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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

CREMAÇÃO SÓ DEPOIS DE 72 HORAS.

CREMAÇÃO só após 72 HORAS para o ESPÍRITO não SOFRER ? Verdade isso ?


Resultado de imagem para fotos de cremação

 O Espírito Desencarnado sofre com a Cremação?

    Embora a Inumação continue sendo o processo mais utilizado, a milenar cremação, por muito tempo esquecida, voltou a ser praticada nos tempos modernos. Este procedimento vem se difundindo amplamente até em função da falta de espaço nas grandes cidades. Com o crescimento da população as áreas que outrora seriam destinadas a cemitérios tornaram escassas.

     Emmanuel, no livro O Consolador, psicografado por Chico Xavier, quando lhe perguntam se o Espírito desencarnado pode sofrer com a cremação dos elementos cadavéricos, a resposta é a seguinte: Na cremação, faz-se mister exercer a caridade com os cadáveres, procrastinando por mais horas o ato de destruição das vísceras materiais, pois, de certo modo, existem sempre muitos ecos de sensibilidade entre o espírito desencarnado e o corpo onde se extinguiu o tonus vital, nas primeiras horas seqüentes ao desenlace, em vista dos fluidos orgânicos que ainda solicitam a alma para as sensações da existência material.

    Chico Xavier, ao ser indagado no programa Pinga Fogo quanto à cremação de corpos que seria implantada no Brasil, respondeu: Já ouvimos Emmanuel a esse respeito, e ele diz que a cremação é legítima para todos aqueles que a desejem, desde que haja um período de, pelo menos, 72 horas de expectação para a ocorrência em qualquer forno crematório, o que poderá se verificar com o depósito de despojos humanos em ambiente frio.

    Richard Simonetti, em seu trabalho Quem tem Medo da Morte (Gráfica S. João, Bauru, SP), registra que nos fornos crematórios de São Paulo, espera-se o prazo legal de 24 horas, inobstante o regulamento permitir que o cadáver permaneça na câmara frigorífica pelo tempo que a família desejar, observando que os Espíritas costumam pedir três dias, mas há quem peça sete.

     Diz-se que, com o desencarne, os laços que unem o corpo físico com o perispírito se desfazem lentamente, a começar pelas extremidades e terminando nos órgãos principais, cérebro e coração. Assim, o desligamento total somente ocorre com o rompimento definitivo do último cordão fluídico que ainda liga ao corpo. Afirmam ainda que se o espírito estiver ligado ao corpo não sofrerá dores, porque o cadáver não transmite sensações ao espírito, mas transmite impressões extremamente desagradáveis, além do trauma decorrente do desligamento violento.
    Allan Kardec, na questão 164 de O Livro dos Espíritos, faz a seguinte indagação:
– Todos os Espíritos experimentam, num mesmo grau e pelo mesmo tempo, a perturbação que se segue à separação da alma e do corpo?  
    E a resposta dos amigos espirituais é a seguinte: 
– Não, pois isso depende da sua elevação. Aquele que já está depurado se reconhece quase imediatamente, porque se desprendeu da matéria durante a vida corpórea, enquanto que o homem carnal, cuja consciência não é pura, conserva por muito mais tempo a impressão da matéria.

Sócrates (o filósofo) respondia com justeza aos seus amigos que lhe perguntavam como ele queria ser enterrado:

           Enterrai-me como quiserdes, se puderdes apoderar-vos de mim
        Os laços que unem o espírito ao corpo se desfazem lentamente. De uma forma geral todos sentem essa transição que se converte num período de perturbações variando de acordo com o estágio evolutivo de cada um. Para alguns se apresenta como um bálsamo de libertação, enquanto que para outros são momentos de terríveis convulsões. O desligamento só ocorre quando o laço fluídico se rompe definitivamente.

     Diante da Nova Revelação apresentada pela doutrina dos espíritos e levando-se em consideração a perturbação que envolve o período de transição, questionou-se: cremando o corpo como fica a situação do espírito? Consultado, o mundo espiritual assim se expressou: “É um processo legítimo. Como espírito e corpo físico estiveram ligados muito tempo, permanecem elos de sensibilidade que precisam ser respeitados”.  

     Essas palavras revelam que embora o corpo morto não transmita nenhuma sensação física ao espírito, porém, a impressão do acontecido é percebida por este, havendo possibilidades de surgir traumas psíquicos. Recomenda-se aos adeptos da doutrina espírita que desejam optar pelo processo crematório prolongar a operação por um prazo de 72 horas após o desenlace.


LER POESIA É MAIS ÚTIL PARA O CÉREBRO QUE LIVRO DE AUTO AJUDA.

Ler poesia é mais útil para o cérebro que livros de autoajuda, dizem cientistas.

Marcelo Vinicius - Obvious
Você já podia imaginar, mas agora está evidenciado cientificamente: ler poesia pode ser mais eficaz em tratamentos psicológicos do que livros de autoajuda. E mais: textos de escritores clássicos como Shakespeare, Fernando Pessoa, William Wordsworth e T.S. Eliot, mesmo quando de difícil compreensão, estimulam a atividade cerebral de modo muito mais profundo e duradouro do que textos mais simples e coloquiais.

Um texto já publicado pela agência EFE, mas que poderia ser revisto, afinal estamos comentando sobre a velha história da análise crítica sobre Literatura tida como de qualidade e a Literatura tida como de entretenimento, e mais, auto-ajuda: a leitura de obras clássicas estimula a atividade cerebral e ainda pode ajudar pessoas com problemas emocionais, diz estudo.

Ler autores clássicos, como Shakespeare, Fernando Pessoa, William Wordsworth e T.S. Eliot, estimula a mente e a poesia pode ser mais eficaz em tratamentos do que os livros de autoajuda, segundo um estudo da Universidade de Liverpool.

Especialistas em ciência, psicologia e literatura inglesa da universidade monitoraram a atividade cerebral de 30 voluntários que leram primeiro trechos de textos clássicos e depois essas mesmas passagens traduzidas para a “linguagem coloquial”.

Os resultados da pesquisa, antecipados pelo jornal britânico “Daily Telegraph”, mostram que a atividade do cérebro “dispara” quando o leitor encontra palavras incomuns ou frases com uma estrutura semântica complexa, mas não reage quando esse mesmo conteúdo se expressa com fórmulas de uso cotidiano.

Esses estímulos se mantêm durante um tempo, potencializando a atenção do indivíduo, segundo o estudo, que utilizou textos de autores ingleses como Henry Vaughan, John Donne, Elizabeth Barrett Browning e Philip Larkin.

Os especialistas descobriram que a poesia “é mais útil que os livros de autoajuda”, já que afeta o lado direito do cérebro, onde são armazenadas as lembranças autobiográficas, e ajuda a refletir sobre eles e entendê-los desde outra perspectiva.

“A poesia não é só uma questão de estilo. A descrição profunda de experiências acrescenta elementos emocionais e biográficos ao conhecimento cognitivo que já possuímos de nossas lembranças”, explica o professor David, encarregado de apresentar o estudo.

Após o descobrimento, os especialistas buscam agora compreender como afetaram a atividade cerebral as contínuas revisões de alguns clássicos da literatura para adaptá-los à linguagem atual, caso das obras de Charles Dickens.

ABERTURA DO ANO LETIVO MUNICIPAL NA CAMPANHA.

Excelente a iniciativa do Professor Vicente Baldo, secretário de educação municipal, que deveria se copiada pelas outras escolas. Uma espécie de esquenta, com os profissionais ligados a área de educação. Uma motivação a mais para começarem bem o ano.
Será um prazer receber amanhã em Campanha, para a abertura do ano letivo de 2017, a amiga ProfaNidia Rocha. Com certeza, como sempre, sua fala será de grande importância e valia para todos os professores da rede municipal de ensino.
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO - SEMED
ABERTURA DO ANO LETIVO 2017
Dias: 01, 02 e 03/02/2017 - Local: Escola Municipal Dom Othon Motta

Data: 01 de fevereiro de 2017 (quarta-feira).
Horário: 8h
Público: diretores, coordenadores, supervisores, orientadores e professores.

- Abertura pelo Sr. Luiz Fernando Tavares, Prefeito Municipal, e pelo Prof. Vicente Baldo, Secretário de Educação.
- Palestra: “A docência para o século XXI” – Profa. Nidia Mirian Rocha Félix (Varginha-MG)
Horário: das13h às 17h
- Palestra: “Autoestima, ética e relacionamentos” – Prof. Vicente Baldo.
- Reunião para organização / distribuição professores.
Data: 02 de fevereiro de 2017 (quinta-feira).
Horário: 8h.
Público: Chefe da Seção de Merenda Escolar, Chefe do Serviço de Abastecimento das Unidades Escolares, Nutricionista, Chefe da Seção de Trânsito e Transportes, motoristas da educação, monitores, serviços gerais, pessoal da cozinha.
- Abertura pelo Sr. Luiz Fernando Tavares, Prefeito Municipal.
- Palestra: “Autoestima, ética e relacionamentos” – Prof. Vicente Baldo
Horário: 14h
Público: Chefe da Seção de Merenda Escolar, Chefe do Serviço de Abastecimento das Unidades Escolares, Nutricionista, pessoal da cozinha e serviços gerais, motorista da merenda escolar.
- Reunião com a equipe da Alimentação Escolar / SEMED
Data: 03 de fevereiro de 2017 (sexta-feira)
Organização e planejamento em cada Unidade.
Data: 06 de fevereiro de 2017 (segunda-feira)
Reinício das aulas.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

AQUI FOI O PRIMEIRO MUSEU DA CAMPANHA

Este é um prédio histórico que foi construído pelo Bispo Dom Innocêncio Enguelke. Um catarinense descendente de alemães, homem de muita fibra que além de ser o idealizador do museu, dizem os mais antigos, que ele também botava a mão na massa.
Este foi o 2º Bispo da Diocese da Campanha, um grande líder, um grande administrador, um idealista, talvez tenha sido o Bispo que mais tenha realizado não só pela Diocese, mas para Campanha e o Brasil. Além do museu, podemos citar dentre tantas obras, a vinda dos Irmãos do Sagrado Coração para Campanha e o primeiro manifesto a favor da Reforma Agrária no ano de 1949.

PIAUENSE NOTA MIL DO ENEM TINHA DIFICULDADE EM LEITURA E ESCRITA.

'Tinha dificuldade em leitura e escrita', diz piauiense nota mil no Enem 2016

Jornal Floripa - 20/01/2017
Aos 17 anos, o piauiense Bruno Henrique Batista Valcácer é um dos 77 candidatos que tiraram nota mil na redação do 2016. Essa foi a segunda vez que ele fez a prova, sendo que na primeira conseguiu aprovação para engenharia civil, direito e odontologia, mas preferiu não cursar e se preparar para conseguir uma vaga no curso de medicina. Segundo o aluno, as suas maiores dificuldades eram a leitura e a escrita, mas buscou durante todo o ano estratégias para superar os obstáculos. “Sempre tive muita dificuldade com a leitura, concentração e escrita, mas procurei várias estratégias de estudo. Passei a fazer muitas escrituras e reescrituras, sempre tento respeito às dificuldades que a redação impõe, o que normalmente muitas pessoas desprezam. Além disso, tenho que deixar claro que o mais importante de tudo é o apoio familiar, pois foram nas dificuldades que ela me deu o maior conforto para superar todos os problemas”, disse. Ansioso em saber a pontuação que tinha conseguido, a primeira coisa que fez foi pegar o celular e acessar a internet na quarta-feira (18). “Assim que acordei peguei meu celular, que estava mais próximo, e já fui logo acessando. Meus pais iam chegando e os chamei para olharmos juntos. Fiquei bem surpreso quando vi o quanto consegui. Ali pude perceber que existem várias formas de superação e eu encontrei pelo menos uma delas, já que tinha dificuldades em parar para fazer uma leitura ou escrita”, contou.Estratégias Para aumentar as chances de ter um bom desempenho no Enem, Bruno se matriculou em um curso de redação. “Eu estudava em um curso de pré-vestibular e em um cursinho de redação. Quando estava em um dia legal, chegava a estudar nesses lugares e quando voltava para casa, continuava a estudar e a exercitar a redação, chegando a sete horas por dia. Procurei adquirir a maior quantidade de conhecimento possível. Depois do almoço eu começava a estudar sem estabelecer horário fixo, dependia muito de como eu estava naquele dia”, relatou. Bruno Valcácer destacou também o acompanhamento dos pais. “Desde criança que meus pais me acompanham. Eles procuravam saber como eu estava na escola, participavam de reunião, me davam dicas e isso me influenciou muito”, afirmou. Orgulhosos e felizes com o feito do filho, os pais Flávio Valcácer e Wanderly Batista falaram do apoio que sempre deram ao filho. “Nós procuramos sempre fazer o melhor, nunca fomos de impor, sempre o deixamos bem livre nos estudos, mas com certo acompanhamento para que os objetivos dele dessem certo. É importante que a família procure saber dos estudos, buscando apoiar nas opiniões e sempre ao lado”, disse a mãe. Já o pai para incentivar o filho e também adquirir conhecimento fez o exame junto com Bruno. “Fiz minha inscrição e fiz o Enem, mas por uma forma de incentivo e até mesmo de buscar mais conhecimento”, relatou o pai.Dica de estudo O estudante nota mil deu dica para quem pretende na próxima edição obter um resultado igual ao dele. “As pessoas têm uma mania de decorar tema ou texto, mas no Enem não tem como prever isso. O estudante tem como saber se o tema fala do social, científico ou algo do tipo, mas a dica é buscar alternativa como eu fiz. Sabia que tinha dificuldade na escrita e leitura, fui lá e me aperfeiçoei”, declarou.

QUANDO O CORPO MORRE, DEMORAMOS PARA NOS DESLIGAR! POR QUE?

Quando o CORPO MORRE, demoramos para NOS DESLIGAR ! Por quê ?

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As Delongas dos Desligamentos


Richard Simonetti



Morte física e desencarne não ocorrem simultaneamente. O indivíduo morre quando o coração deixa de funcionar. O Espírito desencarna quando se completa o desligamento, o que demanda algumas horas ou alguns dias.
Basicamente o Espírito permanece ligado ao corpo enquanto são muito fortes nele as impressões da existência física.
Indivíduos materialistas, que fazem da jornada humana um fim em si, que não cogitam de objetivos superiores, que cultivam vícios e paixões, ficam retidos por mais tempo, até que a impregnação fluídica animalizada de que se revestem seja reduzida a níveis compatíveis com o desligamento.
Certamente os benfeitores espirituais podem fazê-lo de imediato, tão logo se dê o colapso do corpo. No entanto, não é aconselhável, porquanto o desencarnante teria dificuldades maiores para ajustar-se às realidades espirituais. O que aparentemente sugere um castigo para o indivíduo que não viveu existência condizente com os princípios da moral e da virtude, é apenas manifestação de misericórdia. Não obstante o constrangimento e as sensações desagradáveis que venha a enfrentar, na contemplação de seus despojes carnais em decomposição, tal circunstância é menos traumatizante do que o desligamento extemporâneo.
Há, a respeito da morte, concepções totalmente distanciadas da realidade. Quando alguém morre fulminado por um enfarte violento, costuma-se dizer:
"Que morte maravilhosa! Não sofreu nada!"
No entanto, é uma morte indesejável.
Falecendo em plena vitalidade, salvo se altamente espiritualizado, ele terá problemas de desligamento e adaptação, pois serão muito fortes nele as impressões e interesses relacionados com a existência física.
Se a causa da morte é o câncer, após prolongados sofrimentos, em dores atrozes, com o paciente definhando lentamente, decompondo-se em vida, fala-se:
"Que morte horrível! Quanto sofrimento!"
Paradoxalmente, é uma boa morte.
Doença prolongada é tratamento de beleza para o Espírito. As dores físicas atuam como inestimável recurso terapêutico, ajudando-o a superar as ilusões do Mundo, além de depurá-lo como válvulas de escoamento das impurezas morais. Destaque-se que o progressivo agravamento de sua condição torna o doente mais receptivo aos apelos da religião, aos benefícios da prece, às meditações sobre o destino humano. Por isso, quando a morte chega, ele está preparado e até a espera, sem apegos, sem temores.
Algo semelhante ocorre com as pessoas que desencarnam em idade avançada, cumpridos os prazos concedidos pela Providência Divina, e que mantiveram um comportamento disciplinado e virtuoso. Nelas a vida física extingue-se mansamente, como uma vela que bruxuleia e apaga, inteiramente gasta, proporcionando-lhes um retomo tranquilo, sem maiores percalços.
Livro: Quem tem medo da Morte – Richard Simonetti

sábado, 28 de janeiro de 2017

O CEDEC DE 1985/86.

O CEDEC logo no início funcionava na Rua Dr. Oliveira. Desde esta época a Eliane Fernandes já estava lá e a Cida Reis foi uma das primeiras funcionárias.Os que eu não souber os nomes, me ajudem aí. Marina do Mário, Alexandre meu filho, Calu do Zé Newton Noronha, Franco do Pedro Jardim, Cítia do Gaminha, ?, Ísis do Batista Nani, Bruno da Fatí e ?.

LEITURA E TREINO LEVAM MINEIROS À NOTA MIL NA REDAÇÃO DO ENEM.

Leitura e treino levam mineiros à nota mil na redação do Enem

G1 - 23/01/2017
Três estudantes de Juiz de Fora estão entre os 77 inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016 que tiraram nota mil na redação. O tema foi "Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil". Para Nathália Couri e Igor Farinazzo, de 18 anos, e Tamyres dos Santos Vieira, de 20, o gosto pela leitura e o treinamento voltado para a prova ajudaram no desenvolvimento do texto.
Houve queda das notas mil em redação, segundo o Ministério da Educação (MEC). Em 2015, foram 104 notas máximas. Em 2014, foram 250 redações com notas mil.
A ex-aluna da Escola Adventista e do Colégio Apogeu, Tamyres dos Santos Vieira, investiu em curso de redação. "Eu fiz cursinho com o professor Eliandro Luiz Andrade na época que estava estudando pro Enem. Considero que o aprendizado com ele foi decisivo para o meu processo de escrita", lembrou.
Ela lembrou que, no sábado, fez a prova mais tarde, já que os adventistas precisam guardar este dia até o pôr do sol. Para a jovem, o resultado mostrou que a nota máxima não é algo impossível.
"Sempre gostei muito de ler e, desde que comecei a fazer o Enem, minha nota na redação ficou próxima de mil, mas esse ano tive a alegria de alcançar a nota máxima. Decidi falar sobre essa conquista para incentivar aqueles que prestam o exame, porque é possível alcançar uma boa nota na redação. Principalmente porque sou sabatista e, mesmo com o desgaste adicional do dia anterior, devido à espera, consegui fazer um bom texto", disse Tamyres.
Atualmente estudando em uma instituição particular, Tamyres dos Santos Vieira não pretende se candidatar a uma faculdade pública. "Sempre faço o Enem porque é um meio de abrir diversas portas. Como já estou indo para o quarto período de Medicina, pretendo continuar na minha faculdade mesmo. A princípio não irei me candidatar a uma faculdade pública", disse

Prática que faz diferença
Igor e Nathália estudaram no Colégio Santa Catarina, fizeram aulas extras e agora acreditam que a boa nota irá ajudá-los a entrar na faculdade. Ela quer cursar Medicina na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) ou na de São João Del Rei (UFSJ). Ele espera ingressar no curso de Engenharia Química na Federal de Minas Gerais (UFMG).
O gosto pela leitura começou, para ela, com um livro comprado no sebo: O ladrão de olhos, de Jonathan Auxier. Nathália contou que investiu em aulas específicas para conseguir aperfeiçoar a escrita. "Eu fiz o cursinho de redação. Fazia entre uma e duas por semana, para a escola e para o cursinho porque é muito importante treinar a estrutura". 
O hábito de ler ajudou muito a buscar argumentos que pudessem enriquecer o texto sobre como combater a intolerância religiosa no Brasil. "Até citei o estado islâmico na redação. É importante demonstrar que você tem conhecimento geral do que ocorre ao seu redor, conhecimento de outras áreas, uma interdisciplinariedade, que torna a sua redação diferente", comentou.
Este conhecimento foi construído sem exagero, segundo Nathália. "Eu não estudo exaustivamente, porque acho que isso atrapalha o rendimento. Você tem que saber o seu limite. Equilíbrio é tudo. Se chega a certo ponto em que estou cansada, eu paro para me preservar", disse a estudante.
Para Igor, o caminho começou com a série Harry Potter, de J. K. Rowling, aos 11 anos. Além disso, passou pela mudança na forma de encarar os estudos. "Eu não gostava muito de estudar, eu preferia jogar e fazer outras coisas. Foi uma questão mais de começar e depois de aprender a como estudar, passar de uma coisa espontânea a uma coisa trabalhada com o tempo. Você vai aprimorando, principalmente no ensino médio quando você tem vários vestibulares", explico.
Para o Enem, além do treinamento, ele destacou a possibilidade do acesso à correção e da discussão com os professores. "Sempre fiz redações, uma semana sim e outra não, fazia duas. Procurava redações extras que a plataforma do colégio disponibilizava. E sempre marcava, isso é importantíssimo, horários com o professor que corrigia a redação para que eles me mostrassem como podia fazer, me dessem sugestões e eu discutisse ponto a ponto cada parte", disse Igor.
Igor Farinazzo ressaltou que os candidatos precisam buscar experiências que os ajudem a analisar qualquer tema proposto. "Não tem questão de superioridade, não é necessário ser um gênio, ler Dostoiévski. Você tem que ler, absorver o máximo de onde você vive, da sua leitura, de tudo que você presencia. A leitura não só de livros, mas da sua vivência, de experiências, de cinema, tudo o mais", comentou.
O professor da dupla nota mil, Edson Munk, destacou que o aluno tem que entender o que o Enem exige, para descobrir como construir o texto que obtenha o melhor resultado.
"É importante que cada estudante que se prepara para fazer um texto dissertativo e argumentativo tenha a clareza de tomar uma posição. Isso a gente chama de tese. E toda tese precisa ser sustentada, com argumentos coerentes, claros e diretos em relação ao tema. O Enem tem o diferencial de exigir ainda na conclusão do texto a proposta de intervenção, que é nada mais como se pode solucionar os problemas apresentados", explicou.
Explorando esses aspectos, Nathália Couri usou as exigências do Enem a seu favor. "Só a proposta de intervenção são 200 pontos na redação. Então eu sabia que se fechasse bem o texto ele iria se diferenciar e eu tentei pensar em propostas mais diferentes que fugissem do óbvio", afirmou.
Igor Farinazzo destacou que as pessoas precisam descobrir a melhor forma de se dedicar. "Começar sempre é a parte mais importante, se envolver com a prática, depois começa a ficar natural. Acreditar em si mesmo, começar e sempre saber aonde quer chegar", disse.
Assista à reportagem neste link.

A NICOTINA SATURA O CORPO ESPIRITUAL DOS FUMANTES.

A NICOTINA SATURA O CORPO ESPIRITUAL DOS FUMANTES - JORGE HESSEN.



A nicotina satura o corpo espiritual dos fumantes

Há meio século os cantores Roberto e Erasmo Carlos lançaram a música “É proibido fumar”. Passados cinco décadas, a canção é oportuna e pode ter soado como premonição naqueles momentos tão afastadas dos anos de 1960, considerando que hoje está em pleno vigor no Brasil a lei federal antifumo, que “proíbe fumar” em locais fechados de uso coletivo – públicos e particulares – de todo o país. 
Em resumo, assegura lugares completamente livres de cigarros e do cheiro de fumaça. Está terminantemente proibido cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos, narguilés [1] e similares em locais como hall e corredores de condomínios, restaurantes e clubes, mesmo que o ambiente esteja apenas parcialmente fechado por parede, divisória, teto ou toldo.

A lei extingue os nefandos fumódromos e extingue a propaganda comercial de cigarros até mesmo nos pontos de venda, onde era permitida publicidade em displays. Fica permitida a exposição dos produtos, acompanhada por mensagens sobre os males provocados pelo fumo. Além disso, os fabricantes terão que aumentar os espaços para os avisos sobre os danos causados pelo tabaco, que deverão aparecer em toda a face posterior das embalagens e de uma de suas laterais.

Todavia, como estamos na pátria do “jeitinho” a lei tem as suas brechas e consente fumar em áreas ao ar livre, parques, praças, espaços abertos de estádios de futebol, vias públicas e em tabacarias, que devem ser voltadas especificamente para esse fim. Entre as exceções (pasme) estão cultos religiosos, onde os “fiéis” podem fumar (sic), caso isso faça parte do ritual. Conquanto inconcebível, em nosso país um ritual pode permanecer acima da lei, afinal de contas é “constrangedor” não permitir que os “Espíritos” deem cachimbadas, charutadas, tragadinhas, portanto, “eles” não precisam obedecer as leis dos reles mortais.

Devemos pautar as nossas atitudes e as nossas regras de conduta, na sociedade, pelos resultados de pesquisas científicas bem conduzidas. Gostem ou não os fumantes daqui e do “além túmulo”, o século XX testemunhou as importantes descobertas sobre os malefícios do fumo para a saúde. Graças ao aprimoramento das técnicas de investigação epidemiológica, muito se sabe sobre o assunto. No ano 2000, um Relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), considerou o tabagismo a maior pandemia de todos os tempos.

São vários os estudos científicos baseados em evidências que não deixam qualquer sombra de dúvida de que o tabaco é cancerígeno. Desde 1964, quando foi feita a primeira descoberta em relação ao câncer de pulmão, outros cânceres tiveram seu aparecimento relacionado ao tabaco como, por exemplo, câncer de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rins, bexiga, colo de útero, estômago e fígado. Três equipes de pesquisadores, que publicaram estudos nas revistas Nature e Nature Genetics, "apontaram duas áreas de variações no cromossomo 15. Fumantes ou ex-fumantes que têm as duas cópias das duas variantes, uma herdada do pai e outra da mãe, que são cerca de 15%, têm um aumento entre 70% e 80% de risco de desenvolver câncer pulmonar".[2]

Sabemos que a ação negativa do cigarro sobre o perispírito do fumante prossegue após a morte do corpo físico. Segundo ensina o Espirito Emmanuel - O problema da dependência continua até que a impregnação dos agentes tóxicos nos tecidos sutis do perispírito ceda lugar à normalidade, o que, na maioria das vezes, tem a duração correspondente ao tempo em que o hábito perdurou na existência física do fumante. Quando a vontade do interessado não está suficientemente desenvolvida para arredar de si o costume inconveniente, o tratamento dele, no mundo espiritual, ainda exige cotas diárias de sucedâneos dos cigarros comuns, com ingredientes análogos aos dos cigarros terrestres, cuja administração ao paciente diminui gradativamente, até que ele consiga viver sem qualquer dependência do fumo [3]

É evidente que há pessoas que fumam e conseguem alimentar pensamentos de bondade no cotidiano (a despeito de estar aniquilando o corpo físico) e há aqueles que, embora não fumem, são viciados no dinheiro, no sexo, no álcool, na maledicência e noutras iniquidades. Deste modo, é menos lesivo um fumante bondoso para a sociedade do que um não-fumante depravado.

Notas e referência bibliográfica:
[1] Narguilé é um cachimbo de água utilizado para fumar tabaco aromatizado. Além desse nome de origem árabe também é chamado de hookah (na Índia e outros países que falam inglês), shisha ou goza (nos países do norte da África), narguilê, narguila, nakla, maguila, arguile, naguilé etc. Há diferenças regionais no formato e no funcionamento, mas o princípio comum é o fato de a fumaça passar pela água antes de chegar ao fumante. É tradicionalmente utilizado em muitos países do mundo, em especial no Norte da África, Oriente Médio e Sul da Ásia

[2] Segundo dados colhidos num trabalho sobre saúde, da jornalista Magaly Sônia Gonzales, publicado na revista "Isto É", de julho de 2000, "o vício do fumo foi adquirido pelos espanhóis, junto aos índios da América Central, que o encontraram nas adjacências de Tobaco, província de Yucatán. Um dos primeiros a cultivar o tabaco na Europa foi o Monsenhor Nicot, embaixador da França, em Portugal, de onde se derivou o nome nicotina, dado à principal toxina nele contida.

[3] Nobre, Marlene R.S. Lições de Sabedoria, São Paulo: Ed Folha Espírita, 1997, Resposta de Emmanuel, através do Chico Xavier, dada a entrevista feita pelo jornalista Fernando Worm, em agosto de 1978
JORGE HESSEN

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

ADMINISTRAÇÃO DA CAMPANHA VAI ATÉ AO POVO.

                    Excelente a iniciativa da administração municipal, em percorrer as comunidades rurais para ouvir as queixas, sugestões e reivindicações  daqueles munícipes. O Prefeito Nando, o Vice Andrielinho, todos os secretários, vereadores interessados, Emater e Sindicato Rural fizeram a primeira visita no Campo Grande (fotos), já foram à Lagoa, e devem visitar brevemente todos os bairros rurais, assim como fizeram com todas as escolas, creches, PSFs, para que tenham uma noção exata das reais necessidades do nosso município. As comunidades que ainda não foram visitadas, deveriam já se organizar, preparando formalmente os seus anseios. Quais são as suas realidades, o seu potencial, os seus sonhos, quais as sugestões para saírem da situação em que se encontram e alcançarem a situação desejada. 
                    Assim fazendo, a administração poderia fazer o IPDH (Indice do potencial de desenvolvimento humano), porque conhecendo as potencialidades de cada região, ficará mais fácil satisfazer as carências de cada lugar.

PROJETO LEVA ATIVIDADES PARA BEBÊS E BUSCA FORMAR FUTUROS LEITORES.

Projeto leva atividade para bebês e busca formar futuros leitores

G1 - 22/01/2017
A leitura é um hábito que deve começar desde a infância, quanto mais cedo a criança tiver incentivo para gostar de livros, mais ela vai gostar de literatura. E é possível entrar no mundo dos livros antes mesmo de aprender a ler. Em Auriflama (SP), mamães e papais já estão aprendendo a estimular os filhos para que eles se tornem futuros leitores.
A cidade é uma das dez selecionadas no Estado para participar de um projeto do governo com empresas privadas e instituições sem fins lucrativos.
O desafio do Higor Advenssude, gestor do projeto, é conquistar a atenção dos pequenos. Até parecia uma missão impossível, mas aos poucos, eles foram se interessando pela história do sítio que tinha um montão de animais diferentes. “O propósito do projeto é fazer elas ficarem a vontade, tem hora que terá atenção de um, mas não de outro. A ideia é aconteceu com bebês a partir de seis meses”, afirma Higor.
O trabalho faz parte de um programa que incentiva a leitura para bebês e crianças de até 4 anos. Apenas 10 cidades do Estado foram selecionadas por meio de um edital lançado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Em Auriflama, o projeto recebeu o nome de “Lê no Ninho”. Veio para mostrar que quando o assunto é viajar pelos vários mundos que as histórias nos permitem, não existe idade. “Sou apaixonada por leitura e quero que ela goste também, desde 8 ou 9 anos eu ia para a biblioteca e acho que ela tem de seguir o mesmo caminho”, afirma a administradora Giovanna Amadeu, que é mãe da Bianca.
Os encontros devem ser feitos sempre com a presença dos pais ou algum responsável pela criança para motivar que esses momentos ocorram em casa também. A Taína de Souza Eugênio, mãe do pequeno Miguel, de um ano, diz que em casa, ele adora ouvir histórias de bichos. Ela já percebeu que a leitura tem ajudado no desenvolvimento do filho e, por isso, aprovou a iniciativa do projeto. “Ele já sabe bastante cores, os bichos, forma frases, canta músicas, é um momento dele e meu, uma interação maravilhosa”, diz Taína.
Assista à reportagem neste link.

PERDOAR.

PERDOAR.

perdoar
Alguém pode tê-lo magoado quinze anos atrás e você ainda não se conformou quanto ao que aquela pessoa lhe fez. Mas se for honesto consigo mesmo, talvez tenha magoado alguém quinze anos atrás e nem prestou atenção nisso nos últimos catorze anos. Somos mestres em ver o que os outros nos fizeram, mas nem tanto ao olhar o que talvez tenhamos feito aos outros.” (…) “…o perdão significa estender sua percepção do real até o Real (…). E, quando vê a Realidade, em si mesmo e nos outros, você ganha poder para evocá-la. Somos curados quando nos sentimos perdoados. Saramos na presença da compaixão. Se você realmente quer que alguém mude, o milagre está na habilidade de ver o quão perfeito ele(a) é.
A sombra não vai embora quando é atacada, mas promove a cura quando é perdoada. Não removemos nossa máscara sombria na presença de alguém que nos culpa, mas na presença de alguém que diz: ‘Eu sei que isso não é você’. Milagrosamente saramos na presença de alguém que acredita em nossa luz, mesmo quando estamos perdidos em nossa escuridão. E, quando aprendemos a ver os outros na luz de seu verdadeiro ser, estando ou não sob essa luz, temos o poder de realizar esse milagre por eles.
O perdão é uma ação, mas ele surge de uma postura. Pode ser difícil perdoar alguém cujo comportamento nos magoou, a menos que tenhamos baseado nossas percepções em um esforço constante para enxergar além da escuridão da personalidade.”
Marianne Williamson in livro  “O Efeito Sombra” (Lua de Papel, 2010)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

26 DE JANEIRO DE 2017.

O campanhense ÁLVARO GOMES DA ROCHA AZEVEDO nasceu no ano de 1864, estaria portanto comemorando no dia de hoje os seus 153 anos de nascimento. Foi para São Paulo aos 14 anos de idade para concluir seus estudos. Em 1888 formou-se como advogado no Largo de São Francisco. Começou a advogar em Mococa, onde foi intendente, Juiz municipal, de Orfãos e de Direito. Foi Juiz substituto e Jundiaí, Juiz de Direito em Caconde e em 1893 retornou à São Paulo.Na capital paulista foi vereador nas legislaturas de 1905, 1908, 1914, 1917 e 1920 sendo vice-presidente da Câmara Municipal de São Paulo nas últimas legislaturas. Foi prefeito de São Paulo após Washington Luís renunciar ao cargo para ser candidato à presidência do estado, no período de 16 de agosto de 1919 a 15 de janeiro de 1920. De 1928 a 1930 foi presidente do Tribunal de Contas da União. Colaborou na imprensa em vários jornais como "Revolução" e "Conspiração". Recebeu as honras de Comendador da Ordem de Leopoldo, da Bélgica, e a Ordem do Sol Nascente, do Japão.




AUTORAS INVESTIGAM EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS NA DINAMARCA, PAÍS MAIS FELIZ DO MUNDO.

Autoras investigam educação de crianças na Dinamarca, país mais feliz do mundo

Mariana Alvim - O Globo - 15/01/2017

Considerado o país mais feliz do mundo em três das quatro edições do Relatório Mundial da Felicidade, das Nações Unidas, a Dinamarca motiva investigações e suposições sobre as causas de tanta satisfação. No livro “Crianças dinamarquesas: o que as pessoas mais felizes do mundo sabem sobre criar filhos confiantes e capazes” (Fontanar), publicado em 18 países e recém-chegado no Brasil, as autoras Iben Sandahl e Jessica Alexander levantam uma hipótese: a raiz dessa felicidade está na forma como os filhos são criados.

Entre os preceitos dessa educação estão a liberdade com limites, formação cidadã e altas doses de “hygge” (pronuncia-se “ruga”), palavra dinamarquesa que define momentos de alegria com pessoas queridas, sejam amigos ou familiares, e é um estilo de vida, segundo o livro, que tem até um “juramento do hygge”. Iben é dinamarquesa e psicoterapeuta especializada em crianças e família, enquanto Jessica, com formação em Psicologia, é americana, casada com um dinamarquês e radicada na Itália. Ambas são mães, com dois filhos cada.

O GLOBO - Por que as crianças dinamarquesas são mais felizes?

Iben: Os dinamarqueses dão muita importância à socialização e à formação da criança como um todo, em vez de somente destacar suas notas e conquistas. Ensinamos ativamente a empatia, o que torna a criança capaz de levar uma vida autêntica, de se conhecer e agir a partir disso. As crianças dinamarquesas sabem que os desafios e problemas não as derrubam, porque não são poupadas disso na criação. A brincadeira também é considerada importante no aprendizado, mesmo com toda a pressão para ter as crianças engajadas em várias coisas que dão resultados mensuráveis. Não há nada a “realizar” numa brincadeira, e a personalidade da criança pode se desenvolver. Isto é um dos grandes motivos para nosso país ser o mais feliz do mundo.

Os pais dinamarqueses sabem dizer “não” para seus filhos?

Iben: Uma abordagem não disciplinadora da criação não significa que os limites não existam. Pelo contrário! Trata-se de estabelecer regras que criam um sentimento de segurança para a criança de uma forma respeitosa. Mas os conflitos de força podem ser algo difícil de evitar, apesar de tudo. Na Dinamarca, tentamos não entrar imediatamente nessas disputas.

Jessica: Dinamarqueses são muito bons em estabelecer limites, mas fazem isso com respeito e explicação. Não é fácil, mas costumo dizer que os dinamarqueses enxergam o papel de um pai ou uma mãe como um farol: eles enviam sinais consistentes, e as crianças devem aprender como navegar em suas vidas. A questão não é controlar, mas, sim, guiar.

Como é a relação das famílias com a tecnologia na Dinamarca?

Iben: As crianças usam celulares e tablets, mas não durante as refeições, por exemplo. Não podemos evitar as novas tecnologias, e esses aparelhos podem ser úteis como ferramentas pedagógicas ou até para acalmar a criança, se usados adequadamente. Mas insisto na importância dos momentos em que ninguém está ligado neles, todo dia. O cérebro das crianças precisa de paz, e os adultos precisam controlar e dar limites que façam sentido. Somos nós, os pais, que decidimos que tipo de família queremos ser.

Pais que vivem em países com condições socioeconômicas bem diferentes da Dinamarca podem, mesmo assim, aprender com o livro?

Jessica: Não moro na Dinamarca, mas uso a conduta dinamarquesa. É uma filosofia. Todos podem, por exemplo, dar a seus filhos mais tempo para brincar. Ensinar o valor da empatia, também. É claro que a qualidade de vida na Dinamarca, com toda sua estabilidade e benefícios, torna mais fácil aplicar esses ensinamentos, mas muitos podem ser adotados ao redor do mundo.

Você percebe diferenças na criação de filhos entre países que conhece?

Jessica: Sim, enormes! Vejo os Estados Unidos como extremamente competitivo e acadêmico: tudo precisa ser medido e classificado com notas. Na Dinamarca, o foco é no espírito colaborativo. Os alunos não recebem notas antes dos 13 anos. A Itália... Bem, a Itália não é muito moderna. Diria que o estilo da educação aqui está mais para o autoritário. Está ocorrendo um intenso debate, porque a França tornou a palmada ilegal (na Dinamarca, a palmada foi banida nos anos 90). E na Itália, a palmada ainda é amplamente aceita. Mas é bem marcante, por exemplo, a importância da família na sociedade.

Já viveu alguma situação diferente, no exterior, que chamou sua atenção sobre a criação dos filhos?

Jessica: Os italianos são muito protetores. Então, a abordagem dinamarquesa, de dar liberdade aos filhos, deixá-los cair e se sujar, é muito nova aqui. Quando eu saio com os meus filhos, os italianos acham que eles são completamente selvagens!

Leitores de outros países já demonstraram algum estranhamento?

Iben: A brincadeira livre é estranha para muitos. Deixe a criança ser criança e brincar mais! Isto é algo que temos feito há tempos. Com essa liberdade, a criança explora o mundo ao redor sem muita interferência dos pais e se desenvolve sem perceber, nos seus próprios termos. Assim, ela pode escolher o que fazer. Hoje em dia, os pais estão tão preocupados em programar tudo para os filhos que muitas crianças não têm a habilidade de tomar decisões.

Como é o apoio do governo à criação dos filhos na Dinamarca? E a divisão de tarefas entre pais e mães?

Iben: Você recebe apoio financeiro para ficar em casa quando tem um bebê recém-nascido. A gestante tem direito a uma licença de quatro semanas antes do parto, de 14 semanas após o nascimento, e uma licença que pode ser dividida entre o pai e a mãe, no total de 32 semanas. Muitos homens tiram proveito desse benefício, então é natural que pai e mãe se envolvam na vida da criança desde o começo.

Por que você acha que as pessoas ficam tão interessadas em livros sobre a criação de filhos em outros países?

Iben: Todos queremos que nossos filhos se tornem pessoas felizes e conscientes — e isto vai além das fronteiras. Portanto, buscamos informações de quem compartilhamos valores. O livro oferece uma filosofia que faz as crianças felizes.

Jessica: Com a globalização, percebemos que não somos afetados apenas por nossos pais, mas também pela nossa cultura.

Como sua família recebeu o livro?

Jessica: Independentemente de gostar ou não do livro, as pessoas discutem sobre ele. Minha família era muito autoritária. No início, meus pais foram resistentes ao livro, mas quando virou um best-seller, eles leram. E a nossa relação mudou. Nós implementamos o “juramento do hygge”, e isso transformou nosso convívio.

AS CATÁSTROFES SÃO O SINAL DE ESGOTAMENTO DA TERRA.

As catástrofes são o sinal de esgotamento da Terra.



Irmãos, que a paz do Senhor dos Mundos esteja convosco!
Sobre o território brasileiro caminham, desgovernadas, as almas comprometidas com a Lei do Carma.
Não é da vontade de Deus que o sofrimento venha. Os homens, ignorantes e passivos, do ponto de vista espiritual, esperam os acontecimentos, quando deveriam criar as condições para realizá-los, segundo sua própria condição.
O crime se espalha.
As catástrofes dão o sinal de esgotamento da Terra.
As condições de vida tornam-se mais difíceis. E o que fazem? Continuam persistindo no egoísmo que aprisiona, no orgulho que derruba, na mentira que cega, na cupidez que torna a mente insana.
Amigos! Escutai as vozes que vos clamam. Estendei as mãos aos que choram, e sede solidários com a dor do próximo. Dividi com vossos irmãos o pouco que tiverdes e, sem esperar recompensa, doai de vós: tempo, serviço e entrega.
As lutas não terão fim.
Na presença do Mestre, tais lições foram gravadas nas almas, e vós estivestes presentes. Portanto, fostes escolhidos para trabalhar nessa hora, como muitos outros, porque, dentro de vós, no âmago de vosso espírito, vive a gloriosa hora em que o Mestre, Ele mesmo, reencarnado, fitou-vos nos olhos, transmitindo toda doçura e ternura de Sua Alma repleta de amor.
Trilhastes diversos caminhos até reencontrá-lo e, agora, sois chamados a testemunhar Suas palavras, confirmando os desígnios traçados há milênios por Ele.
Sede fortes, valentes e destemidos.
Resta pouco tempo e poucos trabalhadores. Porém, Aquele que nos conduz, transforma a água das dificuldades no vinho de boa safra, que a muitos alegrará no banquete da Terra Renovada.
No desempenho de vossa tarefa, segui transformando vossas vestes, purificando vossas almas, preparando-vos para o Grande Encontro, onde Aqueles "Olhos Amorosos" novamente vos fitarão, acolhendo-vos no reencontro definitivo.
Paz e bondade vos desejamos sempre.
Nostradamus
GESH - 2 5/11/2008 - Vitória/ES - Brasil
Nota:
 Mensagem retirada do Livro do GESJ - Mensagens de Nostradamus

Na escuridão dos Tempos Chegados
Duríssimas as provas que envolvem humanidades decaídas.
Violência e dor compõem o cenário de depuração das rebeldias latentes em humanidades atrasadas.
Colheita intransferível dos desatinos e fracassos do passado.
Nestas horas de extrema agonia, a Terra encontra-se imersa em bolha de luz que resulta da emissão de energias puríssimas do Amor de Deus.
Muitas dores serão aliviadas pela Misericórdia Divina, mas, ainda assim, dores tocarão as fibras de cada coração sensível e esperamos que algumas mentes despertem, ainda que nas últimas horas.
Guardai a certeza, irmãos: só Deus é Soberano sobre todos os Universos e Seu Coração boníssimo, Fonte Pura do Amor, embala todas as criaturas por toda parte.
Guardai a certeza desta Fonte de Amor Infinito e Ela será um Farol de Luz a guiar-vos na escuridão dos Tempos Chegados.
Paz sempre.
Alice Bayle 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

25 DE JANEIRO DE 2017.

O carioca Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim o TOM JOBIM foi um compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista considerado o maior expoente  de todos os tempos da Música Popular Brasileira pela revista Rolling Stone. Foi um dos principais criadores do movimento da Bossa Nova. Fez parcerias com grandes nomes de artistas como Vinícius de Morais, Carlinhos Lira, Edu Lobo, Toquinho, Baden Pawel, Elis Regina, Frank Sinatra e muitos outros. Nos deixou no dia 08 de dezembro de 1994 em Nova Iorque.
Estaria comemorando hoje os seus 90 anos de nascimento.


APRENDA, COMO MONTAR UMA BIBLIOTECA PARA CRIANÇAS EM CASA.!

Como montar uma biblioteca para as crianças em casa; aprenda!

Bonde - 17/01/2017

Estimular a leitura desde os primeiros anos de vida traz inúmeros benefícios para a criançada. Além do estímulo à linguagem - tanto oral, quanto escrita -, esse momento em família fortalece a interação e o vínculo entre pais e filhos, aumenta o repertório cultural dos pequenos, a criatividade, a compreensão, o armazenamento de informações e o resgate de memórias passadas.

Pensando em contribuir ainda mais no estímulo ao gosto por livros na primeira infância, a Leiturinha, maior clube de assinatura de livros infantis do Brasil, selecionou algumas dicas para transformar um simples espaço em casa em um ótimo cantinho da leitura.

1. Escolha um espaço

O primeiro passo é reservar um local adequado em casa. Pode ser um canto da sala que esteja sobrando, ou até mesmo uma parede vazia. Você poderá adequar seu projeto ao espaço que tem disponível.

2. Abuse da criatividade!
Monte prateleiras e estantes acessíveis às mãozinhas do seu pequeno. Existem algumas movelarias que comercializam estantes em tamanhos adequados, mas com criatividade vocês mesmos podem confeccionar uma. O importante é que a criança consiga manusear, sentir e tocar nos livros.

3. Crie um ambiente aconchegante
Não precisa de luxo. Um ambiente bem iluminado e algumas almofadas, tapetes ou puffs vão deixar o cantinho da leitura bem mais gostoso e aconchegante para se espalhar entre histórias e aventuras!

4. Aposte na curadoria do conteúdo
É importante uma seleção de livros adequada à fase da criança. Ela precisa ser acessível ao seu entendimento e explorar sua evolução de maneira prazerosa. É necessário também que se conheça as preferências da criança - observando o pequeno no seu dia-a-dia você poderá ter indícios claros das suas preferências literárias.

Hoje também existe no mercado a opção dos clubes de leitura, como a Leiturinha, que conta com uma equipe especializada no assunto e que seleciona livros adequados ao perfil de cada pequeno.

5. Organize os livros com seu filho
Defina uma maneira de organizar os títulos. Pode ser por gênero, autor, ordem alfabética, o que vocês acharem mais fácil! Seu filho também pode participar da organização, o que despertará ainda mais sua curiosidade.

6. Quantidade de livros
Não é necessário que se defina um número exato de títulos presentes na biblioteca do seu pequeno. É necessário que ele entre em contato com diferentes tipos de obras literárias e que esse contato esteja vinculado a uma rotina.

BENZEDORES E CURADORES, VOCÊ ACREDITA?

BENZEDORES e CURADORES, você acredita ?


A imagem pode conter: 1 pessoa, em pé, planta, flor e atividades ao ar livre
O “dom de curar” de que nos fala Paulo de Tarso. O insigne apóstolo de Jesus, independe do indivíduo que o possui. Só determinadas pessoas têm a faculdade de curar. Muitos desejariam possuí-la e não conseguem, enquanto outros a possuem bem a contragosto. Ainda mais; é um dom intransferível. Dizia um curador:”De muitos irmãos que tive, só eu saí curador. Debalde ensinou aos outros meu pai, que também era benzedor”.

É necessário dizer que os benzedores e curadores do interior não são mais que médiuns curadores. as causas que promovem a cura são as mesmas em todos os médiuns dessa espécie. Os eflúvios magnéticos-mediúnicos emitidos pelo curador, sobretudo das mãos, contribuem de maneira decisiva para os resultados. Doenças dificilmente curáveis ou mesmo consideradas incuráveis com os recursos da Medicina clássica, cedem rapidamente com os eflúvios ódicos de determinados indivíduos. As palavras própriamente, as rezas têm naturalmente valor secundário em todos os casos. servem apenas para fixar a atenção e a vontade do curador durante a operação.

Os processos, entretanto, variam de um para outro. cada um tem o seu sistema. Alguns fazem determinada oração em voz baixa e não revelam o segredo das suas palavras a ninguém. Outros não fazem mistério disso e ensinam as suas rezas a quem quiser aprendê-las.

Um detalhe mais ou menos comum a todos é que “rezam” fazendo cruz com a mão aberta sobre a parte afetada, o que corresponde à aplicação do passe mediúnico. Alguns há que utilizam um ramo de determinado arbusto, na crença de que o mal se transfere para a planta.

No interior contam-se os mais extraordinários feitos dos curadores, o Dr. H. de Irajá, no seu livro “Feitiços e crendices”, refere que em Santa Maria – RS, o Dr. astrogildo teve em sua casa alguém com grave dermatose, a que vulgo chama “cobreiro”.

Como médico, fez tudo que a Medicina recomenda, sem resultados. Vieram os colegas, e nada de melhora. Dizia a criada da casa:

– Se o doutor deixasse, eu trazia um benzedor.

– Qual benzedor, qual nada! Acredito lá nessas asneiras… – dizia o doutor.

Os remédios sobravam. Era remédio para pingar, remédio para tomar, remédio para passar. Mas o cobreiro aumentava cada dia. A criada continuava a dizer:

– Se o patrão deixasse, eu trazia o “seu” Pedro, benzedor, e o cobreiro “morria”.

Uma noite o Dr. Astrogildo, já desanimado, depois de examinar a doente com febre alta, gritou para os de casa:

– E porque não experimentam esse tal de benzedor?

No dia seguinte o homem veio e “rezou”. Quiseram dar-lhe dinheiro. Não quis e saiu rindo. Nessa noite a febre não voltou; na manhã seguinte as bolhas tinham secado, e, dois dias depois, a doente estava boa. Mas o Dr. Astrogildo nunca acreditou em benzeduras.

As façanhas dos benzedores e curadores de vários matizes correm mundo. Os curadores de cobra etc. – são outras variantes de médiuns curadores. Quem não ouviu falar dos curadores de bicheiras. tão conhecidos nos sertões? É verdadeiramente extraordinário o efeito magnético-mediúnico de certos curadores. As larvas que se alimentam das carnes caem aos punhados, inanimadas mortas, logo após a “reza” do curador.

Contam-se coisas extraordinárias de curadores de picada de cobra. No crato (Ceará) havia um curador de cobra famoso. Certa vez um cavalo puro-sangue, propriedade de um abastado chefe local, foi mordido por uma cobra venenosa. Só depois de muita procura, encontraram o curador bebericando com algus amigos.

– Ainda respira bem o animal?

– Perguntou ele.

– Ainda – responderam-lhe.

– Bem, levem o meu chapéu e ponham sobre ele, que irei daqui a pouco.

O curandeiro, apesar da insistência do dono do animal, demorou ainda duas horas. Quando ele chegou, o animal, com os olhos injetados de sangue, respirava com dificuldade. Dir-se-ia que pouco tempo tinha de vida. O curandeiro aproximou-se do cavalo, abriu-lhe a boca murmurou algumas palavras e deu-lhe uma cusparada no fundo da garganta. Tirou o chapéu que estava sobre o animal, deu-lhe um ponta-pé na barriga, e disse: levanta-te bruto!

O animal levantou-se quase de um salto.

– Dêem-lhe água e deixem-nno descansar hoje. Amanhã já pode ser montado!

Os estudiosos de Psiquismo sabem o que significa a providência inicial do curador, mandando colocar em cima do animal o próprio chapéu. eles sabem, por experiência própria, que os objetos de uso pessoal do curador acumulam fluidos altamente curadores, e no caso acima o chapéu serviu de neutralizador do veneno ofídico.

Para bem compreendermos tais fatos teremos de nos valer dos estudos do barão de Reichenbach, do Coronel de Rochas, Durville, Luys, Baraduc e tanto outros que se ocuparam das radiações e dos eflúvios magnético-mediúnicos, que, sem dúvida, serão um campo vastíssimo de observações da medicina espiritualista.

Fonte – O ReformadoR

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

24 DE JANEIRO DE 2017.

O campanhense WILSON LION DE ARAÚJO estaria comemorando hoje os seus 105 anos de nascimento. Mesmo tendo se mudado de sua terra natal muito cedo, sempre que podia vinha passar alguns dias na velha Campanha, especialmente na Semana Santa ou em eventos culturais. Certa ocasião ele resolveu fazer doação de sua biblioteca particular para a nossa Biblioteca Cônego Victor,
 que teve o seu acervo aumentado em mais 15 mil livros.
Que conversa gostosa que eles tinham e geralmente a preocupação deles era com Campanha, Dr. Gladstone Chaves de Melo que em meados deste ano faria 100 anos de nascimento e dois de seus amigos da Campanha aniversariantes de janeiro, José Augusto de Melo Ferreira Lopes e Wilson Lion de Araújo.

PROFESSOR DA HARVARD REVELA OS PRECEITOS PARA A "BOA ESCRITA".

Professor de Harvard revela os preceitos para a ‘boa escrita’

Thais Paiva - Carta Educação

A ideia de que as novas mídias estão deteriorando o uso da língua não é só falsa como nociva. Quem diz é o cientista canadense Steven Pinker, professor do Departamento de Psicologia da Universidade de Harvard e especialista em linguagem. Para ele, hoje as pessoas estão escrevendo mais e a oferta de boa escrita é cada vez mais vasta. “Quando foi a última vez que você ouviu alguém reclamar ‘não há nada de bom para ler na internet?’”, provoca.

No entanto, ainda são muitos os que apresentam dificuldade para escrever textos claros e coesos. Segundo Pinker, o texto mal escrito não é necessariamente resultado da falta de conhecimento. Pelo contrário, pode ser fruto do que ele chama de “maldição do conhecimento”, isto é, especialistas que pressupõem que seus leitores já sabem o que eles sabem e não se preocupam em explicar.

Em entrevista ao Carta Educação, o professor falou sobre seu livro Guia de Escrita: como conceber um texto com clareza, precisão e elegância (Ed. Contexto), no qual elenca princípios que devem nortear o autor para uma produção textual de qualidade e esclarece as relações entre as ciências da mente e o funcionamento da linguagem.

Por que as pessoas têm tanta dificuldade para escrever?

Primeiramente, escrever é uma tarefa artificial, que nós não nascemos para fazer. Como escreveu Charles Darwin, “o homem tem uma tendência instintiva para falar, como podemos ver no balbuciar das crianças pequenas, enquanto que nenhuma criança mostra uma tendência instintiva para assar, fermentar ou escrever”. Quando você fala, você conhece o ouvinte pessoalmente e pode prever o que ele já sabe. Quando escreve, o leitor é um estranho; você tem que adivinhar o que ele sabe e o que não sabe. Além disso, com o discurso, você pode monitorar a reação do ouvinte – vê-lo concordando com a cabeça ou franzindo a testa em perplexidade. Quando escreve, você tem que adivinhar – e provavelmente estará errado.

Em seu livro, o sr. diz que a ideia de que o uso da língua está se deteriorando é falsa. As pessoas estão escrevendo mais do que nunca por conta das novas mídias. Mas estão escrevendo com qualidade?

Há bilhões de pessoas escrevendo! Alguns textos são ruins – e sempre foram. É um erro apontar a escrita de má qualidade que vemos hoje e alegar que ela é consequência do fato da escrita estar piorando. As pessoas se esquecem de todos os textos ruins do passado. E há uma vasta oferta de bons textos atualmente. Quando foi a última vez que você ouviu alguém reclamar “não há nada de bom para ler na internet?”.

O sr. também diz que o texto mal escrito não é necessariamente resultado da falta de conhecimento. Pelo contrário, quanto mais especializada uma pessoa for em um tema, maiores as chances desse autor usar uma linguagem hermética e distante e se comunicar mal. Por que isso acontece?

A razão pela qual os especialistas têm dificuldade para se comunicar é que eles estão sujeitos à “maldição do conhecimento” – a dificuldade de entender como é não saber algo que eles sabem. Como resultado disso, autores usam abreviações e jargões ou falham em descrever o concreto, detalhes visuais de uma cena; eles pressupõem que seus leitores já sabem o que eles sabem e não se preocupam em explicar. Há inúmeras maneiras de evitar a maldição do conhecimento. A primeira é estar ciente dela, perguntar a si mesmo “o que meu leitor já sabe sobre o que eu estou escrevendo?”. Boa escrita requer empatia. A segunda coisa é colocar o texto de lado por um tempo e voltar para ele depois quando ele já não é familiar para você. Você se verá dizendo “o que eu quis dizer com isso?”. A melhor estratégia de todas é mostrar um rascunho para um leitor representativo e ver o que ele entende. Você se surpreenderá ao ver que o óbvio para você não é óbvio para todo mundo.

Podemos falar em “erro” quando se trata de língua, algo que sabemos estar em constante mudança? Se sim, deveríamos dar tanta importância para eles?

O erro é definido em relação às expectativas de determinado conjunto de leitores – um grupo de pessoas alfabetizadas que se importam com a escrita e esperam que determinadas convenções sejam seguidas. As línguas mudam, mas isso não acontece de terça para quarta-feira. Se sim, ninguém poderia compreender o outro e se você pegasse um jornal do ano anterior não entenderia nada.

O sr. diz que a boa escrita é aquela que faz com que o leitor se sinta um gênio. No entanto, a escrita ruim é aquela que faz com que o leitor se sinta um estúpido. Parte do problema que vemos hoje com a proliferação de textos ruins não está ligada ao fato de que muitos autores querem se sentir superiores aos seus leitores?

Isso pode ser parte do problema, mas um maior está no fato dos autores se preocuparem que seus colegas de profissão/área pensem que são inferiores, então eles tentam antecipar todas as objeções e críticas possíveis e evitam a linguagem simples porque isso talvez revele que são ignorantes. Em outras palavras, um autor ruim não está tentando ser superior aos seus leitores, está tentando não ser inferior às pessoas que ele acredita que estão julgando-o, isto é, os experts em seu campo de atuação. Mas escrever de forma defensiva e tentando provar que não é ignorante só irá fazer sua prosa difícil e hesitante para a grande maioria dos leitores.

A ordem com que os pensamentos surgem na nossa mente é diferente daquela em que os argumentos são mais facilmente entendidos pelo leitor? Como alinhar essas duas dimensões?

Os pensamentos ocorrem ao autor por meio de associações – uma ideia te lembra outra que te leva a uma terceira ideia. Em seguida, você se lembra que você quis dizer três coisas diferentes e que acabou omitindo-as. Aí você antecipa uma objeção e responde à essa objeção e assim por diante. Mas o fluxo da consciência de um autor não corresponde ao modo como o leitor consegue absorver uma informação. O mais importante princípio na hora de apresentar ideias é “dado, agora algo novo” – comece cada sentença com aquilo que o leitor já está pensando, então apresente a informação nova para o leitor no final da frase.

O ATUAL MOMENTO ASTRAL, É UM VERDADEIRO PRESENTEÀ HUMANIDADE.

O ATUAL momento ASTRAL é um verdadeiro PRESENTE à HUMANIDADE – Astrologia Kármica.


O atual momento Astral é um verdadeiro presente à humanidade!! Sem nenhum Planeta retrógrado e com duas Luas Sensacionais. Um fato raro e excepcionalmente positivo!! Por Claudia Lazzarotto – Astróloga Kármica

Entramos o ano de 2017 com dois planetas retrógrados. Eram eles, Urano retrógrado e estacionado até o dia 05 de Janeiro, quando voltou a se movimentar e entrou em movimento direto, juntamente com a primeira Lua Crescente do ano. E Mercúrio que entrou em movimento direto no dia 07 de Janeiro.
Com isto iniciamos então um período com todos os planetas em movimento direto, chamado de Ciclo TPMD, que vai de 7 de Janeiro até dia 06 de Fevereiro, quando Júpiter entrará em retrogradação.
O fato de todos os planetas estarem se movendo no mesmo sentido e fluindo na mesma direção se explica por si só, pois, estando em suas órbitas naturais todos emanam as energias do Sol, e de todo o cosmos sem nenhuma pressão contrária.


Imagine a pressão energética gerada se tivermos várias pessoas tentando andar para frente e no meio delas surgirem algumas tentando voltar para traz...no mínimo um empurra, empurra para se entenderem vai ser necessário.


E assim é, quase que constantemente no fluxo planetário de nossa Galáxia, quando em geral há pelo menos um Planeta retrógrado. Isto, em função, de forma resumida, à necessidade de equilíbrio do Cosmos com relação ao fluxo evolutivo e às contraditórias energias geradas e emanadas pelos seres, a princípio, e bem a princípio mesmo, humanos.


No entanto, quando temos estes períodos com todos os Planetas em Movimento Direto, há o aproveitamento absoluto de cada partícula energética gerada no Universo, por nossa Galáxia, por Nosso Sol, pelo Grande Sol Central, enfim, pelo Cosmos e pelo Plano Divino, uma vez que, nenhuma energia é dispendida tentando-se manter o equilíbrio em meio a forças contrárias entre si (como quando temos planetas retrógrados em meio aos diretos).


Com o fluxo pleno e latente, as energias são em sua maioria potencializadas gerando a abertura, ou melhor, o escancarar, de um Magnifico Portal Cósmico e Energético, quebrando barreiras na conexão com o Divino, que jorra em abundância de bênçãos atingindo a tudo e a todos.


No plenilúnio da primeira Lua do ano, tivemos uma animadora Lua Crescente que se deu em 05 de janeiro com Lua em Áries conjunta a Urano (iniciando o movimento direto) e em quadratura com Sul Conjunto a Plutão em Capricórnio. Como resumir este aspecto? Bombástico, explosivo, radical, definitivo.


Ele trouxe uma explosão energética de poderes e dimensões imensuráveis, porém, com uma força energética importantíssima para colocar em movimento um momento tão esperado por nossos queridos Mestres de Luz, onde a Lei Universal reinará com soberania!!!


Temos agora no dia 12 de Janeiro o plenilúnio da primeira Lua Cheia do ano, que por sua vez, não fica devendo em nada na magnitude de seus parâmetros para sua antecessora!! E vem com a função de expandir e direcionar toda a explosão energética desta última Lua crescente.



Por isto, como se pode ver no mapa, ela forma o poderoso aspecto conhecido como a Grande Cruz (este quadrado vermelho no mapa). Nele temos Lua oposta ao Sol conjunto a Plutão e em quadratura com Júpiter de um lado e Urano do outro. Concluindo a distribuição energética alinhando todo o impulso anterior à Liberdade uraniana e à Justiça Divina representada por Júpiter, ou Zeus na Astrologia Mitológica.


Com isto o “momentum” que ganhamos de presente está completo!!!!


É bom saber que este Ciclo TPMD durará por todo um ciclo Lunar, pois, se iniciou na Lua crescente de Janeiro e terminará na Lua crescente de Fevereiro.


E como tudo que é bom, muito bom, costuma-se dizer que dura pouco, precisamos mergulhar fundo e nos lambuzarmos o máximo possível nesta energia. Da melhor maneira que conseguirmos e tentando manter a melhor vibração de paz que pudermos.


Na verdade, cada um de todos nós, de acordo com sua vida, seu momento evolutivo e seu Plano Divino, será sem dúvida beneficiado e coberto por estas bênçãos abundantes.


Para um real aproveitamento deste fluxo energético, basta enxergar e entender com verdade, humildade e resignação cada detalhe – de cada detalhe de sua vida interna e externa.


Que a Sabedoria Divina possa nos orientar com precisão!!!


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

23 DE JANEIRO DE 2017.

                           PADRE Antônio de Oliveira GODINHO nasceu na cidade de Carmo da Cachoeira no dia 23 de janeiro de 1920. Estaria portanto, comemorando os seus 97 anos de nascimento. Além de sacerdote foi também político, tendo sido deputado em 1959 pela UDN de São Paulo. Tornou-se conhecido nacionalmente através do telejornal da Record em Notícias entre 1973 e 1996 onde fazia parte do corpo de comentaristas.

DALAI LAMA E AS 20 DICAS PARA O BEM VIVER.

DALAI LAMA E AS 20 DICAS PARA O BEM VIVER.

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01 – Leve em consideração que grandes amores e grandes realizações envolvem grandes riscos.

02 – Quando você perder, não deixe de tirar uma lição.

03 – Siga os três Rs: Respeito por si próprio, respeito pelos outros, responsabilidade por todas as suas ações.

04 – Lembre-se que não conseguir o que você quer é algumas vezes um lance de sorte.

05 – Aprenda as regras para que você saiba como infringi-las corretamente.

06 – Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade.

07 - Quando você perceber que cometeu um erro, tome providências imediatas para corrigi-lo.

08 – Passe algum tempo sozinho todos os dias.

09 – Abra seus braços para mudanças, mas não abra mão de seus valores.

10 – Lembre-se que o silêncio às vezes é a melhor resposta.

11 – Viva uma vida honrada. Então, quando você ficar mais velho e pensar no passado, você vai ser capaz de apreciá-la uma segunda vez.

12 – Uma atmosfera de amor em sua casa é o fundamento para sua vida.

13 – Em discordâncias com entes queridos, trate apenas da situação atual. Não fale do passado.

14 – Compartilhe o seu conhecimento. É uma maneira de alcançar a imortalidade.

15 – Seja gentil com a terra.

16 – Uma vez por ano, vá a algum lugar onde nunca esteve antes.

17 – Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor um pelo outro excede sua necessidade pelo outro.

18 – Julgue seu sucesso pelo que você teve que renunciar para consegui-lo.

19 – Aproxime-se do amor e cultive-o despreocupadamente.

20 – Se você quer ver a si mesmo e o outro feliz, pratique a compaixão.

CONHECER O HÁBITO DE LEITURA VAI LEVAR À ESTABILIZAÇÃO DO MERCADO.

Conhecer o hábito de leitura vai levar à estabilização do mercado

Maria Fernanda Rodrigues - O Estado de S. Paulo - 13/08/2016
Em 2009, o americano Robert Darnton, então diretor da Biblioteca de Harvard, lançou A Questão do Livro, uma coletânea de ensaios sobre passado, presente e futuro deste que é um de seus principais objetos de estudo. À época, o e-book ganhava força nos Estados Unidos e já chamava a atenção de editores de outros países. Aposentado há um ano, ele segue interessado no tema – tanto que entrega, na próxima semana, o original de A Literary Tour de France, sobre o livro e seu mercado no século 18, e será o principal nome do 6.º Congresso do Livro Digital, dia 25.

Nesta entrevista ao Caderno 2, do jornal O Estado de S. Paulo, ele atualiza algumas questões de sua obra e reafirma que o futuro será mesmo digital.

Há tempos o senhor pesquisa a história do livro. O que, deste momento que estamos vivendo, deve entrar para a história?

A mudança mais óbvia é a tecnológica. A internet transformou o modo como os livros são produzidos, vendidos e lidos. As mudanças que começaram em 1991, com o desenvolvimento da internet, são tão grandiosas quanto às da Era Gutenberg. E elas continuam. Não é exagero dizer que o mundo do livro está passando por sua maior transformação em 500 anos. É excitante e ameaçador para profissionais do livro, mas, para mim, é um tempo de grandes oportunidades.

Quando o senhor lançou A Questão do Livro, discutia-se o futuro do livro diante do crescimento do e-book – e os mais catastróficos falavam no seu fim. Lá se vão 7 anos e há quem fale, agora, na morte do livro digital. Como o senhor avalia esses últimos anos no que diz respeito às ameaças do digital ao físico e às ameaças da conjuntura ao digital?

As pessoas amam fazer declarações dramáticas como essas e sobre a obsolescência das bibliotecas, e isso entra na imaginação de outras pessoas. Mas são afirmações imprecisas. No geral, penso que a situação dos livros, impressos e digitais, é melhor hoje que há 10 anos. E também as bibliotecas, pelo menos nos EUA, estão num ótimo momento e se tornando mais importantes do que nunca. Sobre a morte do e-book, e eu só posso dizer isso por informações dos EUA, sabemos que a venda do digital diminuiu cerca de 10%. A estatística é acompanhada de outra informação interessante. Houve um aumento do número de livrarias independentes – e elas só vendem obras impressas. Podemos dizer que houve um revival do livro impresso, mas isso não sinaliza uma transformação para o mercado de e-books. Depois de um período de fascinação com o e-book, tudo está se estabilizando agora, o que quer dizer que a demanda é estável. Além disso, é provável que seja verdade que diferentes tipos de leitura requeiram diferentes tipos de livros. As pessoas estão lendo mais literatura light em e-readers e o impresso tende a atrair e estimular leituras mais profundas. Admito que o pensamento é simples. O que acontece é que se está tentando conhecer os hábitos de leitura. Como resultado, podemos ter uma espécie de estabilização do mercado no lugar do desaparecimento do e-book, que continua indo bem.

Então ainda não é o momento de desanimar?

Pelo contrário. Há informações de que a venda de um e-book pode favorecer a venda de sua versão impressa e isso é fascinante. Um dos problemas que todos os editores enfrentam é como fazer com que a informação sobre seu livro chegue ao leitor no cenário em que há menos revistas e jornais publicando resenhas e em que as livrarias podem exibir um número limitado de livros. Então ocorre um processo que chamo de degustação. As pessoas podem ler um pouco do livro online para decidir se vão comprar ou não. As editoras estão descobrindo que podem ganhar dinheiro oferecendo gratuitamente um livro na internet e depois vendendo o exemplar em livrarias. Não deve ser verdade sempre e nem em todos os lugares, mas é um exemplo de como podemos ser otimistas sobre o futuro do livro em geral.

Muito se discute, também, se a informação é assimilada de forma mais superficial.

Minha intuição é que as pessoas usam aparelhos eletrônicos para literatura de entretenimento, mas não é verdade que elas nunca os usam para ler literatura séria. O problema é que é muito difícil anotar em livros digitais. Além disso, o antiquado codex é uma das maiores invenções de todos os tempos e já provou o quão eficiente ele ainda é. Outra coisa interessante: descobrimos que, nos EUA, a venda de livros impressos aumentou e que algo como 310 mil novos títulos foram lançados no ano passado nos EUA; de e-books, foram cerca de 700 mil, e muitos deles eram gratuitos. Isso quer dizer que as pessoas estão publicando mais porque é mais fácil. Temos uma democratização do mundo dos autores e dos leitores. As coisas estão mudando de um jeito muito interessante.

O fato de os e-books serem mais baratos ou gratuitos desvaloriza o produto ou ajuda a promover o acesso à leitura?

Há alguma verdade nisso de as pessoas não valorizarem o que podem ter gratuitamente. Mas o que acontece é que um público mais amplo está tendo acesso a livros graças a plataformas de acesso livre e às novas tecnologias. Um bom exemplo é o projeto SimplyE, parceria entre a Biblioteca Pública de Nova York e a Biblioteca Pública Digital da América. Ele torna livre o acesso a livros por crianças e jovens ao redor do país. Pessoas de áreas mais pobres podem, agora, ter livros gratuitamente e ler. Editores querem seus títulos no projeto porque ele vai espalhar o hábito da leitura. E mais: as editoras não estão perdendo dinheiro porque essas pessoas não compravam livros. O público leitor está sendo ampliado graças ao livro digital.

Como o senhor vê o mercado editorial hoje?

Não há muita diferença entre os livros que estão sendo publicados hoje e os do passado. A leitura está se tornando mais superficial com a disseminação do e-book? Bem, talvez sim, talvez não. Alguns dos argumentos não me convencem, sobretudo o que finge ser baseado em artigos científicos sobre como o cérebro funciona. Dizem que ler coisas online e nos tablets nos deixa mais burros. Honestamente, não acho que já sabemos como o cérebro funciona para termos uma certeza assim.

É preferível ler qualquer coisa a não ler nada?

Uma vida sem leitura é triste. E não lendo nada seríamos cortados de boa parte de nossa cultura. A importância de democratizar o acesso por meio da internet me parece central.

Como fazer isso?

Deveria haver mais apoio público às bibliotecas e elas deveriam se tornar centros eletrônicos de difusão da literatura. Fácil de dizer, difícil de executar. O potencial está lá. Alguém deve assumir a liderança e convencer governos a dedicar mais atenção a isso. Não se trata de uma ideia ingênua. Estamos descobrindo que podem haver consequências econômicas se tivermos maior e melhor acesso a livros e artigos