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domingo, 31 de janeiro de 2016

VIAGEM SEM SAIR DE CASA.

Educação de SP lista livros para jovens 'viajarem' sem sair de casa

www.educacao.sp.gov.br - 22/01/2016

Viajar sem sair do lugar é uma das vantagens da leitura. Nessas férias escolares, a Educação selecionou uma lista com cinco títulos imperdíveis para alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio. A proposta é que os estudantes repitam em casa o hábito incentivado ao longo do ano pelas equipes das Salas de Leitura: adote um livro e viaje. A rede estadual fechou o ano com mais de 3,6 mil espaços dedicados ao programa.

As sugestões de leitura da Educação incluem obras de autores nacionais e também de sucesso em outras línguas. Os cenários mesclam cidades reais – como a Salvador, de Capitães da areia e a Paris, de A invenção de Hugo Cabret. Outra vantagem é que todos os títulos estão disponíveis em bibliotecas públicas ou em sebos. Confira as dicas:

1. Capitães da areia – Jorge Amado: O livro conta a história de um grupo de garotos abandonados que vive em Salvador, capital baiana, nos anos 1930. Os meninos, que moram em um trapiche (espécie de armazém), descobrem, ao longo da trama, como sobreviver nas ruas e vielas da cidade. O amadurecimento de cada um também é relatado durante a história.

2. Meu pé de laranja lima – José Mauro de Vasconcelos: Situada no bairro de Bangu, Rio de Janeiro, a história retrata a vida de Zezé, um menino pobre de cinco anos que encontra amizade e conforto em um pé de laranja lima plantado no quintal de casa. O livro também reforça a descoberta precoce da dor e mostra as dificuldades enfrentadas pela família pobre e numerosa.

3. O menino do pijama listrado – John Boyne: Este é para quem deseja viajar ‘para fora’. A história, que se passa na Alemanha nazista, narra a amizade de Bruno e Shmuel, dois garotos muito diferentes, em uma época marcada pela guerra. Para complementar a leitura, é importante relembrar o período da Segunda Guerra Mundial e a expansão dos regimes totalitários.

4. A invenção de Hugo Cabret – Brian Selznick: Outra história ‘internacional’ que narra a vida de Hugo Cabret, menino órfão que vive escondido na estação central de trem em Paris, também nos anos 1930. Além de ter que sobreviver, o garoto cuida dos gigantescos relógios do lugar. A trama ganha mistério quando Hugo conhece a afilhada de um severo dono da loja de brinquedos. O livro também faz alusão à história do cinema.

5. Luna Clara & Apolo Onze – Adriana Falcão: Este livro não se passa em lugar nenhum e é ideal para quem gosta de fantasia. A história de amor entre os personagens que dão nome ao volume acontece em Desatino, cidade fictícia que guarda mistérios capazes de encantar o leitor. Encontros, desencontros e coincidências fazem do livro uma verdadeira aventura.

UMA RAZÃO PARA VIVER.

Variação de Humor e sua Razão Espiritual, da obra "Uma Razão Para Viver", de Richard Simonetti

- Eu estava muito bem, saudável, animada...De repente, sem motivo palpável, caí na "fossa" - uma angústia invencível, uma profunda sensação de infelicidade, como se a vida não tivesse mais graça...

Em psicologia o paciente poderia ser definido como ciclotímico, alguém com temperamento sujeito a variações intensas de humor - alegria e tristeza, euforia e angústia, serenidade e tensão.
Tem períodos de grande energia, confiança, exaltação, alternados com aflições.
Muita disposição e iniciativas hoje; amanhã temores e inibições.
Os períodos negativos podem prolongar-se, instalando a depressão, a exigir tratamento especializado na área da psiquiatria. Como ela se alterna com estados de euforia, em que o paciente parece totalmente recuperado, sem que nada tenha ocorrido para justificar a mudança de humor, emprega-se a expressão "depressão endógena”, algo que tem sua origem nas tendências constitucionais herdadas, algo que faz parte da personalidade do indivíduo.

Há uma retificação a fazer. A tendência à depressão é uma herança, realmente, não de nossos pais , mas de nós mesmos , porquanto as características fundamentais de nossa personalidade representam, essencialmente , a soma de nossas experiências em vidas pretéritas.

O que pesa sobre nossos ombros, favorecendo os estados depressivos, é a carga dos desvios cometidos, das tendências inferiores desenvolvidas, dos vícios cultivados, do mal praticado.
Há pessoas que, pressionadas por esse peso mergulham tão fundo na angústia que parecem cultivar a volúpia do sofrimento, com o que comprometem a própria estabilidade física, favorecendo a evolução de desajustes intermináveis.

De certa forma somos todos ciclotímicos, temos variações de humor, sem que isso se constitua num estado mórbido: hoje em paz com a vida; amanhã brigados com a humanidade. Nas nuvens por algum tempo; depois na "fossa".

Essa ciclotímia guarda relação com os processos de influência espiritual.
Estados depressivos podem originar-se da atuação de Espíritos perturbados e perturbadores, que consciente ou inconscientemente nos assediam.
Há outro aspecto muito interessante, abordado pelo Espírito François de Genève, no capítulo V, de "O Evangelho Segundo o Espiritismo":
"Sabeis porque, às vezes, uma vaga tristeza se apodera dos vossos corações e vos leva a considerar amarga a vida? É que o vosso Espírito, aspirando à felicidade e à liberdade, se esgota, jungido ao corpo que lhe serve de prisão, em vãos esforços para sair dele. Reconhecendo inúteis esses esforços, cai no desânimo e, como o corpo lhe sofre a influência, toma-vos a lassidão, o abatimento, uma espécie de apatia e vos julgais infelizes. "Crede-me, resisti com energia a essas impressões, que vos enfraquecem a vontade."

Podemos concluir, em resumo, que a ciclotimia de nossa personalidade ocorre em função de pressões ambientes, de influências espirituais, do peso do passado e das saudades do além.

E como superar as variações de humor, mantendo a serenidade e a paz em todas as situações?
É evidente que não a faremos da noite para o dia, como quem opera um prodígio, mesmo porque isso envolve uma profunda mudança em nossa maneira de pensar e agir, o que pede o concurso do tempo.
Considerando, entretanto, que influências boas ou más passam necessariamente pelos condutos de nosso pensamento , podemos começar com o esforço por disciplinarmos nossa mente , não nos permitindo idéias negativas.

Obra: "Uma Razão Para Viver"
Richard Simonetti

sábado, 30 de janeiro de 2016

TUDO CERTO PARA A RECONSTRUÇÃO DO MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA.

Assinado convênio para reconstruir Museu da Língua Portuguesa

Alessandro Giannini - O Globo - 21/01/2016
SÃO PAULO — O governo de São Paulo, a Fundação Roberto Marinho, instituição ligada ao Grupo Globo, e a organização social ID Brasil, Cultura, Educação e Esporte firmaram, nesta quinta-feira, uma nova parceria para a reconstrução do Museu da Língua Portuguesa, destruído em dezembro passado durante um incêndio na capital paulista. Ainda não há uma estimativa de investimento para a restauração, mas o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse que talvez seja necessária captar mais recursos na iniciativa privada.

A fundação, que atuou na criação e instalação do museu em 2006, ficará responsável pela execução das obras de reconstrução, restauro e reinstalação. A Secretaria da Cultura do Estado será responsável pela supervisão dos trabalhos e o assessoramento no contato com órgãos de preservação, como o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat). A ID Brasil, entidade que administra o museu, receberá os recursos do seguro e cuidará do gerenciamento financeiro das obras. Não há data para o início da restauração, nem para a reabertura ao público.

— O primeiro passo é a gente aguardar quanto o seguro vai aportar e o estado em que o prédio está para saber o que precisa ser feito, para ter uma noção do custo disso. São etapas mais demoradas, tem que fazer análise da estrutura do prédio e tudo mais. Vamos retomar o projeto arquitetônico original. Agora é um momento de reflexão e estudo — afirmou o secretário da Cultura em exercício, José Roberto Sadek, que evitou sugerir qualquer valor para o custo desse trabalho.

SEGURO DE R$ 45 MILHÕES

Também participaram da cerimônia de assinatura do convênio na sede do governo estadual o superintendente executivo da Fundação Roberto Marinho, Nelson Savioli, o gerente executivo administrativo e financeiro da fundação, Luiz Henrique da Silva Cordeiro, o diretor de Relações Institucionais São Paulo do Grupo Globo, Fernando Vieira de Mello, e o diretor executivo da ID Brasil, Luiz Laurente Bloch.

Recursos da apólice contra incêndio que o prédio tinha no valor de R$ 45 milhões ajudarão nos gastos com a restauração. Mas, segundo Alckmin, eles podem não ser suficientes. A Secretaria de Cultura articulará parceiros e patrocinadores que já demonstraram interesse em apoiar a recuperação do museu.

— Talvez seja necessário buscarmos mais recursos na iniciativa privada — disse o governador: — A nossa prioridade é reconstruir o prédio.

Alckmin acrescentou que vai criar um conselho para acompanhar os trabalhos e a relação dos parceiros envolvidos na reconstrução do museu com a iniciativa privada. O governador disse também que convidou José Roberto Marinho, vice-presidente do Grupo Globo e presidente da Fundação Roberto Marinho, para presidi-lo.

Desde o incêndio, a retirada de entulho e limpeza das lajes estão sendo feitas. Isso tem ajudado a projetar o trabalho de restauro. Nos próximos dias, um laudo mais detalhado sobre o impacto do incêndio para a estrutura do prédio será entregue e permitirá o estabelecimento de um cronograma mais detalhado.

O superintendente executivo da Fundação Roberto Marinho afirmou que o museu será reconstruído com o que há de mais moderno em termos de tecnologia e que o acervo também passará por uma atualização.

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— Depois de dez anos, acontecer esse desastre foi uma grande fatalidade e nós nos sentimos na obrigação de vir ao governo e nos colocar à disposição para ajudar na reconstrução desse museu único — disse Savioli: — A equipe que ajudou a instalar o museu ainda está conosco e ajudará na reconstrução e reinstalação do acervo. Outra coisa que nos deixa confortável é que a equipe que entregou o Museu do Amanhã ao Rio de Janeiro vai estar aqui para ajudar a fazer o Museu da Língua Portuguesa voltar a funcionar.

Há um mês, o incêndio começou no primeiro andar do edifício e se espalhou para o segundo e terceiro pavimentos. As chamas se propagaram rapidamente em razão de a estrutura interna ser composta principalmente de madeira. No dia, o museu estava fechado para visitação. O bombeiro civil Ronaldo Pereira da Cruz, de 38 anos, morreu ao tentar conter o fogo.

Concebido e implantado pela Fundação Roberto Marinho em convênio com o governo do Estado de São Paulo, o Museu da Língua Portuguesa foi aberto ao público em 21 de março de 2006, usando tecnologia de ponta para apresentação de conteúdo virtual e interativo. Todo o projeto foi avaliado em cerca de R$ 37 milhões, que foram usados para financiar a criação, pesquisa, implantação do museu e restauro do prédio da Estação da Luz. O projeto arquitetônico foi assinado pelos irmãos Pedro e Paulo Mendes da Rocha.

KARDEC E INTEGRIDADE.

KARDEC E INTEGRIDADE

Nada é mais sagrado do que a integridade de nosso próprio espírito.
Ralph Waldo Emerson
  Integridade é qualidade do que é íntegro; de uma probidade absoluta; honesto, incorruptível, imparcial.   O homem íntegro não está dividido em si mesmo, e não há nele nenhuma distância entre o pensar, o sentir e o agir, porque ele é uno. O homem íntegro não disputa, pois a sua parte mais importante, que é o espírito, comanda as paixões e as submete à razão e ao bom senso; ele não se agasta com as provocações que lhe chegam do exterior, por que é guiado pela própria consciência, sempre reta.     A mansuetude que caracteriza o viver de um homem íntegro, é poderosa força de atração, de convencimento. Foi a integridade de Allan Kardec que fez acreditadas as suas obras.    Para ressaltar o caráter daquele que legou ao mundo a Ciência Espírita, e para que aqueles que admiram suas obras possam também conhecer o caráter do homem, nós transcrevemos aqui uma nota de alguém que frequentou seu lar, esteve a observá-lo de muito perto, e que hoje nos possibilita conhecer um pouco mais o ser humano que foi Allan Kardec.   Eis o que diz o Dr. Grand, antigo vice-cônsul da França, em uma nota sobre o Livro dos Espíritos, em sua brochura intitulada: Carta de um Católico sobre o Espiritismo: [1]   “Lendo esta obra sente-se que o autor fala, não apenas como homem convicto, mas como homem de experiência que a tudo observou com uma perfeita independência de ideias. Tudo ali é discutido friamente, sem exageração. Todas as consequências ali são deduzidas de argumentos tão justos que se poderia dizer que a filosofia ali é tratada matematicamente. Quando mais tarde tive a ocasião de ver o Sr. Allan Kardec, e de ler seus outros escritos, reconheci que estava ali o fundo de seu caráter e o próprio de seu espírito. É um homem essencialmente positivo, que não se emociona com nada, e discute os fenômenos mais extraordinários com tanto sangue frio como se se tratasse de uma experiência comum. ‘Para se apreciar de maneira correta as coisas, disse ele, é preciso observar sem entusiasmo, pois o entusiasmo é fonte da ilusão e de muitos erros.’ Ele discorre sobre as coisas do outro mundo como se as tivesse sob os olhos, e no entanto ele não fala delas como inspirado, mas como daquilo que existe de mais natural no mundo. Ele no-las torna, por assim dizer, palpáveis, pois possui, sobretudo, a arte de fazer compreender as coisas mais abstratas; é, pelo menos, a impressão que senti ao ouvi-lo falar, e que muitas outras pessoas, como eu, também sentiram. O caráter dominante de seus escritos é a claridade e o método; se a isto ajuntarmos um estilo que permite lê-los sem fadiga, ao contrário da maioria das obras de filosofia, que exigem penosos esforços para serem compreendidas, não se ficaria admirado pela influência que seu estilo exerceu sobre a propagação da Doutrina Espírita.   A esta explicação, que em poucas palavras julguei importante dar, acrescentarei uma simples observação sobre uma das causas que, na minha opinião, contribuíram poderosamente para dar o crédito de que gozam as obras do Sr. Allan Kardec: é a ausência de todo sentimento de aspereza para com seus adversários. Um homem não se coloca em evidência, como ele o fez, sem suscitar muitos ciúmes, muita animosidade; entretanto, em nenhuma parte se encontra o mínimo traço de rancor ou de malevolência, a mínima recriminação endereçada àqueles dos quais ele poderia se queixar. Desde a minha iniciação no Espiritismo tenho frequentemente tido a ocasião de vê-lo na intimidade, e posso dizer que jamais o vi se preocupar com seus detratores; é como se eles não existissem. Ora, confesso que o caráter do homem não contribuiu pouco para corroborar a opinião que eu tinha concebido em favor da Doutrina, quando li seus escritos. É evidente que se eu tivesse reconhecido nele um homem ambicioso, intrigante, ciumento e vingativo, teria dito que ele mentia aos princípios que professa, e desde então minha confiança na verdade dessa Doutrina teria sido abalada.    Essas reflexões, em forma de parênteses, me pareceram úteis para motivar uma das causas que mais fortemente me levaram a prosseguir, com comprometimento, meus estudos espíritas.   Uma outra circunstância, não menos preponderante, vem se juntar às demais e me explicar, ao mesmo tempo, a profunda indiferença do autor para com as diatribes de seus  antagonistas. Eu estava um dia na casa dele no momento em que ele recebia sua correspondência, muito numerosa como de hábito. Encontrava-se ali um jornal em que notadamente o Espiritismo e ele próprio eram amplamente escarnecidos. Havia também muitas cartas que ele leu igualmente para mim, dizendo: ‘Ireis agora ver a contrapartida, e podereis julgar o que é o Espiritismo.’ Entre as cartas, algumas eram pedidos de conselhos sobre os atos mais íntimos e frequentemente os mais delicados da vida privada. A maioria continha a expressão de indizível felicidade, do reconhecimento mais tocante pelas consolações que se havia encontrado na Doutrina; pela calma que ela havia proporcionado; pela força que ela havia dado nas circunstâncias mais afligentes; pelas boas resoluções que havia feito tomar. ‘O que vedes aqui, me disse ele, se renova quase diariamente. Os autores dessas cartas me são, na sua maioria, desconhecidos, mas eis aqui um, e eu conheço muitos que estão na mesma situação, que sem o Espiritismo se teriam suicidado.   Acreditais que a satisfação de ter arrancado homens ao desespero, ter trazido a paz a uma família, feito pessoas felizes, não me compensa largamente por algumas pequenas e tolas críticas da parte de pessoas que falam de uma coisa sem a conhecer? Acreditais que uma só dessas cartas não compensam, de sobra, algumas maldades das quais fui alvo? Aliás, teria eu tempo de me ocupar com aqueles que zombam? Eu prefiro, bem mais, dar meu tempo àqueles a quem eu posso ser util. Não tenho somente para mim a consciência de minhas boas intenções; Deus, em sua bondade, reservou-me um gozo bem maior, que é o de ser testemunha do bem que a Doutrina Espírita produz; e eu julgo, pelo que vejo, sobre a influência que ela exercerá quando estiver generalizada. Não se trata de uma utopia, pois ela é essencialmente moralizadora; vede por vós mesmo a reforma que ela opera sobre os indivíduos isolados; o que ela faz sobre alguns, o fará sobre cem, sobre mil, sobre um milhão, pouco a pouco, compreende-se.   Ora, supondes uma sociedade penetrada dos sentimentos do dever que vedes expressos nessas cartas; credes que ela não extraísse daí elementos de ordem e de segurança? As cartas que vindes de ouvir são todas de pessoas esclarecidas, mas vede esta: é de um simples operário, outrora imbuído das ideias sociais mais subversivas. Ele figurou, de maneira lamentável, em nossas lutas civis, e havia dedicado um ódio implacável aos que ele acreditava serem favorecidos às suas expensas, e sonhava coisas impossíveis. Agora, que diferença de linguagem! Hoje ele compreende que a passagem pela Terra é uma prova e, buscando um bem-estar muito natural, não pede nada às expensas da justiça. Ele não inveja a felicidade aparente do rico, porque sabe que há uma justiça divina, e que essa felicidade, se ele não a mereceu aqui na Terra, terá terríveis reveses numa outra vida. E por que pensa ele assim? Porque lhe dissemos? Não, mas porque ele adquiriu, pelo Espiritismo, a certeza dessa vida futura na qual não acreditava, e que pôde convencer-se por si mesmo, pela situação daqueles que nela se encontram, e porque seu pai, que o entretinha nessas ilusões veio, ele mesmo, lhe dar conselhos plenos de sabedoria. Ele blasfemava contra Deus, que achava injusto por haver favorecido algumas de suas criaturas; hoje ele compreende que esse mesmo favor é uma prova, e que sua justiça se estende sobre o rico como sobre o pobre. Eis o que o torna submisso à vontade de Deus, bom e indulgente para seus semelhantes, feliz em seu modesto trabalho. Credes que o Espiritismo não lhe prestou maiores serviços do que aqueles que se esforçam para lhe provar que não há nada após esta vida, princípio que tem por consequência que se deve buscar aqui sua felicidade a qualquer preço? Eis, Senhor, o que é o Espiritismo. Aqueles que o combatem é porque não o conhecem. Quando ele for compreendido, nele se verá uma das mais sólidas garantias de felicidade e de segurança para a sociedade, pois não serão os seus adeptos sinceros que a perturbarão.’   Eu confesso que jamais havia encarado o Espiritismo sob esse ponto de vista. Agora eu lhe compreendo o alcance, e lamento aqueles que ainda veem nele apenas um fenômeno curioso de mesas girantes. Eu me perguntava se a doutrina dos diabos e dos demônios, do Sr. de Mirville,[2] poderia dar semelhantes consolações; se ela seria de natureza a conduzir os homens ao bem e à fé religiosa, e se não teria contribuído, ao contrário, mais para os desviar, inspirando-lhes mais medo do que amor, mais curiosidade do que sentimentos bons e humanos.” [1] O autor faz referência ao Livro dos Espíritos em uma nota, aqui traduzida pela equipe do IPEAK, inserida em sua Carta de um católico sobre o Espiritismo. Kardec recomenda essa brochura na Revista Espírita de novembro de 1860, em Bibliografia. A brochura do Dr. Grand também consta na relação de obras queimadas no Auto de fé de Barcelona (ver Revista Espírita de novembro de 1861), e está disponível, em francês, no site: www.ipeak.com.br, no link:
http://www.ipeak.com.br/site/upload/midia/pdf/lettre_d_un_catholiqu... [2] O Dr. Grand se refere ao livro do Sr. de Mirville, intitulado: Questões dos Espíritos, publicado em 1855, e que Kardec recomenda em seu Catálogo Racional, na seção: Obras diversas sobre o Espiritismo. (N.T)

RECORDAÇÕES DO GEZO.

Diplomados do Grupo Escolar Zoroastro de Oliveira em 1927. O Diretor era nada mais, nada menos que o Professor Júlio Bueno e o que equivale hoje ao superintendente de ensino era o Dr. José Borges Neto. O único menino era o futuro Monsenhor Lefort. Ainda cheguei a conhecer a dona Maria Gama Ribeiro e dona Conceição Cesarino, dedicada zeladora do nosso cinema.
Olha só o chic da rapaziada para dançar quadrilhar em 1956. Juca da Caixa, Helena do Pito, o Pito, Deia Serrano, Jorge Canoa, Selma Martins, Airan Maia, Luiz Antônio Leitão e a Biela Ribeiro.
Alguém reconhece a primeira e a parceira do Airan. 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

ESPÍRITOS PROTETORES.

Espíritos Protetores Ensina a Doutrina Espírita que contamos com a ajuda dos Espíritos desencarnados, voltados ao bem, os quais, pela intuição, buscam nos orientar e auxiliar.Constituídos por entidades amigas, Espíritos familiares, desta ou de outras existências, os Espíritos protetores incumbem-se de nos induzir ao esforço do bem e do progresso. Dentre os Espíritos protetores, destacamos os chamados guias espirituais, que se vinculam, particularmente, a um indivíduo para protegê-lo. Estes Espíritos têm como missão guiar o seu tutelado pela senda do bem, além de auxiliá-lo com suas orientações, animá-lo e consolá-lo diante das dificuldades. Desde o nascimento até o momento do desenlace, e muitas vezes até depois deste, o guia está ligado ao seu protegido, buscando reerguê-lo espiritualmente. Nos momentos difíceis compete a nós buscarmos o auxílio de nossos guias que, em nome da Providência Divina, vêm nos socorrer. Mas não podemos ficar dependendo só de nossos anjos tutelares, é a nós que cabe a vitória ou a derrota diante de nossas imperfeições. Sobre o auxílio de forma absoluta dos nossos guias, Emmanuel, em “O Consolador”, alerta: Um guia espiritual poderá cooperar sempre em vossos trabalhos, seja auxiliando-vos nas dificuldades, de maneira indireta, ou confortando-vos, na dor, estimulando-vos para a edificação moral, imprescindível à iluminação de cada um; entretanto, não deveis tomar as suas expressões fraternas por promessa formal, no terreno das realizações do mundo, porquanto essas realizações dependem do vosso esforço próprio e se acham entrosadas no mecanismo das provações indispensáveis ao vosso aperfeiçoamento. Na questão 226 da obra citada, o mesmo Emmanuel, completa: Essa colaboração apenas se verifica como no caso dos irmãos mais velhos, ou de amigos mais idosos nas experiências do mundo. Os mentores do Além poderão apontar-vos os resultados dos seus próprios esforços na Terra, ou, então, aclarar os ensinos que o homem já recebeu através da misericórdia do Cristo e da benevolência dos seus enviados, mas em hipótese alguma poderão afastar a alma encarnada do trabalho que lhe compete, na curta permanência das lições do mundo (…) (grifo nosso) A palavra do guia é agradável e amiga, mas o trabalho de iluminação pertence a cada um (…) Segundo orientação dos próprios Espíritos, se a criatura não escuta os conselhos de seu guia, este se afasta, mas não o abandona definitivamente, ficando atento para auxiliá-lo sempre que seu tutelado voltar ao caminho correto. Sobre a evolução dos guias espirituais, “O Livro dos Espíritos” esclarece, que são eles de natureza sempre superior, com relação ao seu protegido, mas o bom senso diz que não poderão ser de natureza muito superior, porque senão não haverá possibilidade de sintonia. A Doutrina Espírita alerta ainda que como os indivíduos, também os lares, as famílias e as coletividades têm seus Espíritos protetores, cuja elevação está sempre de acordo com a importância da tarefa a realizar. Como exemplo, temos: Jesus, o guia de nosso Orbe; Ismael, o guia de nosso país, e muitos outros que desconhecemos o nome, no entanto, temos a certeza de sua existência. Sempre que iniciamos um trabalho em bases de amor, em nome do Cristo, a Espiritualidade vinculada à divulgação da Boa Nova entre os homens, destaca um Espírito afim ao trabalho, para que oriente os trabalhadores envolvidos no mesmo, com a finalidade de guiá-los para um melhor desenvolvimento deste. Assim temos os guias das nossas reuniões, das nossas campanhas de assistências, dos nossos centros espíritas, entre outros. Concluindo, onde estiver a criatura, desde que esteja em sintonia com as forças do bem, jamais estará desamparada do auxílio desses enviados do Senhor, e nos momentos difíceis, como Jesus nos disse, também poderemos dizer: Ou pensas tu que eu não poderia rogar a meu Pai, e que ele não me mandaria agora mesmo mais de doze legiões de anjos? (Mateus, 26: 53) Livro: Apostila do Curso de Espiritismo e Evangelho Centro Espírita Amor e Caridade – Goiânia – GO – 1997

ESTADÃO FAZ CADERNO ESPECIAL SOBRE OS 150 ANOS DE EUCLIDES DA CUNHA.

Euclides da Cunha, 150 anos: Estadão faz caderno especial

Monique Sampaio - Publishnews - 20/01/2016

O autor da obra épica brasileira Os sertões, livro que trata da guerra de Canudos e descreve tanto as características geográficas do Nordeste como os costumes da população da região de forma minuciosa e rica, Euclides da Cunha completa, em 2016, 150 anos de nascimento. Para relembrar a vida e obra do escritor, o Estadão fez circular, na edição dessa quarta-feira (20), um caderno especial, que leva o leitor à uma visão mais profunda sobre a vida e obra do escritor. Entre as reportagens estão: uma matéria sobre os telegramas que Euclides enviava para o Estadão sobre a vida do sertanejo, que foram o embrião de Os sertões, outra sobre a história pessoal do autor, e também uma matéria que trata da Canudos atual e seus problemas com a seca e a miséria. Além delas, também há uma reportagem sobre outros projetos de Euclides que foram interrompidos devido à sua morte, como uma obra que traria o mundo desconhecido da Amazônia às claras

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

O PODER DA VONTADE.

O Poder da Vontade. Autor: Léon Denis

Querer é poder! O poder da vontade é ilimitado. O homem, consciente de si mesmo, de seus recursos latentes, sente crescerem suas forças na razão dos esforços. Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se inevitavelmente, ou na atualidade ou na série das suas existências, quando seu pensamento se puser de acordo com a Lei divina. E é nisso que se verifica a palavra celeste: “A fé transporta montanhas.” Não é consolador e belo poder dizer: “Sou uma inteligência e uma vontade livres; a mim mesmo me fiz, inconscientemente, através das idades; edifiquei lentamente minha individualidade e liberdade e agora conheço a grandeza e a força que há em mim. Amparar-me-ei nelas; não deixarei que uma simples dúvida as empane por um instante sequer e, fazendo uso delas com o auxílio de Deus e de meus irmãos do espaço, elevar-me-ei acima de todas as dificuldades; vencerei o mal em mim; desapegar-me- ei de tudo o que me acorrenta às coisas grosseiras para levantar o vôo para os mundos felizes!” Vejo claramente o caminho que se desenrola e que tenho de percorrer. Esse caminho atravessa a extensão ilimitada e não tem fim; mas, para guiar-me na estrada infinita, tenho um guia seguro – a compreensão da lei de vida, progresso e amor que rege todas as coisas; aprendi a conhecer-me, a crer em mim e em Deus. Possuo, pois, a chave de toda elevação e, na vida imensa que tenho diante de mim, conservar-me-ei firme, inabalável na vontade de enobrecer-me e elevar-me, cada vez mais; atrairei, com o auxílio de minha inteligência, que é filha de Deus, todas as riquezas morais e participarei de todas as maravilhas do Cosmo. Minha vontade chama-me: “Para frente, sempre para frente, cada vez mais conhecimento, mais vida, vida divina!” E com ela conquistarei a plenitude da existência, construirei para mim uma personalidade melhor, mais radiosa e amante. Saí para sempre do estado inferior do ser ignorante, inconsciente de seu valor e poder; afirmo-me na independência e dignidade de minha consciência e estendo a mão a todos os meus irmãos, dizendo- lhes: Despertai de vosso pesado sono; rasgai o véu material que vos envolve, aprendei a conhecer-vos, a conhecer as potências de vossa alma e a utilizá-las. Todas as vozes da Natureza, todas as vozes do espaço vos bradam: “Levantai-vos e marchai! Apressai- vos para a conquista de vossos destinos!” A todos vós que vergais ao peso da vida, que, julgando-vos sós e fracos, vos entregais à tristeza, ao desespero, ou que aspirais ao nada, venho dizer: “O nada não existe; a morte é um novo nascimento, um encaminhar para novas tarefas, novos trabalhos, novas colheitas; a vida é uma comunhão universal e eterna que liga Deus a todos os seus filhos.” A vós todos, que vos credes gastos pelos sofrimentos e decepções, pobres seres aflitos, corações que o vento áspero das provações secou; Espíritos esmagados, dilacerados pela roda de ferro da adversidade, venho dizer-vos: “Não há alma que não possa renascer, fazendo brotar novas florescências. Basta-vos querer para sentirdes o despertar em vós de forças desconhecidas. Crede em vós, em vosso rejuvenescimento em novas vidas; crede em vossos destinos imortais. Crede em Deus, Sol dos sóis, foco imenso, do qual brilha em vós uma centelha, que se pode converter em chama ardente e generosa! “Sabei que todo homem pode ser bom e feliz; para vir a sê-lo basta que o queira com energia e constância. A concepção mental do ser, elaborada na obscuridade das existências dolorosas, preparada pela vagarosa evolução das idades, expandir-se-á à luz das vidas superiores e todos conquistarão a magnífica individualidade que lhes está reservada. “Dirigi incessantemente vosso pensamento para esta verdade: podeis vir a ser o que quiserdes. E sabei querer ser cada vez maiores e melhores. Tal é a noção do progresso eterno e o meio de realizá-lo; tal é o segredo da força mental, da qual emanam todas as forças magnéticas e físicas. Quando tiverdes conquistado esse domínio sobre vós mesmos, não mais tereis que temer os retardamentos nem as quedas, nem as doenças, nem a morte; tereis feito de vosso “eu” inferior e frágil uma alta e poderosa individualidade!”

DIPLOMADOS DE 1927 NO GEZO.

Diplomados de 1927. Apenas um menino que viria a ser o Monsenhor José dos Patrocínio Lefort. O Inspetor de ensino era o Dr. José Borges Neto e o Diretor Professor Júlio Bueno.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

ÁLVARO GOMES DA ROCHA AZEVEDO.

Mais uma celebridade nacional natural da Campanha MG, ÁLVARO GOMES DA ROCHA AZEVEDO, nascido em 26 de janeiro de 1864. Humanista, Advogado, Escritor, Juiz de Direito, Vereador e Prefeito de São Paulo, Secretário da Fazenda de SP, Ministro do Tribunal de Contas e Secretário da Agricultura, Comércio e Obras Pública. Faleceu em 30 de outubro de 1942.

SIRVAMOS.

Sirvamos - Pelo Espírito Emmanuel Servindo de boa-vontade, como sendo ao Senhor, e não aos homens." Paulo (Efésios, 6:7) Se legislas, mas não aplicas a Lei, segundo os desígnios do Senhor, que considera as necessidades de todos, caminhas entre perigosos abismos, cavados por tuas criações indébitas, sem recolheres os benefícios de tua gloriosa missão na ordem coletiva. Se administras, mas não observas os interesses do Senhor, na estrada em que te movimentas na posição de mordomo da vida, sofres a ameaça de soterrar o coração em caprichos escuros, sem desfrutares as bênçãos da função que exerces no ministério público. Se julgas os semelhantes e não te inspiras no Senhor, que conhece todas as particularidades e circunstâncias dos processos em trânsito nos tribunais, vives na probabilidade de cair, espetacularmente, na mesma senda a que se acolhem quantos precipitadamente aprecies, sem retirares, para teu proveito, os dons da sabedoria que a Justiça conserva em tua inteligência. Se trabalhas na cor ou no mármore, no verbo ou na melodia, sem traduzires em tuas obras a correção, o amor e a luz do Senhor, guardas a tremenda responsabilidade de quem estabelece imagens delituosas para consumo da mente popular, perdendo, em vão, a glória que te enriquece os sentimentos. Se foste chamado à obediência, na estruturação de utilidades para o mundo, sem o espírito de com preensão com o Senhor, que ajudou as criaturas, amando-as até o sacrifício pessoal, vives entre os fantasmas da indisciplina e do desânimo, sem fixares em ti mesmo a claridade divina do talento que repousa em tuas mãos. Amigo, a passagem pela Terra é aprendizado sublime. O trabalho é sempre o instrutor do aperfeiçoamento. Sirvamos sem prender-nos. Em todos os lugares do vale humano, há recursos de ação e aprimoramento para quem deseja seguir adiante. Sirvamos, em qualquer parte, de boa-vontade, como sendo ao Senhor e não às criaturas, e o Senhor nos conduzirá para os cimos da vida. XAVIER, Francisco Cândido. Fonte Viva. Pelo Espírito Emmanuel. FEB. Capítulo 29.

MAIS PERIGOSO QUE AL CAPONE? ELLE VAI SE ORGULHAR DISSO.

Ex-Petista-Jornalista Revela os Podres de Lula e do PT


CRIMINALISTAS AMERICANOS CONSIDERAM LULA MUITO MAIS PERIGOSO DO QUE AL CAPONE!

José Guimarães dos Santos Silva - Jornalista
Se vocês, como eu, se consideram Cidadãos Brasileiros, trabalhadores e, ainda, acreditam que o Brasil pode dar certo, peço alguns minutos de sua atenção para a leitura destas linhas, pois eleição é coisa muito séria!
- Sou jornalista há 31 anos, fui militante do PT por 15 anos consecutivos e atuei junto ao Diretório Nacional do PT com sede na cidade de São Paulo.
Por esses motivos, eu conheci e convivi, pessoalmente, com o Presidente Lula. Votei no Lula em todas as eleições das quais ele participou. O Lula era tido como um grande amigo meu e camarada, até o dia em que ele saiu da oposição e começou a governar o Brasil. Todos os princípios e idéias que compartilhávamos pelos quais lutávamos foram traídos e abandonados pelo meu "EX-GRANDE AMIGO" LULA. Então aqui vão minhas justificativas:
- O Prefeito assassinado de Santo André, Celso Daniel, que também era meu amigo, foi morto a mando do Lula, da cúpula do PT (Zé Dirceu e Genoino) e da "Máfia de Ribeirão Preto" (comandada pelo Antonio Palocci). Celso Daniel era muito teimoso e gostava de fazer as coisas do jeito dele, o que desagradava aos dirigentes do nosso partido (PT). Quando o Celso Daniel interveio no funcionamento da "Máfia dos Transportes de Santo André", que era controlada pela cúpula Petista, minguou o dinheiro que era desviado para o PT e que era uma das maiores fontes utilizadas para financiar as campanhas; esse dinheiro ia para as mãos do grande coordenador de campanhas do PT, o ex-ministro Antonio Palocci junto com Zé Dirceu. Celso Daniel atrapalhou os planos do PT e pagou com a própria vida por esse "Erro". O Toninho do PT de Campinas, também, pagou com a vida por se insubordinar ao Lula e ao Zé Dirceu.
- Quando estava à frente da Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy armou o esquema de contratações de empreiteiras para fazer coleta de lixo sem realizar licitação. Os donos das empreiteiras beneficiadas eram todos amigos da família de Marta e foram todos doadores da campanha dela. Além disso, cada empreiteira tinha que pagar uma quantia mensal para poder continuar trabalhando, sendo que os valores arrecadados eram desviados para "Financiar Campanhas" e, como Lula sempre dizia com certo sarcasmo: "A Marta é rica e não precisa desse dinheiro, vamos usar essas (notas) aqui para outros fins mais agradáveis ao nosso bolso"...
- Os juros são um assunto que dá arrepios. Nossa taxa de juros reais é a mais alta do mundo! Até o FMI e as Agências de Classificação de Risco Internacionais sinalizaram que o governo brasileiro poderia abaixar os juros mais drasticamente e diminuir o superávit primário (dinheiro reservado para pagar a Divida Externa). Mas meu ex-amigo Lula preferiu manter os juros altos e aumentar o superávit primário, estrangulando a economia brasileira, que por isso praticamente não cresceu durante todo o governo (enquanto os outros países em desenvolvimento cresceram 6% ao ano, em média, o Brasil cresceu 2%).
- Assim, as indústrias não cresceram e tiveram que demitir empregados, a agricultura que vinha bem ao longo dos últimos 12 anos ajudando o país a fechar as contas "no azul", também entrou em colapso, e hoje o setor está amplamente endividado, desde os pequenos até os grandes produtores. O custo de vida aumentou. Os impostos aumentaram. As tarifas públicas aumentaram. Com a estagnação e o desemprego, a marginalidade explodiu em todos os grandes centros urbanos. E os bancos? Bem, os bancos brasileiros tiveram os maiores lucros da história do Brasil por quatro anos seguidos (durante todo o governo Lula) e as ações dos três maiores bancos privados do Brasil (Bradesco, Itaú e Unibanco) valorizaram-se mais do que as do Citi Group, que é a maior instituição financeira do mundo, com sede em Nova York, nos E.U.A., e mais do que as ações do Banco Santander, que é o maior banco da Europa da "Zona do Euro", com Lula no governo, o Brasil se tornou o paraíso nº 1 do capital financeiro especulativo internacional!
- Enquanto milhares de brasileiros passam fome e não têm emprego, e a frota de ônibus dos nossos grandes centros urbanos está sucateada, Lula mandou o BNDES dar dinheiro ao ditador cubano Fidel Castro para a compra de milhares de ônibus novos produzidos na China para eles! Todos sabemos que nunca mais veremos a cor desse dinheiro e que ele poderia ter sido muito melhor utilizado no financiamento de ônibus para as cidades aqui no Brasil (afinal, o dinheiro é NOSSO), comprando veículos produzidos aqui mesmo, ativando a indústria automobilística nacional (talvez assim não haveria aqui milhares de metalúrgicos sendo demitidos todos os dias), gerando crescimento, emprego e renda, que é o que o povo mais precisa! Mas Lula está enganando o povo com uma esmola chamada Bolsa Família, que não chega à maior parte dos brasileiros necessitados, ficando nas mãos de intermediários corruptos!
- Lula fez também o BNDES dar dinheiro ao Hugo Chávez da Venezuela, que por sua vez nadou em dólares que obtinha vendendo petróleo aos Estados Unidos. Nós também nunca mais veremos esse dinheiro... E Lula mandou o BNDES dar dinheiro a Evo Morales da Bolívia, que todos sabem que é um narcotraficante, e que por sua vez roubou a nossa Petrobrás (que havia investido mais de 1 bilhão de dólares do dinheiro dos brasileiros naquele país). Evo Morales deu a nossa Petrobrás que está na Bolívia de presente a Hugo Chávez e ainda subiu o preço do gás vendido a nós brasileiros. Ele fez isso em uma reunião a portas fechadas que os dois tiveram com o cubano Fidel Castro. Evo Morales, Hugo Chávez e Fidel Castro colocaram a nação brasileira de joelhos, e Lula com o Chanceler Celso Amorim. Panacas, ainda disseram que eles têm o direito de fazer isso!
- Esta é liderança de Lula na América do Sul: Lula dá o dinheiro e o patrimônio do povo brasileiro a esses três ladrões, e os três riem e chutam o traseiro de LULA e do povo brasileiro! Mas o que mais me decepcionou foi descobrir que o meu ex-partido, o PT, tem ligações íntimas COM as "GUERRILHAS e os TRAFICANTES de DROGAS" da Colômbia, do Peru e da Bolívia, e que o PT tem ligações com o Tráfico de Armas e com o Crime Organizado do Brasil!
- Lula e o PT têm vínculos íntimos com os atentados violentos perpetrados pela facção criminosa do PCC (Primeiro Comando da Capital) no Estado de São Paulo. Eu sei porque fui informado por ex-companheiros de partido e, também, porque as táticas utilizadas pelo PCC são típicas de Guerrilha Urbana, exatamente iguais às táticas que o Zé Dirceu e Zé Genoino aprenderam em Cuba, e que eles nos ensinavam nos idos dos anos 80 em algumas fazendas de "amigos do PT", época essa em que ainda acreditávamos que devíamos fazer guerrilha. Agora meu ex-amigo Lula e meu ex-partido PT estão às voltas com um dossiê falsificado e encomendado de última hora a algumas facções criminosas que têm ligação com o partido!
- Quando eu estava lá no PT com Lula, Zé Dirceu, Genoino, Aloísio Mercadante, Marta Suplicy, Eduardo Suplicy, Erundina, Mentor, Antonio Palocci, Delúbio Soares, Ricardo Berzoini e tantos outros, eu ouvia que devíamos fazer tudo para conquistar e manter o poder, mas eu não imaginava que esse "tudo" incluía roubo, sequestro, assassinato, dilapidação do patrimônio público, enriquecimento ilícito, envio de dólares para o Caribe e para a Suíça, formação de quadrilha, tráfico de armas e de drogas e tudo o mais que Lula e o PT vêm fazendo nos últimos quatro anos!
- Por isso tudo (e por muitas outras coisas que não posso nem vou aqui mencionar) e porque os conheço muito bem, volto a pedir: NÃO VOTEM NO LULA! NÃO VOTEM NO PT! O PT já se transformou numa organização criminosa! LULA já se transformou num criminoso sem limites!
Enviem, pelo amor que temos pelo Brasil, esta mensagem para o maior número de pessoas possível! Salvem o nosso Brasil!
José Guimarães dos Santos Silva - Jornalista e Ex-Petista
EDSON F. NASCIMENTO - RIBEIRÃO PRETO-SP
PSIQUIATRA E PSICOTERAPEUTA - CRM/SP - 41.709
HOMEPAGE: http://edson777.sites.uol.com.br/
FONES: 16 3610 9574 - CONSULTÓRIO
16 3625 6867 - RESIDÊNCIA
16 9791 7858 - CELULAR
http://gazetacwb.blogspot.com.br/2008/01/ex-petistas-vomita-os-podres-do-lula.html?m=1%2a%2a%2a%2a

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

LAVA JATO RECEBE PRÊMIO INTERNACIONAL.

Lava Jato - premiada no Primeiro Mundo
Data: 10/01/2016 15h32min29s UTC
EXCELENTE!!!


MP ganha prêmio em Nova York

Os procuradores da força-tarefa da Lava Jato receberam ontem o prêmio anual da Global Investigations Review (GIR), na categoria "órgão de persecução criminal ou membro do Ministério Público do ano", em Nova York.
O trabalho do MP ficou à frente de entidades americanas, norueguesas e britânicas, entre elas o Departamento de Serviços Financeiros de Nova York e o gabinete do procurador do Distrito Leste de Nova York, que investigou a corrupção na Fifa.

A força-tarefa foi representada pelos procuradores
Carlos Fernando dos Santos Lima, Deltan Dallagnol e Roberson Pozzobon
A IMPRENSA 'LIVRE' NADA PUBLICOU!
​​


Alegra-me a noticia  deste prêmio, que lá no Primeiro Mundo revela ao mundo haver no Brasil brasileiros dignos da melhor consideração.
Gente como essa merece da grande maioria do seu sofrido povo, vítima também dos ordinários que difamam a nação e quem a Lava Jato vem mordiscando as culpas e desesperando políticos que no país meteram pés e mãos.
Será que você viu isto na imprensa?
Você merece ver e divulgar.
Competentes premiam competentes...

DESTE PRÊMIO PODEMOS NOS ORGULHAR!
E TEMOS OBRIGAÇÃO DE DIVULGÁ-LO!
QUE OS BONS NÃO DESANIMEM!


O FUTEBOL FEMININO DA CAMPANHA.

Futebol feminino da Campanha nos anos 70. Era comandado pelo Marcelo Ribeiro, o Marcelo 1500.
Pela ordem, em pé: Isabel Goulart, Regina Caram, Tuta, Leca Caram, Vera Andrade e Lucimara Fontes.
Agachadas: Claudete Garote, Gláucia Miranda, Júlia Andrade, Rosângela Garote e Vânia Piranga.

CURA DE DESCONHECIDO À DISTÂNCIA!

CURA DE DESCONHECIDOS À DISTÂNCIA!

São muitos os casos de Atendimentos que acontecem por completa iniciativa dos organizadores da Espiritualidade, a maioria certamente, e que surpreendem pelas circunstâncias em que ocorre. Certa vez, numa reunião que poderíamos chamar de rotineira, num dado momento um dos Médiuns passou a descrever ambiente Hospitalar e sua "Visão Espiritual" foi, aos poucos, encaminhando-se para uma pessoa ligada aos próprios serviços de saúde do local, médica ao que parecia.

Foi vista em estado mental e espiritual deplorável, vinha perdendo a capacidade de falar, manifestar-se e mesmo locomover-se. Um caso grave de obsessão em rápido processo de agravamento, intimamente aceita pela encarnada em questão.

Não encontrara forças em si mesma para resistir ao assédio a partir do momento em que credores do passado a encontraram em busca de vingança. Entregara-se por completo à simbiose mental que lhe perturbava até mesmo as funções orgânicas.

Foi pedido aos presentes à sessão daquela noite que se firmassem nos propósitos de auxílio, de modo a criar-se ambiente espiritual propício ao atendimento.

Durante as semanas seguintes e certamente durante o sono do corpo dos médiuns, aquela servidora em doloroso processo de recuperação moral-espiritual foi sendo atendida.

Pode ser que o rápido atendimento e, certamente, seus méritos pessoais, permitiram que fosse gradualmente desfeito o controle psicomotor que os credores lhe impunham.

Passados os dias, fomos recebendo, pela mediunidade dos participantes da reunião, notícias acerca de sua recuperação e informes de que seria orientada no sentido de precaver-se adequadamente e assim evitar nova investida dos adversários invisíveis, eles próprios igualmente carentes de atendimento e orientação.

Estava claro que aquela primeira providência evitava o completo transtorno físico, emocional e mental, mas não representava a cura completa, que só se daria por conta do tempo e do entendimento com aqueles que se consideravam lesados por ela, de algum modo, em alguma existência passada na qual estiveram juntos.

Casos assim são relativamente comuns e independem da posição ou condição social.

Ter um cargo importante ou ser rico não livra ninguém das conseqüências dos erros cometidos no passado.

Altos postos na vida terrena, nem a riqueza material podem comprar a paz da consciência e menos ainda a segurança espiritual. Só a vivência equilibrada e justa pode dar certeza da vida futura e de relativa paz no presente.

É a lei à qual nos submetemos e que não se subverte por interesses pessoais ou circunstanciais. Só se eliminam os efeitos pela remoção das causas. As más influências das companhias, seja de encarnados ou de desencarnados, trazem malefícios individuais e coletivos dependendo das ações a que conduzem.

Se alguém deseja libertar-se, em definitivo, desses dissabores, deve alinhar sua conduta, quanto possível, a uma vida que privilegie o Bom, o Belo e o Justo. Nessa faixa mental e espiritual, é virtualmente impossível ocorrer interferências negativas tão graves quanto a que descrevemos acima e que, por misericórdia divina, pôde ser parcialmente remediada.

Casos e Experiências com a Mediunidade!

TOM JOBIM E DR. EDUARDO GONÇALVES ANDRADE, O TOSTÃO.

Nasceu no Rio de Janeiro em 25 de janeiro de 1927 Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, conhecido mundialmente como TOM JOBIM, compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista, é autor de uma infinidade de sucessos, sendo a obra mais famosa em todo o mundo "Garota de Ipanema" composta em parceria com Vinícius de Morais. Faleceu em Nova York dia 08 de dezembro de 1994. 

Um dos maiores talentos do futebol brasileiro, campeoníssimo pelo Cruzeiro e tri-campeão mundial pela seleção brasileira em 1970 no México, o mineiro de BH,  TOSTÃO , o Mineirinho de Ouro, que depois de parar com o futebol foi comentarista durante algum tempo e hoje é um médico conhecido como DR. EDUARDO GONÇALVES ANDRADE. 

domingo, 24 de janeiro de 2016

WILSON LION DE ARAÚJO.

WILSON LION DE ARAÚJO, nasceu na cidade da Campanha MG em 24 de janeiro de 1912,  Ainda muito jovem mudou-se para São Paulo, onde viveu até seu último dia. Nunca passou um ano sem vir a sua terra natal para rever os amigos e familares, especialmente na Semana Santa. Doou sua biblioteca, cerca de 15 mil livros,  para a biblioteca Municipal.

A VIDA É UM RIO. Paulo Roberto Gaefke

A VIDA É UM RIO - PAULO ROBERTO GAEFKE A VIDA É UM RIO

Imagine que a vida é um rio, que de um lado da margem está você e do outro, os seus sonhos. Muitas pessoas conseguem enxergar facilmente a margem do outro lado do rio porque colocam seus sonhos em local de fácil alcance, onde podem avistar sempre. Outros no entanto, colocam seus sonhos tão longe de suas vistas, desejam coisas tão malucas, que nem com o binóculo mais potente conseguem enxergar o outro lado. Para chegar aos sonhos, a vida nos oferece um barco chamado "esperança" com dois remos. Um dos remos chama-se "fé", a outra “ação”. Muitos possuem tanta fé que usam apenas esse remo para alcançar seus objetivos e o barco da esperança não sai do lugar, fica rodando em volta sem direção e cada vez mais longe do destino. Outros, ansiosos e truculentos, acreditando em suas forças, pegam apenas o remo "ação" e também não sem do lugar, remam, remam e remam até ficarem cansados e desistirem dos seus sonhos por julgarem impossíveis atravessarem o rio da vida. Normalmente, têm sempre uma desculpa para seu fracasso, e quase sempre é culpa de outras pessoas ou das condições do Universo. Aqueles que são humildes o bastante para aprender a lição, entram no barco da esperança e pegam os dois remos, unem a fé com a ação e atravessam o rio várias vezes na sua vida, porque aprenderam que não existe conquista apenas pela força e nem vitória apenas com a fé. Pegue seu barco (esperança), junte os remos(fé + ação) e atravesse o rio da vida com mais tranquilidade. Paulo Roberto Gaefke

sábado, 23 de janeiro de 2016

PADRE ANTÔNIO DE OLIVEIRA GODINHO.

PADRE ANTÔNIO DE OLIVEIRA GODINHO, era natural de Carmo da Cachoeira - MG tendo nascido no dia 23 de janeiro de 1920. Foi também escritor, jornalista e comentarista político. Uma de suas obras de mais sucesso foi "Todas as montanhas são azuis".

ESPÍRITOS PRESOS A TERRA.

ESPÍRITOS PRESOS A TERRA

 Pode uma alma, após a morte, permanecer presa à Terra? Sim, pode. Isso acontece muitas vezes. As almas presas à Terra são pessoas que, após a morte, não conseguiram desligar-se dos seus corpos físicos e da vida que levavam. Eles permanecem envolvidos pelo magnetismo terrestre, presos ao nivel da crosta planetária, e não conseguem se desprender do apego à existência que já se encerrou. Geralmente eles acreditam ainda estar vivos, e não entendem por que as pessoas não falam mais com eles. Essas almas possuem um acesso bem fácil aos encarnados, e podem mesmo se ligar psiquicamente a eles. Com isso, eles atrasam sua entrada nos planos mais subtis e permanecem em estado de perturbação e sofrimento. O médium mineiro Franciso Cândido Xavier diz o seguinte: Quando o corpo é reclamado pelo sepulcro, o espírito volta à pátria de origem, e, como a natureza não dá saltos, as almas que alimentam aspirações puramente terrestres continuam no ambiente do mundo, embora sem o revestimento do corpo carnal. É possível a alma evoluir nesse estado de prisão? A evolução encontra-se em todos os estados e condições, mas pode-se dizer que ela é insignificante quando a alma está presa à Terra. O ser desencarnado atrasa muito seu desenvolvimento espiritual, fica quase que estagnado; é como se ele ficasse congelado ou cristalizado dentro dos parâmetros de mente e comportamento. Nesse sentido, eles tendem a repetir estereotipadamente os padrões da última personalidade e também do momento da transição. Por exemplo, um rapaz morre num acidente de carro e fica chamando pelos seus pais. Ele pode ficar invocando a presença dos pais por períodos bem longos, sem perceber que sofreu um acidente e não possui mais corpo físico. Também contribui consideravelmente para a prisão no plano da Terra uma morte rápida e trágica. A alma não tem tempo de perceber o que ocorreu e pode ficar confusa com o impacto da súbita transição. O que uma alma faz quando fica presa à Terra? Algumas vezes ela tenta realizar as mesmas atividades de quando estava encarnada; outras vezes fica próxima de parentes e amigos, tentando um contato. Em outras situações, como já dissemos, ela fica repetindo os mesmos padrões de ação e comportamento de sua última existência. Em casos não tão raros, ela fica perambulando por locais que lhe foram familiares em vida ou peregrina por locais desconhecidos. Quando isso ocorre, na maioria das vezes ela acaba se conectando com um encarnado, e participa de seus prazeres e de sua vida. Sem que o encarnado se dê conta, ela pode guiar seus pensamentos, desejos e até as principais escolhas de sua vida. Porém, o mais grave é a vampirização de energias vitais que se processa nessa conexão psíquica entre ambos. A alma presa à Terra necessita da vitalidade de pessoas para se manter no nível da crosta terrestre. Na maioria das vezes, suga as energias sem perceber o prejuízo que lhes causa. E outro motivo da alma permanecer presa a Terra? Geralmente, o ceticismo extremo ou mesmo o dogmatismo religioso podem ser a causa do aprisionamento. Os céticos conservaram ao longo da vida arraigadas concepções sobre a inexistência da vida após a morte, e, ao se deparar com uma realidade que negaram ao longo da existência corpórea, eles se recusam a enxergar sua nova condição. Não acreditam que possam estar mortos e ainda assim vivendo, pois sempre guardaram uma inquebrantável convicção que a morte é o encerramento definitivo da existência humana. Os céticos da vida após a morte podem experimentar duas condições mais gerais: a primeira é um estado de perturbação pós-morte, uma firme negação de sua nova condição, o que gera confusão e até desespero. Por outro lado, os céticos podem unir-se a outros céticos, numa experiência coletiva, e podem acreditar que foram transladados para outro mundo, um local estranho que eles não sabe como chegaram ali, mas creem ainda estar vivos. O mesmo ocorre com os fanáticos religiosos; a ortodoxia, o sectarismo e o dogmatismo são grandes entraves a visão da realidade pós-morte. O religioso fundamentalista crê firmemente que, caso estivesse mesmo morto, deveria estar agora nos céu, no reino de Deus que sempre almejou em sua passagem pela Terra. Ele acreditava na sua salvação, e não pode admitir que, após a morte, ele não fosse recebido pelo ícone do seu culto. Essa prisão é fato corrente para um número significativo de religiosos fanáticos, aprisionados em suas próprias concepções cristalizadas. Por outro lado, ele pode encontrar-se frente a frente com suas convicções religiosas, que nada mais são do que suas próprias criações mentais produzidas quando encarnados. Ele pode envolver-se nessa ilusão de suas formas de pensamento e viver de acordo com elas. Porém, isso possui algo de providencial, pois a vida após a morte seria algo doloroso demais se as almas não pudessem, de certa forma, adaptar suas crenças ao novo ambiente e viver de conformidade com eles, caso ainda não estejam prontos para uma comunhão com estados sutis mais reais. (HUGO LAPA)

AEDES POLÍTICO

Folha de Londrina publica artigo do Dr. Sagae sobre a corrupção no Brasil. Não deixe de ler,muito bom! Folha de Londrina publica artigo do Dr. Sagae sobre a corrupção no Brasil A Folha de Londrina, jornal de extrema importância e influência em todo o país, publicou nesta quinta-feira, 21, o artigo "Aedes político", de autoria do médico Univaldo Etsuo Sagae. O ensaio é uma crítica sagaz e irônica, relacionando a epidemia do Aedes aegypti aos endêmicos, sistêmicos e mesmo pandêmicos surtos de corrupção no Brasil. Dr. Sagae não poupa o ex-presidente Lula, nem o STF das críticas sobre a atual situação do país, destacando os trabalhos do juiz federal Sérgio Moro e do procurador da República, Deltan Dallagnol. Acompanhe a leitura: O 'Aedes político' O Brasil sempre sonhou em ser picado pela famosa mosca azul e pensou que após a democratização, com a chegada do governo Lula, enfim isso tivesse acontecido. O grande "introdutor" da mosca, com sua cultura e sabedoria duvidosas confundiu a mosca azul com o mosquito Aedes aegypti - que a partir de agora, chamaremos de "Aedes político" - contaminado com o vírus da dengue, ou, o vírus da corrupção. Desde então, houve uma contaminação proposital endêmica nos partidos políticos da base governista, empresários e servidores públicos. De forma epidêmica, no Partido dos Trabalhadores (PT), atinge quem não possui o anticorpo - como caráter e consciência - contra a corrupção, com o qual algumas pessoas nascem, devido ao DNA saudável de honestidade, ou desenvolvem através de vacinas adquiridas ao longo da vida, por meio da educação. Esse contágio vem devastando nossa comunidade, revelando aqueles que, expostos à corrupção, incorporaram tal prática vil, enquanto outros sofrem as consequências, sem atendimento ou perspectivas de melhora. Passado certo tempo o ex-presidente Lula, com toda sua sabedoria política, devidamente instalado em seu laboratório (que depois veio a se chamar Instituto Lula), desenvolveu outro vírus devastador chamado Zika (causador da microcefalia que tem como sequela, paralisia ou retardo mental). Esse vírus contaminou seus herdeiros políticos, Dilma e Mantega, causando retardo gravíssimo na economia e paralisia na política e no governo, cuja dimensão é imensurável. Diante dessa epidemia que levou o país a uma crise sem proporções e com grande recessão econômica, os "pesquisadores" Deltan Dallagnol e Sérgio Moro desenvolveram no laboratório do Ministério Público Federal e da Justiça Federal de Curitiba, uma vacina chamada Lava Jato que, aplicada contra o vírus da corrupção, parece dar bons resultados com perspectivas de cair a incidência do catastrófico vírus. Já no outro laboratório da Justiça, conhecido como STF, em Brasília, onde existem vários cientistas-pesquisadores (alguns de qualidade questionável já que não têm o título de doutor ou especialização equivalente) plantados por indicação política - estão preparando a vacina de dupla ação; contra a microcefalia e corrupção. Porém, na primeira vacina (impeachment) aplicada contra a microcefalia, o resultado apresentou-se confuso, com risco de prolongar e potencializar o vírus da demência cerebral (microcefalia), podendo não surtir efeito também contra o vírus da corrupção. Estamos nas mãos desse laboratório famoso e poderoso chamado STF, aguardando o desenvolvimento da cura desses dois vírus devastadores. Será que os doutos senhores, guardiões da última esperança do povo brasileiro, que aguarda de forma ingênua e pacífica pela justiça, detentores do poder com suas togas e decisões austeras, terão sabedoria de desenvolver tal cura e grandeza suficientes para discernir que este momento é de extrema seriedade e que suas atitudes poderão salvar o Brasil de uma desgraça? De que agora é o momento de trocar o traje sagrado e se necessário, vestir jaleco, máscara, gorro e luvas estéreis, livres de contaminação e livrar nosso povo desta peste que ameaça a todos? Mas o grande segredo da erradicação dessa doença epidêmica, não está somente na eliminação do vírus da corrupção (dengue) e microcefalia (Zika) e sim na eliminação do mosquito chamado "Aedes político", eliminando os ovos e as larvas dentro de casa e nas ruas, através do zelo, limpeza, de tudo que possa desenvolver e propagar a falta de ética, moral e caráter. Vamos eliminar a água suja e podre onde se desenvolvem esses insetos e parasitas tão malignos e letais para a nossa sociedade. E não é tão difícil assim; basta educar nossas gerações com ética, civismo, atitude, consciência e votar certo. Não vamos apenas sonhar com a verdadeira mosca azul e deixar todo o trabalho nas costas desses magníficos patriotas, Dallagnol e Moro. O Brasil, mais do que nunca, precisa de seu povo consciente e saudável. UNIVALDO ETSUO SAGAE é médico coloproctologista e cirurgião do aparelho digestivo, pós-graduado pela USP e professor do curso de Medicina da Unioeste em Cascavel.