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terça-feira, 30 de maio de 2017

CAMPANHA 280 ANOS.

                      Há algum tempo, venho apresentando aos vários governantes que passaram pela administração municipal, sugestões que visam oferecer à nossa cidade, oportunidades de melhorias em várias áreas.

                      O pouco conhecimento que tenho a respeito da nossa riquíssima história, consegui através de livros, jornais antigos, relatos dos mais vividos, e experiências vividas ao longo de cinco décadas, que me permitem sonhar com muitas coisas para a cidade mãe do Sul e Sudoeste de Minas, Campanha.

                       Até o século XIX Campanha e muitos campanhense eram ouvidos e nos representavam ativamente a nível estadual e nacional. Campanha era uma cidade de peso, de pessoas cultas e respeitadas, tínhamos bons colégios, grupos de teatro, várias gráficas, dezenas de jornais, corais, bandas de música, clubes, um ótimo cinema, um rico e criativo carnaval, um esporte ativo com boas equipes de futebol, futsal (na época chamado futebol de salão), volei, corridas, hipismo rural, hipismo clássico, hipódromo e até campo de aviação que, um dia recebeu a imagem de Nossa Senhora de Fátima. Fomos os primeiros produtores de vinho do Brasil com o Padre José de Souza Lima por volta de 1820 e premiado na Exposição de Paris em 1899 com a medalha de ouro, para o vinho campanhense de Adolpho Lion Teixeira concorrendo com vinhos europeus. Durante anos tivemos a Academia Sul Mineira de Letras, o Instituto Histórico e Geográfico, o Lions Clube, o LEO Clube, o Clube dos Vagalumes os Escoteiros, o Comitê Olímpico Campanhense a Grande Corrida da Independência, entidade que tiveram grande importância na vida cultural, educacional, esportiva e social da nossa cidade.  Em 1966, depois de sete longos anos de trabalho do Desembargador Manoel Maria Paiva de Vilhena, Campanha conseguiu finalmente a realização de uma velho sonho, a criação a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, hoje UEMG. Tivemos uma emissora de rádio a ZYV 31- Rádio Difusora da Campanha que marcou época com suas transmissões de futebol com Munir Bacha, transmissão de toda a solenidade da Semana Santa, programas de auditório, uma emissora que interagia com a comunidade, ajudava a promover várias atividades sociais, esportivas, recreativas e que tinha também o poder fiscalizador das administrações municipais. Como é que tudo isso se acabou como se nada tivesse importância? A resposta que eu encontro é a de que, tudo em Campanha sempre foi feito sem planejamento e sem a perspectiva de vida longa. Isso tem que mudar.

                         Não querendo ser saudosista, mas tirando proveito das experiências vividas num tempo de muito mais dificuldades, temos uma gama de eventos que poderiam e deveriam estar acontecendo. E por que não acontecem? O espaço está aberto para que as justificativas sejam apresentadas. Mas, esta pergunta não é só para os ocupantes de algum cargo oficial, é para você mesmo, que poderia fazer algo e não faz.

                         Pensando em nossa cidade. Será que alguém está lembrando que, neste ano Campanha comemora o seu descobrimento, pelo Ouvidor-Mor da Comarca do Rio das Mortes, Cipriano José da Rocha, em 02 de outubro de 1737 e que portanto faremos 280 anos. Está ai, um bom motivo para não cometermos os erros do passado e planejarmos a Campanha dos 300 anos. Qual é a cidade que queremos deixar para nossos filhos? Já pensaram nisso?

                        Dentre as muitas datas que podemos comemorar, uma já passou em branco. O centenário do campanhense Dr. Jarbas Bela Karman em 13 de abril. Ah, você não sabe quem foi ele?
Pesquise no Google e ficará sabendo do grande homem que foi. Dia 12 de junho está chegando outro campanhense faria 100 anos, Dr. Gladstone Chaves de Melo. Também não sabe de quem se trata? No Google ou neste blog encontrará matérias sobre os dois.

                         Campanha, dona de um passado glorioso, de um rico presente, especialmente na agricultura, na tapeçaria no artesanato, já na sua cultura e na educação que eram as nossas maiores riquezas, o nosso orgulho, já não podemos falar a mesma coisa.

Deixo aqui uma pergunta e espero que você responda, participe, dê sua sugestão: QUAL É A VOCAÇÃO DA CAMPANHA?

PhD EM HARVARD, BRASILEIRA SUPERA FOME E PRECONCEITO E SOMA 56 PRÊMIOS NA CARREIRA.

Veja se não é um orgulho e uma esperança para todos nós brasileiros. É com muita honra que eu posto matérias como esta, na esperança de que alguém leia e a tenha como um grande exemplo a ser seguido.Parabéns Dra. Joana D'arc Félix de Souza. Pessoas como a senhora é que dignificam os educadores brasileiros e que deveriam estar nas manchetes dos jornais todos os dias.

PhD em Harvard, brasileira supera fome e preconceito e soma 56 prêmios na carreira

Eduardo Carneiro - UOL - 23/05/2017


“Toda mulher dá a sua vida pelo que ela acredita”. A frase é atribuída à Joana D’Arc, a famosa heroína francesa que viveu no século XV, mas pode muito bem ser usada para resumir a história de uma brasileira que tem o mesmo nome mais de 500 anos depois.

Joana D’Arc Félix de Souza, 53 anos, superou a falta de estrutura, a fome e o preconceito para se tornar cientista, PhD em química pela renomada Universidade de Harvard, dos Estados Unidos. Hoje, ela soma 56 prêmios na carreira, com destaque para a eleição de ‘Pesquisadora do Ano’ no Kurt Politizer de Tecnologia de 2014, concedido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abquim).

Desde 2008, ela também é professora da Escola Técnica Estadual (ETEC) Prof. Carmelino Corrêa Júnior, mais conhecida como Escola Agrícola de Franca, cidade do interior de São Paulo, e molda novas gerações a seguirem sua trajetória inspiradora.

Trajetória que começou na própria Franca: filha de uma empregada doméstica e de um profissional de curtume (operação de processamento do couro cru que tem por finalidade deixá-lo utilizável para a indústria e o atacado), Joana mostrou desde cedo que tinha aptidão para o conhecimento.

“Eu era a caçula de três irmãos, tinha certa diferença de idade, então minha mãe me levava com ela para o trabalho. Ela aproveitou que tinham jornais na casa da patroa e me ensinou a ler, para eu ficar mais quieta. Tinha quatro anos e ficava o dia todo lendo”, conta ela ao UOL.

“Um dia, a diretora da escola Sesi foi visitar a dona da casa e perguntou se eu estava vendo as fotos do jornal. Respondi que estava lendo. Ela se surpreendeu, me pediu para ler um pedaço e eu li perfeitamente. Coincidentemente, era começo de fevereiro e ela sugeriu que eu fosse uns dias na escola. Se eu conseguisse acompanhar, a vaga seria minha. Deu certo e com 14 anos eu já terminava o ensino médio”.

O mesmo curtume que deu ao pai casa (a família vivia numa pequena moradia oferecida pelo patrão) e trabalho por 40 anos acabou influenciando a jovem Joana na hora de escolher uma faculdade. Contando com a ajuda de uma conhecida, ela decidiu prestar vestibular em química, pois estava acostumada a ver profissionais da área atuando no trabalho com o couro.

“Uma professora tinha um filho que fez cursinho e pedi o material para ela. Meu pai e minha mãe não tinham estudo, mas me incentivavam. Eles tinham consciência de que eu só cresceria através de estudos. Passei a estudar noite e dia até entrar na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas)”, relembra a pesquisadora, que não se deixou abalar pelo preconceito que sofreu até o tão sonhado diploma.

“As cidades de interior têm aquela coisa de sobrenome: se você tem, pode ser alguém, se não tem, não pode. Sempre enfrentei preconceito. Na minha segunda escola, mesmo sendo estadual, tinha aquela coisa de classe para os ricos, classe para os pobres, com tratamentos diferentes. Em Campinas, fora da universidade, também senti um pouco. Infelizmente, o Brasil ainda é um país racista. Pode estar um pouco mais escondido, mas isso ainda existe. Mas não usei isso como obstáculo, e sim como uma arma para subir na vida”.

A vida acadêmica

Joana, como previa, passou muita dificuldade em Campinas, a mais de 300 km de sua cidade natal. O dinheiro que recebia do pai e do patrão dele permitia que ela pagasse somente o pensionato onde morava, as passagens de ônibus e o almoço na universidade.

“Às vezes pegava um pãozinho no bandejão da universidade e levava para eu comer em casa à noite. Sentia fome, contava as horas para o almoço (risos). No final de semana também era complicado. Mas nunca desisti. Isso chegou a passar pela minha cabeça, mas não desisti. Fazer isso seria jogar tudo que tinha conquistado até ali no lixo”, afirma.

Sua situação só melhorou a partir do segundo semestre, quando começou a iniciação científica e teve o auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). “Quando recebi a primeira bolsa, corri para a padaria e gastei uns 50 reais em doces para matar a vontade”, ri.

Estimulada por professores a seguir na vida acadêmica e encantada pelo campo de pesquisa, Joana ainda concluiria mestrado e doutorado em Campinas – este último com apenas 24 anos. Um dos artigos da cientista saiu no Journal of American Chemical Society, e logo ela recebeu o convite para seguir os estudos nos Estados Unidos.

O pós-doutorado de Joana foi concluído na Universidade de Harvard. Um professor solicitou que ela aplicasse em seu trabalho um problema brasileiro, e ela optou pelos resíduos de curtume nas fábricas de calçados – desenvolveu a partir destas substâncias poluentes um fertilizante organomineral. Questionada sobre a condição de trabalho em solo americano e no seu país natal, a cientista aponta um fator que faz muita diferença.

“Nos Estados Unidos, eu pedia um reagente químico e em duas ou três horas conseguia. No Brasil, até eu arrumar dinheiro, fazer solicitação… Aqui tem mais burocracia. A questão de financiamento para pesquisa é bem mais rápida nos Estados Unidos”.

A brasileira ficaria mais tempo nos Estados Unidos não fosse uma tragédia familiar: sua irmã morreu aos 35 anos, vítima de parada cardíaca, mesma causa do falecimento do pai, apenas um mês depois. Joana decidiu voltar para o Brasil e cuidar da mãe e de quatro sobrinhos deixados pela irmã.

Novamente em Franca, a cientista procurou oportunidades em curtumes da cidade natal até que recebeu o convite para se tornar professora da ETEC em 2008.

“Quis desenvolver este trabalho de iniciação científica desde a educação básica, e o resultado foi excelente. Reduzimos a evasão escolar. A escola é tradicional, tem mais de 50 anos, e é agrícola. Muitos dos alunos são filhos de fazendeiros da região e não sabiam por que estudar. Muitos achavam que o ensino técnico era o fim, era o máximo que iriam conseguir. Mas, com as idas às feiras e congressos, eles começaram a pensar mais alto, em ir para a universidade, e não estudar só porque o pai manda”.

Colhendo os frutos

O trabalho com os resíduos de curtume é só um dos muitos de destaque que Joana executou nos últimos anos. Em especial, ela e sua equipe de alunos em Franca conseguiram desenvolver uma pele similar à humana a partir da derme de porcos. Isso ajudaria no abastecimento de bancos de pele especializados e de hospitais, além de baratear o custo de pesquisas, uma vez que a matéria-prima do animal é abundante e de baixo custo.

O projeto, com depoimento da cientista, está exposto até o mês de outubro no Museu do Amanhã (Rio de Janeiro). Ele é parte da mostra temporária “Inovanças – Criações à Brasileira”, que tem o intuito de revelar trabalhos inovadores de cientistas brasileiros, muitos deles desconhecidos do público.

Joana ainda comandou pesquisa que resultou na produção de um tecido ósseo feito a partir de materiais também encontrados na natureza: escamas de peixes e colágeno de curtume. Ela e alunos da ETEC vão em junho a uma feira em Oswegon, Estados Unidos, apresentar este projeto, juntamente ao da pele artificial a partir de tecido de porco.

Como resultado deste trabalho, a professora e cientista já soma 56 prêmios na carreira. Destaque para a eleição de ‘Pesquisadora do Ano’ no Kurt Politizer de Tecnologia de 2014, concedido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abquim), além de projetos vitoriosos em concursos do Conselho Regional de Química do Estado de São Paulo e da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), que acontece anualmente na USP (Universidade de São Paulo).

Para Joana, porém, a maior recompensa vem no dia a dia. “Alguns jovens estavam no caminho errado, mas fazendo a iniciação científica encontraram um rumo. Eles tomam gosto pela pesquisa. Muitos pais vieram me agradecer, e isso é muito gratificante dentro da escola básica”, diz ela, antes de concluir: “as armas mais poderosas que temos para vencer na vida são a educação e o estudo”

DE FAXINEIRA A JUÍZA.

De faxineira a juíza, a história de uma mulher pobre e negra no Brasil

Maria Martin - El País - 07/05/2017


A luz do quarto de Adriana Queiroz estava sempre acessa nas madrugadas. Ela trabalhava durante o dia, estudava às noites e rezava para que quem apenas a via como uma mulher negra, pobre e filha de analfabetos não quebrasse seu sonho. Adriana não queria ser o que os outros esperavam dela, ela queria ser juíza em um país onde a taxa de analfabetismo das mulheres negras (14%) mais que duplica a das brancas (5,8%), segundo o IBGE.

Adriana, com 38 anos, é hoje titular da 1ª Vara Cível e da Vara de Infância e da Juventude de Quirinópolis, em Goiás. Tem cinco pós-graduações, estuda Letras nas horas vagas, mas já foi faxineira. Ela teve que se esforçar muito mais que a maioria dos seus colegas de aula para vestir a toga. E conseguiu. Hoje conta suas conquistas em um livro que acabou de lançar, Dez passos para alcançar seus sonhos – A história real da ex-faxineira que se tornou juíza de direito.

Os pais de Adriana eram trabalhadores rurais no sertão da Bahia e se mudaram para Tupã, um município de 63.000 habitantes no interior de São Paulo, em busca de uma vida melhor. O orçamento familiar aumentou, o pai virou motorista de ônibus e a mãe vendedora ambulante, mas pagar uma faculdade era ainda um sonho de outra classe social. “A vida deles sempre foi muita dura. Meus pais sofreram muito, eles queriam me dar o que eles não alcançaram, mas não tinham condições. Ninguém na minha família tinha condições de me ajudar”, lembra a juíza em uma conversa por Skype.

A magistrada, que sempre estudou em escola pública, foi a terceira classificada no vestibular para cursar direito, mas a única faculdade de sua cidade era privada. Não tinha como pagar, muito menos como cogitar uma universidade pública em outra cidade. “Eu soube do resultado da prova numa sexta e, na segunda, já tinha que fazer a matricula ou perdia a vaga. Tive três dias para decidir o que fazer, ver se teria que abandonar”.

Ela resolveu, em seguida, pedir conselho e emprego a um professor da cidade. Ele, que trabalhava no corpo administrativo da Santa Casa, conseguiu uma vaga para ela na instituição. De faxineira. Adriana se orgulha daqueles seis meses que limpou o hospital, mas o salário mínimo que recebia não era suficiente para pagar a mensalidade da universidade e ainda ouvia chacota dos colegas. “Força nos braços, advogadinha!”, lhe gritavam. “Esse episódio é muito marcante para mim, justamente por esse preconceito de que alguém que exerce um cargo como eu exercia não possa sonhar alto”.

Faltavam horas para o prazo da matrícula expirar quando Adriana plantou-se na frente do diretor da faculdade. Compartilhou seu sonho de estudar. “Ele se sensibilizou e me concedeu uma bolsa de 50% e diluiu o valor da matrícula nas mensalidades. Assim, durante o dia trabalhava na limpeza e à noite ia estudar”.

Para espanto dos seus conhecidos e familiares, durante a faculdade, Adriana resolveu ser juíza. “Quando anunciei isso as pessoas ficaram espantadas. Não era comum no meu contexto almejar um cargo tão alto. É como se fosse algo inacreditável, faziam questão de frisar que eu era pobre e negra, como se não tivesse nenhuma chance”, lamenta. Decidida, em 2002, terminou os estudos, pediu demissão na Santa Casa, onde já tinha sido promovida ao corpo administrativo e guardou suas coisas em duas sacolas plásticas. Partia para a capital para se preparar. “Eu não tinha nem mala”, relata.

Após alugar um quartinho no bairro da Liberdade e se matricular no curso preparatório para o concurso da magistratura o dinheiro da conta dava para, no máximo, mais dois meses. “Foi um momento muito crítico, o dinheiro estava acabando e eu não tinha conseguido trabalho”, conta Adriana. “Eu me vi de novo nesse dilema de ter ou não que abandonar”. Não precisou. O diretor do curso, o procurador Damásio de Jesus, viu nela uma “pessoa incomum”.

“Logo à primeira vista, olhando nos olhos daquela jovem advogada de 24 anos, tive certeza de que estava diante uma lutadora, uma pessoa incomum, de alguém que, sem dúvida, estava fadada a um grande futuro”, destaca o jurista no prefácio do livro. Damásio ofereceu para ela uma bolsa de 100% do curso durante dois anos e a empregou na biblioteca da instituição. “Fiquei sete anos estudando, sábados, domingos e feriados. Quando as pessoas iam viajar, eu ficava na biblioteca. Depois de inúmeras reprovações, eu consegui. Em janeiro de 2011 passei o concurso e me tornei juíza em Goiânia”.

Caçula de seis irmãos, a única deles que tem ensino superior, Adriana quer motivar agora com o livro a todas as pessoas que, assim como ela, “sonham, mas estão desacreditadas”. “É possível romper os paradigmas sociais”, encoraja. “Eu, particularmente, não sofro racismo hoje. Mas sim vivencio a grande surpresa das pessoas quando me veem. Porque quando o advogado vai procurar o juiz, ele não espera encontrar alguém como eu. Eu não me importo. Eu fico feliz de ter quebrado esse paradigma”.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

QUANTO MAIS LIVROS EM CASA, MELHOR A CAPACIDADE DE LEITURA DA CRIANÇA.

Quanto mais livros em casa, melhor a capacidade de leitura da criança

Vitória Batistati - Revista Crescer - 19/05/2017

No início deste mês, o jornal Pediatric Academic Societies Meeting publicou um novo estudo que mostra que a proximidade das crianças com os livros ainda na primeira infância pode aumentar as habilidades delas com o vocabulário e a leitura nos anos seguintes.

A descoberta dos pediatras foi reveladora: eles perceberam que aquilo que os bebês escutam nas leituras permanece com eles e exerce influência no aprendizado quatro anos depois, quando chega a hora de ingressar no ensino primário. Para chegar a esse resultado, os especialistas analisaram, durante quase 4 anos, a compreensão da linguagem e as habilidades de leitura em mais de 250 mães e seus filhos de 6 meses até eles completarem 4 anos e meio.

A conclusão a qual os pediatras chegaram foi é que, quantos mais livros a família tiver em casa, mais desenvolvida será a linguagem da criança no futuro. Como explica uma das cientistas responsáveis pelo estudo, famílias que possuem 100 livros em casa têm filhos com capacidade de leitura de 1 ano e meio à frente de outras crianças de mesma idade. Conforme o número de livros aumenta, mais avançada é a habilidade do pequeno. “Mas não é só sobre ter 100 ou 500 livros em casa. O que eles querem dizer é que, quando existe uma imersão literária no lar, a criança tem maiores chances de ter contato com a leitura e isso exerce influência no desenvolvimento da linguagem dela. Os 100 livros são, na verdade, 100 oportunidades de a criança ter alguém interpretando uma história para ela”, analisa a psicopedagoga Irene Maluf, membro da Associação Brasileira de Psicopedagogia.

Além da quantidade de livros disponíveis, os autores da pesquisa americana também apontaram dois outros fatores importantes para iniciar a criança nesse mundo: a quantidade de dias por semana que a mãe lia para a criança e a qualidade dessa leitura (o que, para efeitos do estudo, equivalia a conversas sobre a história do livro e comentários sobre as emoções dos personagens do livro).

“Essa pesquisa traz dados bem razoáveis, parecidos com o que a gente vê na realidade”, complementa Irene. Ainda assim, segundo ela, o ideal é começar a ler para a criança quando ela ainda está no útero: “É interessante porque, durante essa leitura, a mãe privilegia a atenção a ele e já cria um contato, um laço. Ele pode não entender ainda, mas vai escutar. É um momento de relacionamento afetivo que tem influência nos anos seguintes”.

3 dicas para ler para o seu filho

– Ao contar uma história de forma oral, consequentemente fazemos entonações e tons de voz diferentes para demonstrar emoções. Ainda que a criança não entenda do que se trata, ela recebe uma estimulação auditiva durante a situação;

– Conforme o bebê cresce e durante a fase “toddler” (de 1 a 3 anos), livros com figuras, cores e objetos são importantes no desenvolvimento da linguagem;

– Pais que leem em casa já dão o exemplo, mas é necessário conscientizar a criança sobre a importância de ler: comente sobre a leitura com seu filho, explicando que você lê para aprender coisas novas, para se divertir, para conhecer uma nova língua, etc.

sábado, 27 de maio de 2017

O AMOR AO DINHEIRO E A CONSEQUÊNCIA ESPIRITUAL.

O AMOR ao DINHEIRO e a CONSEQUÊNCIA ESPIRITUAL - Conversa de CHICO XAVIER com um RICO que estava APEGADO ao TÚMULO após a morte !

"Certa vez, visitando o cemitério de Uberaba, notei a presença de um espírito que, rente ao seu próprio túmulo, chorava arrependido. Fora um rico comerciante na cidade e cometera suicídio. Eu o conhecera de nome. Percebendo que podia conversar comigo, após lamentar o gesto infeliz, que praticara por causa dos negócios que não iam bem, ele me disse: - Chico, vocês, os espíritas, são os verdadeiros milionários da Terra! Fiquei com muita pena dele, porque, de fato, o dinheiro, para quem apenas aprendeu a valoriza-lo, é um transtorno muito grande. Fazia muito tempo que ele estava ali, preso aos despojos, se lamentando . . . Conversamos por alguns minutos, e apesar da consciência que revelava de sua situação, ele não se mostrava com a menor disposição íntima de abandonar o local; aquilo era uma autopunição . . ." (Do livro: O Evangelho de Chico Xavier, por Carlos A. Baccelli.) O apóstolo Paulo, disse: “se temos o que comer e com que nos vestir, fiquemos contentes com isso. Aqueles, porém, que querem tornar-se ricos, caem na armadilha da tentação e em muitos desejos insensatos e perniciosos, que fazem os homens afundarem na ruína e perdição. Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro. Por causa dessa ânsia de dinheiro, alguns se afastam da fé e afligem a si mesmos com muitos tormentos.”

COMO A LEITURA É IMPORTANTE NA SOCIEDADE.

Como a leitura é importante na sociedade

Ester Farias De Souza - BlastingNews - 11/05/2017
Em uma Sociedade que sempre se encontra conectada em seus celulares, tablets e notebooks para acompanhar a vida de outros por meio de redes sociais, se torna difícil o hábito da leitura. Com um mundo tão conectado hoje em dia, se torna normal vermos televisões ligadas em hospitais, salas de esperas, bares e restaurantes. Diferente de encontrar um leitor em meio a esses locais. E quando o requisito é filho, se torna mais prático comprar um brinquedo e dar para criança brincar e se entreter do que presenteá-lo com um livro que estimulará sua imaginação e criatividade.

Por que os brasileiros leem pouco?

Em 2014 foi realizada uma pesquisa pela Fecomércio-RJ que mostrou que 70% dos brasileiros não leram um livro sequer nesse mesmo ano.

Com uma jornada de trabalho alta e cansativa que grande parte da sociedade tem, fica difícil ter o hábito da leitura em dia. Muitas vezes chegando em casa após 8 ou 10 horas de trabalho, o mais esperado a se fazer é ir direto descansar. Com uma taxa de 12,9 milhões de brasileiros analfabetos faz com que a oratória seja uma muleta, e que a escrita seja deixada de lado. Outro ponto, é que aos professores falar de livros aos seus alunos, eles indicam obras clássicas, e não o que o leitor realmente quer ler e que o agradaria. E isso acaba desmotivando o aluno, fazendo com que a leitura seja chata e tediosa. Sem mencionar que os preços dos livros estão sempre altos, e a tendência é sempre aumentar e em meio a essa crise, esse fator se torna principal para que um leitor não compre um livro e leia.
Qual a importância da leitura?

A leitura é o principal meio de adquirir conhecimento. O indivíduo que lê, adquiri mais que conhecimento, estimulando também seu raciocínio e até melhorando seu vocabulário. O habito da leitura também contribuem potencialmente no modo da escrita, fazendo o leitor ter facilidade ao escrever.

Para os estudantes ela é ainda mais essencial pelo fato de ajudar no funcionamento da memória, e ajuda a aprimorar na capacidade interpretativa, mantendo o raciocínio ativo. Além do mais quem lê bastante adquire um senso crítico que ajudará na sua caminha, pela vida inteira, e também terá facilidade em se comunicar e se expressar bem. O Brasil conta com 6.102 bibliotecas públicas municipais, distritais, estaduais e federais, nos 26 estados e no Distrito Federal. Calculando-se então que o Brasil tem uma biblioteca pública para cada 33 mil habitantes.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

COM O TEMPO QUE VOCÊ GASTA NAS REDES SOCIAIS, PODERIA LER 200 LIVROS POR ANO.

Com o tempo que você gasta nas redes sociais, poderia ler 200 livros por ano

Na Prática - 17/05/2017

Há três anos, Charles Chu caiu na armadilha de uma má decisão de carreira e se viu desiludido com o cotidiano daquilo que considerava o trabalho ideal. “Algo não estava certo. Eu havia seguido a prescrição: tinha boas notas, liderança, recomendações, faculdade, emprego dos sonhos. Mas as coisas estavam muito ruins.”

Foi quando encontrou uma frase do famoso investidor Warren Buffett. Questionado sobre o segredo do sucesso, Buffett apontou para uma pilha de livros e disse: “Leia 500 páginas por dia. É assim que o conhecimento funciona. Ele se acumula, como juros compostos. Todos vocês podem fazer isso, mas garanto que não são muitos que farão”.

Perdido e sem inspiração, Chu decidiu fazer parte da minoria e leu 400 livros ao longo de dois anos, uma empreitada que se tornou uma das decisões mais importantes de sua vida.

“Os livros me deram coragem para viajar, a convicção para me demitir, me deram modelos e heróis e significado em um mundo em que eu não tinha nenhum”, escreveu ele em seu site, Better Humans.

Como Buffett tinha antecipado, não é preciso ter talento extraordinário para ler em grandes quantidades. Metas e planejamento, por outro lado, podem sim ajudar. Assim, Chu criou quatro passos que qualquer um pode seguir para angariar mais conhecimentos por meio da leitura:

1. Não desista antes de começar

Antes de se desesperar e criar desculpas, Chu sugere uma avaliação direta da realidade: é realmente impossível ler 200 livros ao longo de 365 dias num ano? Não. “É como Buffett diz: qualquer um pode fazê-lo, mas a maioria das pessoas não vai fazer.”

2. Faça uma conta simples

Estatisticamente, explica Chu, americanos leem entre 200 e 400 palavras por minutos. Um livro de não ficção tem, em média, 50 mil palavras. Multiplique isso por duzentos e elas serão 10 milhões de palavras.

Em seguida, ele divide 10 milhões por 400, sua capacidade de leitura por minuto, e pronto: serão necessários 25 mil minutos, ou 417 horas. Mas como é possível ler por 417 horas?

3. Encontre tempo para leitura

Parece muito, é verdade, mas uma nova perspectiva pode ajudar. Novamente, Chu usa como exemplo o americano médio, que passa 608 horas envolvido com mídias sociais e 1642 horas vendo televisão anualmente.

“São 2250 horas por ano gastas com lixo”, enfatiza. “Se fossem gastas lendo, você poderia ler mais de mil livros por ano!”. O vício nesse tipo de entretenimento deixa essa transferência difícil, é verdade, mas não impossível. É hora de investir na execução.

4. Execute

Aqui, Chu é realista: todo mundo sabe que é mais produtivo ler um livro que ficar no feed do Instagram ou dando likes em uma página de Facebook. O problema é fazer isso de fato.

Para tanto, ele criou algumas táticas individuais, mas que podem ser utilizadas por outras pessoas ou mesmo adaptadas de acordo com os hábitos de cada um. A ideia principal aqui é criar um ambiente que inspire a leitura e deixe essa transição tão fácil quanto for possível. Confira a estratégia de Chu:

I. Use design de ambientes

“A mídia é pensada para ser viciante”, escreve. “E as mudanças com melhores custos benefícios são ambientais.” Para ler mais, remova as distrações do ambiente e deixe seus livros facilmente acessíveis, tanto em forma física quanto em aplicativos em celulares e tablets. (Experimente o Kindle, da Amazon. Para quem não quer investir no aparelho, é possível baixar o aplicativo em qualquer smartphone: é de graça e há muitos livros igualmente gratuitos na internet.)

II. Construa hábitos

“A força de vontade falha quando você mais precisa dela, então, ao invés de depender dela, construa uma fortaleza de hábitos – isso que o deixará resiliente em tempos difíceis”, recomenda Chu.

Os livros sobre esse assunto são vários, como o bestseller O Poder do Hábito, de Charles Duhigg, e o favorito de Chu, Superhuman by Habit, escrito por Tynan.

III. Use mais de um meio

Se quiser ler muito, aproveite as múltiplas opções que existem hoje em dia e não fique restrito a um jeito específico de ler, como antes de dormir ou durante o almoço.

Qualquer livro vale – de papel, audiobook, em celulares ou tablets – e em qualquer lugar que você possa. “Torne sua leitura oportunista. Quando tiver uma chance, aproveite. Se não tiver uma chance, encontre uma.”

A ROUBALHEIRA, O FUNDO DO POÇO E O QUE A ESPIRITUALIDADE RESERVA PARA O BRASIL.

A Roubalheira, o Fundo do Poço e o que a Espiritualidade Reserva para o Brasil

As pessoas estão mergulhadas na desesperança, no ódio quanto ao cenário político brasileiro. Mas elas não estão enxergando o quanto esse estado ao qual o Brasil chegou é benéfico. O que está aparecendo nas mídias, as polêmicas etc, é apenas um copo que está transbordando de tão cheio. Na verdade é o que sempre existiu no nosso país, mas a diferença é que essas coisas estão vindo à tona. E isso é ótimo!
O grande problema é que a nossa economia sofre, o povo sofre e o país sofre junto. Parece que estamos chegando ao fundo do poço. Mas ultimamente eu devo ter assistido um filme infantil que falava exatamente sobre as situações de “fundo do poço”, fazendo com que olhássemos por uma perspectiva positiva. A citação que o filme deixava era:
- O bom de chegar ao fundo do poço é que só há um jeito de sair: para cima!
Do fundo do poço não tem como descer mais, agora só dá pra subir novamente, recomeçar! E para o Brasil recomeçar temos que remover tudo que há de velho. E o ato de remover o lixo é uma forma de promover uma mudança que por mais das vezes traz um preço salgado, porém momentâneo. Daí temos a nossa condição econômica e social que sofrem tanto.
Mas é assim mesmo!
Vamos fazer uma comparação entre o Brasil e a saúde do corpo! Você já ouviu falar no “Efeito Detox”?
Detox é um termo muito usado atualmente pelas pessoas do ramo da saúde e do movimento “fitness”, que faz alusão à desintoxicação do fígado ou do corpo, numa perspectiva mais geral. Para realizar o Detox, teríamos que ingerir alimentos que favorecem essa limpeza, além de que deve-se trocar cada vez mais alimentos industrializados por alimentos naturais. Pois bem, o chamado Efeito Detox é como se fosse uma abstinência que o corpo passa ao sentir a falta dos alimentos nocivos à saúde, pois o corpo estava viciado no consumo. Além disso, esse Efeito Detox pode ser causado pela expulsão dos elementos nocivos após a ingestão de alimentos específicos para fazer o Detox. Esses desconfortos podem durar alguns dias, mas logo desaparecem se persistir na dieta detox.
Pois é! Dizemos que o efeito detox é um mal necessário, mas momentâneo. Após isso, o corpo poderá gozar de uma saúde mais rica.
Dessa forma, o Brasil precisa, sim, passar por esse Detox ou melhor, por esse desconforto momentâneo! E o melhor momento é agora, quando seja top afiliado as coisas estão vindo à tona, quando as máscaras estão caindo!
Eu creio que a espiritualidade maior tem um futuro brilhante para o nosso tão surrado Brasil, mas como toda grande vitória vem de grandes problemas e lutas, precisamos ultrapassar isso de cabeça erguida e com fé!
No livro de Chico Xavier, intitulado de Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, é nítido que Jesus nunca irá desamparar nosso solo, tendo em vista que somos um dos maiores divulgadores das suas verdades. Como li em outro blog na internet, que faz um levantamento do estudo dessa obra, podemos assinalar algumas coisas sobre a nossa nação, na qual Jesus cuidou muito cautelosamente:
(…) esta Terra se transformaria mais tarde na Pátria do Evangelho e como tal, faziam-se necessários todos esses cuidados, para que o seu povo, não estando às voltas com as grandes catástrofes (terremotos, vulcões, maremotos, furacões, ciclones), pudesse se dedicar mais à árvore (refere-se ao Evangelho), que para cá seria transportada. Cuidou também da formação do nosso povo.
Não viemos de um povo orgulhoso, prepotente, elitizado. Somos o resultado da união de três raças sofridas. Somos a miscigenação do branco injustiçado, muitos dos portugueses que para cá vieram, banidos do seu país, eram inocentes, não mereciam aquela punição; do negro escravizado e do índio, ser em primário estágio evolutivo. Somos o resultado da união dessas três raças e de cada uma delas temos características. Do branco injustiçado temos a inquietação diante da injustiça; do negro escravizado temos a submissão, a aceitação da dor, do sofrimento; e do índio temos a indomabilidade.
Por que tudo isso? A resposta é muito simples. Porque nada ensina mais a amar e a perdoar, do que a dor e o sofrimento. Também porque, só nascendo dessa simplicidade é que o povo brasileiro poderia ser o que é: sentimental, solidário, amigo, como nenhum outro no mundo.
Dessa forma eu costumo dizer que obviamente muita coisa ruim que acontece no nosso país é de nossa própria responsabilidade, a importância e a valorização da cidadania, do voto, dos valores de cada um; que afetam de uma forma ou de outra toda a coletividade brasileira.
Mas obviamente, também acredito que a espiritualidade sabe o que está fazendo e que as providências estão sendo tomadas para a desintoxicação das nossas terras, expurgando o veneno injetado pelos corações iludidos pelo dinheiro e poder de modo que a espiritualidade dá aquele “empurrãozinho” e nós complementamos com nossa parte.

Fonte: Estudantespírita
 

quinta-feira, 25 de maio de 2017

BIBLIOTECAS PÚBLICAS DE 90 MUNICÍPIOS RECEBEM PROJETO DE INCENTIVO À LEITURA.

Bibliotecas públicas de 90 municípios recebem projeto de incentivo à leitura

Portal do Governo de SP - 15/05/2017
O programa Viagem Literária começou, nesta segunda-feira (15), a circulação por municípios do interior, litoral e da Grande São Paulo. Promovida pela Secretaria da Cultura do Estado, a iniciativa conta com 18 atrações, entre grupos e contadores de histórias, que passarão por 90 cidades e realizarão 180 apresentações.

O primeiro módulo do projeto tem foco em atividades de contação de histórias. Serão realizados dois encontros por dia, nos períodos da manhã e tarde, em bibliotecas públicas dos municípios selecionados. Cada contador ou grupo participante do Viagem Literária circulará por cinco municípios, com o objetivo de promover a literatura de forma divertida e interagir com o público.

Módulos

Além da programação de contação de histórias, diversas regiões paulistas receberão mais três séries de atividades: bate-papo com escritores de literatura adulta (junho), conversa com autores voltados ao público infantojuvenil (agosto) e o módulo de escrita criativa (setembro a dezembro). Para conferir a relação completa das cidades atendidas, clique aqui.

Integram os participantes do módulo de contação de histórias os grupos Núcleo Caboclinhas, Cia. Malas Portam, Cia. do Liquidificador, Palavras Andantes, Girasonhos, Tricotando Palavras & Canções, Damas & Cia, Poesia Viral e Cia. Som em Prosa. Também fazem parte da programação os contadores Kiara Terra, Alicce Oliveira, Giba Pedroza, Cristiane Velasco, Cesar Obeid, Lili Flore e Paulo Pixú, Leandro Pedro, João Acaiabe e Kelly Orasi.

Prestígio

Lançado em 2008, o Viagem Literária integra o conjunto de ações do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo (SisEB) e já foi prestigiado por mais de 285 mil pessoas, entre adultos e crianças. Além da programação de encontros com os escritores, o programa traz nas diretrizes a capacitação dos profissionais de biblioteca e também as oficinas de criação literária.

Já participaram das atividades nomes como Marcia Tiburi, Raphael Draccon, Ilan Brenman, Carla Caruso, Marcelino Freire, Cristovão Tezza, Luiz Ruffato, Daniela Arbex e Ignácio de Loyola Brandão, que já participou de diversas edições do programa. “A plateia ouve, pergunta e também conta histórias. Nada melhor para atrair uma criança, jovem e, por que, não um adulto, que uma história? Sabemos que hoje competimos com celulares, tablets, vídeo games, toda aparelhagem tecnológica. No entanto, por 35 anos de experiência em viagens e encontros, sabemos que a presença de um autor tem um efeito diferente, carismático”, comenta o romancista.

Entre os contadores de histórias participantes em edições anteriores estão Ana Luísa Lacombe, Kiara Terra, Grupo Pirlimpimpim, Grupo Girasonhos, João Acaiabe e Cia. Ópera na Mala. O Viagem Literária é gerido pela Organização Social SPLeituras, responsável também pelo SisEB, a Biblioteca de São Paulo e a Biblioteca Parque Villa-Lobos.

QUAL A CONSEQUÊNCIA ESPIRITUAL DESSA CRISE NO BRASIL?

Qual a CONSEQUÊNCIA ESPIRITUAL dessa CRISE no BRASIL ? Como nossos MENTORES estão agindo nesse MOMENTO CRÍTICO ?

Os mentores de nosso Brasil e também os mentores, de cada um de nós, estão unidos em pensamento, em preces e em ações que possam garantir o equilíbrio da atmosfera espiritual geral por aqui.
Independente de posicionamento político e preferências ideológicas, esse momento deve ser de união e sabedoria.
Não podemos nos precipitar, como nação, como povo, e tomar atitudes que venhamos a nos arrepender no futuro.
Sendo assim, peço que Deus nos proteja e nos ilumine. Que ele nos mostre o caminho certo a seguir...

quarta-feira, 24 de maio de 2017

COMO INCENTIVAR CRIANÇAS A LEREM MAIS E DESPERTAR O GOSTO PELA LEITURA.

Como incentivar crianças a lerem mais e despertar o gosto pelos livros

Universia Brasil - 17/05/2017
Muitas vezes, fazer uma criança ler se mostra uma tarefa quase impossível. Com a tecnologia presente cada vez mais cedo em nossas vidas, é comum que os pequenos ignorem os livros e queiram dedicar sua atenção aos eletrônicos. Confira algumas dicas de como incentivar as crianças a lerem mais e despertar nelas o gosto pela leitura:

Não adianta, se você quer que uma criança adquira determinado hábito, o primeiro passo é mostrar que esse é um hábito seu também. Sempre que possível, leia junto com os pequenos e mostre que ler faz parte do seu dia a dia. Quando for falar sobre livros, refira-se ao tema de modo divertido, de uma forma que desperte o interesse e a curiosidade da criança.

Faça com que os livros estejam sempre ao alcance das crianças. Busque deixá-los em locais da fácil acesso, que não sejam muito altos e estejam sempre à vista da criança. A intenção é que ela “encontre” algo para ler em seu caminho com facilidade e fique ao menos curiosa sobre o conteúdo. Para isso, é interessante investir também em obras com capas mais chamativas. Se possível, transforme algum espaço da casa em um cantinho da leitura.

Mais do que ler junto ler para a criança também é uma forma de interessá-la. Dramatize, coloque entonações diferentes para cada personagem, envolva-se. O objetivo é mostrar que a leitura é algo divertido e pode ser tão interessante quanto um filme ou um videogame.

Programe passeios que envolvam livros. Vale ir em uma livraria ou em uma biblioteca. A maioria delas possui áreas para crianças e algumas contam até mesmo com uma programação especial voltada aos pequenos. Se possível, visite um dia de contação de histórias. Além de ter uma apresentação mais lúdica, a presença de outras crianças também ajuda na hora de estimular o envolvimento com os livros.

terça-feira, 23 de maio de 2017

5 DICAS PARA AJUDAR O SEU FILHO "A TOMAR GOSTO" PELOS LIVROS.

5 dicas para ajudar o seu filho 'a tomar gosto' pelos livros

Notícias ao Minuto - 26/04/2017

Estimular a criança a tomar gosto pelos livros é missão dos educadores – no caso, a escola – e dos pais. Quem afirma é Katarina Bergami, Coordenadora Educacional da Faces Bilíngue, escola situada no bairro de Higienópolis, em São Paulo, que há quase 20 anos educa crianças dos 4 meses aos dez anos.

“Na Faces, a próxima semana será temática e dedicada ao livro”, exemplifica. “Os alunos participarão de atividades variadas sempre tendo como tema o universo da leitura, das histórias, ilustrações e autores que tanto colaboram – por meio de suas obras – para o desenvolvimento infantil”.

A última pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, promovida pelo Instituto Pro Livro e divulgada em março de 2016, mostrou o que já se sabe: o brasileiro lê muito pouco. Apenas 26% dos entrevistados disseram ter comprado um livro nos últimos três meses. 73% prefere assistir TV no tempo livre e 43% disseram que não leem por falta de tempo – ou seria hábito?

“O gosto pela leitura precisa ser desenvolvido desde cedo. Se a criança cresce vendo que a leitura faz parte do cotidiano de sua família, a chance dela tornar-se uma leitora é grande”, reforça Katarina. “O aluno habituado à leitura tem desempenho diferenciado: ele demonstra mais cultura, tem um repertório de informações variado, sabe argumentar e até fazer reinvindicações com mais propriedade”, completa.

A seguir, a educadora Katarina Bergami compartilha cinco dicas bastante importantes para desenvolver, nos pequenos, o gosto pelos livros:

1 – Seja exemplo: “É o básico. Não adianta dizer ao seu filho que ele precisa ler se você não lê – nem livro nem jornal ou uma revista. Se ele crescer num ambiente familiar onde a leitura tem espaço, é grande a chance de também incorporar e valorizar este hábito”.

2 – Desligue a TV e crie um momento de leitura: “Em muitas casa, a TV fica ligada o tempo todo, mesmo se as pessoas estão envolvidas em outras atividades. Que tal desliga-la por um tempo quando toda a família estiver reunida? Neste momento, pegue algo para ler e estimule o seu filho a fazer o mesmo. No começo, a troca talvez cause um estranhamento. Com o tempo, pode virar um hábito e este momento sem TV será bastante prazeroso”.

3 – Incentive o contato com o livro: “Que tal criar um cantinho para os livros na sua casa? Pegue uma cesta, um móvel que esteja encostado ou instale algumas prateleiras e coloque alguns livros para que os pequenos possam vê-los e pegá-los. Quando for ao shopping, visite as livrarias – quase sempre há cantinhos especiais para as crianças com os livros dedicados a elas”.

4 – Mostre as possibilidades e respeite o gosto do pequeno leitor – “Se o seu filho gosta muito de futebol, por exemplo, que tal começar com os livros que falam deste universo? Ele não se interessou por nenhum livro? Que tal checar se há alguma história em quadrinhos? Se a menina sonha em ser princesa, este pode ser o caminho para descobrir os livros que ela pode se interessar. Os pais que querem formam leitores precisam mostrar as possibilidades de leitura e, sempre, respeitar o gosto do leitor”.

5 – Não os pressione – “Incentivar é uma coisa. Obrigar é outra. Ninguém passa a gostar de ler se sentir-se pressionado ou obrigado a fazê-lo. Também não vale ficar perguntando, o tempo todo, se gostaram ou entenderam a história de determinado livro. Vá com calma! Deixe os pequenos descobrirem o prazer da leitura com tranquilidade. Só assim esta descoberta será feliz e se transformará num hábito”.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

MACHADO DE ASSIS É MAIOR QUE DICKENS, BALZAC E EÇA DE QUEIROS, DIZ CRÍTICO E ESCRITOR ESPANHOL.

Machado de Assis é maior que Dickens, Balzac e Eça de Queiroz, diz crítico e escritor espanhol

G1 - 05/05/2017


Escritor e crítico espanhol, Antonio Maura acredita que Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908), o grande gênio da literatura brasileira, não foi devidamente valorizado pela crítica e mereceria ser reconhecido como um dos melhores escritores do século XIX.

“Acho que Machado é um dos grandes nomes do século XIX. Não acredito que se compare nem a [Charles] Dickens, [Honoré de] Balzac, Eça de Queiroz ou ao nosso [Benito Pérez] Galdós. São grandes escritores, mas estão abaixo nos quesitos riqueza, crítica e análise da sociedade e versatilidade. Não chegam aos pés”, diz.

Sócio correspondente da Academia Brasileira de Letras, Maura está no Cairo para a conferência “El autor y sus máscaras: Una aproximación a Cervantes y Machado de Assis” (“O autor e suas máscaras: Uma aproximação de Cervantes e Machado de Assis)”, no Instituto Cervantes local.

Ele afirma que, fora de suas fronteiras, o escritor brasileiro “é um grande desconhecido”. Em sua opinião, até mesmo no Brasil os estudos sobre Machado de Assis “não refletiram bem” sua faceta de grande crítico do sistema de sua época e da escravidão.

Para Maura, o cronista e poeta teve que recorrer à ironia para falar “na surdina” de um tema que não podia ser encarado abertamente por ele ser neto de escravos.

Um exemplo disso é “Memórias póstumas de Brás Cubas” (1881). De acordo com Maura, a verdadeira intenção do autor é “colocar o dedo na ferida” da sociedade e para isso se serve de uma sutil alegoria para denunciar que o morto é o próprio Brasil.

A escolha do nome do protagonista, que coincide com o início do nome do país, “não é à toa” para alguém tão “inteligente e cuidadoso com a linguagem” quanto era Machado de Assis. Para Maura, “a crítica brasileira foge” desta interpretação porque “não é fácil aceitar que seu país é um país morto ou esteve morto”.

O crítico espanhol defende que as obras que o romancista e dramaturgo escreveu depois de “Memórias póstumas”, como “Dom Casmurro” ou “Quincas Borba”, são dos livros “mais importantes de sua geração, não apenas do Brasil, mas de todo o mundo”.

Segundo ele, alguns autores de língua espanhola, como Jorge Edwards, Julián Ríos e Carlos Fuentes, destacaram a importância de Machado de Assis, mas o mestre brasileiro ainda carece do merecido reconhecimento mundial.

O CÂNCER PELA VISÃO ESPIRITUAL PARTE 03

O CÂNCER PELA VISÃO ESPIRITUAL PARTE 03

A imagem pode conter: planta e flor
As energias superiores que atuam no mundo oculto da criatura humana, é uma força magnética de sustentação do sistema atômico do corpo físico, mantendo unidas e proporcionando uma tranqüila pulsação de vida, mais para isso o espírito tem que manter o equilíbrio harmonioso, nestas condições a saúde física em um estado de magnífico ajuste orgânico, e o ser humano não sente nem ouve o seu pulsar de vida, o ritmo e suave e harmonioso do funcionamento de todos os órgãos e suas funções.
Pelo funcionamento harmônico não perturbam a consciência em vigília, porque o espírito não esta vivendo mentalmente sua ação do desânimo, a inquietação ou a angústia, estes estados emocionais geram a desarmonia do espírito a refletir em seu físico.

O câncer surge na forma de tumores, desvitaliza o sistema linfático, nervoso, ósseo ou sanguíneo, não é apenas um sintoma isolado do organismo, a sua virulência mantém uma grande relação com o tipo psíquico do doente, a doença do câncer aumenta pelo descontrole mental, e emocional e sua forma de viver, que abalam o campo bioenergético do corpo humano, lesando o sistema vital de defesa, atacando um órgão ou sistema orgânico mais fraco.
A causa do câncer, deve ser procurada no campo original do espírito, e na base de suas atividades mentais e emocionais, o espírito é o senhor exclusivo e o responsável pela harmonia e funcionamento de todo o universo de células do seu corpo físico, que faz parte integral com o espírito seu dono.
Mesmo o senso instintivo e atividades orgânicas do corpo físico, e que se tem à idéia que funciona sem o conhecimento do espírito, como suas atividades de nutrir-se andar e respirar, não é um acontecimento que o ser humano age igual a uma máquina automaticamente, pois a sua harmonia e funcionamento ainda dependem do melhor contacto com o espírito e seu corpo físico, mesmo que a mente física não consegue registrar essa ação, igual ao sentimento de dor, corte, ou lesão física.

Por Vanderlei Bacic de Araujo
Espiritualista e espiritualizado na filosofia desde 1968.

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Fonte: Site Mensagens de Luz

domingo, 21 de maio de 2017

OS PAIS SÃO MUITO IMPORTANTES NO DESENVOLVIMENTO DOS FILHOS COMO LEITORES.

Os pais são muito importantes no desenvolvimento dos filhos como leitores

André Junior - DM - 12/05/2017


Ouvir e ler histórias desenvolve todo o potencial crítico da criança. O ato de contar histórias deve ser uma prática diária nas instituições de educação infantil, também, em casa, principalmente em casa. Sabemos, com todos os pontos e vírgulas, que contar histórias é extremamente importante e benéfico para as crianças.

Desde a mais tenra idade há quem afirme a eficácia de embalar os bebês, ainda no ventre, com a melodia da voz da mãe, contando histórias, para familiarizar a criança desde aí, com os mecanismos narrativos, e com a proximidade e o afeto que o contar histórias envolve. Essas ações, de certo modo, já fazem parte das estratégias para a formação do leitor.

Através de uma história que se descobre outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e ser, outras regras, outra ética, outra ótica.

Além da importância que causam no desenvolvimento da criança, as histórias infantis quando são narradas por um dos pais, estreitam a relação e a comunicação e proporcionam a troca afetiva. Pensando acerca dos vários benefícios que esse ritual mágico pode propiciar.

Nesses momentos, além de contar é necessário ler as histórias. É possível também a leitura compartilhada de livros em capítulos, o que possibilita às crianças o acesso, pela leitura do professor, a textos mais longos.

Outra atividade permanente interessante é á roda de leitores, em que periodicamente as crianças tomam emprestados livros da instituição, para lerem em casa com os pais ou amiguinhos.

Na Educação Infantil as histórias fazem parte essencial no desenvolvimento físico, psicológico e social das crianças. São momentos únicos de reflexão e encantamento que estabelece relações com a imaginação e o mundo em que vive, construindo assim saberes e experiências. E para entrar em contato com essas histórias, a criança necessitará da mediação de um profissional consciente da arte de contar histórias e que na maioria das vezes é o professor de sala de aula que faz esse papel, e que será na realidade a chave para esse mundo encantador de ouvir e contar histórias.

Toda criança adora ouvir história. E pode ser a mesma, muitas e muitas vezes. Transformar a hora da leitura em um momento de aprendizado é essencial. Ouvir e ler histórias desenvolve todo o potencial crítico da criança. É poder pensar, duvidar, se perguntar, questionar. É se sentir inquieto, cutucado, querendo saber mais e melhor ou percebendo que se pode mudar de ideia. É ter vontade de reler ou deixar de lado de uma vez.

A partir dos 3, 4 anos, as crianças têm um vocabulário maior e constroem as primeiras frases. A leitura para os pequenos, tanto em casa quanto na escola, contribui muito nessa fase de desenvolvimento. Mas também não se pode descuidar das conversas do dia a dia.

É possível transformar simples palavras em histórias inesquecíveis para as crianças. Mais do que textos memoráveis, ao compartilhar narrativas, compartilhamos sentimentos. Momentos de partilha de alegria, euforia e amor são guardados na lembrança desde muito cedo e a arte de contar histórias facilita que estes momentos sejam mesmo divertidos, amorosos, inesquecíveis.

Os contos tradicionais exploram conteúdos e sentimentos que interessam muito às crianças. Como o medo, o abandono, o crescimento, o mal e assim por diante. Elas têm muito interesse em conversar sobre esses temas.

Primeiramente os pais precisam acreditar na história que narram e transmitir isso para o filho;

Escolha um momento do dia para a atividade, como na hora de dormir;

Preste atenção na entoação da voz, imitando os personagens, assim você estará despertando a curiosidade da criança;

Crie um clima, ao chegar após um dia inteiro fora de casa não comece contar histórias imediatamente. Proporcione um tempo de diálogo e brincadeira com seu filho para ele se envolver no clima da história e se desligar das outras atividades;

Utilize objetos que alimentem a imaginação da criança, pode ser um lençol que se transforma em capa do príncipe encantando, um lápis em vara de condão; Não obrigue a criança a ouvir histórias quando ela não quer;

Prepare-se para as interrupções, criança faz muitas perguntas, explique o que for necessário e continue a história;

Atenda os desejos de seu filho, quando ele pedir para ouvir a mesma história não mude, a fim de evitar a ansiedade ocasionada pelo desconhecido. Essa atitude da criança pode ser também uma forma de buscar segurança. Fonte de pesquisa – Site: Brasilescola

Os pais são muito importantes no desenvolvimento dos filhos como leitores, Quando os pais antes da criança dormir contam história, é um momento de interação, transmite confiança e segurança, cria situação de amorosidade e desenvolve uma memória afetiva muito boa. A criança vai resgatar este sentimento de conforto e amorosidade que teve com os pais quando for estudar os livros da escola.

Os livros ajudam na autoestima e na confiança, a participação dos pais no ato de contar histórias reforçam este sentimento. Os pais devem estimular a criatividade da criança na hora de contar uma história. A criança tem conflitos e precisa aprender a se proteger emocionalmente.

Você pode estimular a criança a contar história e também pode entrar na brincadeira. Quando estiver com a criança, procure se tornar mais criança e brincar. “O ritmo de vida hoje é bem diferente do tempo dos nossos pais ou avós. A TV, internet e o videogame acaba ocupando a criança. Quando chega a noite, os pais estão cansados e, em vez de brincar, deixam os filhos vendo TV ou mexendo no computador.

“Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”. Paulo Freire

O CÂNCER PELO VISÃO ESPIRIRUAL PARTE 02

O CÂNCER PELO VISÃO ESPIRIRUAL PARTE 02

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O veneno fluídico reage de forma especifica em cada corpo físico, dependendo dos antepassados biológicos herdados de cada família, o corpo revela no mundo físico a evolução espiritual do interior do espírito que o comanda, mesmo dependendo das condições hereditárias, temos que também considerar as forças espirituais que podem modificar o corpo físico, cumprindo a lei de ação e reação, ou o carma.
Cada corpo físico tem uma reação de acordo com a evolução espiritual de cada espírito, e de modo diferente de se manifestar no corpo tanto na saúde, como na doença, desta forma a uma variação de um tumor canceroso em diversos seres humanos, variando a sua maior ou menor influência venenosa e mental, e a resistência biológica, que também fica sob o comando psíquico, emocional, e psicológico do doente.

Na intimidade do espírito e que tem início os venenos mentais, que perturbam o ritmo e a união das células, no corpo humano, e também se distinguem a natureza, e a frequência e a qualidade das suas energias, que agem profundamente no centro da mente do espírito e em seu corpo físico.
A força mental sutil que modela o pensamento é muito superior, à energia astral mais densa, que manifesta o sentimento ou a emoção, os médicos reconhecem que a força nervosa do ser humano é superior à sua força muscular, é a mente superando a força física.
Por esse motivo que durante a enfermidade, seja uma simples gastrite, ou o temido câncer, o raciocínio, a emoção, e a resistência psíquica de cada doente, apresenta consideráveis diferenças, e variam nas reações entre si.
O ser humano mais espiritualizado e de raciocínio apurado enfrenta o seu sofrimento de forma criteriosa e sem desespero, e o ser humano mais materialista e emotivo enfrenta a dor num, desespero incontrolável, devido sua alta tensão nervosa, e psíquica, mostrando total descontrole mental e psicológico.

Por Vanderlei Bacic de Araujo
Espiritualista e espiritualizado na filosofia desde 1968.

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Fonte: Site Mensagens de Luz

sexta-feira, 19 de maio de 2017

O CANCÊR PELA VISÃO ESPIRITUAL PARTE 01

O CANCÊR PELA VISÃO ESPIRITUAL PARTE 01

A imagem pode conter: flor
O câncer físico é o prolongamento do próprio perispírito atuando na matéria, o corpo absolve todo o conteúdo tóxico produzido durante os desequilíbrios mentais e abusos, emotivos do espírito, o corpo humano, além de suas atividades fisiológicas, esta em relação direta com a vida oculta e espiritual.
O espírito é único em sua essência imortal, mas a sua manifestação se processa em três fases, distintas que são, pensar, sentir, e agir, em qualquer aspecto e ação, abrange o pensamento, o sentimento e a ação, é também a mesma unidade quando manifesta as suas atividades morais, intelectuais, sociais e religiosas.
Na enfermidade, ou na saúde, não há separação entre o pensamento, a emoção e a ação, do ser humano, em qualquer acontecimento de sua vida, o espírito é uma só consciência, envolvendo a parte psíquica e física, é uma só memória formada no tempo e espaço no decorrer dos milênios.

O espírito e o corpo físico não podem ser estudados separadamente, quer na saúde, quer na doença, no caso do câncer e seu tratamento é muito importante identificar o estado psíquico do doente, e em seguida considerar o tipo de doença.
A origem do câncer se da como um choque que ocorre entre as forças espirituais que descem do plano superior, e com as forças criadoras dos reinos físicos da vida, e a forma que o espírito faz uso dessas energias negativas acumulando tóxicos mentais e energias físicas, pelo uso inadequado dos vícios alcoólicos, fumo, e drogas, ou qualquer estado emocional que altere a harmonia do corpo físico e da criação feita por DEUS.
Todas essas energias negativas circulam no perispírito, pelos procedimentos mentais do espírito ocorridos em suas várias encarnações passadas, este veneno fluídico desce do perispírito para o corpo físico, concentrando em um órgão, e passa a desarmonizar a harmonia funcional da rede eletrônica de sustentação atômica e alterando o trabalho, o crescimento e a união das células.

Por Vanderlei Bacic de Araujo
Espiritualista e espiritualizado na filosofia desde 1968.

HÁBITO DA LEITURA PODE INICIAR ANTES MESMO DO NASCIMENTO.

Hábito da leitura pode iniciar antes mesmo do nascimento

Jéssica Malta - Hoje em Dia - 18/04/2017


Adulto que gosta de ler certamente aprendeu desde cedo a soltar a imaginação entre uma página e outra dos livros. Afinal, o hábito da leitura começa em casa, incentivado pelos pais – acredite! – antes mesmo do nascimento dos filhos.

“A partir das 20 semanas de gestação já é possível estimular os bebês através das vozes dos pais. O contato com os livros deve começar aí”, defende Cynthia Spaggiari, curadora do Leiturinha, clube de assinaturas de livros infantis.

Cynthia reforça também a importância da chamada leitura compartilhada como forma de estimular o gosto pelos livros.

“A introdução da literatura deve ser feita em família. O estar junto proporciona um bom incentivo e o exemplo dos pais é fundamental”, garante.

Outro aspecto importante é acertar na escolha dos livros que serão apresentados e indicados às crianças. São inúmeros os títulos e temas, mas algumas características comuns podem ajudar a reconhecer as melhores opções.

A escritora e pesquisadora da cultura infantil Claudia Souza explica que os bons livros devem possuir qualidade literária e de imagem.

Os contos de fada são exemplos de boas histórias para crianças. “Eles sobrevivem por gerações porque são bons de ouvir, de ler, de imaginar. Ensinam sobre os nossos sentimentos e sobre a vida”, explica a escritora, que tem livros publicados em oito idiomas, e dirige um centro cultural internacional para crianças em Milão.

Deixar as crianças escolherem os próprios livros também é uma das dicas dadas por Claudia. “É bom para avaliar como anda o ‘gosto’ da criança. Se estiver muito massificado, está na hora de interferir com bons modelos”, afirma.

Mesmo nos casos mais difíceis, quando os pequenos não demonstram interesse pelos livros, o conselho é não desistir. Ela garante que não há crianças que não gostam de ler. O desafio é apenas encontrar o livro certo. “Aconselho sempre os pais a nunca desistirem de procurar, uma hora encontram o livro ideal”.

Quem lê aprende a interpretar, escrever e argumentar melhor

Além da família, a escola também tem uma importante atribuição no contato das crianças com o mundo literário. “Ela tem o dever de dar ênfase à leitura, usando livros da biblioteca, sugerindo a leitura de clássicos, trabalhando com atividades diversificadas para atrair a atenção dos alunos”, afirma a professora de Português Maria do Perpétuo Socorro Ferreira Dias.

Lecionando há mais de 30 anos, Socorro conta que sempre busca inovar nos projetos que desenvolve, fazendo com que a leitura seja parte do cotidiano das crianças.

“Meus alunos estão estudando o gênero ‘diário’. Além da leitura de livros sobre o tema, eles também farão as próprias produções e, no fim do ano, presentearão pessoas especiais em uma tarde de autógrafos na escola”, conta.

Frutos para a vida toda

Trazer a leitura para o cotidiano das crianças rende frutos não apenas durante os primeiros anos de vida, mas também no futuro. “Na infância, a criança cria um repertório maior por ter contato com palavras novas e situações novas. Quando estiver mais velha, ela vai saber lidar melhor com as emoções por ter tido contato com elas por meio dos livros”, explica Cynthia Spaggiari, curadora do Leiturinha, que hoje chega a mais de 35 mil famílias Brasil afora.

O contato com a literatura também reflete no desempenho escolar. “O aluno que tem hábito de leitura escreve melhor, interpreta melhor e apresenta mais desenvolvimento no processo da escrita”, afirma Socorro.

Porém, apesar do costume de ler, podem existir momentos de contestação e desinteresse pelos livros, como salienta Claudia Souza. Mas ela garante que este é um momento passageiro. “Se o exemplo existiu e foi cultivado, ele sempre volta. Uma criança ‘cultivada’ vai ser um leitor forte com certeza”, assegura.