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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A REVISTA ÉPOCA NA CAMPANHA-MG.


Com muita satisfação, recebi a visita a jornalista Flávia Yuri Oshima, editora da seção Vida da revista ÉPOCA, da Editora Globo, que tomou conhecimento da grande quantidade de alunos com altas habilidades, popularmente chamados de superdotados, na cidade da Campanha. Ela começou seu trabalho em São Paulo com o nosso conterrâneo Giovanni Ferreira Eldasi que, dentre as inúmeras atividades que tem, é o diretor da Vérsila Educacional. Por sugestão do Giovanni, para que ela tivesse uma referência aqui na Campanha, Atílio Cláudio e eu fomos apresentados à ela.
Há algum tempo me interessei muito pelo tema "Educação" e sempre tenho lido a respeito e assistidos a muitos vídeos de palestras no You Tube. Me preocupa muito a falta de conhecimento e de interesse de inúmeros professores que não são educadores. Principalmente quando aparece numa sala de aula algum aluno com altas habilidades.
Como em nossa cidade o índice de alunos com altas habilidades é muito grande, acho que é extremamente necessário que, os responsáveis pela nossa educação se interessassem mais em qualificar os professores para que eles soubessem identificar estes alunos o como trata-los. Na maioria das vezes, estes alunos detestam a escola que tem. A culpa não é da escola, mas sim da educação, da maneira antiquada que as matérias são passadas. É preciso coragem para irem contra o sistema e criatividade para descobrirem alternativas que atraiam todos os alunos.

Tentando dar a minha contribuição, convidei o amigo Giovanni Ferreira Aldasi para que fizesse uma palestra nas Escola Vital Brasil no ano passado. O tema apresentado: claro, alunos de altas habilidades. O sucesso foi tanto que depois ele teve que se apresentar em outras escolas também. Naquela oportunidade tivemos praticamente todos os professores da casa, vários de outras escolas, além de vários pais. Mas, de que adiantou a preocupação daqueles professores ali presentes, se não tiveram uma atitude sequer, para mudar o rumo da história. 
Estamos começando mais um ano letivo. Será que alguma escola se preocupou em preparar os seus professores para que este ano seja mais proveitoso, mais leve, com menos problemas?

Não venham depois colocar a culpa no sistema, pois o professor que é educador, que tem interesse pelos seus alunos, ele poderá fazer a diferença. Mas, sozinho ele pouco conseguirá. Por que então, as escolas não criam a Associação dos Professores. Incentivem aos pais a fazerem a Associação dos Pais. E incentivem aos alunos em criar um Grêmio Estudantil. Com este tripé, o salto de qualidade tanto da escola como dos alunos serão imensos.
Vamos todos, sair da nossa zona de conforto e sermos uma só equipe em busca de uma educação de mais qualidade e menos desgastante.

Tem uma história de quatro personagens, mais ou menos assim: 

Todo mundo chegou a conclusão de que a situação é difícil. Alguém tem que tomar uma providência. Qualquer um pode fazer alguma coisa para mudar a situação. Mas, ninguém o fez. E tudo continuou como estava.

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