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terça-feira, 31 de maio de 2016

ALUNOS DO GINÁSIO SÃO JOÃO EM 1964.

Um jantar de confraternização no Ginásio São João. Toninho Cafezá, Daniel Lefol, Irmão Lúcio(Liberato), Irmão Guilherme Cintra, Mozart Fonseca, Fimas Fonseca, Lúcio Serrano e Nílson Ferreira. O garçom é o João Ferrugem.


segunda-feira, 30 de maio de 2016

A LEITURA DAS CRIANÇAS NA MISSA.

Ontem pela manhã aconteceram duas solenidades de Primeira Comunhão nas Igrejas de São Sebastião e na Catedral de Santo Antônio.
Nas fotos acima as pré adolescentes chamaram a atenção na missa de São Sebastião pela leitura perfeita do evangelho. O mesmo aconteceu com as crianças que fizeram a leitura na Catedral. A leitura de todos eles foi impecável, pareciam gente grande. Se o entendimento da mensagem, foi no mesmo nível, estão todos de parabéns, extensivos aos pais, professoras e catequistas.

COMO CUIDAR DA SUA SAÚDE ESPIRITUAL?

Como CUIDAR da sua SAÚDE ESPIRITUAL ?

"Estudos comprovam que a prática espiritual pode interferir, sim, no quadro clínico. Para viver ainda melhor, aprenda a cuidar da sua saúde espiritual
De acordo com um estudo do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, as pessoas que preservam algum tipo de religiosidade vivem, em média, 29% mais. Os médicos observaram melhoras em casos de depressão, stress, doenças do coração, pressão alta, infertilidade e até de diversos tipos de câncer.
Ciência e medicina por muito tempo ignoraram esse tipo de evidência. Mas, devagar, os conceitos arraigados começam a ser revistos. Multiplicam-se livros sobre o assunto, como Milagres Que a Medicina Não Contou, do cardiologista Roque Marcos Savioli, e surgem trabalhos em instituições tradicionais, como o Hospital das Clínicas, também da capital, onde funciona o Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos (Neper). 
“Não dá para continuar com a visão de que um curador soluciona um problema sem levar nada mais em conta além do físico”, diz a psicóloga Maria Rosa Spinelli. “Precisamos de cuidadores que enxerguem o indivíduo como um todo.” De acordo com essa perspectiva, a atitude do paciente é decisiva. “Para um tratamento dar resultado, é necessário acreditar: a ffaz a pessoa persistir e se movimentar ao encontro da cura.”
Cuide do espírito e… da saúde
· Leve a sério a própria intuição
Assim, você se coloca em contato com suas sensações mais sutis.
· Dedique-se a rituais como reza e meditação
Em pacientes com hipertensão, a reza faz a pressão cair em 50% dos casos. Está comprovado que a repetição do mantra desacelera o coração, diminui a pressão sanguínea e a freqüência respiratória – efeitos semelhantes aos das orações.
· Procure se conectar com o mundo
Andar no parque ou nadar pode ter uma dimensão maior do que a de praticar um simples exercício, fazendo a gente entrar em contato com as forças da natureza e nos enchendo de energia vital.
· Seja otimista
Em doenças crônicas, quando as pessoas conseguem focar o lado positivo da vida, o resultado é evidente. Para manter essa disposição, experimente praticar exercícios de visualização: antes de sair da cama, feche os olhos e pense numa razão que a faz se sentir feliz em estar viva. Com o tempo, se torna um hábito e ajuda a manter o equilíbrio."
O Despertar de uma Alma

domingo, 29 de maio de 2016

AMANHÃ, 20 ANOS DE UMA TRAJÉDIA QUE PARECE NÃO IMPORTAR.


O magestoso prédio do Solar dos Ferreira que, no passado foi sede da capital de Minas do Sul, Escola Normal, Prefeitura Municipal,...
amanhã fazem 20 anos que virou isto.
Hoje só restaram as ruínas e a passividade do povo campanhense, que aceita tudo como se nada disso lhes pertencesse. 
O antigo prédio pertencia a Prefeitura Municipal da Campanha e foi doado para a Fundação matenedora da FAFI-SION que precisava ter um bem para viabilizar o sonho de termos a nossa Faculdade. Na ocasião, foi feito um comodato entre a Fundação e a Prefeitura, autorizando-a a usar o prédio exclusivamente para a Prefeitura Municipal da Campanha.
A história é longa, mas dai para frente nada mais aconteceu. Nada ficou apurado, ninguém foi responsabilizado por coisa alguma e pelo visto, o cenário atual ainda vai permanecer por muitos anos.

O QUE VAI ACONTECER AQUI? PREFEITURA DA CAMPANHA, UM VERGONHA SÓ!

Alguém é capaz de adivinhar, o que vai acontecer aqui a qualquer momento?
Aqui, como em muitas outras ruas da cidade, os buracos vão acontecendo e ninguém da prefeitura toma providência. 

A SÍNDROME DA VÍTIMA.

Sindrome da Vitima - A INCAPACIDADE DE ACEITAR O MUNDO COMO ELE É...

"Todo o comportamento humano decorre da concepção que nós temos da realidade e nessa realidade existem dois pólos bastante distintos: aquilo que nós somos e aquilo que nos cerca.

Nossa postura na vida depende do modo como estabelecemos essa relação: a relação entre nós e os outros, entre nós e os membros da nossa família, entre nós e outros membros da sociedade, entre nós e as coisas, entre nós e o trabalho, entre nós e a realidade externa.
A nossa maneira de sentir e de viver depende de como cada um de nós interioriza a relação entre essas duas partes da realidade. E uma das formas que aprendemos de nos relacionarmos com os outros é a postura que designamos por vítima.
O que é a vítima?
A vítima é a pessoa que se sente inferior à realidade, é a pessoa que se sente esmagada pelo mundo externo, é a pessoa que se sente desgraçada face aos acontecimentos, é aquela que se acostuma a ver a realidade apenas em seus aspectos negativos. Ela sempre sabe o que não deve, o que não pode, o que não dá certo.
Ela consegue ver apenas a sombra da realidade, paralelo a uma incrível capacidade para diagnosticar os problemas existentes. Há nela uma incapacidade estrutural de procurar o caminho das soluções e, neste sentido, ela transfere os seus problemas para os outros; transfere para as circunstâncias, para o mundo exterior, a responsabilidade do que está lhe acontecendo.
Esta é a postura da justificativa. Justificar-se é o sinal de que não queremos mudar. Para não assumirmos o erro, justificamo-nos, ou seja, transformamos o que está errado em injusto e, de justificativa em justificativa, paralisamo-nos, impedimo-nos de crescer.
A vítima é incompetente na sua relação com o mundo externo. Enquanto colocarmos a responsabilidade total dos nossos problemas em outras pessoas e circunstâncias, tiraremos de nós mesmos a possibilidade de crescimento. Em vez disso, vamos procurar mudar as outras pessoas. 
Este tipo de postura provém do sentimento de solidão. É quando não percebemos que somos responsáveis pela nossa própria vida, por seus altos e baixos, seu bem e seu mal, suas alegrias e tristezas; é quando a nossa felicidade se torna dependente da maneira como os outros agem.
E como as pessoas não agem segundo nosso padrão, sentimo-nos infelizes e sofredores. Realmente, a melhor maneira de sermos infelizes é acreditarmos que é à outra pessoa que compete nos dar felicidade e, assim, mascaramos a nossa própria vida frente aos nossos problemas.
A postura de vítima é a máscara que usamos para não assumirmos a realidade difícil, quando ela se apresenta. É a falta de vontade de crescer, de mudar‚ escondida sob a capa da aparição externa. Essa é uma das maiores ilusões da nossa vida: desejarmos transferir para a realidade que não nos pertence, sobre a qual não possuímos nenhum controle, as deficiências da parte que nos cabe.
Toda relação humana é bilateral: nós e a sociedade, nós e a família, nós e o que nos cerca. O maior mal que fazemos a nós próprios é usarmos as limitações de outras pessoas do nosso relacionamento para não aceitarmos a nossa própria parte negativa.
Assim, usamos o sistema como bode expiatório para a nossa acomodação no sofrimento. A vítima é a pessoa que transformou sua vida numa grande reclamação. Seu modo de agir e de estar no mundo é sempre uma forma queixosa, opção que é mais cômoda do que fazer algo para resolver os problemas.
A vítima usa o próprio sofrimento para controlar o sentimento alheio; ela se coloca como dominada, como fraca, para dominar o sentimento das outras pessoas. O que mais caracteriza a vítima é a sua falta de vontade de crescer.
Sofrendo de uma doença chamada perfeccionismo, que é a não aceitação dos erros humanos, a intolerância com a imperfeição humana, a vítima desiste do próprio crescimento. Ela se tortura com a idéia perfeccionista, com a imagem de como deveria ser, e tortura também os outros relativamente àquilo que as outras pessoas deveriam ser.
Há na vítima uma tentativa de enquadrar o mundo no modelo ideal que ela própria criou, e sempre que temos um modelo ideal na cabeça é para evitarmos entrar em contato com a realidade.
A vítima não se relaciona com as pessoas aceitando-as como são, mas da maneira que ela gostaria que fossem. É comum querermos que os outros sejam aquilo que não estamos conseguindo ser, desejar que o filho, a mulher e o amigo sejam o que nós não somos.
Colocar-se como vítima é uma forma de se negar na relação humana. Por esta postura, não estamos presentes, não valemos nada, somos meros objetos da situação. Querendo ser o todo, colocamo-nos na situação de sermos nada.
Todavia, as dificuldades e limitações do mundo externo são apenas um desafio ao nosso desenvolvimento, se assumirmos o nosso espaço e estivermos presentes.
Assim, quanto pior for um doente, tanto mais competente deve ser o médico; quanto pior for um aluno, mais competente deve ser o professor.
Assim também, quanto pior for o sistema ou a sociedade que nos cerca, mais competentes devemos ser com pessoas que fazem parte desta sociedade; quanto pior for nosso filho, mais competentes devemos ser como pai ou mãe; quanto pior for a nossa mulher, mais competentes devemos ser como marido; quanto pior for nosso marido, mais competentes devemos ser como esposa, e assim por diante.
Desta forma, colocamo-nos em posição de buscar o crescimento e tomamos a deficiência alheia como incentivo para nossas mudanças existenciais. Só podemos crescer naquilo que nós somos, naquilo que nos pertence.
A nossa fantasia está em querermos mudar o mundo inteiro para sermos felizes. Todos nós temos parte da responsabilidade naquilo que está ocorrendo. Não raras vezes, atribuímos à sociedade atual, ao mundo, a causa de nossas atribulações e problemas. Talvez seja esta a mais comum das posturas da vítima: generalizar para não resolver.
Os problemas da nossa vida só podem ser resolvidos em concreto, em particular. Dizer, por exemplo, que somos pressionados pela sociedade a levar uma vida que não nos satisfaz, é colocar o problema de maneira insolúvel.
Todavia, perguntar a nós mesmos quais são as pessoas que concretamente estão nos pressionando para fazer o que nos desagrada, pode ajudar a trazer uma solução. Só podemos lidar com a sociedade em termos concretos, palpáveis.
Conforme nos relacionamos com cada pessoa, em cada lugar, em cada momento, estamos nos relacionando com a sociedade, porque cada pessoa específica, num determinado lugar e momento, é a sociedade para nós naquela hora.
Generalizamos para não solucionarmos, e como tudo aquilo que nos acontece está vinculado à realidade, todas as vezes que quisermos encontrar desculpas para nós basta olhar a imperfeição externa. 
Colocar-se como vítima é economizar coragem para assumir a limitação humana, é não querer entender que a morte antecede a vida, que a semente morre antes de nascer, que a noite antecede o dia.

A vítima transforma as dificuldades em conflito, a sua vida num beco sem saída. Ser vítima é querer fugir da realidade, do erro, da imperfeição, dos limites humanos. Todas as evidências da nossa vida demonstram que o erro existe, existe em nós, nos outros e no mundo.
Neurótica é a pessoa que não quer ver o óbvio. A vítima é uma pessoa orgulhosa que veste a capa da humildade. O orgulho dela vem de acreditar que ela é perfeita e que os outros é que não prestam.
Crê que se o mundo não fosse do jeito que é‚ se sua esposa não fosse do jeito que é‚ se seus filhos não fossem do jeito que são, se o seu marido fosse diferente, ela estaria bem, porque ela, a vítima, é boa, os outros é que têm deficiências, apenas os outros têm que mudar.
A esse jogo chama-se o "Jogo da Infelicidade". A vítima é uma pessoa que sofre e gosta de fazer os outros sofrerem com o sofrimento dela, é a pessoa que usa suas dificuldades físicas, afetivas, financeiras, conjugais, profissionais, não para crescer, mas para permanecer nelas e, a partir disso, fazer chantagem emocional com as outras pessoas. 
A vítima é a pessoa que ainda não se perdoou por não ser perfeita e transformou o sofrimento num modo de ser, num modo de se relacionar com o mundo.
É como se olhasse para a luz e dissesse: "Que pena que tenha a sombra...", é como se olhasse para a vida e dissesse: "Que pena que haja a morte...", é como se olhasse para o sim e dissesse: "Que pena que haja o não...". E se nega a admitir que a luz e a sombra são faces de uma mesma moeda, que a vida é feita de vales e de montanhas. 
Não são as circunstâncias que nos oprimem, mas, sim, a maneira como nos posicionamos diante delas, porque nas mesmas circunstâncias em que uns procuram o caminho do crescimento, outros procuram o caminho da loucura, da alienação.
As circunstâncias são as mesmas, o que muda é a disposição para o alvorecer e para o desabrochar, ou para murchar e fenecer."
Autor: Antônio Roberto Soares/Psicólogo

sábado, 28 de maio de 2016

CULTO DO EVANGELHO NO LAR.

Culto do Evangelho no Lar !

Onde quer que se encontrem duas ou três pessoas reunidas em meu nome eu com elas estarei".
Jesus (Mateus, 18:20)

O que é o Culto do Evangelho no Lar?
Trata-se do estudo do Evangelho de Jesus em reunião familiar. O Culto do Evangelho no Lar, realizado no ambiente doméstico, é precioso empreendimento que traz diversos benefícios às pessoas que o praticam.
Permite ampla compreensão dos ensinamentos de Jesus e a prática destes, nos ambientes em que vivemos. Ampliando-se o conhecimento sobre o Evangelho, pode-se oferecê-lo com mais segurança a outras criaturas, colaborando-se para a implantação do Reino de Deus na Terra.
As pessoas, unidas por laços consangüíneos, compreenderão a necessidade da vivência harmoniosa e, dentro de suas possibilidades, buscarão, pouco a pouco, superar possíveis barreiras, desentendimentos e desajustes, que possam existir entre pais e filhos, cônjuges e irmãos.
Através do estudo da reencarnação, compreenderão que, aqueles com quem dividem o teto, são espíritos irmãos, cujas tarefas individuais, muitas vezes, dependerão da convivência sadia no ambiente em que vieram a renascer.
Aqueles que, desde cedo, têm suas vidas orientadas pela conduta Cristã, evitam, com mais facilidade, que os embriões dos defeitos que estão latentes em seus espíritos apareçam, sanando, desta forma, o mal antes que ele cresça.
Se, porventura, tendências negativas aflorarem, apesar da orientação desde a infância, encontrarão seguros elementos morais para superá-las, porque os ensinamentos de Jesus tornam-se fortes alicerces para a sua superação.
Com o estudo do Evangelho de Jesus aprende-se a compreender e a conviver na família humana.
Assim, conscientes de que são espíritos devedores perante as Leis Universais, procuram conduzir-se dentro de atitudes exemplares, amando e perdoando, suportando e compreendendo os revezes da vida.
Quando o Culto do Evangelho no Lar é praticado fielmente à data e ao horário semanal estabelecidos, atrai-se para o convívio doméstico Espíritos Superiores, que orientam e amparam, estimulam e protegem a todos.
A presença de Espíritos iluminados no Lar afasta aqueles de índole inferior, que desejam a desunião e a discórdia. O ambiente torna-se posto avançado da Luz, onde almas dedicadas ao Bem estarão sempre presentes, quer encarnadas, quer desencarnadas.
As pessoas habituadas à oração, ao estudo e à vivência cristã, tornam-se mais sensíveis e passíveis às inspirações dos Espíritos Mentores.
Procedimentos
Escolhe-se um dia da semana e hora em que seja possível a presença de todos os familiares ou da maior parte deles, observando-se com rigor a sua constância e pontualidade, para facilitar a assistência espiritual.
A direção do Culto do Evangelho no Lar caberá a um .dos cônjuges ou a pessoa que disponha de maiores conhecimentos doutrinários. Cabe lembrar, no entanto, que por se tratar de um estudo em grupo não é necessária a presença de pessoas com cultura doutrinária. Na pureza dos ideais e na sinceridade das intenções, todos aprenderão juntos, auxiliando-se mutuamente.
É importante que os temas sejam discutidos com a participação de todos, na medida do possível, sem imposições, para evitar-se constrangimentos.

Deve-se buscar um ambiente amistoso, de respeito, pois, viver e falar com Jesus é uma felicidade que não se deve desprezar.
Antes do início da reunião, prepara-se o local, colocando-se em cima da mesa água pura, em uma garrafa, para ser beneficiada pelos Benfeitores Espirituais, em nome de Jesus.

1. Leitura de uma mensagem
A leitura inicial de uma mensagem poderá, após, ser comentada ou não. Ela tem por objetivo propiciar um equilíbrio emocional, procurando harmonizá-lo com os ideais nobres da vida, a fim de facilitar melhor aproveitamento das lições.
Poderemos lembrar obras com "Pão Nosso", "Fonte Viva", "Vinha de Luz", "Caminho, Verdade e Vida", "Palavras de Vida Eterna", "Ementário Espírita", "Glossário Espírita Cristão".
2. Prece Inicial
"Dando curso ao salutar programa iniciado por Jesus, o de reunir-se com os discípulos para os elevados cometimentos da comunhão com Deus, mediante o exercício da conversação edificante e da prece renovadora, os espiritistas devem reunir-se com regularidade e freqüência para reviver, na prece e na ação nobilitante, o culto da fraternidade, em que se sustentem quando as forças físicas e morais estejam em deperecimento, para louvar e render graças ao Senhor por todas as suas concessões, para suplicar mercês e socorros para si mesmos quanto para o próximo, esteja este no círculo da afetividade doméstica e da consanguinidade, se encontre nas provações redentoras ou se alongue pelas trilhas da imensa família universal."
Após a leitura da mensagem, inicia-se o Culto do Evangelho no Lar, com uma prece. A oração deve ser proferida por um dos participantes, em tom de voz audível a todos os presentes e de forma simples e espontânea, não devendo ser, portanto, decorada. Os demais, acompanham-no, seguindo a rogativa, frase por frase, repetindo,-mentalmente, em silêncio, cada expressão, a fim de imprimir o máximo ritmo e harmonia ao verbo, ao som e a idéia, numa só vibração.
Na prece pode pedir-se o amparo de Deus para o lar onde o Evangelho está sendo estudado, para os presentes, seus parentes e amigos; para os enfermos, do corpo e da alma; para a paz na Terra; para os trabalhadores do Bem e etc.
A prece, além de ligar o ser humano à espiritualidade, traduz respeito pelo momento de estudo a realizar-se.
3. Estudo do Evangelho de Jesus
O estudo do Evangelho do Cristo, à luz da Doutrina Espírita - "O Evangelho segundo o Espiritismo", de Allan Kardec - poderá ser estudado de duas formas:
a) estudo em seqüência - o estudo metódico, em pequenas partes, permite o conhecimento gradual e ordenado dos ensinamentos que o livro encerra. Após o seu término, volta-se, novamente, ao capítulo inicial;
b) estudo ao acaso - consiste na abertura, ao acaso, de "O Evangelho segundo o Espiritismo", o que ensejará, também, lições oportunas, em qualquer ocasião.
Os comentários devem envolver o trecho lido, buscando-se alcançar a essência dos ensinamentos de Jesus, realçando-se a necessidade da sua aplicação na vida diária.

Pode reservar-se, posteriormente, um momento de palavra livre, onde os participantes da reunião exponham situações da vida prática, para o melhor entendimento e fixação das lições.
4. Prece de agradecimento
Um dos presentes fará uma prece, agradecendo as bênçãos recebidas no Culto do Evangelho no Lar, pela paz, pelas lições recebidas etc.
Observações
A duração do Culto do Evangelho no Lar deve ser de até 1 (uma) hora, mais ou menos.
No Culto do Evangelho no Lar deve ser evitada manifestações mediúnicas. A sua finalidade básica é o estudo do Evangelho de Jesus, para o aprendizado Cristão, a fim de que seus participantes melhor se conduzam na jornada terrena. Os casos de mediunidade indisciplinada devem ser encaminhados a uma sociedade espírita idônea.
Deve-se evitar comparações ou comentários que desmereçam pessoas ou religiões. No Evangelho busca-se a aquisição de valores maiores, tais como a benevolência e a caridade, a compreensão e a humildade, não cabendo, dessa forma, qualquer conversação menos edificante.
A realização do Culto do Evangelho no Lar não deve ser suspensa em virtude de visitas inesperadas. Deverá ser esclarecido o assunto com delicadeza e franqueza, convidando-se o visitante a participar do Culto, caso lhe aprouver.
O Culto do Evangelho no Lar não deve ser prejudicado, também, em virtude de solicitações sem urgência, recados inoportunos, passeios, festividades de qualquer ordem. Soluções razoáveis, de imediato, ou iniciativas, apôs a reunião, deve ser o caminho para superar os pretensos impedimentos.
Somente no caso de situações incontornáveis, em que todos não possam estar presentes, é que se justifica a não realização do Culto do Evangelho no Lar.
Evite-se ligar rádio ou televisão no dia do Culto, próximo e depois da hora de sua realização, bem como a leitura de jornais ou obras sem caráter edificante, para que se mantenha um ambiente vibratório de paz e tranqüilidade dentro do Lar, bem como saídas à rua, senão para inevitáveis e inadiáveis compromissos.
Presença de criança no Culto
As crianças devem, também, participar do Culto do Evangelho no Lar. Nesses casos, os adultos descerão os comentários ao nível de entendimento delas.
Recomenda-se a leitura, como subsídio, dos capítulos 35 e 36 da obra "Os Mensageiros", do Espírito André Luiz, e "Evangelho em Casa", do Espírito Meimei, psicografadas pelo médium Francisco Cândido Xavier e editadas pela Federação Espírita Brasileira.

Fonte: Setor de Ajuda do CVDEE (Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo).

OS MAIORES VILÕES DOS NOSSOS FILHOS.

Os Maiores vilões dos Nossos Filhos.


Analisando esta questão de forma profissional como educadora e escritora trago este artigo como um meio de informação e instrução e não deve ser entendida como uma crítica ou um julgamento que faço.
Observo a constante preocupação e medo que os pais tem com os filhos, preocupação está mais do que natural e normal deles conviverem com a dura realidade da maldade, violência, vícios que o mundo oferece nos dias de hoje e o receio deles vierem a se perder para todo os atrativos e facilidades que lhes é oferecido em todos os lugares , todos os dias por diversas pessoas, mas muitos não percebem que os maiores vilões que contribuem para que eles se percam começa dentro da própria família que são alguns itens a serem observados:
- Falta de dialogo, compreensão, entendimento
- Amor, respeito, amizade, a ausência de afeto
- A agressividade, física e moral
- Barreiras entre eles, o medo, a arbitrariedade, o preconceito
- A falta de apoio, companheirismo, cumplicidade,
- Bullyng, negligência,
- Estes e outros são alguns fatores que contribuem para que eles se percam, que busquem lá fora aquilo que lhes falta dentro da própria família, deixando claro que estas colocações não devem ser entendida como regra geral porque muitos filhos tem uma boa relação em todos os aspectos com os pais, mas mesmo assim acabam cedendo as ofertas do mundo exterior se perdendo em seu próprio caminho.
.forum espirita

AS ADOLESCENTES DOS ANOS 70.

Bons tempos quando se é jovem. Reunir na praça, contar piadas, paquerar. Certamente ao ver esta foto cada uma fará uma viagem no tempo.Querem coisa melhor do que, ter coisas boas para recordar?
Calculo que esta foto seja dos anos 70.
Cleide Maia, Nizete Alves, Marilene Furtado, Maria Nair, Ângela Furtado, Glaucia Miranda, Ruth Furtado, Cleonice Sales, Adrimara Andreatta e Ana Cecília Nogueira.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

ANIVERSÁRIO DA PRIMA VITÓRIA.

Aniversário da prima Vitória. Uma das netas do tio Fausto, um dos maiores atores da região em seu tempo.
De é: Tias Célia, Aparecida, Nenzinha Pompeu, tia Hercília com o Marcelo no colo, Edméia Mascarenhas, Geraldo Ramos e a Dinda. Sentados: Caia no colo da mãe Clarinha, Dudu, Vitória a aniversariante, Lelena, Cecília, Vó Guiomar e José Milton.



MÉDICOS DA ALMA.

Médicos de Alma

Nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos. Suportar, não meramente tolerar ou “aguentar”, mas sustentar com amor.
(Paulo de Tarso)
Irmãos,
De certo que há indagações profundas ao Senhor diante as adversidades planetárias em que nem tudo que brilha traduz o verdadeiro valor de uma alma.
Vive-se no globo uma convergência de entendimento como e qual seria o verdadeiro sentido da evolução e prosperidade perante o Criador, há os que creditam que a virtude estará no acumulo de bens materiais e outros que compreendem que a verdadeira riqueza esta no quilate que habita na alma, em que a sua cotação se eleva com a maturidade da oferta silente da caridade em toda sua interpretação.
A caridade deve ser silenciosa e eficaz, e não o pódio a afagar o ego da vaidade e os costumes a ser aplaudido publicamente, deve ela ser neutra e personalíssima em sua oferta a serviço de todos como bom exemplo a tornar a pratica uma corrente solidaria.
O humanismo diante o universo de Deus passa pelo profundo entendimento ao próximo a começar pela compreensão as fraquezas, as misérias e as debilidades que de alguma forma possa compor o caráter deste espírito doente e que é digno da mesma oportunidade ao arrependimento, a edificação e a salvação e o que necessitará dos médicos da alma preparados a sanar as chagas profundas.
O médico da alma é aquele formado na universalidade do evangelho em Cristo e que se habilita a cuidar das condolências alheias. E saibam que, todos nós podemos se tornar médicos de alma, para isto há de se aprofundar no evangelho colocando em pratica a única matéria que compõe todo o livro sagrado a ser praticado por todos, ou seja, o amor.
E é neste mergulhar a razão de continuarmos a evoluir e salvar almas doentes através da oração, do perdão, da compreensão e o mais sagrado amor que nos envolve na fraternidade universal onde todos são iguais e necessitam das mesmas oportunidades a salvação, e evidente que cada um traz em seu espírito o seu peculiar prontuário ao qual há de ser curado passando pelas cirurgias a extirpar toda moléstia que adoece o espírito e o impede de viver a plenitude da paz e da felicidade profunda da alma.
Bezerra de Menezes, escrito pelo médium Marcelo Passos.

CAMILLE FLAMARION NO FUNERAL DE KARDEC.

Discurso de Camille Flammarion no funeral de 

Kardec, o Codificador:

Como biografia de Kardec, narramos o discurso de Camille Flammarion no funeral do Codificador:
"É sob o golpe da dor profunda causada pela partida prematura do venerável fundador da Doutrina Espírita, que abordamos a nossa tarefa, simples e fácil para as sua mãos sábias e experimentadas, mas cujo peso e gravidade nos acabrunhariam se não contássemos com o concurso eficaz dos bons Espíritos e a indulgência dos nossos leitores.
Quem, entre nós, sem ser taxado de presunçoso, poderia se gabar de possuir o espírito de método e de organização dos quais se iluminam todos os trabalhos do mestre? Sua poderosa inteligência podia concentrar sozinha tantos materiais diversos, e triturá-los, transformá-los, para se derramarem em seguida como orvalho benfazejo, sobre as almas desejosas de conhecerem e de amarem.
Incisivo, conciso, profundo, sabia agradar e se fazer compreendido, numa linguagem ao mesmo tempo simples e elevada, tão longe do estilo familiar quanto das obscuridades da metafísica.
Multiplicando-se sem cessar, pudera, até aqui, bastar a tudo. Entretanto, o crescimento diário de suas relações e o desenvolvimento incessante do Espiritismo faziam-lhe sentir a necessidade de acompanhar-se de alguns ajudantes inteligentes, e preparava, simultaneamente, a organização nova da Doutrina e de seus trabalhos, quando nos deixou para ir, num mundo melhor, colher a sanção da missão cumprida, e reunir os elementos de uma nova obra de devotamento e de sacrifício.
Ele era só!… Chamar-nos-emos legião, e, por fracos e inexperientes que sejamos, temos a íntima convicção de que nos manteremos à altura da situação, se, partindo dos princípios estabelecidos e de uma evidência incontestável, nos fixarmos em executar, tanto quanto nos seja possível, e segundo as necessidades do momento, os projetos de futuro que o próprio Sr. Allan Kardec se propusera cumprir.
Enquanto estivermos nesse caminho, e que todas as boas vontades se unirem num comum esforço para o progresso intelectual e moral da Humanidade, o Espírito do grande filósofo estará conosco e nos secundará com a sua poderosa influência. Possa ele suprir a nossa insuficiência, e possamos nos tornar dignos de seu concurso, em nos consagrando à obra com tanto devotamento e sinceridade, senão com tanto de ciência e de inteligência!
Escrevera sobre a sua bandeira estas palavras: Trabalho, solidariedade, tolerância. Sejamos, como ele, infatigáveis; sejamos, segundo os seus desejos, tolerantes e solidários, e não temamos em seguir o seu exemplo repondo vinte vezes entre as mãos os princípios ainda discutidos. Apelamos a todos os concursos, a todas as luzes. Tentaremos avançar com certeza antes que com rapidez, e os nossos esforços não serão infrutíferos, se, como disso estamos persuadidos, e como lhe seremos os primeiros a dar o exemplo, cada um se empenhar em cumprir o seu dever, colocando de lado toda questão pessoal para contribuir ao bem geral.
Não poderíamos entrar sob auspícios mais favoráveis na nova fase que se abre para o Espiritismo, do que fazendo os nossos leitores conhecerem, num rápido esboço, o que foi, toda a sua vida, o homem íntegro e honrado, o sábio inteligente e fecundo, cuja memória se transmitirá aos séculos futuros, cercada da auréola dos benfeitores da Humanidade."

Nascido em Lyon, a 3 de outubro de 1804, de uma antiga família que se distinguiu na magistratura e na advocacia, o Sr. Allan Kardec (Hippolyte-Léon-Denizard Rivail) não seguiu essa carreira. Desde sua primeira juventude, sentia-se atraído para o estudo das ciências e da filosofia.

Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdum (Suíça), tornou-se um dos discípulos mais eminentes desse célebre professor, e um dos zelosos propagadores do seu sistema de educação, que exerceu uma grande influência sobre a reforma dos estudos na Alemanha e na França.

Dotado de uma inteligência notável e atraído para o ensino pelo seu caráter e as suas aptidões especiais, desde a idade de quatorze anos, ensinava o que sabia àqueles de seus condiscípulos que tinham adquirido menos do que ele. Foi nessa escola que se desenvolveram as idéias que deveriam, mais tarde, colocá-lo na classe dos homens de progresso e dos livres pensadores.

Nascido na religião católica, mas estudante em um país protestante, os atos de intolerância que ele teve que sofrer a esse respeito, lhe fizeram, em boa hora, conceber a idéia de uma reforma religiosa, na qual trabalhou no silêncio durante longos anos, com o pensamento de chegar à unificação das crenças; mas lhe faltava o elemento indispensável para a solução desse grande problema.

O Espiritismo veio mais tarde lhe fornecer e imprimir uma direção especial aos seus trabalhos.
Terminados os seus estudos, veio para a França. Dominando a fundo a língua alemã, traduziu para a Alemanha diferentes obras de educação e de moral, e, o que é característico, as obras de Fénélon, que o seduziram particularmente.

Era membro de várias sociedades sábias, entre outras da Academie Royale d’Arras, que, em seu concurso de 1831, o premiou por uma dissertação notável sobre esta questão: “Qual é o sistema de estudos mais em harmonia com as necessidades da época?”

De 1835 a 1840, fundou, em seu domicílio, à rua de Sèvres, cursos gratuitos, onde ensinava química, física, anatomia comparada, astronomia, etc.; empreendimento digno de elogios em todos os tempos, mas sobretudo numa época em que um bem pequeno número de inteligências se aventurava a entrar nesse caminho.

Constantemente ocupado em tornar atraentes e interessantes os sistemas de educação, inventou, ao mesmo tempo, um método engenhoso para aprender a contar, e um quadro mnemônico da história da França, tendo por objeto fixar na memória as datas dos acontecimentos notáveis e das descobertas que ilustraram cada reinado.

Entre as suas numerosas obras de educação, citaremos as seguintes: Plano proposto para a melhoria da instrução pública (1828); Curso prático e teórico de aritmética, segundo o método de Pestalozzi, para uso dos professores primários e das mães de família (1829); Gramática Francesa Clássica (1831); Manual dos Exames para os diplomas de capacidade; Soluções arrazoadas das perguntas e problemas de aritmética e de geometria (1846); Catecismo gramatical da língua francesa (1848); Programa de cursos usuais de química, física, astronomia, fisiologia, que ele professava no LYCÉE POLYMATHIQUE; Ditado normal dos exames da Prefeitura e da Sorbonne, acompanhado de Ditados especiais sobre as dificuldades ortográficas (1849), obra muito estimada na época de sua aparição, e da qual, recentemente ainda, se faziam tirar novas edições.

Antes que o Espiritismo viesse a popularizar o pseudônimo Allan Kardec, como se vê, soube se ilustrar por trabalhos de uma natureza toda diferente, mas tendo por objeto esclarecer as massas e ligá-las mais à sua família e ao seu país.

“Por volta de 1855, desde que duvidou das manifestações dos Espíritos, o Sr. Allan Kardec entregou-se a observações perseverantes sobre esse fenômeno, e se empenhou principalmente em deduzir-lhe as conseqüências filosóficas. Nele entreviu, desde o início, o princípio de novas leis naturais; as que regem as relações do mundo visível e do mundo invisível; reconheceu na ação deste último uma das forças da Natureza, cujo conhecimento deveria lançar luz sobre uma multidão de problemas reputados insolúveis, e compreendeu-lhe a importância do ponto de vista religioso.

“As suas principais obras sobre essa matéria são: O Livro dos Espíritos, para a parte filosófica e cuja primeira edição apareceu em 18 de abril de 1857; O Livro dos Médiuns, para a parte experimental e científica (janeiro de 1861); O Evangelho Segundo o Espiritismo, para a parte moral (abril de 1864); O Céu e o Inferno, ou a Justiça de Deus segundo o Espiritismo (agosto de 1865); A Gênese, os Milagres e as Predições (janeiro de 1868); a Revista Espírita, jornal de estudos psicológicos, coletânea mensal começada em 1º de janeiro de 1858. Fundou em Paris, a 1º de abril de 1858, a primeira Sociedade espírita regularmente constituída, sob o nome de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, cujo objetivo exclusivo era o estudo de tudo o que pode contribuir para o progresso desta nova ciência. O Sr. Allan Kardec nega a justo título de nada ter escrito sob a influência de idéias preconcebidas ou sistemáticas; homem de um caráter frio e calmo, ele observou os fatos, e de suas observações deduziu as leis que os regem; no primeiro deu a teoria e nele formou um corpo metódico e regular.

“Demonstrando que os fatos falsamente qualificados de sobrenaturais estão submetidos a leis, ele os faz entrar na ordem dos fenômenos da Natureza, e destrói assim o último refúgio do maravilhoso, e um dos elementos da superstição.

“Durante os primeiros anos, em que se duvidou dos fenômenos espíritas, essas manifestações foram antes um objeto de curiosidade; O Livro dos Espíritos fez encarar a coisa sob qualquer outro aspecto; então abandonaram-se as mesas girantes que não foram senão um prelúdio, e que se reunia a um corpo de doutrina que abarcava todas as questões que interessam à Humanidade.

“Do aparecimento de O Livro dos Espíritos data a verdadeira fundação do Espiritismo, que, até então, não possuía senão elementos esparsos sem coordenação, e cuja importância não pudera ser compreendida por todo o mundo; a partir desse momento, também, a doutrina fixa a atenção dos homens sérios e toma um desenvolvimento rápido. Em poucos anos, essas idéias acharam numerosos adeptos em todas as classes da sociedade e em todos os países. Esse sucesso, sem precedente, liga-se sem dúvida às simpatias que essas idéias encontraram, mas deveu-se também, em grande parte, à clareza, que é um dos caracteres distintivos dos escritos de Allan Kardec.

“Abstendo-se de fórmulas abstratas da metafísica, o autor soube se fazer ler sem fadiga, condição essencial para a vulgarização de uma idéia. Sobre todos os pontos controvertidos, sua argumentação, de uma lógica fechada, ofereceu pouca disputa à refutação e pre-dispôs à convicção. As provas materiais que o Espiritismo dá da existência da alma e da vida futura tendem à destruição das idéias materialistas e panteístas. Um dos princípios mais fecundos dessa doutrina, e que decorre do precedente, é o da pluralidade das existências, já entrevisto por uma multidão de filósofos, antigos e modernos, e nestes últimos tempos por Jean Reynaud, Charles Fourier, Eugène Sue e outros; mas permanecera no estado de hipótese e de sistema, ao passo que o Espiritismo demonstra-lhe a realidade e prova que é um dos atributos essenciais da Humanidade. Desse princípio decorre a solução de todas as anomalias aparentes da vida humana, de todas as desigualdades intelectuais, morais e sociais; o homem sabe, assim, de onde veio, para onde vai, e por que fim está sobre a Terra, e porque sofre.

“As idéias inatas se explicam pelos conhecimentos adquiridos nas vidas anteriores; a marcha dos povos e da Humanidade, pelos homens dos tempos passados que revivem depois de terem progredido; as simpatias e as antipatias, pela natureza das relações anteriores; essas relações, que ligam a grande família humana de todas as épocas, dão por base as próprias leis da Natureza, e não mais uma teoria, aos grandes princípios da fraternidade, da igualdade, da liberdade e da solidariedade universal.

“Em lugar do princípio: Fora da Igreja não há salvação, que entretém a divisão e a animosidade entre as diferentes seitas, e que fez derramar tanto sangue, o Espiritismo tem por máxima: Fora da Caridade não há salvação, quer dizer, igualdade entre os homens diante de Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua.

“Em lugar da fé cega que anula a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inquebrantável senão aquela que pode olhar a razão face a face em todas as épocas da Humanidade. À fé é necessária uma base, e essa base é a inteligência perfeita daquilo que se deve crer; para crer não basta ver, é necessário, sobretudo, compreender. A fé cega não é mais deste século; ora, é precisamente o dogma da fé cega que faz hoje o maior número de incrédulos, porque ela quer se impor e exige a adição de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre arbítrio.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo.)

Trabalhador infatigável, sempre o primeiro e o último no trabalho, Allan Kardec sucumbiu, no dia 31 de março de 1869, em meio dos preparativos para uma mudança de local, necessitada pela extensão considerável de suas múltiplas ocupações. Numerosas obras que estavam no ponto de terminar, ou que esperavam o tempo oportuno para aparecerem, virão um dia provar mais ainda a extensão e a força de suas convicções.

Morreu como viveu, trabalhando. Há muitos anos, sofria de uma doença do coração, que não podia ser combatida senão pelo repouso intelectual e uma certa atividade material; mas inteiramente dedicado à sua obra, recusava-se a tudo o que podia absorver um dos seus instantes, às expensas de suas ocupações prediletas. Nele, como em todas as almas fortemente temperadas, a lâmina gastou a bainha.

O corpo se lhe tornava pesado e lhe recusava os seus serviços, mas o seu Espírito, mais vivo, mais enérgico, mais fecundo, estendia sempre mais o círculo de sua atividade.

Nessa luta desigual, a matéria não poderia resistir eternamente. Um dia ela foi vencida; o aneurisma se rompeu, e Allan Kardec caiu fulminado. Um homem faltava à Terra; mas um grande nome tomava lugar entre as ilustrações deste século, um grande Espírito ia se retemperar no Infinito, onde todos aqueles que ele consolara e esclarecera esperavam impacientemente a sua chegada!

“A morte, disse ele ainda recentemente, a morte bate com golpes redobrados nas classes ilustres!… A quem virá agora libertar?”

Ele veio, junto a tantos outros, se retemperar no espaço, procurar novos elementos para renovar o seu organismo usado numa vida de labores incessantes. Partiu com aqueles que serão os faróis da nova geração, para retornar logo com eles para continuar e terminar a obra deixada em mãos devotadas.

O homem aqui não mais está, mas a alma permanece entre nós; é um protetor seguro, uma luz a mais, um trabalhador infatigável do qual se acresceram as falanges do espaço. Como sobre a Terra, sem ferir ninguém, saberá fazer ouvir a cada um os conselhos convenientes; temperará o zelo prematuro dos ardentes, secundará os sinceros e os desinteressados, e estimulará os tíbios. Ele vê, sabe hoje tudo o que previra recentemente ainda! Não está mais sujeito nem às incertezas, nem aos desfalecimentos, e nos fará partilhar a sua convicção em nos fazendo tocar o dedo no objetivo, em nos designando o caminho, nessa linguagem clara, precisa, que dele fez um tipo nos anais literários.

O homem aqui não mais está, nós o repetimos, mas Allan Kardec é imortal, e a sua lembrança, os seus trabalhos, o seu Espírito, estarão sempre com aqueles que tiverem, firme e altamente, a bandeira que ele sempre soube respeitar.

Uma individualidade poderosa constituiu a obra; era o guia e a luz de todos. A obra, sobre a Terra, nos terá o lugar do indivíduo. Não se reunirá mais ao redor de Allan Kardec: reunir-se-á ao redor do Espiritismo tal como o constituiu, e, pelos seus conselhos, sob a sua influência, avançaremos a passos certos para as fases felizes prometidas à Humanidade regenerada.

(Revista Espírita, maio de 1869).
Material extraído do site www.obraspostumas.com

quinta-feira, 26 de maio de 2016

FREDERICO AZZI. O FRED.

Nossa homenagem ao amigo FREDERICO AZZI, O FRED que hoje comemora os seus 69 anos de vida, sendo que grande parte dela, dedicado ao espiritismo. Graças a ele, a doutrina de Kardec é levada a muitos lares da região, especialmente na cidade de Varginha. Fred é um exemplo de vida a ser seguido.

5 TIPOS DE LIVROS QUE AUMENTAM O SEU DESEMPENHO ESCOLAR.

Conheça 5 tipos de livros que aumentam desempenho escolar

Universia - 16/05/2016


Conheça também uma indicação de livro para cada um dos tipos de livros

Ler é uma das milhares de formas de aumentar o aprendizado, além de potencializar a capacidade de interpretação de textos e de escrita. A leitura traz benefícios e também pode melhorar o desempenho escolar dos alunos. A seguir, conheça 5 tipos de livros que farão com que você melhore seu grau de inteligência, além de indicações de leitura:

1 – Filosofia
Ao se debruçar na leitura de livros de filosofia, você pode entender melhor sobre a existência humana e sobre si mesmo. São essenciais para entender as necessidades humanas e poder espalhar ideias e prever alguns comportamentos sociais. Um bom livro que você pode conhecer chama-se O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder.

2 – Poesia
Esse tipo de texto pode ser um grande diferencial para o aprimoramento do aprendizado dos estudantes. Ao ler poesias, o texto tem um forte poder de mexer com os sentimentos do leitor e fazer com que ele reflita sobre os amis diferentes temas. Assim, essa reflexão torna-se um diferencial muito importante, fazendo com que a pessoa consiga melhorar o senso crítico dos mais variados assuntos. Um grande poeta brasileiro que merecer ser lido, por exemplo, é Carlos Drummond de Andrade. Algumas de suas obras de maior relevância são A Rosa do Povo e Sentimento do Mundo.

3 – Ciência
É importante que pensar que essa categoria de livros não engloba os didáticos. Qualquer produção que tenha como objetivo entender o mundo a sua volta pode ser considerado de ciências. Sempre inspirados nas situações comprovadas e consideradas com verdades, são ótimos para aplicar os conhecimentos sobre determinados temas do interesse de cada um. Para os amantes de ciência, o livro Uma Breve História do Tempo, de Stephen Hawking é uma ótima opção de leitura.

4 – Ficção
Por mais que falem sobre uma história que não aconteceu de fato, os livros de ficção também são muito importantes para aumentar o aprendizado. Por exigirem um estudo histórico e social para escrever um bom texto, eles servem de base para entender diversos pensamentos sociais ou até mesmo para criticar determinadas posturas. Para refletir sobre a sociedade contemporânea, Aldous Huxley criou a obra Admirável Mundo Novo, cuja leitura simples faz com que o leitor se mantenha entretido e ainda pense muito sobre o mundo a sua volta.

5 – História
Tanto os livros didáticos como os paradidáticos que tem a história como assunto central são importantes para o desenvolvimento dos estudantes. Por meio da leitura você pode entender melhor determinados momentos históricos e, consequentemente, adquirir uma postura crítica sobre eles. O autor Laurentino Gomes, em seu livro 1808, fala sobre a chegada da corte portuguesa no Brasil e como isso impactou a vida no Brasil e em Portugal.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

WANYR CACCIA NO GEFROMP.

Uma apresentação imperdível. 
Venha e traga sua família e seus amigos.
No próximo dia 01 de junho, no GEFROMP.

A CASA DOS LOBO LEITE PEREIRA.

Se as pessoas conhecessem um pouco da história de nossa cidade, teriam muito orgulho do lugar onde nasceram. Pouquíssimas cidades no Brasil, tem o privilégio de ser o berço de filhos tão ilustres e ter uma história tão rica como a nossa. 
Nesta foto da tradicional Praça Dom Ferrão, de tantos eventos memoráveis, onde vemos a primeira casa, já demolida existe hoje um Banco. logo acima, a casa que pertenceu a família de Romeu Mendes e na parte de baixo funcionava a Instaladora Rezende. Hoje tem ali, dois apartamentos e um loja.
O saudoso historiador campanhense Toninho Casadei sempre que estava nesta praça dizia: "Esta casa precisa ser muito bem preservada, aqui nasceram quatro meninos que foram muito importantes a nível nacional." Ele estava se referindo aos irmãos Lobo Leite Pereira. O engenheiro Francisco, o médico Joaquim, Américo que foi senador e depois Ministro do Supremo Tribunal Federal, e Fernando que chegou a Ministro das Relações Exteriores e depois Ministro da Justiça. 
Ele tinha razão, deveria mesmo ter sido preservada. Infelizmente a falta de conhecimento da nossa história leva a isto. Enquanto os que detêm o poder econômico olharem para o progresso desconhecendo a nossa história, outros perdas vão acontecer.
A esquerda desta casa, era uma residência que foi demolida para fazer o Clube da UDN, a famosa Recreativa, onde muitas gerações se divertiram com os bailes, as brincadeiras dançantes, o salão de barbeiro do Chinho, o Bar do Antônio Russo e depois a discoteca Chinelão do Toninho Pito. Hoje, deu lugar a um Banco.

terça-feira, 24 de maio de 2016

A BANDA EM CARVALHÓPOLIS.

Uma das viagens da Corporação Musical Maestro Walter Sales. 
Esta foi em Carvalhópolis no memorável encontro com várias outras bandas. 
Quem conseguem lembrar os nomes destes músicos?

IRMÃ SCHEILLA, A ENFERMEIRA DO AMOR.

IRMÃ SCHEILLA, A ENFERMEIRA DO AMOR.


Peixotinho, em Macaé-RJ, iniciou um trabalho de orações para as vítimas da Segunda Grande Guerra. Foi então que, de repente, chegou lá e se materializou um espírito chamado Rodolfo (nas primeiras vezes em que psicografou mensagens, assinava "O Fuzilado"), que contou que era de uma família legitimamente espírita, morando na Alemanha. Ele teve que servir na guerra como oficial-médico e o pai dele, Dr. Fritz, muito reservado, educado, severo, muito autêntico, que passou muitas idéias humanitárias aos filhos, havia lhe dito:
- Matar nunca.
Ao que Rodolfo respondeu:
- Pai, não é isso, vou servir como médico.
Pois bem, em certa ocasião, o Dr. Rodolfo foi chamado como oficial para integrar um pelotão de fuzilamento. Ele, então, disse:
- A minha missão é salvar, não matar.
E, de acordo com o regulamento militar, ele passou a ser considerado criminoso, porque deixou de servir à pátria, pois a pátria pedia a ele que matasse alguém e ele se negou. Então, disseram-lhe:
- Já que você não vai executar esse homem, você vai ficar junto dele para morrer como um traidor.
E ele foi fuzilado na mesma hora. A essa altura, manifestou-se (espiritualmente) ao pai e disse:
- Pai, já estou na outra dimensão da vida. Cumpri a palavra empenhada: não matei, preferi morrer.
Para que não continuasse no ambiente de guerra, foi amparado espiritualmente aqui, no Grupo Espírita Pedro (Macaé-RJ). Peixotinho, por ter sido militar, em razão justa, como espírita, tinha esse trabalho de preces em benefício das vítimas de guerra e pela paz. E esses fatos se deram no auge da Segunda Guerra Mundial, quase no final. Certo dia, Rodolfo (espírito) disse, assim, no Grupo de Oração do Peixotinho:
- Orem por minha irmã, ela está correndo perigo.
E como a voz do alemão, através da voz direta por ectoplasmia, não era bem nítida, um sotaque carregado, a pronúncia do nome da sua irmã não saía boa, ao invés de Scheilla, saía Ceila. Passado alguns dias ele disse:
- Minha irmã acabou de desencarnar. Foi vítima de bombardeio da aviação. Ela e meu pai desencarnaram.
Dias depois, para agradável surpresa da equipe, materializou-se uma jovem loura e disse:
- Eu sou Scheilla.
Foi muita alegria! Os irmãos ficaram cheios de júbilos espirituais.
Tem-se notícias apenas de duas encarnações de Scheilla: uma na França, no século XVI, e a outra na Alemanha, onde desencarnou em 1943 (como Scheilla). Na existência francesa, chamou-se Joana Francisca Frémiot, nascida em Dijon, a 28/01/1572 e desencarnada em Moulins, a 13/12/1641. Ao entrar na história, ficou mais conhecida como Santa Joana de Chantal (canonizada em 1767) ou Baronesa de Chantal. Casou-se aos 20 anos com o barão de Chantal. Tendo muito cedo perdido seu marido, abandonou o mundo com seus 4 filhos, partilhando o seu tempo entre as orações, as obras piedosas e os seus deveres de mãe. Em 1604, tendo vindo pregar em Dijon, o bispo de Genebra, S. Francisco de Salles, submeteu-se à sua direção espiritual. Fundaram em Annecy a congregação da Visitação de Maria (1610), que contava, à data de sua morte, com 87 conventos e, no primeiro século, com 6.500 religiosos. A baronesa de Chantal dirigiu, como superiora, de 1612 a 1619 a casa que havia fundado em Paris, no bairro de Santo Antônio. Em Paris, instalaram-se em pequena casa alugada em bairro pobre. Passaram por grandes necessidades, mas a Ordem da Visitação (de Paris) foi aumentando e superou as dificuldades. Em 1619, São Vicente de Paulo ficou como superior do Convento da Ordem da Visitação. Santa Joana de Chantal deixou o cargo de superiora da Ordem da Visitação e voltou a Annecy, onde ficava a casa-mãe da ordem. A Santa várias vezes tornou a ver São Vicente de Paulo, seu confessor e diretor espiritual.
É um espírito esplendoroso pela luz que esparge, e sua presença é notada por ondas perfumadas que imprime ao local.
Ela era enfermeira e trabalhava no socorro às vítimas da Segunda Guerra Mundial.
Sua morte aconteceu aos 28 anos em decorrência do mais violento ataque aéreo em julho ou agosto de 1943, na cidade de Hamburgo, no campo de batalha, enquanto socorria os feridos.
Depois disso, o espírito de Scheilla vinculou-se a grupos espirituais que atuam em nome de Jesus.
A característica do seu trabalho é na área humana, assistindo aos doentes.
Livros de Irmã Scheilla:
"A mensagem do dia" - de Scheilla para você, autor: Clayton B. Levy
"Novas mensagens" - de Scheilla para você, Autor: Clayton B. Levy
"Materializações Luminosas", Autor: R. A. Ranieri.

Peixotinho, em Macaé-RJ, iniciou um trabalho de orações para as vítimas da Segunda Grande Guerra. Foi então que, de repente, chegou lá e se materializou um espírito chamado Rodolfo (nas primeiras vezes em que psicografou mensagens, assinava "O Fuzilado"), que contou que era de uma família legitimamente espírita, morando na Alemanha. Ele teve que servir na guerra como oficial-médico e o pai dele, Dr. Fritz, muito reservado, educado, severo, muito autêntico, que passou muitas idéias humanitárias aos filhos, havia lhe dito:
- Matar nunca.
Ao que Rodolfo respondeu:
- Pai, não é isso, vou servir como médico.
Pois bem, em certa ocasião, o Dr. Rodolfo foi chamado como oficial para integrar um pelotão de fuzilamento. Ele, então, disse:
- A minha missão é salvar, não matar.
E, de acordo com o regulamento militar, ele passou a ser considerado criminoso, porque deixou de servir à pátria, pois a pátria pedia a ele que matasse alguém e ele se negou. Então, disseram-lhe:
- Já que você não vai executar esse homem, você vai ficar junto dele para morrer como um traidor.
E ele foi fuzilado na mesma hora. A essa altura, manifestou-se (espiritualmente) ao pai e disse:
- Pai, já estou na outra dimensão da vida. Cumpri a palavra empenhada: não matei, preferi morrer.
Para que não continuasse no ambiente de guerra, foi amparado espiritualmente aqui, no Grupo Espírita Pedro (Macaé-RJ). Peixotinho, por ter sido militar, em razão justa, como espírita, tinha esse trabalho de preces em benefício das vítimas de guerra e pela paz. E esses fatos se deram no auge da Segunda Guerra Mundial, quase no final. Certo dia, Rodolfo (espírito) disse, assim, no Grupo de Oração do Peixotinho:
- Orem por minha irmã, ela está correndo perigo.
E como a voz do alemão, através da voz direta por ectoplasmia, não era bem nítida, um sotaque carregado, a pronúncia do nome da sua irmã não saía boa, ao invés de Scheilla, saía Ceila. Passado alguns dias ele disse:
- Minha irmã acabou de desencarnar. Foi vítima de bombardeio da aviação. Ela e meu pai desencarnaram.
Dias depois, para agradável surpresa da equipe, materializou-se uma jovem loura e disse:
- Eu sou Scheilla.
Foi muita alegria! Os irmãos ficaram cheios de júbilos espirituais.
Tem-se notícias apenas de duas encarnações de Scheilla: uma na França, no século XVI, e a outra na Alemanha, onde desencarnou em 1943 (como Scheilla). Na existência francesa, chamou-se Joana Francisca Frémiot, nascida em Dijon, a 28/01/1572 e desencarnada em Moulins, a 13/12/1641. Ao entrar na história, ficou mais conhecida como Santa Joana de Chantal (canonizada em 1767) ou Baronesa de Chantal. Casou-se aos 20 anos com o barão de Chantal. Tendo muito cedo perdido seu marido, abandonou o mundo com seus 4 filhos, partilhando o seu tempo entre as orações, as obras piedosas e os seus deveres de mãe. Em 1604, tendo vindo pregar em Dijon, o bispo de Genebra, S. Francisco de Salles, submeteu-se à sua direção espiritual. Fundaram em Annecy a congregação da Visitação de Maria (1610), que contava, à data de sua morte, com 87 conventos e, no primeiro século, com 6.500 religiosos. A baronesa de Chantal dirigiu, como superiora, de 1612 a 1619 a casa que havia fundado em Paris, no bairro de Santo Antônio. Em Paris, instalaram-se em pequena casa alugada em bairro pobre. Passaram por grandes necessidades, mas a Ordem da Visitação (de Paris) foi aumentando e superou as dificuldades. Em 1619, São Vicente de Paulo ficou como superior do Convento da Ordem da Visitação. Santa Joana de Chantal deixou o cargo de superiora da Ordem da Visitação e voltou a Annecy, onde ficava a casa-mãe da ordem. A Santa várias vezes tornou a ver São Vicente de Paulo, seu confessor e diretor espiritual.
É um espírito esplendoroso pela luz que esparge, e sua presença é notada por ondas perfumadas que imprime ao local.
Ela era enfermeira e trabalhava no socorro às vítimas da Segunda Guerra Mundial.
Sua morte aconteceu aos 28 anos em decorrência do mais violento ataque aéreo em julho ou agosto de 1943, na cidade de Hamburgo, no campo de batalha, enquanto socorria os feridos.
Depois disso, o espírito de Scheilla vinculou-se a grupos espirituais que atuam em nome de Jesus.
A característica do seu trabalho é na área humana, assistindo aos doentes.
Livros de Irmã Scheilla:
"A mensagem do dia" - de Scheilla para você, autor: Clayton B. Levy
"Novas mensagens" - de Scheilla para você, Autor: Clayton B. Levy
"Materializações Luminosas", Autor: R. A. Ranieri.

LEITURA É HÁBITO DE 56% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA.

Leitura é hábito de 56% da população, indica pesquisa

Daniel Mello - Agência Brasil - 18/05/2016

A leitura é um hábito de 56% da população brasileira, segundo pesquisa divulgada hoje (18) pelo Instituto Pró-Livro (IPL). Para ser considerado um leitor, pela metodologia do estudo, é necessário ter lido ao menos um livro nos últimos três meses. Ao todo, foram ouvidas 5 mil pessoas em todas as regiões do Brasil, entre 23 de novembro e 14 de dezembro de 2015. Em relação aos dois últimos estudos feitos pela organização, o percentual de leitores variou pouco, eram 55%, em 2007, e 50% em 2011.

Em média, os entrevistados disseram ter lido 2,54 livros nos últimos três meses, sendo 1,06 do começo ao fim. Entre os que têm o hábito da leitura, a média é de 4,54 livros no período, com 1,91 inteiro.

Para o presidente do IPL, Marcos da Veiga Pereira, a falta de tempo e o tamanho dos esforços necessários para difundir o hábito dificultam a ampliação do número de leitores. “Tanto na educação quanto na área cultural, o investimento é muito grande e de longo prazo”, ressaltou. “Na escola você tem que ter um investimento no professor, na biblioteca escolar e no mediador de leitura. A gente precisa trazer esses programas, como o convívio com os autores”, sugeriu.

Segundo Pereira, esse deve ser um trabalho conjunto e desenvolvido por entidades do setor privado, organizações não governamentais e o Poder Público.

Preferências

Entre os leitores, 42% disseram ter o hábito de ler a Bíblia. Em seguida, entre as leituras frequentes, aparecem os livros religiosos, os contos e os romances, com 22% da preferência do público. Os livros didáticos são habituais para 16% da população e os infantis, para 15%.

As bibliotecas ganharam espaço como local de leitura. Em 2007 e 2011, esses locais eram usados por 12% dos leitores. Na nova versão da pesquisa, referente a 2015, 19% dos entrevistados que costumar ler disseram usar a biblioteca para essa atividade. No entanto, a casa ainda é o principal local de leitura, utilizado por 81% dos leitores. Em seguida vem a sala de aula, com 25% da preferência dos leitores.

Apesar de 77% dos leitores terem dito que gostariam de ter lido mais, 43% disse que não o fez por falta de tempo. Entre os que não tem o hábito da leitura, 32% alegou a mesma razão para não se aproximar dos livros. Outros 28% disseram simplesmente que não gostam de ler e 13% que não tem paciência.

O percentual das pessoas que disseram não ter problemas para ler caiu de 48%, em 2007 e 43%, em 2011, para 33%, em 2015. Entre os que têm dificuldades, a limitação com maior número de menções é a falta de paciência (24%), em seguida estão os acreditam que leem muito devagar (20%) e os que tem problemas de visão (17%).

segunda-feira, 23 de maio de 2016

146 ANOS DE JOÃO LUIZ ALVES.

DR. JOÃO LUIZ ALVES estaria comemorando 146 anos de nascimento.
Mineiro de Juiz de Fora, este mineiro notável foi Jurista, escritor, político e membro da Academia Brasileira de Letras, onde ocupou a cadeira 11. Foi Juiz municipal em Campanha e Alfenas onde foi também professor. Na carreira política foi prefeito da Campanha em 1890 e 1891. Deputado Estadual, Deputado Federal, Senador, Ministro da Justiça e Negócios Interiores e Ministro do Supremo Tribunal Federal.
Durante o período em que residiu na Campanha, teve uma filha que ficou internacionalmente famosa como, MARIA MARTINS afilhada de Euclides da Cunha, que também estava residindo aqui. Faleceu em Paris onde estava fazendo tratamento de saúde, em 15 de novembro de 1925.

LEMBRANÇA DA BANDA NA PRAÇA.

Marcelo, os saudosos Betinho (fundo) e Sérgio e o hoje maestro Lucas em uma das apresentações da Corporação Musical Maestro Walter Sales, na `raça Dom Ferrão.

CARLY AUTISTA.

E por falar em autismo, entre no YouTube e escreva, Carly austista,  e veja que exemplo de vida.

AUTOR AUTISTA SERÁ DESTAQUE NA FEIRA DO LIVRO DE RIBEIRÃO PRETO.

Autor autista será destaque em Feira do Livro de Ribeirão Preto

O catarinense Rodrigo Tramonte, 36 anos, portador da Síndrome de Asperger, tipo de autismo de grau leve, será um dos destaques da Feira do Livro de Ribeirão Preto, cuja programação foi lançada na segunda-feira à noite, no Theatro Pedro II. Com facilidade no traço, ele é cartunista e autor de um livro em quadrinhos que trata do lado engraçado do autismo, com o objetivo de auxiliar crianças e adultos autistas bem como seus pais e familiares.

“Algumas situações dele são autobiográficas, mas eu adaptei em forma de tirinha, e outras são histórias que ouço ou me contam via rede social em grupos e ONGs das quais participo”, afirma Rodrigo, que também dá palestras sobre o tema.
A obra reúne tiras de quadrinhos de humor, do qual o personagem principal é Zé Azul, um autista de 30 anos que vive com a mãe e é anti-social. O objetivo do livro é conscientizar os leitores sobre o comportamento dos autistas e a forma como eles enxergam o mundo.

Tramonte descobriu aos 30 anos que tinha a Síndrome de Asperger, um tipo de autismo de grau leve, que não compromete a fala e a coordenação motora e, diante da descoberta, decidiu se tornar ativista pró-autismo.

O autor desenhou ao estilo dos clássicos Mafalda e Calvin, cujas histórias abordam as situações que o autista vive no seu cotidiano, e como os traços do autismo interferem nos seus gestos e palavras. As tiras falam de forma leve e bem-humorada sobre características autistas como a visão concreta e objetiva das coisas, a fixação em temas específicos, a dificuldade de moldar o próprio discurso conforme o contexto da situação presente, a hipersensibilidade dos cinco sentidos e a busca pelo isolamento.

O objetivo do livro – lançado pela ONG Projeto Autonomia, da produtora cultural Andrea Monteiro - é conscientizar os leitores sobre o comportamento dos autistas e a forma como eles enxergam o mundo, através da linguagem universal e de fácil associação dos quadrinhos de humor. O livro será lançado em diversas capitais brasileiras.

ELA NÃO ERA DEPRESSIVA...

Ela NÃO era DEPRESSIVA, era apenas um caso de INFLUÊNCIA ESPIRITUAL !


Veja um caso curioso de alguém que passou por essa situação. 

A Manuela apareceu um dia na associação espírita a pedir auxílio. Sentia-se esquisita, muito deprimida e com vontade de chorar. O pior é que por vezes sentia impulsos de muita solidão e mesmo até de se suicidar. 
Mãe de 3 filhos, sentia a preocupação que tal situação acarretava. Já recorrera à ajuda de várias pessoas, uns bem intencionados outros menos bem intencionados. Ouvira falar da associação espírita e decidiu lá ir. Já tinha consultado vários psiquiatras, já se tinha encharcado em comprimidos, sem que conseguisse sair daquele estado de alma angustiante. Já estivera inclusive internada num hospital psiquiátrico, sem que, contudo, a situação tivesse melhoras substanciais. 
Num determinado dia, a crise agravou-se. E de tal modo, que já tinha tudo preparado para ser internada de novo no hospital psiquiatra. Manuela já tinha combinado com o marido e todos objetivavam as suas melhoras, já que, viver assim, era tarefa impossível. 
Quando a Manuela foi à associação, pedir ajuda, revelou muitos sintomas de mediunidade. A mediunidade é uma característica que permite ao ser humano captar a existência do mundo espiritual. Assim, há médiuns que vêem os espíritos, outros que os ouvem, outros ainda através dos quais os espíritos falam e outros ainda através dos quais os espíritos escrevem. Existem outros tipos de mediunidade. Os cientistas chama à mediunidade “percepção extrasensorial”. 
A Doutrina Espírita é um precioso auxiliar da medicina tradicional, sendo necessário que esta se dispa dos preconceitos para melhor poder servir a humanidade.
Tendo os elementos espíritas dessa associação se apercebido que a Manuela tinha essa faculdade, foi-lhe explicado que essas sensações muito parecidas com as sensações de depressão, derivavam de uma faculdade que ela não compreendia nem dominava. Assim seria necessário começar a estudar o Espiritismo e educar essa faculdade para que deixasse de ser motivo de preocupação para passar a ser motivo de bem-estar e alegria. 
A Manuela telefonou-nos a dizer que não poderia continuar o seu estudo do Espiritismo onde se tinha integrado pois no dia seguinte iria ser internada. Foi-lhe dito que não o fizesse pois estaria a perder tempo. A família foi contactada e esclarecida da sua real situação, tendo-se realizado uma reunião espírita em favor da Manuela. 
Nessa reunião, manifestaram-se várias pessoas já falecidas que transportavam na alma essas sensações de depressão e tristeza e que a Manuela captava telepaticamente tendo em conta o tipo de mediunidade que possui. Resolvido o problema, a Manuela acordou no dia seguinte completamente diferente, já sem essas sensações e já não foi internada. 
A “depressão” desaparecera como que por encanto. Continuou a levar uma vida normal e a sua situação evoluiu muito favoravelmente. Se a Manuela não tivesse contactado com uma associação espírita, hoje seria mais uma entre muitos a penar por hospitais psiquiátricos à procura de soluções para um problema que não é orgânico mas sim de origem espiritual. É claro que ela não padecia de depressão (doença bem estudada pela medicina) mas sim de uma influência espiritual cujos sintomas eram muito similares. 
Seria interessante que os médicos se começassem a interessar pelo estudo do Espiritismo, para assim melhor poderem servir a comunidade onde estão inseridos. É que a medicina, tal como está estruturada, encarrega-se de analisar o homem apenas na sua componente material, carnal, descurando o ser espiritual onde subsistem todas essas energias desequilibradas que são vertidas no corpo somático sob a forma de doenças. Felizmente já temos em Portugal muitos médicos espíritas e alguns psiquiatras e psicólogos que conhecem o Espiritismo. Esses médicos terão pois mais condições de auxiliarem as pessoas que aparecem com sintomas de “percepção extrasensorial”. 
Um assunto interessante a deixar à consideração dos médicos que lêem este artigo. Já agora permitam-me uma sugestão. Leiam um livro notável de filosofia espírita: "O Livro dos Espíritos", de Allan Kardec e meditem sobre o assunto.
Nota – Caso passado na Associação Cultural Espírita, em Caldas da Rainha, tendo os nomes sido trocados para garantir a privacidade das pessoas em causa.
Autor: José Lucas