade para comemorar a certeza do fim do fim do livro!

(Publishnews - 19/07/2017)

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Rui Campos é dono da rede Livraria da Travessa. Sua primeira aventura no mundo do livro foi em 1975, quando inaugurou a Livraria Muro, em Ipanema, que logo firmou-se como um lugar de encontro, discussão e resistência ao regime militar. Em meados dos anos 1990, Rui inaugurou a Livraria da Travessa, na Travessa do Ouvidor, no Centro do Rio. Hoje a Travessa conta com sete lojas no Rio e uma em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Nesse espaço, Rui discute os temas relacionados ao mercado livreiro e o seus impactos na sociedade.