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sexta-feira, 23 de junho de 2017

A ARTE DO TEATRO DE VOLTA À CAMPANHA.


ALUNOS DO CURSO DE PROCESSOS GERENCIAIS DA UEMG - UNIDADE DE CAMPANHA, APRESENTAM ESPETÁCULO TEATRAL
                         Tem um velho ditado que diz: "A viola é na mão do violeiro."
                         Embora já tenha passado, faço questão de registrar aqui o excelente trabalho do Professor de Artes Cênicas Klaas Kleber que para a nossa felicidade está residindo aqui em Campanha.
                         Em apenas 12 ensaios com um grupo de alunos da UEMG/CAMPANHA, ele conseguiu fazer com que aqueles alunos desempenhassem com grande desenvoltura os seus talentos artísticos.
                         Logo que eles entraram em cena, já levei um agradável choque imaginando que fossem atores de outros lugares. Qual não foi a minha surpresa, quando aos poucos comecei a reconhece-los. A expressão facial, a maneira como eles incorporaram seus personagens, foi algo que me impressionou muito.
                        Temos tudo para fazer voltar esta grande arte da representação artística, que Campanha sempre teve. E agora com um diretor talentoso como Klaas Kleber temos que aproveitar esta grande chance.
           ATUAÇÃO: Diogo Lemes, Flávio Maia, Jean Carlos, Maria Beijaflô, Rejane Cardoso, Roberto Dias, Vitória Cavalcante e Victor Cesarino.
             CORO: Ana Paula, Breno Barbosa, Carol Germano, Chaiane Silva, Daiana Borges, Gabriel Felpa, Hércoles de Lima, João Paulo, José Godói, Gabriela Ribeiro, Pamela Ramos, Patrícia Brasil, Wanda Moreira, Geusilene Débora.
                  MÚSICA: Eduardo Carvalho (Acordeon); Klaas Kleber (Violão); Rafael Carvalho, Natielli Silva e Pedro Borges (Percussão).

ESTREPOLIAS POR VINTÉNS, de caráter popular e com elementos circenses, conta as peripécias de Pedro Malazarte. O personagem, caracterizado pela sua esperteza e criatividade, é uma espécie de anti-herói dos contos tradicionais. Trata-se de um malandro, pobre e ardiloso, que vive de pequenas enganações. Na década de 60 o personagem foi protagonizado por Amácio Mazzaropi, no seu filme “As aventuras de Pedro Malasartes”.

            A DIREÇÃO do espetáculo ficou a cargo do Prof. de Artes Cênicas Klaas Kleber – ator, encenador e doutor em Estudos Culturais pela Universidade de Aveiro/Portugal.

            FIGURINOS E MAQUIAGEM: Os figurinos e maquiagem foram concebidos pelo próprio diretor. Os figurinos foram ornamentados com fitas, rendas, fuxicos e flores, ganhando a representação figurada das manifestações populares, como a congada e a folia dos santos reis, que trazem no seu bojo uma grande riqueza visual e estética. Já a maquiagem, esta ganhou um caráter circense.


              FOTOGRAFIAS: Ester Biazzi.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

OS HORTA DE DONA DULCE.

Dona Hilda Horta ao lado de seus netos , filhos de dona Dulce Horta. A bebê é a Lúcia que nesta semana já está casando um filho.

A UEMG/CAMPANHA NA CASA DE MARIA MARTINS.

Neste local, no ano de 1894 nasceu MARIA MARTINS que veio a ser uma das maiores artistas brasileira. Há quem a considere até hoje, como a maior escultora surrealista do mundo.
Hoje neste local está a secretaria da UEMG/CAMPANHA.

COMO TOLERAR E COMPREENDER OS PARENTES DIFÍCEIS?

Como TOLERAR e COMPREENDER os PARENTES DIFÍCEIS ? Psicografia de CHICO XAVIER !

André Luiz nos ensina, na obra Sinal Verde (psicografia de Chico Xavier, editora CEC – Comunhão Espírita Cristã), que tolerar e buscar compreender os parentes difíceis é uma obrigação da qual não devemos nos escusar, pois “as leis de Deus não nos enlaçam uns com os outros sem causa justa”. Na mensagem que se segue, repleta de valiosas lições, muitos de nós poderão encontrar as respostas para angústias e dificuldades de convivência, reanimando-se para trabalhar pela harmonia no lar:

“Aceite os parentes difíceis na base da generosidade e da compreensão, na certeza de as leis de Deus não nos enlaçam uns com os outros sem causa justa.
O parente problema é sempre um teste com que se nos examina a evolução espiritual.
Muitas vezes a criatura complicada que se nos agrega à família, traz consigo as marcas de sofrimentos ou deficiências que lhe foram impostas por nós mesmos em passadas reencarnações.
Não exija dos familiares diferentes de você um comportamento igual ao seu, porquanto cada um de nós se caracteriza pelas vantagens ou prejuízos que acumulamos na própria alma.
Não tente se descartar dos parentes difíceis com internações desnecessárias em casas de repouso, à custa de dinheiro, porque a desvinculação real virá nos processos da natureza, quando você houver alcançado a quitação dos próprios débitos ante a Vida Maior.
Nas provações e conflitos do lar terrestre, quase sempre, estamos pagando pelo sistema de prestações, certas dívidas contraídas por atacado.”

André Luiz
Psicografia de Chico Xavier

FIM DE SEMANA ANIMADO EM CAMPANHA.

A UEMG em parceria com a Secretaria de Cultura municipal convidam para:




segunda-feira, 19 de junho de 2017

SONHOS E RECORDAÇÕES DE VIDAS PASSADAS.

SONHOS E RECORDAÇÕES DE VIDAS PASSADAS.

Nenhum texto alternativo automático disponível.
Antes de falar da regressão propriamente dita, vamos co­meçar falando da recordação a vidas passadas de uma forma mais genérica, aprofundando em suas várias facetas. É bem sabido que a recordação a vidas passadas não ocorre apenas durante as sessões regressivas em estados alterados de consciência. A recordação de vidas passa­das é um fenômeno universal e sempre esteve presente em muitas culturas e épocas distintas.

Há uma série bem numerosa de situações e condições nas quais uma pessoa pode ter acesso ao seu arquivo multimilenar. Um dos pesquisadores que estudou as várias facetas das recordações de vidas passadas foi o pesquisador espírita brasileiro Hernani Guimarães Andrade. Hernani era um investigador nato, e mergulhou com eficácia casos de crianças que eram sugestivos de reencarnação. Foi o coordenador da tradução da obra “Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação” de Ian Stevenson para língua portuguesa. Sua vasta obra abraça muitos temas, como reencarnação, fenômenos paranormais e mediúnicos, morte, obsessão espiritual, perispírito, a transcomunicação instrumental, dentre outros. Os tópicos abaixo estão inspirados na classificação que ele elaborou sobre as diversas formas de recordação de vidas passadas. Vamos então descrever resumidamente as principais formas em que essa recordação pode acontecer:
As recordações de vidas passadas se dividem em duas categorias gerais:

Recordação em crianças e recordação em adultos.
1) Recordação em crianças
Esse tipo de recordação é muito comum, e assim como outros tipos de recordação, ela é frequentemente confundida com a fantasia infantil. A recordação em crianças será comentada com mais detalhes no último capítulo deste livro. Para tanto, o leitor pode se reportar ao capítulo XXVI desta obra.
2) Recordação em adultos
As recordações em adultos compreendem toda a gama de experiências que são descritas nas linhas que seguem. Sua fenomenologia é numerosa, abrangente, universal e diversificada. Ela ocorre sob múltiplas formas, condições e contextos diferenciados.

Recordações iniciadas na infância e que persistiram até a fase adulta
Algumas recordações de vidas passadas que se iniciaram na infância podem persistir, total ou parcialmente, com o passar dos anos. Algumas pessoas que tiveram essas lembranças em tenra idade podem, em alguns casos, manter essa memória até a fase adulta. Embora casos como esse sejam mais raros, há indivíduos cuja memória das vidas passadas se prolonga até a fase adulta. Mas na maioria das vezes, crianças com essas reminiscências acabam passando dos sete anos de idade e esquecem completamente de sua vida passada. Logo que a criança começa a falar, aos 2 anos de idade, ela pode já começar a falar de sua vida passada. A maior porcentagem destes relatos ocorre entre a idade de 2 a 4 anos. Na maioria dos casos, as crianças lembram sua última vida, e alguns parentes e pessoas próximas podem fazer parte dessas lembranças.

Recordação pelos Sonhos
A recordação pelos sonhos é uma das formas mais comuns de lembranças de vidas passadas. Falaremos com mais detalhes a esse respeito no tópico sobre os sonhos, neste mesmo Tratado, mas podemos adiantar o básico para o leitor já ter uma visão geral do tema. Na maioria das vezes, um sonho revela uma memória de vidas passadas quando:

Evocam forte conteúdo emocional.
Seguem uma sequência lógica e coerente de acontecimen­tos.
Na maioria das vezes, repetem-se com freqüência e sem­pre possuem o mesmo início, meio e fim, sem que tenha­mos poder de modificar sua trama.
São dotados de muito realismo, como se estivéssemos revi­vendo algo que de fato ocorreu.
Identificamos pessoas do sonho (que se apresentam com outra aparência) com pessoas de nossa convivência atual.
Apresenta alguns elementos antigos, como roupas de época, cenários, residências, objetos, tudo aparentando ser tal como era em épocas pretéritas.
Os sonhos com vidas passadas são mais comuns do que a maioria das pessoas pensa. Pelas nossas pesquisas, podemos dizer que a maior parte da população mundial já teve, em algum momento de sua vida, um sonho de vidas passadas. Porém, a maioria encara essa experiência como apenas uma fantasia, um devaneio, um conglomerado de reminiscências atuais que são organizadas por fatores ocultos do nosso inconsciente. Se cada pessoa prestasse mais atenção em seus sonhos, seria possível descobrir alguns dos nossos mistérios íntimos. A observação sistemática dos sonhos deveria ser um pré-requisito para todos aqueles interessados em seu autoconhecimento.
Vejamos um exemplo de caso de sonho sugestivo de vidas passadas de uma pessoa que me procurou recentemente: “Sou psicoterapeuta, com formação bem ortodoxa. No entanto, tenho sonhos claros e recorrentes, onde tenho uma linda esposa, numa casa num bosque ao lado de uma montanha onde existe um túnel de onde sai sempre um trem. Sempre que tenho esses sonhos, acordo extremamente feliz, uma felicidade imensa, mas com muita saudade da mulher do sonho. Não considero essas lembranças como causas de problemas que posso ter, mas sim um momento único de vivenciar a felicidade suprema. O local é super claro pra mim, a casa, a mobília, tudo.”

Recordações por visões sem causa aparente
Algumas recordações de vidas passadas vêm à tona por motivos desconhecidos. Aparentemente não há qualquer fator desencadeante que tenha dado origem a súbita emergência de visões e sensações. Dizemos “aparentemente”, pois é possível que haja algum fato ativador desconhecido atuando e trazendo à consciência um conteúdo originário de um passado remoto. De qualquer forma, alguns casos de lembranças parecem surgir sem causa definida, algumas vezes após um relaxamento profundo, um devaneio, ou quando a pessoa está “sonhando acordada” e mergulhada em seu universo interior. Por vezes, a total ausência do foco de nossa mente, quando tudo parece fluir com perfeição e estamos libertos de preocupações dos afazeres diários parecem abrir caminho para nítidas lembranças do passado.

(HUGO LAPA) é psicólogo, terapeuta de vidas passadas, hipnoterapeuta, ufólogo e escritor.
Atendimento com Terapia de Vidas Passadas em todo o Brasil.
http://hugolapa.wordpress.com/

ANALISANDO OS CLUBES DE LIVROS NAS ESCOLAS.

Feira do Livro de Ribeirão analisa clubes de livro nas escolas

Divulgação

Promovido pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto em parceria com o Centro Universitário Barão de Mauá, o projeto Clube do Livro nas Escolas teve seu encerramento durante o primeiro dia da 17ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto. A atividade reuniu os professores que conduziram o projeto para compartilhar as experiências vivenciadas nos encontros e avaliar como a iniciativa impactou na vida dos alunos envolvidos.

Os professores relataram a forma adotada para o trabalho com os diferentes textos e apresentaram os tipos de discussões que surgiram a partir das reflexões dos próprios alunos. "Todos os textos trabalhados eram leves, divertidos e traziam assuntos que se relacionavam com o universo dos estudantes", contou um dos participantes.

Os educadores também contaram que o comportamento dos alunos foi mudando ao longo dos encontros, o que na visão deles, gerou mais interesse e interação dos participantes. "Percebemos que eles amadureceram ao longo do projeto, despertando o interesse pela leitura e pela escrita e até passaram a compartilhar o aprendizado com outros alunos", disse outro professor. Além de trabalhar as reflexões derivadas dos textos, os professores também centraram-se nas questões literárias, discutindo as estruturas dos textos e os diferentes estilos literários. O encontro contou a presença de professores de diferentes cidades da região de Ribeirão Preto que participaram fazendo perguntas e compartilharam também suas próprias vivências.

O projeto Clube do Livro nas Escolas promoveu encontros quinzenais entre professores e alunos do Centro Universitário Barão de Mauá com estudantes do Ensino Médio de escolas públicas. As atividades estabeleceram uma espécie de diálogo entre professor e aluno, partindo não apenas da leitura, mas também de dramatizações e exibições de vídeos e músicas.

O projeto

Os encontros do Clube do Livro nas Escolas – para a rede pública de ensino de Ribeirão Preto - aconteceram desde o início de março. Participaram inicialmente as escolas Cid de Oliveira Leite, Thomaz Alberto Whately, Alcides Correa e Professor Sebastião Fernandes Palma. O projeto foi promovido pelo Núcleo de Formação do Plano Anual da Fundação do Livro e Leitura e conta com incentivo à cultura por meio do Programa de Ação Cultural - ProAC.

A parceria entre a Fundação do Livro e Leitura e o Centro Universitário Barão de Mauá surgiu a partir da iniciativa da Fundação, que procurou a instituição de ensino para que pudesse estabelecer um vínculo com as escolas da rede estadual de ensino.

A iniciativa foi criada com o objetivo de estimular a leitura e passear por narrativas de diversos autores e estilos literários. A presidente da Fundação do Livro e Leitura, Adriana Silva destaca que este “é mais um projeto com a intenção de levar diferentes propostas de leitura para as escolas e formar novos leitores”, destaca.

Para o professor André Alselmi, coordenador do curso de Letras do Barão de Mauá, iniciativas como essa podem ser alternativas para o desafio de despertar o interesse dos alunos pela literatura. “Para aproximar os alunos do universo da escrita é fundamental a escolha de textos acessíveis, que dialoguem diretamente com sua realidade, que permitam um envolvimento afetivo e, também, uma reflexão sobre seu universo”, explica.

17ª Feira Nacional do Livro
Realizada pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão, a 17ª Feira Nacional do Livro acontece de 4 a 11 de junho, com abertura em 3 de junho, em Ribeirão Preto. Durante oito dias, mais de 130 autores vão desfilar por 13 espaços simultâneos da feira. Reconhecida como um dos principais eventos nacionais de literatura, o tema deste ano é "Do conhecimento que liberta ao amor que educa - o livro na escola" com expectativa de atrair mais de 200 mil participantes durante os oito dias de evento e ser palco para um amplo debate sobre o papel do livro na educação. Neste ano, a feira promete muitas novidades em ampla programação, possibilitada pela força conjunta das grandes parcerias como com o Sesc, Sesi, Senac, Universidades, Diretoria de Ensino e entidades locais, além do apoio de empresas e organizações e da valorização cultural, o que consagra a grandiosidade do evento.

sábado, 17 de junho de 2017

E A VIDA CONTINUA...

E A VIDA CONTINUA…

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, árvore, noite, atividades ao ar livre e natureza
“Eu estava num hospital… Deparei-me com um filme retratando todos os momentos de minha vida. Perguntei-me: por que meus sobrinhos – que tinham o hábito de a tudo filmar – estavam me mostrando aquelas cenas? 
Só que – pensei de imediato – não poderiam ter gravado aqueles momentos. Uns retratavam minha infância; outros momentos íntimos; até mesmo, inexplicavelmente, quando ainda estava no útero materno. Adormeci e acordei num hospital diferente. Só aí me dei conta de que havia desencarnado…”

O internauta tem o direito de não acreditar em vida após a morte. É um direito, que respeitamos! Contudo, permita-nos narrar um caso ocorrido numa reunião de socorro e esclarecimento a espíritos desencarnados, cuja participação é restrita a espíritas militantes, com conhecimento de causa, obrigados a manter sigilo do ocorrido e profundo respeito à vida íntima dos comunicantes. Tanto é que o caso será narrado sem identificar nome e/ou dados que possam identificar a família do falecido.
Sabemos que cada indivíduo faz a sua “viagem” de forma peculiar. Apesar disto, em quase toda passagem, o espírito, geralmente, defronta-se com um fato admirável: o retrospecto detalhado de sua concluída existência. Revive as cenas e as emoções. Um filme sem corte, cujo desenvolvimento já não se pode mudar.

Os irmãos espirituais nos transmitem as suas experiências, a fim de que possamos valorizar e ponderar nossa conduta diária. Na codificação e obras espírita encontramos testemunhos similares. “Toda a minha existência se desdobrou na memória.”2 “Num relance, vi tudo que tinha realizado durante a vida e o que se espera para a hora do julgamento, com o bem e o mal praticados.”3

Após o relato em epígrafe, solicitou-me o amigo espiritual: “…diga a todos que a vida continua e que estamos sujeitos à lei de causa e efeito”. Por ser de interesse geral, aqui estou satisfazendo a sua vontade neste informativo.

Notei, por minha vez, que a preocupação maior do espírito amigo não era informar que a morte não existe, mas, sobretudo, que somos responsáveis pelos nossos atos e que sempre devemos fazer o melhor.

A vida continua…

De fato, é confortador saber que somos eternos. Agora, útil sobremaneira é a consciência da importância da nossa ação. Às vezes, o ser humano se esquece de que está sujeito à lei de ação e reação.

A retrospectiva geral de sua finda existência carnal proporciona ao espírito plena consciência da importância da conduta diária (ação). A memória revive cada ato do cotidiano vivido. Cada momento está gravado. A recordação, às vezes, é torturante, uma vez que o espírito chega à conclusão de que poderia ter sido mais paciente, atencioso, fiel, calmo, disciplinado, persistente; percebe, não raro, que perdeu grande oportunidade de agradecer, de elogiar; o dever não foi fielmente cumprido; não precisava ser exigente, incompreensivo.

E o nosso irmão suicida?

Que decepção ao saber que tudo poderia ter sido mudado sem a fuga indevida? Quando se informa que o alívio estava próximo, o ato de se matar, de não confiar na misericórdia Divina, queima a alma.

O recado é este: em cada obra, o zelo; num simples gesto, a manifestação de carinho; no olhar, a confissão de amor; a misericórdia estimulante perante o erro; no desespero, a religiosidade; em cada palavra, estímulo, gratidão, equilíbrio. Intenção e ação.

Em síntese, o cuidado incessante em plantar aquilo que dê bons frutos.

E, para isto, não devemos aguardar pelo último dia. Hoje é o momento. Amanhã poderá ser tarde, dando azo a lamentação.

Numa entrevista perante uma emissora de televisão, informou-nos o médico psiquiatra e escritor Roberto Shinyashiky4 que, após acompanhar vários pacientes terminais, pode constatar que a maioria das pessoas morre arrependida pela maneira como viveram. Esclarece-nos que vários agonizantes confessaram os motivos de arrependimento. E eles não são variados. Em resumo, noticia que os motivos de contrição, salvo raras exceções, são: a) não amaram; b) não curtiram os filhos, estimulando-lhes a potencialidade; e c) não perseguiram os sonhos.

Portanto, somos eternos. Esta verdade não deve ser causa à protelação, mas, sobretudo, incentivo à realização diária, visto que a felicidade futura é obra do “agora”. Agindo bem hoje, teremos a oportunidade de visualizar num futuro próximo uma história com final feliz, envolta de frutos divinos, num telão exclusivo: “…nossa consciência”.

Agradecemos ao irmão pela lição inesquecível.

[1] Um amigo espiritual, na reunião do dia 1º de Outubro de 1.999, na Casa Espírita Emmanuel.
2 O CÉU E O INFÉRNO, Cap. II, Espíritos Felizes, inciso I, item 7
3 O QUE É A MORTE, Carlos Imbassahy, Coleção científica edicel, nº 08, 3ª edi., Cap. “Além do véu”. Pág. 144.
4 ROBERTO SHINYASHIKY, Psiquiatra e consultor Organizacional. Presidente do Instituto GENTE, entrevista na Rede vida, no dia 22 de Setembro de 1.999.

Despertar Espiritual

A RESPONSABILIDADE DA MÍDIA.

Qual o papel da mídia na promoção da leitura?

Volnei Canônica

Recentemente, li a seguinte matéria publicada pelo Jornal Estadão Busca por livros cai em 70%. Uma análise sobre a consulta aos livros nas bibliotecas paulistanas no período entre 2007 e 2016. O número de consultas caiu de 2,3 milhões para 733 mil conforme dados do relatório;do Sistema Municipal de Bibliotecas.
Inicio o artigo com a pergunta: "qual o papel da mídia na promoção da leitura?" Posso dar algumas respostas:
- Informar e divulgar projetos, eventos, livros, prêmios, etc.
- Criar ou reforçar o valor simbólico do livro, da leitura, das bibliotecas, da família na promoção da leitura.
- Criticar e formar opinião sobre obras, políticas públicas para a área, etc.
- Contribuir no controle social e mobilizar a população nesse sentido para cobrar melhorias das gestões públicas
- Dar estímulos para que a sociedade tenha um papel mais participativo na formação de leitores.
Se a mídia tem esses e outros papéis me pergunto sobre os dados acima da queda de 70% em busca dos livros nas bibliotecas. Como a mídia poderia ter contribuído mais para não chegarmos a estatísticas tão desestimulantes como essas? A mídia? Sim, isso mesmo! A promoção da leitura é responsabilidade de todos e a mídia tem um papel fundamental.
Sempre que leio matérias que apresentam dados negativos na promoção da leitura, me pergunto qual o interesse em dar esse tipo de matéria já que é tão difícil que as bibliotecas públicas, comunitárias, escolares e universitárias consigam espaço nos veículos de comunicação para mostrar os seus projetos?
Conheço muitas bibliotecas que possuem belos projetos de promoção da leitura, mas que jamais foram divulgados nos jornais, na televisão, na rádio, nos websites. Isso não contribuiria para que a população tivesse acesso a mais informações sobre as bibliotecas brasileiras e fariam com que elas saíssem de suas casas em busca destes projetos, em busca dos livros? Não seria importante noticiar esses projetos para que, no futuro, não publiquemos dados tão tristes como os citados na matéria do Jornal Estadão?
Volto para a pergunta: qual o papel da mídia na promoção da leitura? Atuar na causa ou divulgar um efeito? Vamos deixar claro que a mídia dá espaço, mas os espaços são muito pequenos, descontinuados e por isso reverberam pouco na sociedade. Porque a mídia não faz, toda semana, uma matéria de um projeto relevante de leitura nas bibliotecas? Não faltam projetos! Posso indicar projetos acontecendo nos mais de cinco mil municípios.
Precisamos da mídia analisando o comportamento da sociedade em relação à cultura e à educação. Precisamos da mídia cobrando políticas consistentes dos governos na promoção da leitura e escrita. Mas precisamos que a mídia, em cada município, troque as matérias sobre artistas de Hollywood por matérias sobre bibliotecários, professores, contadores de histórias, mediadores locais. Do que adianta a população saber da separação do artista global x ou y se ela não sabe dos novos livros que chegaram nas bibliotecas, dos encontros de contação de histórias, do horário do atendimento das bibliotecas, dos bate-papos com os escritores, ilustradores e especialistas que estão acontecendo na cidade?
A valorização dos artistas locais e das bibliotecas deveriam ser pauta toda a semana para esses veículos. A população precisa criar valor simbólico e a mídia é um poderoso veículo para ajudar nisso. Não falo em criar heróis - algo que a mídia adora fazer. Falo em criar referências. Em pessoas e espaços que as pessoas possam procurar.
Vimos nos últimos tempos a diminuição de espaços na mídia para a divulgação e a promoção da leitura. Cadernos de jornais impressos deixando de existir, outros reduzindo drasticamente suas páginas. Sem patrocinadores, programas de televisão e rádio acabando. Sabemos da crise que atingiu todos os setores. Mas sabemos que está na mão dos veículos a escolha das pautas, da linha editorial, do serviço e do papel social que quer oferecer para a sociedade. Portanto, os veículos brasileiros podem sim contribuir para a formação de um país com mais bibliotecas e mais leitores. Como sempre afirmei a promoção da leitura e da escrita é um trabalho conjunto de diferentes atores. Precisamos nos unir. Precisamos nos conectar. Vamos divulgar o que precisa ser revisto, replanejado, reestruturado. Mas vamos divulgar de forma mais insistente e continuada o que existe de melhor em nosso país. Sempre vamos encontrar uma pessoa disposta a entregar um livro, a ler uma história, a tirar o livro da estante e colocar na mão de uma criança. Um Brasil mais justo, mais participativo passa pelo acesso à informação, ao conhecimento e à ficção. Não tenho dúvida que sem a participação mais efetiva da mídia promovendo as nossas bibliotecas brasileiras será muito difícil mudar esses dados. Vamos lá: Um por todos e todos por um Brasil de leitores!

(Publishnews - 26/05/2017)

*

Volnei Canônica é formado em Comunicação Social – Relações Públicas pela Universidade de Caxias do Sul, com especialização em Literatura Infantil e Juvenil também pela Universidade de Caxias do Sul, e especialização em Literatura, Arte do Pensamento Contemporâneo pela PUC-RJ. É diretor do Centro de Leitura Quindim e ex-diretor de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, do Ministério da Cultura. Coordenou no Instituto C&A de Desenvolvimento Social o programa Prazer em Ler. Foi assessor na Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Na Secretaria Municipal de Cultura de Caxias do Sul, assessorou a criação do Programa Permanente de Estímulo à Leitura. o Livro Meu. Também foi jurado de vários prêmios literários.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

COMEMORANDO 9 ANOS DO GEFROMP



QUANTO TEMPO DEMORA PARA UMA PESSOA REENCARNAR?

QUANTO TEMPO DEMORA para UMA PESSOA REENCARNAR ?

A imagem pode conter: céu, nuvem e atividades ao ar livre
Depende da disponibilidade, vontade e da evolução de cada Espírito. O estágio na erraticidade, como denominava Kardec, a vida Espiritual, é variável. 

Podemos ficar um ano ou um milênio. Depende de nossas necessidades e opções.

Em média, ficamos mais tempo na Terra do que no Além.

Tendemos a ficar mais tempo no mundo espiritual, até por uma questão de disponibilidade reencarnatória. A população desencarnada é bem maior que a população encarnada.

Não estão equivocados os demais Espíritas que falam da necessidade de valorizarmos a experiência humana, considerando que há filas no Além, aguardando o mergulho na carne.

A evolução não está subordinada exclusivamente à vida Física. Ocorre nos dois planos. O Espírito evolui também no continente Espiritual, onde está nosso lar. (Isto também se fizer por onde, auxiliar os necessitados e não ficar na inércia).

Alguns Espíritos com graves comprometimentos Espirituais, em virtude de seus desatinos, necessitará retornar à carne em tempo breve. Um missionário, que costuma vir à Terra para sagradas tarefas em favor do bem comum, poderá permanecer séculos na Espiritualidade. (O caso do nosso saudoso Francisco Cândido Xavier).

"Então em média, ficamos mais tempo no mundo espiritual"?

Considerando-se não apenas a disponibilidade reencarnatória, mas também o fato de que a experiência humana funciona como um estágio escolar. O tempo que o aluno passa na escola é bem menor do que aquele que ocupa com outras atividades.

Espíritos mais amadurecidos, conscientes de suas responsabilidades, planejam a época do retorno. Espíritos imaturos são orientados e conduzidos por mentores Espirituais.

Mas e se o Espírito recusar-se a reencarnar?

Havendo necessidade premente, seus mentores providenciarão a reencarnação compulsória.

Então perguntamos? Onde fica o Livre Arbítrio? Sendo obrigado a reencarnar, não será natural que o Espírito venha a se rebelar, que não assuma suas responsabilidades"?

Provavelmente. Tanto quanto o sentenciado que não se conforma com a prisão em que foi confinado. Mas, assim como a penitenciária objetiva conter o comportamento criminoso, a reencarnação compulsória desbasta as imperfeições mais grosseiras do Espírito reencarnante. Entre "choro e ranger de dentes", segundo a expressão evangélica, ele amadurecerá; por amor ou pela dor. Enfim ele não ficará no "Bem Bom", só gozando de prazeres. Quanto ao Livre Arbítrio, está intrínseco nele suas Leis.

RuyLFreitas

EMPRESÁRIA VIRA EXEMPLO.

Empresária lê até 10 livros por mês e atrai mais de 11 mil seguidores

Aline Rickly - G1 - 03/06/2017


Há três anos, a empresária Stephany Almeida, de 30 anos, encontrou na leitura um refúgio e uma forma de escapar da tristeza. Moradora de Areal, na Região Serrana do Rio, ela tem dois filhos: uma menina, de 5 anos, e um menino, de 10, e também administra uma loja de roupas. Mesmo com tanta ocupação, contou que chega a ler dez livros em um mês.

Em 2015, sem ter com quem dividir as dezenas de histórias que consumia, resolveu criar um perfil nas mídias sociais – Ste bookaholic – que já conquistou mais de 11 mil seguidores. O número quase alcança o de habitantes da cidade de Areal, que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), possui 11.423 moradores.

“Nem imaginava que ia ter todo esse alcance quando comecei, mas foi acontecendo e hoje é uma das coisas que me deixa mais feliz. Me fez descobrir uma nova missão na minha vida. É gratificante poder inspirar tantas outras pessoas a amarem a literatura, assim como eu”, diz.

O encontro com Nicholas Sparks

Uma das recompensas desde então foi participar de uma sessão de autógrafos com um de seus autores preferidos, Nicholas Sparks, no Leblon. Ele é autor de obras como Diário de uma paixão, Querido John, Dois a dois e A Última Música.

“Eu sempre gostei de ler. Não tanto, mas sempre li. Há uns três anos, estava muito desanimada e começando a ficar deprimida e então encontrei na leitura uma cura. A partir daí comecei a ler sem parar. Terminava um livro e começava outro. Lia as histórias e amava”.

Stephany confessa que, em meio a tantas ocupações, como arrumar as crianças, levar para a escola, além de administrar a loja, encontrar um espacinho no meio do dia para embarcar em uma história não é uma tarefa tão fácil.

“Às vezes leio de manhã, antes das crianças acordarem. Alguns dias consigo ler na loja. Mas o momento em que mais consigo me dedicar é durante a noite, enquanto as crianças brincam ou dormem”, disse.

No início, ela contou que a leitura e os perfis nas mídias sociais eram só uma distração, onde postava apenas uma pequena legenda sobre as histórias e pronto. Porém, conforme o número de seguidores foi crescendo, a responsabilidade também aumentou.

“Alguns autores começaram a entrar em contato para enviar seus livros. Então comecei a levar mais a sério e a me dedicar mais, escrevendo resenhas mais longas sobre as obras e caprichando mais nas fotos”, comentou.

Stephany revela que não perde a oportunidade de ler todos os livros que recebe em casa, seja das editoras ou dos autores. E sempre que compra um livro, compra para os filhos também para incentivá-los à leitura desde pequenos.

Desde que embarcou nesse mundo, a empresária conta que começou também a participar de eventos como Bienal, sessão de autógrafos com autores renomados e clubes de leitura.

“Às vezes quando conto para as pessoas sobre o meu projeto elas me perguntam quanto eu recebo para isso. E quando eu digo ‘nada’, elas ficam chocadas porque hoje tudo tem um interesse por trás e eu faço por prazer. Atualmente, recebo alguns livros, mas mesmo quando não recebia, já amava”, afirmou.

Para a empresária, a leitura trouxe um novo sentido para a vida e preencheu as lacunas que antes abriam espaço para a tristeza.

“Leio muitas histórias diferentes, gosto especialmente daquelas que tocam o coração, que fazem ver o mundo com outros olhos, com empatia, que me fazem ver a realidade do outro sem julgamentos e preconceitos. A leitura me tornou um ser humano melhor”, revelou ela, que sempre sonhou em cursar medicina, mas os rumos da vida a levara a se matricular na faculdade de Assistência social, que também não concluiu. Agora, Stephany afirma que os sonhos são outros, como escrever um livro, por exemplo.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

QUANDO VOZ SE TORNA LETRA: OS LEDORES VOLUNTÁRIOS.



Quando voz se torna letra: os ledores voluntários

Afonso Borges
Ler para cegos é uma experiência inesquecível. Você sai de casa pensando que vai doar alguma coisa para as pessoas: o seu tempo, a sua disponibilidade, a sua voz. Tolice. Chega lá, faz a leitura e recebe de volta uma energia gigantesca, potente, entregue na forma de gratidão, inteireza e atenção. Em todo o Brasil, bibliotecas públicas tem o setor de braille. Na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, em Belo Horizonte, ele existe há mais de 50 anos! E nele, um fantástico projeto de ledores voluntários. Em outros estados, como Santa Catarina, ele tem nomes diferentes, como Ledores Solidários.

A advogada Carolina Dini, que trabalha na plataforma Sympla, é uma destas voluntárias. Deixou aqui um relato comovente: “Conheci o Projeto de Ledores do Setor Braile da Biblioteca Luiz de Bessa em 2015. Ele consiste, basicamente, em doar uma hora do seu tempo para ler para pessoas com deficiência visual que estão ali para estudar para concursos públicos. Então, durante sessenta minutos, você tem a honra de fazer as vezes dos olhos de alguém! No primeiro dia tive a oportunidade de ler para um voluntariado que fixou tão atentamente a atenção no que eu falava que cheguei a me comover. Não estava preparada para aquilo, pois nesse mundão de tantas distrações são raras as pessoas que realmente estão dispostas a escutar com tanta vontade. Só tenho a agradecer à Biblioteca, por todas as sementes que plantou em mim” (Carolina Dini).

Acontece que a grande maioria destes projetos anda precisando de ledores voluntários. Os deficientes visuais estão ali, disponíveis, precisando de pessoas que desejam dar, e receber. Inscrevam-se, participem, é um apelo, sim. Mas um apelo à própria experiência, que se transmuta em vivência, inesquecível. Procure a bibilioteca mais próxima, informe-se. Seja um Ledor Voluntário. E solidário.

(O Globo - 29/04/2017)

O QUE É UMA CRIANÇA ÍNDIGO? COMO RECONHECER?

O que é uma CRIANÇA ÍNDIGO ? Como RECONHECER ?

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As crianças índigo possuem uma estrutura cerebral capaz de utilizarem simultaneamente as potencialidades do hemisfério direito e do hemisfério esquerdo, isso significa que elas conseguem ir muito mais além do plano racional e intelectual, desenvolvendo capacidades espaciais, intuitivas, criativas e espirituais, por isso elas necessitam também de um ambiente propício para poderem desenvolver todas as suas potencialidades ajudando-nos num futuro próximo a mudar muita coisa que precisa ser mudada no mundo em que vivemos, nomeadamente a diminuir a distância existente entre o pensar e o agir.
O “fenómeno Índigo” nasceu a partir da cor índigo que aparece associada à mente (chacra frontal) e à espiritualidade (aura de cor índigo). Segundo alguns autores, as crianças índigo estão envolvidas por uma aura azul-índigo! Nancy Ann Tappe, nos anos 80 observou que inúmeras crianças apresentavam esse tipo de aura e tinham características algo semelhantes. Na última década dos anos 90, dois autores norte-americanos Lee Caroll e J. Tober publicaram o primeiro livro sobre “As Crianças Índigo”.
A partir de então muito se tem falado destas crianças que cada vez em maior número (neste momento 90 % das crianças que nascem já trazem características Índigo, Cristal, Violeta ou outras…) estão a invadir o nosso planeta e apresentam as seguintes características: Inteligentes, sensitivas, intuitivas, com tendência hiperactiva, perceptivas, compreendem facilmente as leis universais, são muito criativas e possuem uma memória privilegiada (por vezes falam de vidas passadas com toda a naturalidade) e são dotadas, como referem alguns autores, de uma espécie de “inteligência espiritual”. Quando o assunto não lhes interessa podem apresentar características de défice de atenção, mas se, pelo contrário, algum tema lhes desperta a atenção, entregam-se apaixonadamente e passam horas atentas e envolvidas em novas descobertas.
Vários autores referem que podem distinguir-se 4 tipos de crianças índigo: as humanistas (líderes), as conceptuais (cognitivas ou intelectuais), as artistas (portadoras grande sensibilidade e intuição) e as interdimensionais (globalmente sobredotadas mas com potencialidades espirituais invulgares).

terça-feira, 13 de junho de 2017

O DESPERTAR DA HUMANIDADE.

O Despertar da Humanidade.

O Despertar da Humanidade

Uso do livre-arbítrio em uma nova rota de felicidade.
A humanidade vem construindo seu caminho no decorrer das eras mediante dificuldades vencidas "a duras penas" (como se diz); e chegou a um ponto na escala evolutiva em que, como bem frisou Kardec em O Livro dos Médiuns, já não se satisfaz com "engananças da meninice".
Convivemos hoje ainda com criaturas cuja ambição e egoísmo se sobrepõem à razão e ao bom-senso e que, em vista disso, audaciosos e intrigantes que são (OLE q.932), conseguem destacar-se no meio em que estão inseridos.  Estes, muitas vezes detentores de poder público, fazem promessas de realizações e mais realizações a bem da coletividade que jamais se realizam; muitos de nós conhecemos a famosa assertiva: "vamos fazer o bolo crescer para depois dividir" - só que não disseram entre quem e a partilha foi e continua sendo feita entre muito poucos...
A moderna tecnologia permite-nos conhecer quase que imediatamente todos os fatos ocorridos através o mundo; os pronunciamentos e decisões de chefes de estado e outros responsáveis por nossas condições de vida sócio-econômico-cultural, particularmente os de grandes potências sobretudo bélicas, chegam-nos praticamente no mesmo instante - há alguns anos tivemos até mesmo a oportunidade de assistir a uma guerra pela televisão...
Sabemos contudo que, na verdade, em grande parte, só tomamos conhecimento do que interessa a essas tais potências; sabemos que aqui em nosso país poucas famílias detêm os meios de difusão em grande escala, os quais trabalham, de um modo geral, sempre em conformidade com os interesses das oligarquias e das minorias dominantes.
No entanto, há uma grande massa de indivíduos que já despertaram para a necessidade de mudanças drásticas de conceitos e procedimentos, caso queiram se situar na vida e no mundo de forma mais digna e tranqüila.
De uma forma ou de outra, vem-se buscando o entendimento do homem como um ser mais completo e mais rico intimamente, e não apenas simplesmente como uma máquina orgânica dotada de maior ou menor inteligência, preparada unicamente para auferir lucro e prazer a qualquer custo.
Os direitos humanos são hoje mais amplamente conhecidos, assim como melhor entendidos, ou seja, já percebemos mais ou menos claramente que direito adquirido é resultante do dever cumprido...  Compreendemos atualmente de forma um pouco mais profunda a necessidade da implantação da justiça para todos, justiça essa calcada no amoroso conselho do grande homem e mestre Jesus de Nazaré: "fazer aos outros o que desejo que os outros me façam".
O homem já ergueu bonitas bandeiras, firmou belos propósitos, assinou bons contratos: a bandeira da liberdade, igualdade, fraternidade destacou-se no mundo e tremula até hoje em nossos corações; os propósitos da não proliferação de armas químicas e nucleares soam diariamente em nossos ouvidos; os contratos de preservação da natureza e do meio ambiente abrangem um número cada vez maior de nações...
São inúmeras as leis e estatutos que nos últimos anos vêm beneficiando a humanidade, particularmente no Brasil, onde a injustiça social imperou durante séculos e a desigualdade das condições de vida envergonhava todo cidadão com um mínimo de senso ético-fraterno; exemplos: o estatuto do idoso, do menor, de proteção à mulher, contra discriminação de todo tipo - criaturas essas geralmente abandonadas à própria sorte ou às benesses de uns poucos apiedados de sua situação...
Conta-se ainda com as regulamentações que auxiliam e protegem o pequeno agricultor, a pequena e micro empresa, as instituições beneficentes que atuam sem fins lucrativos...
Mas, o que se destaca particularmente é o despertar da grande maioria das criaturas, da humanidade em geral, para o potencial espiritualista e humanista existente em cada um, a crescente necessidade do desenvolvimento desse potencial, a conscientização de que só mediante esse desenvolvimento construiremos a paz e a harmonia entre os homens.  Em O Livro dos Espíritos (812ª), os amigos espirituais mais esclarecidos nos asseguram que "os homens se entenderão quando praticarem a lei de justiça".
Tudo isso e muito mais (como diz a canção) ainda tem que ser, em muitos casos, efetivamente implantado e também, em muitos casos, melhorado; outros meios e métodos para a melhoria das condições de vida terrena têm ainda que ser criados.
Porém nós, humanidade, já descobrimos a rota - falta-nos apenas acertar o rumo e singrar sem medo, sabedores dos perigos que nos espreitam, principalmente aqueles que ainda residem em nosso íntimo mas que podemos vencer com a força da nossa vontade e o exercício consciente do nosso livre-arbítrio.
Autoria: Doris Madeira Gandres

A DÉCADA DO PLANTIO.

A década do plantio

Bernardo Gurbanov

Trabalhamos muito para modificar positivamente o mapa das livrarias no Brasil, porém foram insuficientes os resultados obtidos no curso da última década.
Apenas 27% dos 5.570 municípios possuem livrarias e a região sudeste concentra 53% dos estabelecimentos, aproximadamente tal como era em 2007.
Espanta ainda a distância que nos falta percorrer para atingir o índice recomendado pela Unesco, de uma livraria para cada 10.000 habitantes.
Se assim fosse, teríamos algo mais que 20.000 livrarias espalhadas pelo território nacional e, no entanto, em 2017 não chegamos a 3.000.
De fato, passamos de 2.600 em 2007 para 3.095 lojas em 2014, segundo o último levantamento feito pela Associação Nacional de Livrarias.
Cresceu a população, o PIB nacional passou de R$ 2,661 trilhões para R$ 6,266 trilhões, cresceu timidamente o índice de leitura, modificaram-se os hábitos de consumo, a tecnologia facilitou o acesso ao conhecimento e aos bens materiais, mesmo assim o número de livrarias após registrar um aumento de 19% até 2014 vem diminuindo ao ritmo do arrefecimento da economia brasileira.
Curiosamente, no varejo do livro, a livraria continua sendo o principal canal de vendas do setor editorial, atingindo 53% do total, excetuadas as vendas das editoras para o poder público.
No campo institucional, as discussões sobre a necessidade de estabelecer um marco regulatório para a comercialização do livro parecem se eternizar.
A chamada Lei do Preço Fixo, cujo PL 49/2015 passou pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e se encontra atualmente com a relatoria. Próxima instância: apreciação pela Câmara dos Deputados.
Assim como já foi legislado na França, Portugal, Espanha e outros países, a lei “institui uma política nacional de fixação do preço do livro, estabelecendo regras para a comercialização e difusão do livro. Todo livro receberá da editora precificação única por prazo de 1 ano, a partir de seu lançamento ou importação”. Define ainda que “constituem infrações praticar tratamento não isonômico aos comerciantes intermediários e a oferta de livros a preços inferiores ao estabelecido”.
Trata-se da iniciativa mais concreta para instituir uma Política Nacional do Livro e regulação de preços ora apoiada pela maioria das instituições do setor, ora questionada por aquelas que entendem que seus interesses acabarão sendo prejudicados.
Já no campo da criação de uma política de promoção do livro e da leitura tem se registrado avanços com a recente aprovação por unanimidade pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado do Projeto de Lei 212/16, que cria a Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE). A proposta foi uma iniciativa do conselho diretivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL).
Em agosto de 2016, durante a última Convenção Nacional de Livrarias, a ANL, entidade organizadora, apresentou o Manual de boas prática para o mercado editorial e livreiro que obteve a contribuição e adesão das entidades mais representativas do setor numa tentativa de avançar principalmente no que diz respeito aos comportamentos comerciais, a ética e a inibição da concorrência predatória.
O Manual defende o respeito as funções específicas de cada um dos integrantes da cadeia de produção e comercialização. Zela pela correta administração do sistema de consignação, de modo a facilitar a circulação e exibição do livro, preservando o retorno do capital investido do editor e maximizando a utilização produtiva do espaço físico dos estabelecimentos comerciais de varejo.
Ele destaca também o incentivo à bibliodiversidade, com estímulo à presença e exposição de livros de editoras independentes e acadêmicas nas livrarias e nos canais de divulgação do setor. Incentiva a procura de mecanismos junto com o Poder Público e a iniciativa privada que promovam o aumento do número de livrarias e pontos de venda alternativos.
Como fica demonstrado, ações proativas não faltam.
Das megastores às lojas especializadas, das universitárias ao comércio online, as livrarias buscam os melhores caminhos para se comunicar com o leitor, atender as exigências do consumidor contemporâneo e dar sustentabilidade ao seu negócio.

*

Bernardo Gurbanov é presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL) e proprietário da Livraria Letraviva.

CORAL CAMPANHENSE COMPLETA 60 ANOS DE FUNDAÇÃO.

O glorioso CORAL CAMPANHENSE completa hoje 60 anos de existência. Com muita luta, muita determinação e amor à arte ele consegue sobreviver. O nosso reconhecimento aos bravos integrantes do Coral, especialmente ao Dudu Bonetti e Sandra Lemes, que em datas importantes está sempre presente enriquecendo a ocasião.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

CÓDIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS INCLUI INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS!

USP : Código Internacional de DOENÇAS inclui INFLUÊNCIA dos ESPÍRITOS !

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Código Internacional de Doenças inclui influência dos Espíritos
Dr. Sérgio Felipe de Oliveira com a palavra:
*Dr. Sérgio Felipe é médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP.
A obsessão espiritual como doença da alma, já é reconhecida pela Medicina. Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do Ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito.
No entanto, quero retificar, atualizar os leitores de meus artigos com essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do indivíduo e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade: mente, corpo e espírito.
Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral: iológico, psicológico e espiritual.
Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicinacomo possessão e estado de transe, que é um item do CID - Código Internacional de Doenças - que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.
O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.
Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença.
Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos - nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura bem como na interferência de um ser desencarnado, a Obsessão espiritual.
Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.
O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura.
Na Faculdade de Medicina DA USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, que coordena a cadeira (HOJE OBRIGATÓRIA) de Medicina e Espiritualidade.
Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.
Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.
Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico (muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral).
Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.
*Dr. Sérgio Felipe é médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP.
Texto de Osvaldo Shimoda- Somos Todos Um