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quinta-feira, 31 de março de 2016

FRANÇOIS MULLER NO ESTÁDIO DOS LEÕES.

François Muller jogou no Estádio dos Leões

VALENDO PARA O MOMENTO HISTÓRICO DO BRASIL.

Ao ler  as palavras do grande  Dr. Rui  Barbosa  ditas há mais de 100 anos, podemos ver que a crise moral, ética e política no Brasil vem de longa data. Ainda bem que apareceram pessoas como o Dr. Joaquim Barbosa, Dr. Sérgio Moro e seus valorosos  colaboradores.  Cabe também à cada um de nós, fazermos a nossa parte , desde dentro de nossas casas, colégios e trabalhos.

VALENDO PARA O MOMENTO HISTÓRICO DO BRASIL - POR RUI BARBOSA! ...É ISSO.............

“De tanto ver triunfar nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”  
(Ruy Barbosa)

VOLTA ÀS AULAS IMPULSIONA VENDA DE LIVROS DIDÁTICOS PELA INTERNET.

Volta às aulas impulsiona venda de livros didáticos pela internet

Alana Gandra - Agência Brasil - 12/03/2016
Painel de vendas elaborado pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) e pela Consultora Nielsen revela aumento do faturamento geral do setor editorial em janeiro deste ano, “que foi muito influenciado pelo livro didático”, disse o presidente do Snel, Marcos da Veiga Pereira.

Segundo ele, a participação do livro didático no total de vendas cresceu de 38%, em 2015, para 42% em janeiro deste ano. Para Pereira, essa expansão pode estar relacionada ao fato de o carnaval ter ocorrido mais cedo, favorecendo a antecipação das compras dos livros didáticos, com concentração maior em janeiro.

A volta às aulas foi o fato gerador do aumento de 30% nas vendas em janeiro e fevereiro deste ano no site de comercialização de livros usados e novos Estante Virtual, que reúne uma rede de 1.350 sebos em todo o país. Segundo a gerente de Marketing do Estante Virtual, Érica Cardoso, 55% das vendas são referentes a livros infantojuvenis e universitários. "Isso engloba livros didáticos e paradidáticos, livros técnicos e universitários."

Érica informou que o crescimento este ano foi bem maior que em anos anteriores, “apesar da crise econômica do país”. No ano passado, o maior crescimento de livros didáticos e universitários foi observado em março. “Este ano, já sentimos crescimento desde janeiro”. Em 2015, as vendas pela internet do Estante Virtual mostraram incremento de 15% em relação ao ano anterior.

Sobre livros universitários, a gerente acrescentou que as edições encontradas em sebos, mas ainda em perfeitas condições, constituem atrativo para os compradores em razão do preço mais baixo. Comparando a lista de livros recomendados no primeiro período de medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), por exemplo, a economia chega a 30%.

“Uma lista que custaria cerca de R$ 3,5 mil em outras livrarias, no Estante Virtual seria comprada por cerca de R$ 2,5 mil. Uma economia de R$ 1mil é representativa”. O levantamento de preços foi feito no dia 2 de fevereiro passado.

Os estados campeões de venda no primeiro bimestre foram São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, que representaram juntos 56% das vendas. Os livros novos correspondem a 24% do acervo do Estante Virtual. Desde que foi criado, há dez anos, o portal atingiu 15 milhões de livros no acervo.

Atacado e varejo

No mercado de venda de livros no atacado e varejo há 20 anos, o portal Top Livros, do Paraná, não sentiu nenhuma alteração nas vendas com o início das aulas, disse à Agência Brasil o diretor comercial do site, Rodrigo Castro. O principal consumidor do portal são livrarias, sebos e pequenos distribuidores de todo o país. Como não trabalha muito com livros didáticos, Castro assegurou que “a volta às aulas não impacta em nada” para o seu portal.

O Top Livros trabalha com feiras em escolas e universidades, e está aguardando o início do ano letivo para agendar os eventos, nos quais apresenta livros de todos os gêneros, como romance, ficção, contos, poesia. O site mantém ao longo do tempo o mesmo volume de venda de livros didáticos por mês, da ordem de 500 unidades, disse o diretor.

Para o portal Varejão do Estudante, única livraria online do Brasil especializada em livros escolares, as vendas dos livros didáticos representam 90% do acervo. “Para nós, já é natural ter um aumento de vendas entre dezembro e fevereiro”, informou a diretora da empresa, Carolina Tavares. Apesar disso, relatou que este ano, houve queda na venda de livros didáticos de 10%, em comparação ao ano passado, devido à migração de alunos de escolas particulares para escolas públicas.

No período de dezembro a fevereiro, a média de acessos ao site supera 15 mil por mês. Na época da volta às aulas, Carolina Tavares disse que são vendidos mais de 150 mil livros. Os estudantes, pais e responsáveis têm acesso no portal à lista escolar. Nesse serviço, estão pré-cadastradas as listas escolares com todos os livros. O estado com maior representatividade nas vendas do portal é Pernambuco, que responde por mais de 80% do total.

Painel de vendas

O presidente do Snel, Marcos da Veiga Pereira, admitiu que há, de fato, uma tendência de a venda do livro didático estar muito presente no mundo online. “Você tinha empresas muito tradicionais que vendiam o livro didático e, hoje em dia, todos os sites trabalham fortemente com isso”. Nas grandes lojas virtuais que ele acompanha, como Saraiva, Cultura e Submarino, Marcos Pereira disse que a venda do livro didático no retorno às aulas é um período “importantíssimo para todos eles”.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), Antonio Luiz Rios da Silva, o canal em que o livro é vendido para os pais “quanto mais diversificado [for], melhor”.

Ele vê ampliação da venda de livros didáticos pela internet como uma tendência de todo o varejo. “As transações de varejo pela internet vêm crescendo a uma taxa superior ao crescimento das vendas de maneira geral, por uma série de razões”, disse. Quantidade, facilidade para comprar, mobilidade urbana são algumas das razões que levam as pessoas a optar por adquirir um produto online, afirmou Silva.

O livro escolar, que atende a crianças e jovens até o ensino médio, faixa em que a Abrelivros atua, para escolas particulares, representa 35% do total de venda de livros no país. Para as escolas públicas, a entidade entrega os livros para o governo, que se incumbe de distribuir diretamente às escolas.

Para a Abrelivros, é indiferente o aumento da venda de livros didáticos por sites. O presidente da entidade assegurou que o importante é haver disponibilidade do livro para que o pai tenha facilidade de comprar. “Se vai ser em uma livraria, se vai ser na escola, se vai ser na internet, para a gente é indiferente”.

Ele esclareceu que a empresa que vende pela internet se relaciona por meio de uma entidade legalmente constituída com as editoras associadas à Abrelivros nas regiões onde atua, negocia os livros e, em geral, deve ter o mesmo tratamento que uma grande rede, como uma Saraiva, por exemplo, que vende livros didáticos tanto em suas lojas físicas, como pela internet. “O que importa, enfatizou, é dar comodidade e facilidade para que o pai possa comprar”.

Economia do livro

O coordenador do Laboratório de Economia do Livro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Fábio Sá Earp, disse que o crescimento de 30% nas vendas de livros didáticos pelo portal Estante Virtual é “muito expressivo”, sobretudo, segundo ele, porque o site não parecia estar investindo na corrida do início do ano, como fazem outras empresas.

Ele acredita que a recessão econômica contribui para os pais migrarem para fazer as compras dos livros escolares pela internet, inclusive em conjunto com outros pais, a chamada compra coletiva, porque isso resulta em abatimento de preços. “Com recessão, você está tendo um movimento de pais que estão levando seus filhos para a escola pública e de pais que fazem qualquer tentativa para reduzir custo. Uma delas é correr para a internet”, disse à Agência Brasil.

Sá Earp lembrou que na última crise, há cerca de dez anos, o que aconteceu foi que as famílias migraram para livros baratos. “Começou a ter feirões nas escolas, com troca-troca de livros no início do ano, e apelou-se para livro usado”. Destacou que um pouco desse movimento em relação ao livro usado está ocorrendo agora. Como o livro didático tem um peso grande no faturamento total do setor editorial brasileiro, o economista da UFRJ acrescentou que o aumento registrado nas vendas dessas obras pode indicar também que as vendas dos demais gêneros s de livros caíram.

Comodidade

A médica Lumena Tereza Gandra, mãe de uma adolescente de 15 anos, que cursa o primeiro ano do ensino médio, disse que o principal fator que a levou a procurar livros didáticos na internet foi a comodidade. “Comparo preços para saber se há diferença. Se valer a pena, compro na internet, comparando prazo de entrega e valor. Comodidade”, reiterou. Em algumas ocasiões, ela optou por comprar na internet os livros que estavam em falta na papelaria indicada pelo colégio.

O profissional de tecnologia da informação Renato Carvalho ressaltou que a praticidade da operação foi o que o levou, inicialmente, a comprar pela internet, prática que adotou, “há mais de dez anos”, para as compras de mês da família. “Comprar pela internet tem uma praticidade enorme”, manifestou. Em relação ao material escolar, Carvalho descobriu que conseguia comprar livros já usados na internet, em excelentes condições, “por uma fração do preço” cobrado normalmente nas lojas físicas.

“É uma economia bastante razoável quando você tem um filho no segundo grau, que pede uma quantidade enorme de livros muito caros”. No ano passado, Renato Carvalho fez a primeira experiência na área de livros didáticos usados “e deu muito certo”. Este ano, ele repetiu o procedimento e disse ter economizado mais de R$ 1 mil.

CATEQUIZANDOS DE DONA TEREZINHA DIAS DE CASTRO.

Catequista Terezinha Dias de Castro de seus catequizando:
Germano Fleming, Evandir Braz, Volnei, Zé Albino, ?,?,Ali Salomé,?,Toninho Gérson, ?,Roberto Lelé, ?,Márcio Campos, Taquinho, ?,?,?,Jarbas Ramos, João Batista Souza, ?, Aloísio Müller, Regina Batata, Correinha, Maria Helena D. de Castro, Ângela Carvalho, ?,?,?,?, Bernadete,?,?,?, Helena Garoti, ?,? e dona Terezinha Dias de Castro.

quarta-feira, 30 de março de 2016

LIVROS QUE CATIVAM.

Livros da série Vaga-Lume continuam a cativar fãs de todas as idades

Paulo Henrique Silva - Hoje em Dia - 13/03/2016
“São deliciosos, de fácil leitura e não muito grandes”. Em poucas palavras, a dona de casa Jussara Cordeiro Paulino define o sucesso de uma coleção literária que atravessa gerações: a Vaga-Lume, lançada pela editora Ática em 1972 e campeã de vendagem entre a garotada.

Um desses best-sellers é “O Escaravelho do Diabo”, que acaba de ganhar uma versão para cinema, com estreia em abril. Embora sem o mesmo apelo das décadas de 70 e 80, a série permanece na mente de muitos de seus leitores, iniciados na literatura a partir de suas páginas.

“Era um vício. Um livro puxava o outro”, registra Jussara, de 41 anos, que ainda se lembra da primeira história a merecer sua atenção, “O Caso da Borboleta Atíria”, que, segundo dela, continha todos os ingredientes para agradar as meninas, como príncipes e bichinhos.

CAÇA À RUIVA

Mas vem de “O Escaravelho do Diabo” a lembrança mais engraçada, quando uma menina ruiva do colégio imaginou ser a próxima vítima do assassino do livro. “Ela recebeu um besouro espetado num alfinete, igual à história, e começou a chorar, achando que ia morrer”, lembra Jussara.

Além de fã da série, a professora de português Paula de Cássia Reis resolveu que era hora de voltar a adotar os livros da coleção. “Busco oferecer aos alunos gêneros diferentes e muitos dos livros têm isso, como aventura e suspense”.
Quando anunciou a novidade na reunião dos pais, a aprovação foi unânime. “Muitos disseram que os livros lembravam a infância e que relê-los seria uma forma de voltar no tempo. Acabou sendo uma forma de aproximar pais e filhos”.

Melanie Dimantas é a autora da adaptação de “O Escaravelho do Diabo”. Ela já adianta que mudou muita coisa, para tornar a história mais coesa e divertida. A alteração que mais salta aos olhos é a do protagonista, que, no livro, é um jovem de 19 anos. “Optamos pelo irmão de 12 anos, até mesmo por causa de uma cena meio violenta do início. No livro, o mais velho encontrava o caçula com uma faca no peito. Invertemos isso no filme, o que nos deu maior liberdade para tornar tudo mais pueril e engraçado”, adianta.

Escritora mudou estilo após ouvir dica de alunos

Foram os primeiros leitores de “O Escaravelho do Diabo” que levaram a autora Lúcia Machado de Almeida a aposentar o pretérito mais que perfeito. “Ela gostava de usar expressões como ‘ele comera’ e ‘ele fora’ nos diálogos de personagens infantis. Nenhum menino falava assim”, recorda Jiro Takahashi, o criador da série “Vaga-Lume”.

Graças a “uma senhora que era sensível aos palpites da juventude da época” e à parceria com alunos e professores, renovada a cada lançamento, o editor da Ática percebeu que estava no caminho certo ao apostar numa coleção de linguagem contemporânea, sem o costumeiro desfecho moralizador dos clássicos.

Jiro Takahashi faz as devidas escusas a Machado de Assis e Raul Pompeia, leituras obrigatórias na escola, mas diz que eles “já estavam defasados, sem vínculo com a juventude daquele tempo”. Lembra que a sua geração, “bem ou mal, não questionava, até porque o antigo ginásio (hoje, de sexta a nona séries) era um pouco elitizado”.

Parque Temático

Foi justamente a quebra desse perfil excludente, quando tornou-se obrigatório permanecer na escola durante o primeiro grau, que a “Vaga-Lume” alçou voo. “Com a reforma, grande contingente passou a entrar, muitos sem o mesmo repertório cultural do público anterior. Assim, o programa de leitura não se adequava mais”, recorda.

Não eram só os temas que empurravam as vendas para mais de100 mil exemplares por título. A estratégia era aliar preço baixo (“nunca deveria custar mais do que a Veja”) e máximo de oito livros lançados por ano. “Os professores pressionavam, mas se lançássemos mais a tiragem não seria tão alta para compensar o custo”.

Outra ação marcante foi encartar um folheto de atividades. “Com o tempo, acabou sendo descaracterizado. Não era para ser uma avaliação, para saber se o aluno leu ou não. Eram brincadeiras, como se fosse um parque temático com os personagens que as crianças tinham acabado de conhecer”, lembra o “Walt Disney” da Ática.

COMO SABER SE UM MÉDIUM É HONESTO OU PICARETA?

Como saber se um MÉDIUM é HONESTO ou PICARETA ?

O grau de elevação de um médium pode ser medido pelas qualidades que ele apresenta como médium e como pessoa. Nesse sentido, não há como ignorar a lição contida no cap. XX, item 227, d´O Livro dos Médiuns, em que lemos que as qualidades que, de preferência, atraem os bons Espíritos são a bondade, a benevolência, a simplicidade do coração, o amor do próximo e o desprendimento das coisas materiais, ao passo que os defeitos que os afastam são o orgulho, o egoísmo, a inveja, o ciúme, o ódio, a cupidez, a sensualidade e todas as paixões que escravizam o homem à matéria.

terça-feira, 29 de março de 2016

GINASIANOS DA ADMISSÃO DE 1963.

Creio haver reconhecido a maioria do grupo, são eles:
Rafael Lima, Mario Fonseca, Roberto Lelé, Germano Fleming, Ênio Nicolau, Tarcísio Nascimento, ?,?,?, Fernando Carneiro, Sebastião Ramos, Manezinho Lemes, Marco Otávio Pereira, Antônio Ramos, Chico Zora, Aloísio Müller, ?,Zé Henrique Valim, Tião Costa, Sérgio Vilhena, Luiz Boca Fresca, ?, Nílson, João Lemos, Marcos Lefol, Batista Bró, Gaminha, Euro Castro,?.

CINCO MANEIRAS DE ELEVAR O SEU QI

5 maneiras de elevar seu QI

Exame
São Paulo — Muita gente pensa que a inteligência é uma característica puramente genética, que não pode ser alterada. Mas esse mito vem sendo seguidamente derrubado pelas pesquisas científicas. Estudos com pessoas de todas as idades mostram que o QI – a principal medida da inteligência – pode aumentar ou diminuir ao longo dos anos em função do estilo de vida.

Imagens obtidas por ressonância magnética comprovam que atividades que estimulam o cérebro provocam modificações anatômicas nele, elevando o QI. A falta dessas atividades, ao contrário, pode levar à redução da inteligência. Como os músculos, que se atrofiam ou se desenvolvem dependendo do nível de atividade física, o cérebro reage ao exercício mental.

Ainda que os testes de QI sejam questionados, eles continuam sendo a maneira mais aceita de medir a inteligência de uma pessoa. Em geral, um QI entre 90 e 110 é considerado normal. Um gênio pode passar de 150 e uma pessoa com menos de 70 é classificada como deficiente.

Sabe-se que o QI médio é mais alto nos países ricos do que nos pobres. E, na maior parte do mundo, o QI médio da população vem subindo alguns pontos por década desde o início do século XX (esse fenômeno é conhecido como Efeito Flynn, nome do cientista neozelandês que o estudou). Confira, a seguir, cinco maneiras de estimular o cérebro e desenvolver a inteligência.

1 Avance o máximo possível nos estudos

Uma pesquisa da universidade de Cornell, no estado americano de Nova York, mostrou que cada ano de estudo regular acrescenta vários pontos ao QI. Assim, se você puder chegar ao pós-doutorado, não pare na graduação.

2 Escolha uma atividade profissional desafiadora

Um estudo realizado durante 30 anos pelo National Institute of Mental Health americano (citado pelo Wall Street Journal) concluiu que profissionais que desempenham atividades complexas, resolvem problemas difíceis no dia-a-dia ou lidam com pessoas de forma elaborada tendem a ter melhores resultados nos testes de QI. Aqueles que, ao contrário, realizam um trabalho simples, que não exige raciocínio, tendem a piorar com o tempo.

3 Explore novos assuntos

As atividades que mais contribuem para elevar o QI são aquelas com a qual a pessoa não está habituada. Ou seja, encarar algum assunto totalmente novo de vez em quando traz benefícios à mente. Numa pesquisa da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, 20 jovens treinaram malabarismo durante um mês. Os neurocientistas observaram um rápido aumento na massa cinzenta do cérebro desses voluntários. Quando o treinamento terminou, o cérebro foi lentamente voltando ao estado anterior, mas as pessoas conservaram a habilidade desenvolvida com os malabares. Experimentos similares em outros países confirmaram as observações dos alemães.

4 Estude e pratique música

A música é um excelente estimulo para o cérebro. Uma pesquisa da Universidade de Toronto em Mississauga, no Canadá, apontou que seis anos de estudo de música na infância provocam um aumento médio de 7,5 pontos no QI. Outro estudo, da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, observou que músicos que permanecem ativos por pelo menos uma década conservam um QI elevado até depois dos 60 anos.

5 Prefira o lazer inteligente

Há uma variedade de jogos que prometem desenvolver a inteligência. E as pesquisas mostram que eles funcionam. Um dos mais conhecidos é o N-back, disponível, inclusive, na forma de aplicativo para iPhone e Android. Mas qualquer jogo que envolva desafios mentais traz bons resultados.

CHICO XAVIER ESCREVE À NAÇÃO BRASILEIRA

CHICO XAVIER ESCREVE À NAÇÃO BRASILEIRA

Estamos todos em um curso intensivo e muito exigente na nossa nação, cujo o único propósito é abrir os nossos olhos para entender que todos somos responsáveis, em maior ou menor escala, pelo que acontece ao nosso país.
O evangelho de nosso senhor Jesus Cristo nos ensina que, a cada um segundo suas obras, será entregue o volume de provas ou de bênçãos que merece.
O Brasil não está à deriva, apenas enfrenta uma profunda é necessária seleção de valores, visando o seu futuro de glórias.
Homem algum, por mais poder e influência, conseguirá alterar os destinos previstos para os tempos de civilidade e consciência, para os quais estão sendo moldados todos os acontecimentos.
A guerra instaurada nos vales sombrios do astral, em cujos locais se encontram as verdadeiras raízes do mal declarado, estão com seus dias contados. A luz da verdade expõe aos clarões da justiça todos os mais endurecidos planos de domínio e estagnação. O que era segredo de gênios poderosos nas esferas da maldade, hoje é vespeiro de confusão por conta da fragmentação que dissolveu a espessa camada de poder, que se escondia na hipocrisia e na mentira nos vales organizados da política dos "césares da hegemonia".
Grandes grupos organizados esfacelaram e se tornaram células frágeis diante desse clarão que deu rumos imprevisíveis, sob comando das hostes do bem e da paz.
Os serviços do bem nos quais todos nós, cooperadores do ideal cristão, estamos sendo chamados, é uma oportunidade incomparável para educação de nossas almas à luz do evangelho. O ensino do Mestre de amar a todos sem distinção é o ponto de equilíbrio para que os nossos corações atribulados pelo desejo incontido de justiça, possa encontrar o necessário sossego e discernimento na busca de uma pro-atividade que não nos permita nunca esquecer que também respondemos por tudo que acontece.
Ninguém sossegará nas fileiras do bem, seja na matéria ou na vida imortal, enquanto a luta se fizer necessária para edificar em nossa pátria amada a condição de coração generoso e gentil, justo e pródigo diante da nossa casa planetária.
Que a esperança nasça em meio à turbulência e que os arautos do bem estendam claridade e visão, consciência e brandura às aflições do povo brasileiro, em nome de Jesus Cristo.
Chico Xavier pelo médium Wanderley Oliveira, na manhã de 24/03/16

segunda-feira, 28 de março de 2016

NOSSOS JOVENS FREQUENTAM O MORRO DO CRUZEIRO HÁ MUITO TEMPO.

Neide Lemos, Regina Muller, Glycia Tavares, Ana Emília Nogueira, Paulista, Paulo Roberto amigo do paulista, Nadia Lemos e Aparecida Alcântara, no Morro do Cruzeiro.

BRASIL E SEUS MOMENTOS DE DECISÃO.

Brasil e seus momentos de decisão

Nessas últimas semanas, venho recebendo e-mails de amigos para que eu escrevesse algo a respeito do Brasil e as turbulências que o País vem passando, seja no âmbito social, político, econômico, enfim, em todos os segmentos.
Quando lemos e estudamos o extraordinário livro psicografado pelas mãos abençoadas de Chico Xavier, ditado pelo espírito Humberto de Campos – “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho” – iremos notar a proposta que Nosso Senhor Jesus Cristo fez ao nosso abençoado País, propondo que as Terras de Santa Cruz recebessem a árvore do Cristianismo nos moldes do Cristianismo Primitivo.
Se lermos com atenção esse livro, vamos ver que é uma proposta feita por Jesus Cristo, cabendo a cada um de nós fazermos a parte que nos cabe. Quando falamos de “Brasil, Coração do Mundo”, é pela potencialidade que nós, os brasileiros, temos de receber os amigos e irmãos que nasceram em outros Países; e “Pátria do Evangelho”, porque mostra a importância dessa proposta – a de sermos o celeiro espiritual, tendo a dádiva de irradiarmos a luz do Evangelho de Jesus a todo o Planeta.
Não é à toa que o Brasil recebe o título de País com maior número de católicos de todo o Mundo; com maior número de evangélicos de todo o Mundo, e também recebe o título de ser a nação com maior numero de espíritas cristãos. Portanto, somos o País com maior numero de cristãos de todo o Mundo!
A Espiritualidade é um tema que nasce conosco, os brasileiros, porém estamos notando que precisamos novamente retornar aos trilhos do progresso espiritual e moral para realizar a proposta feita por Jesus. Estamos passando um momento difícil e delicado, seja pela nossa economia em baixa, seja pelo número do desemprego, que vem aumentando a cada dia, seja pelo custo de vida e inflação que oscilam. Fato é que vivemos esse momento delicado.
Não podemos também nos esquecer que a “Transição Planetária” vem ocorrendo. Muitos espíritos que estão desencarnado, nem aqui mais estão permanecendo, e os que ainda estão envolvendo a coletividade e influenciando a massa a continuar do jeito que está, esses estão agitados, procurando mínimas oportunidades de gerar o caos e a inércia espiritual.
Precisamos reagir. Nosso Senhor Jesus Cristo nos deixou uma advertência que serviu no passado, serve no presente e continuará a servir no futuro. Ele nos assevera: “Vigiai e orai para não cairdes em tentação”. Não podemos mais olvidar que os espíritos nos influenciam, e nós a eles; não podemos mais acreditar que não temos responsabilidade pelo momento político e social que estamos a passar.
Allan Kardec, nosso admirável Codificador, questiona a Espiritualidade Amiga em “O Livro dos Espíritos” sobre a influência dos espíritos em nossas vidas. E os Imortais, sob a direção do Espírito da Verdade, nos revelam que eles (os espíritos) nos influenciam mais do que imaginamos.
E mais: se o Brasil está passando por esse momento difícil, não podemos jogar tudo nas costas dos nossos políticos. É muito fácil legar aos outros as responsabilidades. Se analisarmos, nós também temos culpa, e diga-se de passagem muita culpa, pelo Brasil estar na situação em que está.
O Brasil só irá mudar e melhorar quando nós estivermos cientes do papel que devemos desenvolver. A partir dessa mudança, iremos eleger pessoas mais capacitadas para nos dirigir, tendo uma sociedade mais justa e igualitária. Mas para chegarmos nesse ponto, precisamos fazer o que nos compete, e não mais acreditar que a responsabilidade é sempre do outro.
Vamos à luta. Sem esforço não sairemos do lugar. Devemos sim reivindicar nossos direitos, mas sem esquecermos que também temos deveres; e não podemos cobrar dos outros o que ainda não fazemos. É hora de mudança em níveis coletivos, mas o coletivo só mudará quando o indivíduo fizer a parte que lhe compete.
Portanto, o Brasil será sim o “Coração do Mundo e a Pátria do Evangelho” quando fizermos a parte que nos cabe. Vamos orar mais e agir mais para termos um País melhor.
André Luis Chiarini Villar

UM EXEMPLO DE ATITUDE, DE DETERMINAÇÃO.

Homem forma-se em medicina após achar livros em lixão
www.amodireito.com.br - 12/02/2016

Ele tinha tudo para dar errado. Mas decidiu contrariar os paradigmas de um garoto pobre, 

negro e criado em meio à violência, drogas e alcoolismo. Cícero Pereira Batista tem 33 anos 
que podem ser triplicados pelas experiências que viveu. Após tirar literalmente do lixo sua 
esperança de uma vida melhor, hoje comemora a conquista do diploma de médico 
conquistado graças à obstinação, como ele mesmo define.

Foi na quadra 20 da QNL, mais conhecida como Chaparral e pelos altos índices de violência, 

que o então menino Cícero cresceu. Na época ainda era chamado de Juca pelos sete dos 20 
irmão que conseguiram sobreviver à pobreza.

Quando tinha apenas três anos, o pai morreu e o futuro que já seria difícil se tornou pior. 

A mãe 
de Cícero encontrou no álcool a fuga para as mazelas da periferia que tomaram conta de 
sua casa. O irmão mais velho passou a traficar e usar drogas. Momentos que marcaram 
a mente de Juca.

— Meu pai, antes de morrer, pediu ao meu irmão mais velho que cuidasse de nossa 

família, mas ele não suportou. Ele se envolveu com as drogas e passou a usá-las 
dentro de casa. Isso aqui era cheio de gente drogada. Eu via meu irmão cheirando 
cocaína ao meu lado.

Em meio ao caos, Cícero buscou meios para sua própria subsistência. E o foi 

buscar no lixo o que comer. Entre lágrimas, ele lembra o que precisava fazer para 
comer e ajudar a irmã mais nova.

— Eu tinha que chafurdar no lixo para encontrar comida. E muitas vezes encontrava 

pedaço de carne podre, iogurte vencido, resto de comida que ninguém queria. 
Era aquilo que me alimentava. 
E no meio do lixo surgiu a minha oportunidade de uma vida melhor.

No meio aos restos, Cícero encontrava livros e discos de vinis velhos. Os livros 

passaram a ser o refúgio de tanta desgraça. Os vinis, a trilha de uma trajetória 
que ele jamais imaginava percorrer.

— Eu lia tudo que encontrava pela frente. Eram livros velhos manchados pelo 

chorume de lixeiras de supermercados, mas era a única coisa que eu tinha. 
Os vinis eu escutava na casa de um vizinho. Beethoven e Bach foram minhas inspirações.

A irmã de Cícero o matriculou na escola pública próxima a sua casa. Só conseguiu 

chegar ao ensino técnico graças à ajuda de professores e amigos. Decidiu fazer o 
curso de técnico em enfermagem que passou em segundo lugar na seleção feita pelo Cespe, 
banca que integra a UnB (Universidade de Brasília).

Ao concluir o curso logo veio a primeira vitória. Foi aprovado no concurso da Secretaria 

de Saúde para técnico em enfermagem e passou a trabalhar no HRT (Hospital Regional 
de Taguatinga). Mas ainda era pouco para quem estava acostumado com tanta dificuldade. 
Então ele buscou o que já procurava desde a infância. Passou para o vestibular de 
medicina em uma faculdade particular de Araguari.

Cícero estudava de segunda a sexta-feira e aos fins de semana tirava plantão de 40 horas 

no HRT. O salário que recebia ia todo para o pagamento da mensalidade. Sobrevivia 
de doação e da própria determinação.

Como a rotina estava muito difícil, Cícero decidiu fazer o Enem e tirou nota suficiente 

para lhe garantir uma bolsa de estudos em uma faculdade particular do DF. Passou a 
estudar medicina no Gama onde enfrentou o preconceito racial e a rotina de estudos.

— Eu nunca pensei em desistir. Meus companheiros sempre foram os livros e a música 

clássica me dava leveza de espírito para seguir em frente. Eu pensava que se Beethoven 
se tornou um dos grandes compositores da história eu também poderia me tornar 
um bom médico.

E deu certo. No dia 6 de junho deste ano, o menino Juca se tornou o Dr. Cícero Batista. 

Na formatura foi ovacionado por professores, colegas e os pais daqueles que 
costumavam discriminá-lo por ser negro e pobre.

Hoje faz questão de contar a própria história no lugar onde tudo começou. A casa ainda 

sem nenhum conforto na QNL 20 é o lugar que abriga a mãe e os livros achados no 
lixo e nas paradas de ônibus. Os planos agora são outros, mas sempre focados em 
dias melhores.

— Eu quero justificar a confiança que meus professores e meus amigos depositaram 

em mim. Por isso estou focado em me tornar um bom médico, dar uma vida melhor para 
minha mãe e depois me especializar em psiquiatria ou pediatria. Mas ainda penso estudar Direito, 
quem sabe.

quarta-feira, 23 de março de 2016

A PÁSCOA NA VISÃO ESPÍRITA.

A PÁSCOA NA VISÃO ESPÍRITA

01) O Espiritismo não celebra a Páscoa, mas respeita as manifestações de religiosidade das diversas igrejas cristãs,
02) O Espiritismo também não proíbe que seus adeptos manifestem sua religiosidade.
03) Páscoa, ou Passagem, simboliza a libertação do povo hebreu da escravidão sofrida durante séculos no Egito,
04) A Páscoa, no Cristianismo, comemora a ressurreição do Cristo, que se deu na Páscoa judaica do ano 33 da nossa era, e celebra a continuidade da vida.
05) O Espiritismo, embora sendo uma Doutrina Cristã, entende de forma diferente alguns dos ensinamentos das Igrejas Cristãs.
06) Na questão da ressurreição, para nós, espíritas, Jesus apareceu à Maria de Magdala e aos discípulos, com seu corpo espiritual, que chamamos de perispírito.
07) Entendemos que não houve uma ressurreição corporal, física, de Jesus.
08) Jesus de Nazaré não precisou derrogar as leis naturais do nosso mundo para firmar o seu conceito de missionário.
09) A sua doutrina (Doutrina de Jesus) de amor e perdão é muito maior que qualquer milagre, até mesmo a ressurreição.
10) Isto não invalida a Festa da Páscoa se a encararmos no seu simbolismo. (Simbolismo de LIBERTAÇÃO e TRANSFORMAÇÃO MORAL, como base no Amar a Deus e no Amar ao Próximo).
11) A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a nossa libertação da ignorância, das mazelas humanas, para o conhecimento, o comportamento ético-moral.
12) A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a transformação.
13) A Páscoa Cristã representa a vitória da vida sobre a morte, do sacrifício pela verdade e pelo amor.
14) Jesus de Nazaré demonstrou que podemos Executar homens, mas não se consegue matar as grandes idéias renovadoras, os grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida.
15) Como a Páscoa Cristã representa a vitória da vida sobre a morte, queremos deixar firmado o conceito que aprendemos no Espiritismo, que a vida só pode ser definida pelo amor, e o amor pela vida.
16) Foi por isso que Jesus de Nazaré afirmou que veio ao mundo para que tivéssemos vida em abundância, isto é, plena de amor.
Amílcar Del Chiaro Filho
Este artigo foi publicado na íntegra
pela Revista Católica MISSÕES - da Ordem Consolata.

NOSSA ETERNA HOMENAGEM E CARINHO.

21 DE MARÇO: DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN, NOSSA ETERNA HOMENAGEM E CARINHO.

Dentre os 365 dias do ano, o “21/03” foi inteligentemente escolhido porque a Síndrome de Down é uma alteração genética no cromossomo “21”, que deve ser formado por um par, mas no caso das pessoas com a síndrome, aparece com “3” exemplares (trissomia). A ideia surgiu na Down Syndrome Internacional, na pessoa do geneticista da Universidade de Genebra, Stylianos E. Antonorakis, e foi referendada pela Organização das Nações Unidas em seu calendário oficial.

Mais interessante ainda que a origem da data, é a sua razão de existir. Afinal, por que comemorar uma síndrome?!

Oficialmente estabelecida em 2006 e amplamente divulgada, essa data tem por finalidade dar visibilidade ao tema, reduzindo a origem do preconceito, que é a falta de informação correta. Em outras palavras, combater o “mito” que teima em transformar uma diferença num rótulo, numa sociedade cada vez mais sem tempo, sensibilidade ou paciência para o “diferente”.

A Síndrome de Down foi descoberta em 1862 pelo médico britânico John Langdon Down (que bem podia chamar-se John Up, pra colaborar…!), e apesar de ainda estarmos em situação muito distante da ideal, nesse intervalo de 153 anos muitos foram os avanços no âmbito da ciência e da sociedade, de forma especial nas últimas três décadas. Basta você observar com os casos da síndrome aparentemente “aumentaram”. Mas não. É que antigamente as crianças ou adultos com a síndrome pouco saíam de casa, infelizmente….

Por falar nisso, essa participação social é uma das questões que a celebração dessa data, já em sua 10ª edição, visa destacar: a Síndrome de Down não é uma doença, e não impede, de maneira nenhuma, que o indivíduo tenha uma vida social normal (se é que esse termo ainda faz algum sentido). E, nessa questão, já se emenda uma outra, igualmente importante: a inclusão. Felizmente, hoje em dia, isso é lei, mas muitas pessoas ainda desconhecem: criança com Síndrome de Down (ou qualquer outra dificuldade de aprendizado) tem que ser matriculada em escola regular. Isso mesmo, junto com todas as outras crianças. Essa convivência é extremamente saudável para todos, e a conduta mais eficiente para o aprendizado pedagógico – que se torna um pouco mais demorado devido àquele terceiro cromossomo, mas acontece.

Essa data visa chamar a atenção especialmente das pessoas pouco informadas sobre as capacidades das pessoas com a Síndrome de Down. Elas possuem tantas outras características quanto os demais seres humanos, ou seja, a síndrome não as define. É muito importante que todos saibam (outra tarefa do 21/03) que cada pessoa com síndrome de Down também tem gostos específicos, personalidade própria e individual, habilidades e vocações distintas entre si. Portanto, devem ser evitados os “rótulos” provocados por expressões do tipo “Ah, como ‘os Downs” são carinhosos!” ou “Eles são todos tão teimosos, não?!”… Em respeito à individualidade de qualquer ser humano, esse tipo de generalização não deve ser aplicada a nenhum grupo, nem a este, por melhor que seja a intenção de quem o faz.

Obviamente o diagnóstico genético carrega consigo algumas especificidades, como, por exemplo, a cardiopatia (problemas no coração), presente em aproximadamente 50% dos casos; às vezes problemas de audição e/ou visão; atraso no desenvolvimento intelectual e da fala, dentre alguns outros. Mas são questões pontuais e de saúde, a serem detectadas e tratadas medica e terapeuticamente, de maneira que não definem qualquer prognóstico, ou seja, ninguém jamais pode prever até onde pode chegar o desenvolvimento das pessoas com síndrome de Down – assim como das demais pessoas. Elas devem ser estimuladas a terem sonhos e projetos, crescerem, estudarem e trabalharem como qualquer ser humano, e têm todo o direito de lutar pela sua total autonomia, sem que sua condição genética represente qualquer tipo de barreira. Ou existe alguém que não possui limitações?!

Na verdade, toda convivência saudável entre amigos e familiares, colegas e sociedade, de maneira atenta a todo tipo de diversidade, é sempre muito enriquecedora. O mesmo acontece quando você tem a oportunidade de conviver com uma pessoa com a Síndrome de Down. Olhe para ela, e não para a síndrome, e você vai descobrir um ser humano tão incrível quanto você.