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quarta-feira, 29 de junho de 2016

O CARRO DE BOI, UMA TRADIÇÃO DA CAMPANHA.

Uma das tradições da Campanha, o Carro de Boi, ainda hoje mantida.

POR QUE ENTRAR NUM CLUBE DE LIVROS?

Por que entrar para um clube do livro?

Marcela Campos
Ler pode ser uma coisa solitária. Não que eu possa negar a delícia que é cobrir o corpo com uma manta quente e, com um livro apoiado nas coxas, viajar por algumas horas. Mas descobrir a possibilidade de compartilhar o que se lê é bastante tentador. Que atire a primeira pedra quem nunca fechou um livro com olhos de interrogação ou línguas quentes para recontarem histórias à sua própria versão. Depois de alguns anos lendo a sós, procuramos companhia.

É claro que já sabia que estes clubes existiam. Aquele filme com Robin Williams e alguma vivência deram conta de apresentar o conceito. Mas clubes de leitura são um tanto quanto intimistas, quase como redutos misteriosos que adentram mundos aos quais não pertencemos. Em alguma hora de nossas vidas a chance bate à porta, e eu é que não fui doida de recusar a primeira chamada.

Boa lábia convenceu um amigo a me acompanhar na leitura de junho. Uma prateleira vazia e – pasmem – uma lista de próximas leituras zerada me permitiram o luxo de engolir o que viesse em mãos. Foi com essa determinação e certa liberdade que caminhamos até a Livraria Zaccara numa quarta à tarde pra comprar Foe.

O livro da vez era do sulafricano J.M. Coetzee, que eu não conhecia, mas já é famoso por obras como Desonra e um prêmio Nobel de Literatura. Tudo certo, tudo promissor… Até eu fechar o livro me perguntando que raios de sentido aquelas palavras todas faziam. E aí eu comecei a me sentir profundamente grata por ter me inscrito num clube do livro.
Ler é hábito

Quem não consegue passar na frente de uma livraria sem conter o comichão entende o que estou dizendo.

É daqueles hábitos que impregnam na pele logo na adolescência, e quando nos damos conta já perdemos o sono e viramos madrugadas. Não é uma questão de treino, mas de se jogar na teia, achar a história que te gruda os olhos, e a partir daí construir o que poderíamos chamar de vício. Descobrir a leitura é como descobrir a sexualidade: fazemos na surdina, aos poucos, tateando com calma, até descarrilhar de uma vez, sem volta.

A maioria das pessoas que lê muito não vai saber te apontar uma razão do porquê de fazer o que faz: necessidade, prazer, aprendizado, tédio, mãos vazias ou simplesmente porque sempre foi assim.

Costumo dizer que é mais fácil quando o hábito vem de casa. É deitar no colo da mãe que corre os olhos por um romance espírita, admirar o pai que lê até panfleto de supermercado e acumula as respostas pras infindáveis perguntas de uma criança de cinco anos. É imitar e querer juntar dois com dois naquele primeiro livrinho inflável, pra usar na banheira, que tem mais imagens do que palavras. É dormir com a voz materna nas orelhas, contando diferentes versões do João e o Pé de Feijão. Ler é emocional.

Mas pode ser que você ainda esteja procurando motivos pra terminar este artigo se você não é nem daqueles que petiscam um livro por ano. Um clube de leitura, afinal, é pra quem devora obras renomadas, dignas de Nobel e atemporalidade, né?

Não. Assim como a gente não nasce gostando de miojo, nem com aquela mania de escovar os dentes sempre da mesma maneira, o hábito de ler pode ser adquirido. Não posso dizer que é fácil, mas eu tenho certeza que todos temos dentro de nós um apego gostoso por histórias outras que não as nossas próprias vidas, e daí pra ler sem parar é um passo.

A dica é descobrir a história que vai te deixar na fissura – fica mais fácil se você já tiver uma ideia de que gêneros te prendem no cinema e nas séries. Depois, prometer a si mesmo que vai passar das cinquenta primeiras páginas. Quando der conta de si, vai fechar seu primeiro livro querendo mais.

Não comece com preocupações intelectuais. Não vá me pegar um Dostoiévski. Corta essa de julgar o livro dos outros no metrô. Comece pelos mais populares, porque se assim o são, é porque há razão para tal. E associar o momento da leitura a situações confortáveis também ajuda.

Depois que o vício tomar conta fica bem mais fácil expandir sua capacidade de apreensão de conteúdo e concentração. Aí vai ser fichinha acabar com os mais longos e encarar assuntos que não seriam seu primeiro interesse, mas podem te surpreender positivamente. Ah, e também os clássicos.

Entrar pra um clube de leitura se você ainda não lê é uma excelente ideia e um ótimo instrumento de pressão. Ter uma meta pode ajudar bastante pra que você avance na leitura obrigatoriamente em determinado tempo – você não vai querer ser o único da roda que não leu. Além disso, os insights que saem nessas conversas ajudam a afiar as capacidades de interpretação de texto e a delícia de viajar na história.

É sempre tempo pra começar, amigo.

O clube do livro preenche buracos

Entre as top dez sensações do mundo está o sentimento de fechar um livro inquieto com as palavras finais. Aquele remelexo de quem se questiona o porquê daquela história ter sido contada, o que esse autor está tentando me dizer ou o que aconteceu com a Maricota que sumiu no capítulo catorze. Tem obra que deixa buracos e a gente não consegue nem saber se gostou ou não gostou, se fez sentido ou não fez e se deu barato ou não deu.

É aí que cada livro é um pouquinho planejado pra que a atividade não seja solitária. A mão que treme pra ligar e marcar um café com o teu amigo que te emprestou essa porcaria inconclusiva encontra acalento num clube do livro.

Lá é o espaço de desabafar e assumir que você não entendeu absolutamente nada, e que ficou completamente possesso com aquele final. É o espaço de ouvir interpretações diferentes e juntar lé com tré, formando um conjunto mais harmonioso e possivelmente surpreendente. É ali que a gente aprende a ver pelos olhos alheios e expande a nossa capacidade de interpretação de texto pra possibilidades nunca antes imaginadas.

Ali aprendemos a ler pessoas – e a nós mesmos

Sentada junto ao pessoal, percebi que cada um lê uma história. Nem de longe um livro é obra de seu autor, senão de cada um que a reconstroi nas suas cabeças. A troca de versões em si é bem interessante, mas melhor ainda é perceber que cada história é em parte constituída pela personalidade de cada leitor.

Os tais buracos que bons autores são capazes de deixar em suas histórias são preenchidos com quaisquer referências de mundo que tenhamos. Assim, projetamos emoções, reações a certezas em cima daqueles personagens, imaginando como devem ter se sentido nas situações propostas e como provavelmente reagiram, mesmo que essas partes não estejam impressas no papel.

Cientes disso e com audições atentas, conseguimos perceber juízos de valor e necessidades emocionais de todos nós, e como estes clubes podem reunir pessoas de diferentes espaços sociais, entender como se forma o nosso mosaico de opiniões tão diversas desse mundo grande.

Um bom clube do livro e um olhar afiado nos forçam a viver fora da nossa bolha.

É um bom lugar pra conhecer gente nova

Se fomos boa gente nos últimos, vejamos, quinze anos, carregamos alguns irmãos de história. Mas é fato que a vida adulta pode tornar o estreitamento das relações mais complicado – em termos diretos, é bem difícil fazer amigos na idade adulta.

Depois de passadas a pelada na rua, a escola, faculdade e quaisquer vínculos diários que te obriguem a amar alguém – trabalho não conta –, conhecer e cultivar relações de intimidade, que permitam conversas interessantes mas também o silêncio confortável, pode ser mais difícil. Frequentar grupos de atividades do seu interesse podem ajudar e muito a estabelecer essas pontes.

Uma reunião do clube pode facilmente se estender pra um jantar, boteco ou vinho – basta alguém propor. Fique amiga daquela pessoa com jeito de topa tudo e sejam as primeiras a propor a esticada: “Eu e a Brenda vamos comer uma pizza depois. Quem vem com a gente?”.

É assim que acabamos chorando de rir às beiras da madrugada ou com o peito cheio e as bochechas altivas depois de uma conversa daquelas que fazem o olho brilhar. Proponha, instigue, convide. Vocês já têm o gosto pela leitura em comum. O assunto vai fluir fácil.

Entregue-se ao luxo de descansar a mente

Mergulhar numa história pode ser quase como apagar memórias ou abafar ruídos. Quando ela te pega pelo pé, não há quem lembre de pagar as contas, cumprir o prazo ou escrever um e-mail. Quando lendo gostosas ficções nas quais os personagens se veem questionando um sem número de problemas, melhor ainda.

Por alguma razão, entrar na vida de outro alguém nos consola. Nos tornamos sujeitos passivos de uma consciência que dorme ao início de cada capítulo, e tudo aquilo que a gente chama de vida se esconde debaixo do tapete.

Precisamos dessa dose de descanso. Se ler a sós já nos enche dessa sensação gostosa, passar boas duas horas trocando impressões sobre uma história com gente que está tão imersa quanto você descansa a alma e pode ser uma delícia.


(Papo de Homem - 22/06/2016)

HEREDITARIEDADE e REENCARNAÇÃO, qual a relação ?

HEREDITARIEDADE e REENCARNAÇÃO, qual a relação ?

O espiritismo de maneira nenhuma descarta a hereditariedade, antes a confirma, mas não é a hereditariedade a causa primária dos distúrbios orgânicos bem como dos transtornos de natureza psicológica e psiquiátrica, porque a carga de natureza genética é, por si mesma, um efeito, porquanto o Espírito, quando se vai reencarnar, ao vincular-se ao espermatozoide encarregado de fecundar o óvulo, imprime no código genético aquilo de que tem necessidade para o processo da evolução e, por isso, cada qual irá reencarnar-se no grupo espiritual, familial de que necessite, a fim de poder desenvolver os caracteres que propiciem a manifestação da enfermidade depuradora do futuro, tais as degenerecências de Alzheimer, de Parkinson, de esclerose múltipla e de outras, encontrando no fator genético os elementos programadores da reencarnação. O mesmo ocorre em relação à saúde, aos valores positivos do bem-estar, da inteligência, da memória e das aptidões artísticas.
(Divaldo Pereira Franco- “Doenças ou Transtornos Espirituais?”- AME-MG, página 124.)

terça-feira, 28 de junho de 2016

O BASQUETE DA CAMPANHA.

Me lembro de todos eles, mas os nomes, só me lembro do Evermundo, Tonico, João Luiz, Custódio, Tataca, Guigui e Nei. Esqueci os nomes de oito. Quem se lembrar, por favor complete a lista.
Esta é uma boa lembrança de quando nossos jovens se interessavam por basquete. Podemos dizer que foi talvez a melhor fase desta modalidade aqui na Campanha.O CEC deveria voltar a prestigiar as várias modalidades de esporte possíveis de serem praticadas aqui. Se for esperar o apoio político, já está provado que não vai dar certo.

AMÉRICO LOBO LEITE PEREIRA. 175 ANOS.

Há 175 anos, nascia na cidade da Campanha MG. um grande brasileiro, AMÉRICO LOBO LEITE PEREIRA.

Américo Lobo Leite Pereira

Américo Lobo Leite Pereira, filho do professor e comendador Joaquim Lobo Leite Pereira e de Ana Leopoldina Lobo Leite Pereira, nasceu a 28 de junho de 1841 na cidade de Campanha (Campanha da Princesa), Sul de Minas Gerais. 

Descendente pelo lado paterno das famílias Lobo Leite Pereira e Coelho Seabra e pelo lado materno das famílias Lopes de Araújo e Toledo Pisa, foi casado com Manoela Urbana de Queiroz Lobo, cujos pais pertenciam às famílias Rezende e Barrios Bueno (o casamento foi realizado em 1864). 

Era irmão do notável engenheiro Francisco Lobo Leite Pereira, antigo comandante da Escola Central (hoje Escola Nacional de Engenharia), (anteriormente Escola Politécnica do Rio de janeiro); de Fernando Lobo Leite Pereira (deputado, senador, antigo Ministro das Relações Exteriores e da Justiça e Negócios Interiores do Governo do Marechal Floriano Peixoto, constituinte de 1891 e vice-presidente do Banco do Brasil em 1895, de que foi posteriormente diretor) e de Joaquim Lobo Leite Pereira, médico, propagandista da República, jornalista, etc. 

Aos 15 anos de idade perdeu seu pai e assume, como primogênito, a chefia da família. Logo, em seguida, falece sua mãe. 

Diz Múcio Leão (Jornal do Brasil de 22.10.1937) “Fernando Lobo, juntamente com seus dois irmãos mais velhos, fez curso secundário no Seminário de São Bento, no Rio de Janeiro”. Entretanto, o Ministro Alfredo Valadão, na sua conferência no Instituto dos Advogados, por ocasião do centenário de nascimento de Américo Lobo, declama “feitas as humanidades na terra natal”. 

O estudo da língua latina, cujo perfeito ensino constituía a base de Athenas Sul-Mineira, abriu sua inteligência lúcida e imaginosa, precocemente revelada, e assim se familiarizou com as Orações de Cícero, as Odes de Horácio, as Bucólicas, as Geórgicas e a Eneida de Virgílio. Américo Lobo segue logo para São Paulo, onde se matricula, afinal, na Faculdade de Direito. Faz um curso brilhante. Bacharelou-se em 13 de dezembro de 1862. Quatro meses depois, nomeado Juiz Municipal e de Órfãos de Pouso Alegre (MG). A 30 de setembro de 1865, removido para o Termo de Rio Pardo. Em 1867, pediu demissão do cargo, empolgado que estava pela política, sendo eleito deputado geral pelo 5º Distrito de sua Província natal, fazendo parte das hostes liberais. Dissolvida a legislatura, voltou para Campanha. Onde instalou sua banca de advogado, transferindo-se em 1870 para a cidade de Leopoldina. 

Abraçando a causa republicana, regressou, sem tardança, à política, fez a propaganda da Republica e da Abolição, com toda a força de sua inteligência e do seu espírito combativo. 

Proclamou a República, por Decreto de fevereiro de 1890, nomeado governador do Estado do Paraná, em substituição do Dr. Uladislau Herculano de Freitas Guimarães, mas por breve período, seis meses. Exonerou-se a 01 de agosto, para candidatar-se à Constituinte, já atritado com o governo central por haver criado barreiras fiscais entre os Estados do Paraná e Santa Catarina. Eleito em 15 de setembro, ainda em 1890, foi senador pelo Estado de Minas Gerais, durante três anos. 

Os Anais do Senado e a conferência do Ministro Alfredo Valladão, falam como cumpriu o seu mandato. A reforma monetária foi dos muitos projetos apresentados por Américo Lobo, pelo qual o nome da nova moeda seria o “cruzeiro” (Souza Costa, que criou o cruzeiro em 1942, não se esqueceu do nome daquele que o idealizou). 

Em Decreto de 15 de outubro de 1894, foi nomeado, e a oito de dezembro tomou posse do cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Pela sua conduta no mais alto Tribunal do país, pelo brilho das sentenças e pelo espírito de justiça, Lúcio de Mendonça comparou-o a Magnaud. 

Américo Lobo, não obstante à sua vida intensa, foi apaixonado cultor das letras. Poeta, escreveu mais de uma centena de poemas e sonetos. Traduziu, em alexandrinos a “Evangelina”, o “Canto de Hiawatha” e os “Poemas da Escravidão” de Longfellow; “Tartufo”, de Molière; “O Corvo”, de E. Poe; algumas bucólicas de Virgílio e outras poesias de autores franceses, ingleses, americanos em latinos. Traduziu também as Decisões Constitucionais de Marshall (Presidente do Supremo Tribunal dos Estados Unidos da América do Norte). 

De Américo Lobo, disse, ainda Lúcio de Mendonça: “A lei, para ele, não podia ter a rigidez fria de uma régua, sim, mas como um raio solar que fere consolando e esclarecendo, como que adotara por lema a sentença SUMMUM JUS, SUMMA INJURIA, ou como quase se traduzia em verso português: Da vingança é congênere a justiça demasiada justa”. 

Em setembro de 1890, Américo Lobo, hábil na retórica, pronunciou em discurso, na cidade de Leopoldina, em frente ao Teatro Alencar, as seguintes palavras antológicas “Minas possui tudo, meus senhores. É de todas as províncias a mais poderosa e a mais rica! Só lhe falta mar. E, creiam, se o mar, além, suspira e geme, é porque está longe de Minas”. 

Tinha cinco filhos: José, advogado, poeta, falecido em 03.12.1921; Estevam Lobo Leite Pereira, advogado, deputado federal, Lente da Escola de Direito de Belo Horizonte, escritor, etc., falecido em 13.09.1908; Maíra Elisa, falecida em 13.07.1956; Américo Lobo Leite Pereira Junior, falecido a 19.07.1943 e Antonio Lobo Leite Pereira, inspetor federal do ensino secundário, advogado, conhecedor profundo da matemática, latim e grego e também sânscrito. 

Faleceu quando ocupava o cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal, na cidade do Rio de Janeiro, no dia 1º de outubro de 1903. Sucedeu-o, interinamente, Joaquim Monteiro de Carvalho e Silva, de 28 de julho a 28 de agosto. 

Biografia: História biográfica da república no Paraná, de David Carneiro e Túlio Vargas, 1994.
Ilustração: Theodoro de Bona e Dulce Ozinski.

NÃO ACABEM COM A CALIGRAFIA!

Não acabem com a caligrafia: escrever à mão desenvolve o cérebro

UOL - 25/06/2016

As crianças que vivem no mundo dos teclados precisam aprender a antiquada caligrafia?

Há uma tendência a descartar a escrita à mão como uma habilidade que não é mais essencial, mesmo que os pesquisadores já tenham alertado para o fato de que aprender a escrever pode ser a chave para, bem, aprender a escrever.

E, além da conexão emocional que os adultos podem sentir com a maneira como aprendemos a escrever, existe um crescente número de pesquisas sobre o que o cérebro que se desenvolve normalmente aprende ao formar letras em uma página, sejam de forma ou cursivas.

Em um artigo publicado este ano no “The Journal of Learning Disabilities”, pesquisadores estudaram como a linguagem oral e escrita se relacionava com a atenção e com o que é chamado de habilidades de “função executiva” (como planejamento) em crianças do quarto ao nono ano, com e sem dificuldades de aprendizagem.

Virginia Berninger, professora de Psicologia Educacional da Universidade de Washington e principal autora do estudo, contou que a evidência dessa e de outras pesquisas sugere que “escrever à mão – formando letras – envolve a mente, e isso pode ajudar as crianças a prestar atenção à linguagem escrita”.

No ano passado, em um artigo no “Journal of Early Childhood Literacy”, Laura Dinehart, professora associada de Educação da Primeira Infância na Universidade Internacional da Flórida, discutiu várias possibilidades de associações entre boa caligrafia e desempenho acadêmico: crianças com boa escrita à mão são capazes de conseguir notas melhores porque seu trabalho é mais agradável para os professores lerem; as que têm dificuldades com a escrita podem achar que uma parte muito grande de sua atenção está sendo consumida pela produção de letras, e assim o conteúdo sofre.
Mas podemos realmente estimular o cérebro das crianças ao ajudá-las a formar letras com suas mãos?

Em uma população de crianças pobres, diz Laura, as que possuíam boa coordenação motora fina antes mesmo do jardim da infância se deram melhor mais tarde na escola.

Ela diz que mais pesquisas são necessárias sobre a escrita nos anos pré-escolares e sobre as maneiras para ajudar crianças pequenas a desenvolver as habilidades que precisam para realizar “tarefas complexas” que exigem coordenação de processos cognitivos, motores e neuromusculares.

As pessoas precisam ver as letras “nos olhos da mente” para produzi-las na página, explica ela. A imagem do cérebro mostra que a ativação dessa região é diferente em crianças que têm problemas com a caligrafia.

Escaneamentos cerebrais funcionais de adultos mostram que uma rede cerebral característica é ativada quando eles leem, incluindo áreas que se relacionam com processos motores. Os cientistas inferiram que o processo cognitivo de ler pode estar conectado com o processo motor de formar letras.

Larin James, professora de Ciências Psicológicas e do Cérebro na Universidade de Indiana, escaneou o cérebro de crianças que ainda não sabiam caligrafia. “Seus cérebros não distinguiam as letras; elas respondiam às letras da mesma forma que respondiam a um triângulo”, conta ela.

Depois que as crianças aprenderam a escrever à mão, os padrões de ativação do cérebro em resposta às letras mostraram mais ativação daquela rede de leitura, incluindo os giros fusiformes, junto com o giro inferior frontal e regiões parietais posteriores do cérebro, que os adultos usam para processar a linguagem escrita – mesmo que as crianças ainda estivessem em um estágio muito inicial na caligrafia.

“As letras que elas produzem são muito bagunçadas e variáveis, e isso na verdade é bom para o modo como as crianças aprendem as coisas. Esse parece ser um dos grandes benefícios da escrita à mão”, conta Larin James.

Especialistas em caligrafia vêm lutando com a questão de se a letra cursiva confere habilidades e benefícios especiais, além dos fornecidos pela letra de forma. Virginia cita um estudo de 2015 que sugere que, começando por volta da quarta série, as habilidades com a letra cursiva ofereciam vantagens tanto na ortografia quanto na composição, talvez porque as linhas que conectam as letras ajudem as crianças a formar palavras.

Para crianças pequenas com desenvolvimento típico, digitar as letras não parece gerar a mesma ativação do cérebro. À medida que as pessoas crescem, claro, a maioria faz a transição para a escrita em teclados. No entanto, como muitos que ensinam na universidade, eu me questiono a respeito do uso de laptops em sala de aula, mais porque me preocupo com o fato de a atenção dos alunos estar vagando do que com promover a caligrafia. Ainda assim, estudos sobre anotações feitas à mão sugerem que “alunos de faculdade que escrevem em teclados estão menos propensos a se lembrar e a saber do conteúdo do que se anotassem à mão”, conta Laura Dinehart.

Virginia diz que a pesquisa sugere que crianças precisam de um treinamento introdutório em letras de forma, depois, mais dois anos de aprendizado e prática de letra cursiva, começando na terceira série, e então a atenção sistemática para a digitação.

Usar um teclado, e especialmente aprender as posições das letras sem olhar para as teclas, diz ela, pode muito bem aproveitar as fibras que se intercomunicam no cérebro, já que, ao contrário da caligrafia, as crianças vão usar as duas mãos para digitar.

Como pediatra, acho que pode ser mais um caso em que deveríamos tomar cuidado para que a atração do mundo digital não leve embora experiências significativas que podem ter impacto real no desenvolvimento rápido do cérebro das crianças.

Dominar a caligrafia, mesmo com letras bagunçadas e tudo, é uma maneira de se apropriar da escrita de maneira profunda.

“Minha pesquisa global se concentra na maneira como o aprendizado e a interação com as palavras feitas com as próprias mãos têm um efeito realmente significativo em nossa cognição”, explica Larin James. “É sobre como a caligrafia muda o funcionamento do cérebro e pode alterar seu desenvolvimento.”

SÍNDROME DO PÂNICO.

SÍNDROME DO PÂNICO, uma verdadeira EPIDEMIA MUNDIAL ! Por quê ? Quais as CAUSAS ?

"A síndrome do pânico à nossa experiência tem como provável causa uma morte traumática na reencarnação próxima passada. Geralmente por suicídio. No livro Memórias de um suicida, Camilo Castelo Branco descreve com rara felicidade os principais sintomas encontrados em tal síndrome. A dificuldade em desvencilhar-se do corpo vital quando de um desencarne abrupto provocado direta ou indiretamente pelo próprio individuo é que ao nosso ver responde por todo cortejo de sensações estranhas que a pessoa sente. De uma maneira geral vários sintomas são confundidos com esta síndrome. Ansiedade, palpitação, mal estar e outros por si só não nos autoriza a dar este diagnostico A sensação de desrealização, despersonalização, medo de enlouquecer ou de morte eminente com a angustia de que ninguém pode ajudar, são para nós os principais sintomas dessa síndrome. Os pacientes em regressão de memória quando acessam estes momentos, nos revelam esses sentimentos. A dificuldade em desencarnar (não de morrer) é que trás esse sofrimento. A morte pode ser de varias maneiras: suicídio, enfarto, guerra, traumas vários, mas é a dificuldade em desvencilhar-se do corpo e ficar preso ao duplo etérico quando o corpo já está morto que é o grande problema. Ao reencarnar, o novo corpo não é capaz de abafar as sensações violentas do passado e por ressonância com vivencias atuais , pode abrir-se uma janela dos passados e essas sensações podem materializarem-se na vida atual. O momento da morte como do nascimento é muito importante para todos nós."

Jaider Rodrigues de Paulo.

Médico. Especialista em psiquiatria, homeopatia e administração hospitalar. Sócio fundador da Associação Médico-espírita de minas Gerais. Psiquiatra e psicoterapeuta do Hospital Espírita André Luiz e do Instituto de Assistência psíquica Renascimento, ambos de Belo Horizonte. Expositor espírita com participação em eventos nacionais e internacionais. É coautor dos livros: “Porque Adoecemos”, “Desafios em Saúde mental”, “Saúde e Espiritismo”, “Depressão uma abordagem médico-espírita” e “ Doenças ou Transtornos Espirituais?”

VER entrevista:http://casadeemmanuel.org.br/entrevista_jaider_rodrigues.html

domingo, 26 de junho de 2016

CAMPANHA, A GRANDE CAMPEÃ DA TAÇA EPTV DE FUTSAL 2016. Fotos da chegada.

A equipe de futsal da Campanha sagrou-se brilhantemente campeã invicta da Taça EPTV de futsal 2016. Além do título de campeã ainda teve o melhor goleiro,Lucas e o artilheiro, Gabriel. 
Numa cidade que o apoio ao esporte não existe, que em qualquer modalidade, depende única e exclusivamente da dedicação de alguns poucos, nossos campeões merecem todo o nosso respeito e admiração, por lutarem contra todas as adversidades e colocarem o nome da nossa Campanha na mídia com uma noticia boa. Gostaria muito de registrar aqui os nomes de todos que fizeram parte dessa vitoriosa jornada, pois vocês merecem ter os seus nomes lembrados para sempre, como vencedores de um grande feito que fizeram, para o esporte da Campanha, sabe Deus como. Agora, cada um de vocês carrega a grande responsabilidade por se tornarem uma referência para os mais jovens. Muito cuidado com as palavras, com as opiniões e com as atitudes atitudes, pois poderão se seguidos.
De parabéns também a torcida campanhense, que sempre acreditou em nossos jogadores e principalmente, nos últimos jogos esteve ao lado da equipe, levando o seu apoio. Para a grande decisão, centenas de torcedores foram até Três Corações levando o seu apoio e os que não puderam ir, tão logo terminou o jogo, se reuniram na Praça Dom Ferrão para receberem toda a comitiva de campeões que chegou já ao anoitecer, recebendo todo o merecido carinho.
 A chegada dos campeões no caminhão do Corpo de Bombeiros.
 A recepção da torcida na Praça Dom Ferrão.
 A volta Olímpica pela cidade culminando na Praça principal.
 Centenas de pessoas aguardavam ansiosamente a chegada da delegação campeã...
 que foi calorosamente recebida pela torcida.
 Nos braços da torcida e de familiares...
 o que não faltou foram muitas fotos, risos e lágrimas de emoção.
Num tablado colocado no centro da praça, os atletas posaram ao lado dos torcedores e familiares. As autoridades? Bem, deixa isso pra lá.
Vale registrar aqui as presenças de dois empresários que apoiaram a equipe, Atílio Cláudio da Só Esportes e Daniel Dorneles da Nova Opção.

JOÃO CARLOS MARTINS. 25/06/2016

O paulistano MAESTRO JOÃO CARLOS MARTINS nasceu em 25 de junho de 1949 e no dia de hoje comemora os seus 76 anos de sucesso e superação.

Conheça o maestro João Carlos Martins e sua história de superação



Com 20 poucos anos, João Carlos Martins era um dos pianistas mais aclamados de todo o mundo, sendo, notoriamente, considerado o melhor interprete de Bach da sua geração. O maestro já havia se apresentado no famosos Carnegie Hall e inaugurou o Glenn Gould Memorial em Toronto, quando se viu privado de realizar o que amava.
Em 1965, Martins vivia em Nova Iorque, quando foi convidado para integrar o time profissional da Portuguesa em um jogo treino realizado no Central Park. Toda felicidade por jogar pelo seu time de coração se transformou em desespero em apenas um segundo. Uma jogada isolada, um lance tido como normal, uma queda aparentemente boba, uma perfuração na altura do cotovelo que atingiu o nervo ulnar.
Esse “pequeno acidente” provocou atrofia em três dedos de sua mão, impossibilitando-o de tocar seu amado piano por um ano inteiro. A recuperação foi longa e complicada, fazendo com que o maestro tocasse com dificuldade até os 30 anos. Mas esse, foi apenas um dos percalços que que João Carlos teve que superar em toda sua vida.

Salvo pelo piano

O que é a música para você? Para uma criança de cinco anos, a música foi a sua salvação. João Carlos Martins foi submetido a uma cirurgia de retirada de um tumor benigno do pescoço, quando tinha apenas cinco anos. Uma operação malsucedida o deixou com uma fístula na pele por onde vazava o alimento sempre que comia.
Essa foi uma época difícil e que o tornou um garoto complexado. Ao perceber o seu comportamento o pai do garoto o presenteou com um piano. O primeiro professor foi seu pai, cujo principal ensinamento foi: “Nós vamos perseguir o sonho de você se curar e você ficará curado”. Aos 8 anos, João Carlos Martins passou pela segunda cirurgia e ficou bom, ganhou mais confiança e se dedicou ainda mais ao piano, onde se sagrou como um dos maiores virtuosos.

Sempre lutando e vencendo

Depois do acidente no Central Park, João Carlos Martins voltou ao Brasil, onde começou uma carreira como empresário de música e boxe. Após longos períodos de fisioterapia, o maestro voltou aos palcos e, mesmo com a dificuldade, as críticas eras as melhores possíveis. No entanto, novamente foi impossibilitado de tocar o piano devido à distúrbios osteomusculares relacionados aos trabalhos (Dort).
Mesmo com mais uma adversidade, o nosso herói não desistiu de sua carreira, fez diversas adaptações e voltou a tocar em 1979. Mesmo nesse período de adaptação, até 1885, realizou 10 gravações de Bach, conseguindo gravar posteriormente praticamente todas do famoso compositor alemão.

Nunca é tarde para recomeçar

Em 1995, mais uma vez João Carlos Martins foi derrubado pelo destino e mais uma vez se recusou a ficar no chão. Durante um assalto na cidade de Sófia na Bulgária, o maestro foi golpeado na cabeça com uma barra de ferro. A pancada comprometeu seriamente o seu braço direito. Depois de alguns processos cirúrgicos, e o álbum último com as duas mãos, foi necessário cortar a ligação entre o cérebro e o membro, comprometendo seus movimentos para sempre.
O que foi que o feito pelo maestro depois disso? Gravou o álbum “Só para Mão Esquerda”. Todas as composições contidas nele foram de Paul Wittgenstein, que perdeu o mesmo membro na Segunda Guerra Mundial. Sua ideia era gravar 8 álbuns com essa temática, porém, foi descoberto um tumor em sua mão esquerda.
Aos 63 anos, ouviu do seu médico que nunca mais tocaria piano. Nesse momento, morre um pianista e nasce um maestro. No dia seguinte, João Carlos se inscreveu em aula de regência e se apresentou em Paris e Londres, formou a orquestra Bachiana Filarmônica, trabalhou com jovens carentes dos bairros da periferia de São Paulo, sempre se lembrando do que seu pai dizia: “Persiga seu sonho que um dia ele virá atrás de você”.

Moral da história de João Carlos Martins

Esta história de superação nos mostra que ele não se entregou na primeira dificuldade que a vida lhe impôs, e muito menos na última e continuou lutando até hoje. Um exemplo de vida, automotivação e superação.
E o que nós podemos aprender com esta história? Nossa vida é composta por desafios e tomadas de decisões, que podem nos levar ao sucesso ou ao fracasso. É preciso entender que esses desafios vêm para o bem, e não é possível crescer sem enfrentar as intempéries que a vida nos impõe. Foram justamente por todos esses obstáculos que surgiram na vida do Maestro João Carlos Martins, que ele hoje, é um exemplo uma inspiração para todos nós.
Para cada dificuldade que surge na vida, é preciso saber ver o lado positivo, tirar o aprendizado e seguir em frente. Não se pode perder a esperança ou deixar de sonhar. Se você se vê dentro dessa realidade de querer se superar, alcançar seus objetivos, metas, definir estratégias para realizar seus sonhos, o Coaching é uma metodologia que poderá te auxiliar neste caminho.
Faça Coaching e potencialize seus sonhos.

COMEMOS para VIVER e NÃO VIVEMOS para COMER ! Busque sempre o EQUILÍBRIO em sua VIDA...

COMEMOS para VIVER e NÃO VIVEMOS para COMER ! Busque sempre o EQUILÍBRIO em sua VIDA...

1 – Sou a porta de sua sustentação.
Conserve-me limpo. 

2 – Posso trabalhar com segurança.
Não me incline à desordem.

3 – Muita vez clama você contra a carestia.
E despende somas consideráveis para desajustar-me as funções e conturbar-me os serviços.

4 – Não me encha de excessos.
Carregando peso desnecessário, é possível venhamos a cair hoje mesmo.

5 – Não me faça depósito de condimento demasiado.
Obedecendo às leis orgânicas, transmitirei ao seu próprio sangue os venenos que você me impuser.

6 – Não me dê bebidas alcoólicas.
Se você fizer isso, não garantirei sua própria cabeça.

7 – Rogo a você afastar-me de todo entorpecente, a não ser por ocasião de tratamentos excepcionais.
Pequena drágea para repouso inconveniente pode, em verdade, aproximar-nos da morte.

8 – Não desejo e nem posso alimentar-me exclusivamente com recursos celestes.
Peço apenas a você discernimento e equilíbrio.

9 – Governe-me contra as sugestões da mesa festiva, mesmo nos mais simples prazeres familiares.
Tenho comigo a chave de sua própria harmonia.

10 – Não me diga que morrerá de fome porque não disponha de mesa lauta.
Por amor de Deus, não olvide que a maior parte das enfermidades vem do prato abundante e que nós não vivemos para comer, mas comemos simplesmente para viver.

André Luiz
O Espírito da Verdade - Chico Xavier e Waldo Vieira por Espíritos Diversos

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A SITUAÇÃO DA NOSSA CIDADE.

 Campanha, a mais antiga cidade do Sul de Minas, bem que merece muito mais atenção por parte de seus administradores, do que vem acontecendo. As nossas históricas ruas que ainda preservam algumas casas mais antigas, deveriam ser melhor preservadas e mais respeitadas. O calçamento de todas está em estado precário. No trânsito, em muitas delas faltam placas sinalizando se veículos longos podem passar por ali. Nestas fotos tiradas nesta semana por Ana Maria Amarante, vejam o sufoco que o motorista passa para transitar por aqui e observem uma das consequências desta omissão das autoridades, as casas vão tendo suas paredes trincadas, devido aos peso dos veículos de grande porte que transitam pelas nossas velhas e apertadas ruas.
Estamos num ano eleitoral, vamos ver se os candidatos que se apresentarem postulando ocuparem os cargos de Governantes da nossa cidade, o façam pensando no melhor para a cidade e não atrativo salário.
Vamos ver se ao menos um candidato, apresenta uma coisa inédita, um projeto de governo e cumpra, coisa que nunca aconteceu aqui.  

24 DE JUNHO DE 2016.


João Batista, o primo de Jesus
O nascimento de João Batista é cercado de episódios reveladores da especialidade daquele que seria o precursor do Messias. Sua mãe, Isabel, já avançada em idade era considerada estéril; seu pai, também entrado em anos, era sacerdote e duvidou da mensagem do anjo que anunciava a gravidez da esposa e, por duvidar, ficou mudo até o nascimento do menino. Por fim, o nome dado à criança surpreendeu a todos, por ser um nome não usual na família, mas Zacarias insiste no mesmo e, assim, volta a falar.
Ainda no ventre da mãe, João reconhece a presença do Menino quando Isabel recebe a visita de Maria. Desde sempre os destinos dos dois meninos estarão ligados: o batista e o cordeiro de Deus, primos, companheiros de uma mesma missão.
Os evangelhos nos narram o episódio do Batismo de Jesus como o primeiro encontro de Jesus de Nazaré com João Batista, quando ambos já estão em idade adulta. Certamente, porém, não era o primeiro encontro entre aqueles que eram primos. Ambos foram gerados a partir da revelação da possibilidade diante do impossível: um, filho de uma virgem; outro, de uma que já se considerava estéril. 

O primeiro encontro, ainda no útero materno, foi um transbordamento de alegria e louvor. Suas mães eram portadoras de um mistério e, cúmplices, fizeram de seus corpos instrumentos da revelação de Deus à humanidade. A gestação de ambas seguiu um ritmo paralelo, próximo. Juntas, foram descobrindo, aos poucos, a grandeza da maternidade, a entrega de suas vidas ao Senhor. Maria, já portadora do Filho de Deus, foi visitar sua prima Isabel e, conta a história, a serviu durante sua gravidez. Manifestava-se na Mãe, o serviço do Filho aos homens e mulheres. Isabel, portadora do Precursor, no primeiro momento daquele reencontro entre as duas primas, anunciou - como mais tarde seu filho o faria - que naquela jovem que chegava estava sendo gerado o Messias: "Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre!" (Lc 1, 42).

Certamente outros encontros familiares se seguiram àquele primeiro. Brincadeiras de infância, cerimônias, descobertas... Anos se passaram até que nas águas do rio Jordão os primos voltaram a se encontrar. O homem João, após longo período de isolamento no deserto onde vivia uma vida penitências e oração, seguia sua vocação de profeta, e anunciava que o Messias viria. Batizava nas águas do rio, simbolizando desde já o caminho para o encontro da humanidade com Deus: conversão - misericórdia - amor - serviço. O homem Jesus que chegou às margens do rio queria ser batizado por João porque estava prestes a abraçar aquele mesmo caminho que o primo anunciava. E, cúmplices do Mistério como suas mães, vêem o céu se abrir e o Espírito do Senhor se manifestar na forma de uma pomba e escutam o próprio Deus falar: "Tu és meu Filho amado, em ti está o meu agrado" (Mc 1, 11).

Água e Espírito se apresentam como sinais de conversão. Um lava, o outro restaura. A água tem sua natureza ligada à geração e à manutenção da vida humana. Simboliza a purificação, o renascimento. O Espírito salva, redime, fortalece, torna divino o que é humano. João batizava com a água. Era o batismo simbólico do Precursor, cuja liturgia até hoje celebramos. Dizia que depois dele viria um outro - Jesus - que nos batizaria no Espírito. Era o anúncio do maior dos profetas, de que a salvação era chegada através do Espírito de Deus manifestado em Jesus Cristo, que revelaria com sua vida o caminho para Deus: conversão - misericórdia - amor - serviço. O mesmo caminho anunciado por João Batista. Era Deus revelado àqueles homens que a própria vida uniu por laços familiares e por ideais. 

Que possamos também nós seguir este caminho que João Batista e Jesus de Nazaré nos anunciaram. Só assim, estaremos vivendo em plenitude nossa condição de batizados e batizadas, membros do povo de Deus.
Texto para oração: Lc 1, 57-66.80
por Gilda Carvalho
gilda@dctch.puc-rio.br


Há 128 era inaugurada a velha Basílica de Aparecida, SP

Proponha-se uma MUDANÇA ! É hora de MUDAR...

Proponha-se uma MUDANÇA ! É hora de MUDAR...

Dizem que a vida é feita de ciclos, todos com início e fim. Deveríamos nos tornar melhores seres humanos a cada ciclo vivido, mas muitas vezes isto não acontece, pois não nos parece simples.
Mudar é tornar situações, pensamentos, modos de olhar, agir, viver diferentes.
Muitos deixam de traçar novas metas, sonhar novos planos, realizar novos sonhos, pois têm medo de mudar. São receosos em seguir em frente ou mesmo fazer diferente, deixar uma situação cômoda para buscar novos desafios no campo profissional, pessoal, social, ambiental.
Mudar exige cortes, mas a compensação destes cortes vale a pena, visto que, estas mudanças serão tomadas para uma vida mais consciente. Isto não significa desvalorizar o que foi vivido ou esquecer valores adquiridos em outros momentos.
Amadurecer questões inacabadas dentro de nós, acertar arestas, arrancar mágoas é como arrancar um cigarro de um viciado há vários anos: difícil, porém estaremos arrancando o mal pela raiz. A cicatriz permanece, mas ainda assim é uma cicatriz, não uma ferida aberta. Tentar, ao máximo , deletar antigos pensamentos que trazem dor e preservar aqueles que são exemplos de bondade.
O primeiro passo para mudar é saber que não se muda alguém. Muda-se a si mesmo.
A parábola a seguir adaptada do livro “O Vendedor de Sonhos – O Chamado” – Augusto Cury, mostra-nos que, as vezes, precisamos apenas seguir a nossa essência para conseguir seguir em frente.
Duas lagartas teceram cada uma seu casulo. Naquele ambiente protegido foram transformadas em belíssimas borboletas. Quando estavam prestes a sair e voarem livremente, vieram as ponderações.
Uma borboleta, sentindo-se frágil, pensou consigo: “A vida lá fora tem muitos perigos. Poderei ser comida por um pássaro. Mesmo se um predador não me atacar, poderei sofrer com tempestades. Um raio poderá me atingir. As chuvas poderão colar minhas asas, levando-me a tombar no chão. Além disto, a primavera está acabando, e se faltar o néctar? Quem irá me socorrer?”
Os riscos de fato eram muitos, e a pequena borboleta tinha suas razões. Amedrontada resolveu não partir. Ficou no seu protegido casulo, mas como não tinha mais como sobreviver, morreu desnutrida, desidratada e, pior ainda, enclausurada pelo mundo que tecera.
A outra borboleta também ficou apreensiva; tinha medo do mundo lá fora, sabia que muitas borboletas não duravam mais que um dia fora do casulo, mas amou a liberdade mais do que os acidentes que viriam. E assim, partiu. Voou em direção a todos os perigos. Não para enfrentá-los, porém preferiu ser uma caminhante em busca da única coisa que determinava sua essência.
Chico Xavier - "Um Homem chamado Amor"
COMUNIDADE ESPÍRITA IRMÃO JOSÉ
EU AMO VER OS AMIGOS SORRINDO

por Miriam Gaeski

ESCRITOR RECEBE US$ 1 MIL PARA ESCREVER LIVRO SOBRE SUA CADELA.


Escritor recebe US$ 1 mi para escrever livro sobre sua cadela

Inês Esparteiro Araújo - Notícias ao Minuto - 01/06/2016

Steven Rowley conseguiu um acordo de 1 milhão de dólares, cerca de 890 mil euros, para contar a história verídica da sua cadela Lily, que morreu com cancro.

O livro ‘Lily and the Octopus’ foi escrito em apenas 100 dias e pertence à editora Simon and Schauster.

Lily foi adotada por Steven quando tinha apenas 12 meses e viveu durante 12 anos até lhe ser diagnosticado o tumor. “Ele começou a ver o tumor como um polvo depois de ela morrer e o livro é sobre conseguir ultrapassar as coisas e ser-se capaz de seguir em frente”, escreve o Telegraph.

Rowley, que se mudou de para Los Angeles, sempre quis ser um escritor mas nunca o conseguiu, até começar a escrever sobre o seu cão.

“O livro já é um grande sucesso. Está à venda em 14 países e a editora está neste momento a ver se faz um filme com a história”.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

CAMPANHA NA DECISÃO DO FUTSAL DA EPTV 2016.

Esta é a equipe de futsal da Campanha, que no próximo sábado estará disputando contra Andradas, o título de campeã da EPTV de 2016. A decisão será em Três Corações a partir das 14:00.

COMO SE COMPORTAR EM VELÓRIO?

PERANTE A DESENCARNAÇÃO, como se COMPORTAR em VELÓRIOS ?


Resignar-se ante a desencarnação inesperada do parente ou do amigo, vendo nisso a manifestação da Sábia Vontade que nos comanda os destinos.

Maior resignação, maior prova de confiança e entendimento.

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Dispensar aparatos, pompas e encenações nos funerais de pessoas pelas qais se responsabilize, abolir o uso de velas e coroas, crepes e imagens, e conferir ao cadáver o tempo preciso de preparação para o enterramento ou a cremação.

Nem todo Espírito se desliga prontamente do corpo.

Emitir para os companheiros desencarnados, sem exceção, pensamentos de respeito, paz e carinho, seja qual for a sua condição.

A Caridade é dever para todo clima.

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Proceder corretamente nos velórios, calando anedotário e galhofa em torno da pessoa desencarnada, tanto quanto cochichos impróprios ao pé do corpo inerte.

O companheiro recem-desencarnado pede, sem palavras, a caridade da prece ou do silêncio que o ajudem a refazer-se.

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Desterrar de si quaisquer conversações ociosas, tratos comerciais ou comentários impróprios nos enterros a que comparecer.

A solenidade mortuária é ato de respeito e dignidade humana.

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Transformar o culto da saudade, comumente expresso no oferecimento de coroas e flores, em donativos às instituições assistenciais, sem espírito sectário, fazendo o mesmo nas comemorações e homenagens a desencarnados, sejam elas pessoais ou gerais.

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A saudade somente constrói quando associada ao labor do bem.

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Ajuizar detidametne as questões referentes a testamentos, resoluções e votos, antes da desencarnação, para não experimentar choques prováveis, ante inesperadas incompreensões de parentes e companheiros.

O corpo que morre não se refaz.

Aproveitar a oportunidade do sepultamento para orar, ou discorrer sem afetação, quando chamado a isso, sobre a imortalidade da alma e sobre o valor da existência humana.

A morte exprime realidade quase totalmente incompreendida na Terra.

"Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte." - Jesus - (João, 8:15).

André Luiz.

MENINA ACHA LIVRO EM ESTAÇÃO, APRENDE IDIOMA E ENCONTRA DONO APÓS 24 ANOS.

Menina acha livro em estação, aprende idioma e encontra dono após 24 anos

G1 - 05/06/2016


Foi por acaso que Tatiana Loureiro, de Barretos (SP), decidiu aprender espanhol. Quando tinha apenas 8 anos, encontrou um material didático sobre o idioma deixado em uma estação de trem de sua cidade, fato que a fez descobrir suas ligações familiares com a Espanha e, anos mais tarde, a inspirou a se tornar professora da língua de Cervantes.
Coincidência maior foi quando a docente, que atua de maneira voluntária em um projeto educacional voltado à terceira idade no interior de São Paulo, recentemente conheceu o antigo dono do livro tão importante em sua vida.
Ao contar como foi seu primeiro contato com o idioma para alunas da Universidade Aberta à Terceira Idade, do Unifeb, a professora de 32 anos leu um recado escrito no "Manual de Español" (Idel Becker, 1957), que despertou a atenção de uma das estudantes, colega de escola do primeiro detentor do livro, que em sua época doou o livro a outra pessoa após o término do ano letivo.
A mensagem caligrafada em uma das páginas amarelas fazia referência a um homem chamado Carlos Henrique Augusto, "do primeiro científico" [o equivalente ao primeiro ano do ensino médio], o que mais tarde se descobriu ser um morador de Barretos.
"Eu me dei conta da importância do recado quando apresentei na sala a minha história e as alunas ficaram interessadas. Quando viram o nome no livro e uma delas descobriu que era de um conterrâneo aí sim vi o quanto essa mensagem foi importante para hoje achar o dono do livro", afirma Tatiana.
'Paixão à primeira vista'
Hoje advogada, professora universitária e voluntária na docência do espanhol para a terceira idade, Tatiana conta que, quando era criança, tinha o costume de passar pela linha férrea quando ia visitar seu tio.
Em uma dessas caminhadas, encontrou uma pilha de livros abandonados. Um deles, com palavras diferentes das que já tinha se habituado a ler, despertou sua curiosidade. A então menina de 8 anos levou consigo o "Manual de Español", de 1957, já com páginas amarelas.
"Foi paixão a primeira vista. Eu abri o livro, vi aquelas palavras que não conhecia e fiquei muito interessada", lembra.
Em casa, descobriu através do livro que, antes do achado, já tinha uma ligação familiar com a Espanha. "Quando cheguei em casa e mostrei o livro pra minha mãe ela disse: nossa, o seu bisavô era espanhol, de Astúrias [principado no norte da Espanha]. Talvez isso também tenha me levado a querer entrar mais a fundo no idioma", conta.
De família humilde, Tatiana esperou até os 14 anos para saciar a sua sede de conhecimento com aulas de espanhol. De aluna, passou a professora quatro anos depois. "Acredito que ele [o livro] tenha sido o início de minha formação e o fato de querer ser professora também, foi ele que me fez querer ter essa vontade."
Encontro inesperado
Vinte e quatro anos se passaram desde o achado na linha férrea, que deu lugar a uma rua em Barretos. A advogada Tatiana passou a ensinar espanhol esporadicamente, através do projeto voluntário voltado à terceira idade em Barretos. Em uma dessas aulas, veio à tona a coincidência sobre o livro e o antigo dono, bem como a chance de voltar ao passado.
Contatado pela funcionária pública Conceição Aparecida Ribeiro Borges, uma das alunas de Tatiana, o aposentado Carlos Henrique Augusto foi convidado a reencontrar o livro 59 anos depois e se deparar com o efeito que ele provocou.
"Eu levei um susto, porque eu jamais imaginava que ainda poderia existir alguma coisa de meu tempo de escola que tivesse alguma referência e que tivesse servido para alguma coisa", relata.
Augusto explica que não sabe como o livro foi parar na linha férrea, sobretudo porque, em sua época de escola, mantinha o hábito de repassar os materiais didáticos usados para estudantes mais novos.
O aposentado ficou tão feliz com a redescoberta que fez questão de confeccionar uma capa especial para o emblemático manual antes de devolvê-lo a Tatiana. Nele, inscreveu a palavra "inspiração", simbolizando o que aquele objeto representa.
Quem testemunhou a história ficou surpreso e emocionado. Aluna de Tatiana, a aposentada Norma Abdala Tomé Arienti define o que viu como uma história de amor. "Aos 84 anos, eu já vi muitas coincidências, mas igual a essa, de tanta sabedoria, foi a primeira. Fico muito feliz e grata", diz.
Para a advogada de Barretos, a forma como o livro chegou às suas mãos e o resultado que isso causou deixaram para ela uma lição. Uma mínima ação, por mais despretensiosa que seja, pode mudar a vida de outra pessoa. "Muitas vezes as nossas atitudes acabam influenciando as pessoas de forma direta e indireta", define.
Assista ao vídeo da reportagem neste
link.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

22 DE JUNHO DE 2016.Dr. Sérgio- Sr. Paulino e Barbosa Rodrigues

JOÃO BARBOSA RODRIGUES natural da cidade de São Gonçalo do Sapucaí MG tendo nascido ao 22 de junho de 1842 e falecido na cidade do Rio de Janeiro  em 06 de março de 1909.  Foi um engenheiro naturalista 
e botânico. Foi criado na cidade da Campanha MG .Foi criado na cidade da Campanha MG, onde estudou até aos 16 anos de idade quando mudou-se para a cidade do Rio de Janeiro com toda a sua família.  Primeiramente dedicou-se ao comércio, mas sempre mostrou-se interessado em ciência naturais, colecionando insetos e plantas. Tornou-se professor de desenho e especializou-se em botânica, sob a orientação de Francisco Freire Alemão. 

Esteve na Amazônia em uma missão científica do governo imperial (1872-1875).  Anos mais tarde organizou e dirigiu, em Manaus, Jardim Botânico, inaugurado em 1883 sob o patrocínio da Princesa ,Isabel e extinto após a Proclamação da República.
Em 1880  tornou-se diretor do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o qual dirigiu até sua morte. Publicou uma obra de vasta extensão e uma de suas mais importantes contribuições foi seu trabalho sobre orquídeas, em três volumes, "Genera et species orchidearum novarum" (1877/1881). Deixou ainda uma "Iconografia das Orquídeas".
Em estadia em Minas Gerais, se destacou como engenheiro  na construção da igreja matriz de Alfenas,  que teve sua pedra fundamental lançada a 06 de agosto de 1876, sendo inaugurada a 30 de setembro de 1883. 
Sua herma no Jardim Botânico é obra do escultor Olinto de Matos. No centenário de seu nascimento o botânico foi homenageado com o Museu Botânico Dr. João Barbosa Rodrigues em São Paulo.


PAULINO DE ARAÚJO FERREIRA LOPES

22.06.1891 – 11.12.1971

PAULINO DE ARAÚJO FERREIRA LOPES - Fotógrafo. Natural da Campanha-MG. Filho do Capitão Eulálio da Veiga Ferreira Lopes e de Clara de Araújo Ferreira Lopes, estudou no Colégio São Luiz, dirigido por Jesuítas em Itu, Estado de São Paulo.

No início do século XX, Paulino aprendeu a arte da fotografia com o francês Etienne Farnier. Presume-se que seus primeiros trabalhos profissionais ocorreram a partir de 1907, sendo desconhecido o início exato de suas atividades como fotógrafo. Paulino, quando jovem, atuou também em cidades da região.

Em 1912, casou-se com Guiomar Gomes de Mello, natural de Passos/MG. O casal teve sete filhos: Lourdes, José Augusto, Celina, Célia, Hercília, Terezinha e Paulo. O ateliê fotográfico – Foto Araújo – sempre funcionou anexo à residência possibilitando o convívio diário com a prática da fotografia, o que levou os filhos a atuarem como auxiliares do pai, possuindo funções distintas (José Augusto – fotógrafo; Célia – impressão de fotos por contato, em geral 3x4 e filmes de amadores; Celina – ampliação e colorização de fotos; Terezinha – atendimento de clientes e retoque de chapas e negativos; Paulo – fotógrafo, revelação de “slides” e filmes e ampliações em grande formato).

Paulino teve suas fotografias publicadas em diversos jornais campanhenses e na revista “Alvorada” (agosto/1928 a dezembro/1930), dirigida pelo Dr. Borges Neto.

Reconhecido na arte de fotografar, suas imagens eram trabalhadas levando em conta o manejo de luzes e sombras, a escolha do horário ideal para o registro fotográfico e o cuidado com o retoque nos portraits.

Paralelamente ao seu trabalho profissional em fotografia, Paulino atuou como Juiz de Paz por alguns anos e foi tesoureiro da Santa Casa de Misericórdia da Campanha durante a presidência do Dr. Serafim Maria Paiva de Vilhena.

Sempre foi um homem muito tranquilo, bom papo, bom ouvinte, e o que ouvia, morria ali. Tanto que conseguiu ser amigo dos militantes da União Democrática Nacional (UDN) e do Partido Social Democrata (PSD), sem problema algum. Sua casa era uma sala de visitas. Quase todas as noites ele recebia amigos. E era aquele papo gostoso das 19h até por volta das 22h, terminando, é claro, com um delicioso café com os quitutes da Dona Guiomar. Paulino era caseiro, avesso a festas, mas também muito liberal, já que sua esposa era festeira e não perdia um baile, sempre acompanhada de suas filhas.

Atualmente o seu acervo fotográfico integra o Centro de Memória Cultural do Sul de Minas ligado à Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG – Campus Campanha), servindo de base para pesquisas acadêmicas.

No ano de 2012 seu nome foi inserido no Dicionário Histórico-Biográfico dos fotógrafos e da fotografia no Brasil, organizado pelo Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense, com foco na consolidação de informações sobre a fotografia no Brasil do século XX.

“A fotografia em Campanha: Paulino Araújo entre retratos e vistas constituindo memórias (1907 – 1970)” foi o tema da dissertação de mestrado de Raquel de Fátima dos Reis, defendida na Universidade Federal Fluminense sob orientação da Profª. Drª. Ana Maria Mauad, no ano de 2013.

Dr. Sérgio de Almeida Oliveira.ocupa a cadeira 83 da Academia de Medicina de São Paulo, da qual é fundador.
Iniciou seus estudos em sua cidade natal na Escola Estadual Zoroastro de Oliveira. Os dados abaixo da da Academia de Medicina de São Paulo.

Academia de Medicina de São Paulo Fundada em 7 de março de 1895 www.academiamedicinasaopaulo.org.br titular da disciplina de cirurgia torácica e cardiovascular (2000-2005). Em 2006 recebeu o título de professor emérito da FMUSP. Sérgio Almeida de Oliveira foi também diretor científico do Instituto do Coração do HC-FMUSP (2000-2005) e é cirurgião cardiovascular nos hospitais Beneficência Portuguesa, Albert Einstein e Sírio-Libanês. Assim se resume seu vasto curriculum vitae: Teve 622 trabalhos apresentados em congressos no Brasil e 210 no exterior; proferiu 379 conferências e palestras no Brasil e outras 137 no exterior; possui 325 artigos publicados no Brasil e 118 no exterior; escreveu 89 capítulos em livros editados no Brasil e cinco outros no exterior; e editou seis livros. Sérgio Almeida de Oliveira é membro das seguintes entidades: Associação Paulista de Medicina (APM, 1967); Associação Médica Brasileira (AMB, 1967); Sociedade Brasileira de Cardiologia (titular, 1973); Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp – membro fundador, 1976); American College of Surgeons (Estados Unidos da América – EUA, fellow, 1976); Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (membro fundador e titular, 1981); Academia de Medicina de São Paulo3 (1982); Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (membro fundador, 1986); International College of Surgeons (EUA, 1988); International Society of Cardiothoracic Surgeons (Japão, 1992); International Society for Minimally Invasive Cardiac Surgery, (EUA, 1998); e American Association for Thoracic Surgery (EUA, 2002). Sérgio Almeida de Oliveira é professor Ad Honoris da Facultad de Medicina Universidad de La Republica (Uruguai, 1985) e membro honorário e correspondente de inúmeras sociedades de cardiologia e de cirurgia cardíaca de países latinoamericanos. Foi o primeiro presidente da Sociedad Latinoamericana de Cirugia Cardiovascular y Toracica (SLCCT), fundada em Miami (EUA), em fevereiro de 2004.