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sábado, 31 de outubro de 2015

COMO TRAZER INOVAÇÃO PARA A SALA DE AULA?

Especialistas em educação discutem como trazer inovação para sala de aula

29/10/2015
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A ideia de que o modelo escolar não acompanhou a modernização da sociedade e a mudança no perfil dos alunos é uma crítica presente no discurso de grande parte dos educadores. A constatação não vem só, ao contrário, aparece colada a uma pergunta que rodeia o pensamento daqueles que discutem educação diariamente: como implementar a tão sonhada inovação? Para Helena Singer, assessora especial do ministro da Educação Renato Janine Ribeiro, e Cesar Nunes, pesquisador da Unicamp e especialista em Desenvolvimento e avaliação da criatividade, não há uma receita pronta, mas ela certamente inclui alguns ingredientes: discussão e construção coletiva, autonomia para a comunidade acadêmica e vontade real de colocar novas técnicas em prática. A importância da inovação foi discutida nesta sexta-feira durante o Encontro internacional Educação 360, que acontece na Escola Sesc de Ensino Médio, em Jacarepaguá.
— Estamos falando de uma transformação de todos os aspectos da instituição escolar. Do ponto de vista da gestão escolar é necessário que as instituições tenham um projeto pedagógico conhecido por todos. Buscamos uma instituição que se coloca como produtora de conhecimento e cultura onde está, e não reprodutora. Estamos procurando estratégias que reconheçam o estudante como autor — afirmou Nunes.
Ao contrário do que possa se pensar, inovação e criatividade não significam deixar de lado a aprendizagem de conteúdos regulares. Helena Singer argumenta que um novo perfil de escola pode inclusive impulsionar a apreensão desses conteúdos. Ela argumenta que novas práticas surtiriam efeito mesmo em avaliações tradicionais como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
— A inovação e criatividade também deve garantir aprendizado, não basta ser inovador e criativo e não aprender. Essas características fornecem o aprendizado de saber pesquisar, escrever, colocar desafios e enfrentá-los. Uma instituição inovadora e criativa deve fornecer instrumentos necessários para o aluno enfrentar o Enem. Mas, de forma nenhuma, a preparação para uma prova deve levar 14 anos. Os pais se preocupam em escolher uma escola que teve o melhor resultado no Enem ainda quando a criança está nos anos iniciais — criticou Helena.
— A forma de organizar a escola, metodologia, a relação com a comunidade são formas mais alinhadas com os desafios do século XXI, um mundo que as tecnologias de comunicação revolucionou, no qual as relações do mundo do trabalho são muito mais imprevisíveis do que eram antes. A gente espera que daqui a algum tempo a maior parte das instituições educativas estejam mais alinhas com esses desafios — afirmou Helena.
Para agilizar essa transformação, a educadora conta com a eficácia de um projeto lançado na semana passada pelo Ministério da Educação (Mec) e do qual é uma das coordenadoras. O "Inovação e Criatividade na Educação Básica" é uma chamada pública que pretende mapear e estmular iniciativas inovadoras no Brasil. A proposta pretende identificar onde estão localizadas as instituições e pessoas que disseminam práticas criativas na educação básica e ampliar seu impacto no território nacional.
A tarefa, porém, não é simples. De acordo com César Nunes, um dos principais fatores para fazer com que a educação inovadora vire realidade é ter uma vontade real de implementar mudanças:
— Não temos a intenção de fato de realizar essa mudança. Temos uma visão hipócrita: dizemos que queremos, mas na hora de colocar as ações em prática não somos coerentes com nosso desejo. Se queremos de verdade a criatividade, temos de abrir espaço para que as atividades sejam criativas. Ter uma coerência entre o que quer e o que faz é fundamental. Em segundo lugar, é necessário saber que vai levar tempo. Em geral, as pessoas falam: "já passaram seis meses, não está acontecendo nada, vamos fazer outra coisa". O tempo de amadurecimento de transformar uma cultura é um tempo lento.
Nesse sentido, a construção coletiva se torna uma aliada importante para fazer com que o discurso vire realidade. Segundo os especialistas, observar as experiências de outros professores e aprender com elas é uma ferramenta eficaz de promoção da inovação. Atrelado a isso, criatividade para desenvolver novas lições de sala de aula, métodos de avaliações e maneiras de transmitir conteúdo são necessárias aos professores, no entanto, eles não podem ser os únicos responsáveis pelo conhecimento.

FERMENTO VELHO

Fermento Velho

Limpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 5:7.)

 Existem velhas fermentações de natureza mental, que representam tóxicos perigosos ao equilíbrio da alma.
 Muito comum observarmos companheiros ansiosos por íntima identificação com o pretérito, na teia de passadas reencarnações.
 Acontece, porém, que a maioria dos encarnados na Terra não possuem uma vida pregressa respeitável e digna, em que possam recolher sementes de exemplificação cristã.
 Quase todos nos embebedávamos com o licor mentiroso da vaidade, em administrando os patrimônios do mundo, quando não nos embriagávamos com o vinho destruidor do crime, se chamados a obedecer nas obras do Senhor.
 Quem possua forças e luzes para conhecer experiências fracassadas, compreendendo a própria inferioridade, talvez aproveite algo de útil, relendo páginas vivas que se foram. Os aprendizes desse jaez, contudo, ainda são raros, nos trabalhos de recapitulação na carne, junto da qual a Compaixão Divina concede ao servo falido a bênção do esquecimento para a valorização das novas iniciativas.
 Não guardes, portanto, o fermento velho no coração.
 Cada dia nos conclama à vida mais nobre e mais alta.
 Reformemo-nos, à claridade do Infinito Bem, a fim de que sejamos nova massa espiritual nas mãos de Nosso Senhor Jesus.

Emmanuel

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

CARNAVAL DA CAMPANHA. SERÁ QUE ELE ESTEVE AQUI?

Há alguns anos no carnaval da Campanha. Seria o Thiago Silva o da ponta?

UMA ESCOLA ONDE OS ALUNOS CONQUISTAM AUTONOMIA.

Âncora: a autonomia de duas crianças ensopadas

29/10/2015
Chovia como há muitos meses São Paulo não via naquela cinzenta manhã de junho. A abertura da Copa do Mundo do Brasil seria em poucos dias, os metroviários tinham decidido por entrar em greve. O caos. Os quase 20 km que a reportagem percorreu em pouco mais de uma hora até chegar a Cotia, na região metropolitana de São Paulo, foram compensados pelas boas-vindas efusivas de Kayo Pereira, 8, e Ana Luíza dos Santos, 10. Eles estavam ensopados.
"Não querem comprar uma rifa?", perguntaram aos visitantes. "É para a nossa festa junina". Anotaram os nomes, explicaram o sorteio e a premiação e entregaram um papelzinho. Lá se foram R$ 5. No Âncora, escola que atende de graça alunos de baixa renda de fundamental 1 e 2 com uma proposta pedagógica totalmente diferente da tradicional, são os alunos que fazem as coisas acontecerem: das festas aos temas que cada um estuda, tudo vem deles. É deles, inclusive, a responsabilidade de guiar os visitantes pela escola e apresentar o modelo pedagógico. (Que fique claro: logo depois, em sala de aula, Kayo e Ana Luíza reapareceram secos).
"Procuramos criar sentido para a aprendizagem. Aqui o conhecimento é construído junto com os educandos, e não para eles. É por isso que o aprendizado é significativo. As crianças dão ideias, sugerem e a gente vai dando o apoio de que elas precisam", afirma Claudia Duarte, coordenadora pedagógica da escola. Para tanto, continua a educadora, a assembleia, em que todos os alunos discutem juntos as normas da escola, algumas ferramentas pedagógicas e a forma como organizam o espaço são fundamentais.
Fisicamente, a escola não se parece nada com escolas tradicionais. A começar por uma lona de circo, que se vê de longe, mesmo antes de chegar ali. Debaixo dela, crianças pulam na cama elástica, se exercitam e estudam. O mesmo ocorre na pista de skate, na quadra, nas áreas verdes ao ar livre -- quando não chove --, no refeitório ou em qualquer outro lugar da instituição.
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Qualquer mesmo. Por lá, tutores e educandos gostam de dizer que o aprendizado pode acontecer em qualquer espaço, e não apenas nas salas de aula -- que, por sinal, também não são nada comuns. Elas não têm carteiras enfileiradas e um professor na frente, ditando o que cada um precisa aprender. São salões com mesas que se juntam ou se separam, conforme o jeito que cada um escolheu estudar naquele dia, se sozinho, em dupla ou em grupo. Tutores ficam disponíveis para ajudar a sanar dúvidas.
As atividades são definidas por cada aluno com seu tutor e anotadas em roteiros de estudo individuais, uma das ferramentas pedagógicas que o Âncora usa para estimular a autonomia e o autoconhecimento dos alunos. Funciona assim: os alunos descobrem interesses específicos, procuram seus tutores e, juntos, constroem uma tabela com objetivos de aprendizagem para um determinado período. Nesse percurso, os alunos estudam conteúdos das mais diversas disciplinas. Se as crianças se interessarem em conhecer assuntos mais profundamente, os tutores estão ali para ajudar. No fim, os alunos têm que desenvolver um projeto a partir do assunto pelo qual se interessaram.
Naquele dia, por causa da chuva, a maior parte dos alunos estava estudando nos salões. Mas Ana Carolina Sá, 10, não. Ela estava sob a lona do circo, com sua tabela periódica e notebook em mãos, estudando como construir um laboratório de química na escola. Uma prima mais velha havia mostrado para ela um material da disciplina, ela se interessou e pediu para a tutora incluir química em seu roteiro. "Eu agora estou pesquisando como montar um laboratório, que equipamentos eu preciso, essas coisas. Para isso, eu preciso estudar sobre química. Assim, eu consigo ensinar os outros. Como é que eu vou ensinar, se eu mesma não souber?", pergunta a menina.
Espera aí. Química, Carol? Mas você só tem 10 anos. "Se eu estivesse em outra escola, eu ainda não ia [estar estudando química] porque eu ainda ia estar no quinto ano. Ainda ia ter que estudar um monte de coisas até chegar em química. Mas já tô adiantada porque eu aprendo as coisas mais rápido. Aqui, assim que eu termino de estudar um assunto, eu posso já passar para outro e aí eu vou aprendendo mais."
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Se quiser, Carol pode oferecer seus conhecimentos recém-adquiridos sobre cádmio e hidrogênio no quadro Preciso de ajuda/Posso ajudar. Como cada aluno tem projetos próprios, conhecimentos e sabe muito de assuntos diferentes, o Âncora usa um quadro para estimular a troca de saberes entre eles, em um espaço em que podem demonstrar fraquezas e exercer a solidariedade sem nenhum tipo de julgamento. É o aprendizado entre pares, que é incentivado em vários outros momentos da rotina da escola.
Os alunos são estimulados, por exemplo, a se reunir em grupo para resolver um problema real. É o caso do grupo do lixo, que envolve várias crianças. No fim de semana anterior, elas tinham conseguido que sete caminhões de lixo fizessem uma coleta especial em uma comunidade dos arredores da escola que não recebe esse serviço regularmente. Agora que o lugar está limpo, os alunos estão estudando como ensinar aos moradores a dar um destino correto aos detritos que produzem.
Provas, eles (quase) não fazem. Mas não significa que não sejam avaliados a todo momento. Uma lista com todos os conteúdos que as crianças precisam dominar ao longo dos anos, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, fica afixada na parede dos salões. Os tutores registram tanto o domínio dos conteúdos demonstrado no desenrolar dos projetos, quanto o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Todos os alunos têm registros individuais atualizados diariamente.
"Aqui não se olha uma classe; se olham crianças, se olham pessoas, individualmente. Isso foi o me fascinou e me estimulou a vir para cá. Eu vi esse respeito pela história de cada um, pelo momento em que cada um está e fiquei", diz Juliana Guida, tutora do Âncora e filósofa por formação.
É assim, com forte envolvimento entre as pessoas, com o incentivo à autonomia dos estudantes, com o desenvolvimento de atividades relacionadas aos interesses e com o estabelecimento de metas e avaliação constante, que o Âncora personaliza o ensino. Ao longo da visita, alunos e educadores repetiam: "Pena que hoje está chovendo tanto. Não dá para ver a escola funcionando direito". Mal sabiam eles o tanto que deu para ver.

FIXAÇÃO NO PRESENTE.

Fixação no Presente

Não poucas criaturas, malbaratando o presente e não investindo no futuro, gastam-se e desgastam-se na pós-ocupação. A pós-ocupação é ocupação vã, porque retém a mente fixada em algo já ocorrido no pretérito e que poderia estar superado. É uma atitude típica do depressivo que se compraz, de maneira enfermiça, em fixar-se nas experiências negativas transatas, desperdiçando tempo, energia e oportunidade.
 De outras vezes, o ser desgasta-se numa atitude de pré-ocupação. Preocupar-se, como o indica a própria palavra, é o ocupar-se antes com a ocorrência que imagina ocorrerá mais tarde. Com isto a pessoa ocupa-se pelo menos duas vezes, antes da ocorrência e enquanto ela se dá. Na tese'>hipótese de pós-ocupar-se com o problema, a criatura terá se ocupado três vezes, isto é, antes, durante e depois.
 Pensar e refletir com confiança na problemática, é positivo e necessário. Preocupar-se em excesso é inútil e nada de bom acrescenta.
 O ideal, para a existência humana, é a criatura procurar viver sem tristeza pelo passado e sem ansiedade negativa pelo futuro, num interminável e abençoado presente, vivendo cada instante, totalmente, não se preocupando de maneira estéril com o que virá, e também não se pós-ocupando com o que de negativo sucedeu.
 A hora é agora.
 Como ensina velha canção, quem sabe faz a hora, não espera acontecer...
 Emmanuel, pelas mãos queridas de Francisco Cândido Xavier, assevera que hoje é o dia mais importante de nossas vidas; nem o ontem, que já vivemos com suas experiências, nem o amanhã que poderá surgir modificado...

Izaias Claro

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

CONSUMISMO.

Consumismo

Você já notou que, nos dias de hoje, os apelos são imensos para nos tornar cada vez mais consumistas? 

Nas revistas e jornais, no rádio, na televisão e na internet, os convites às compras parecem estar em toda parte. 

Nem mesmo nos elevadores e nas ruas estamos a salvo: outdoors, cartazes, painéis eletrônicos, folhetos e todo tipo de propaganda estão ao alcance de nossos olhos e mãos. 

É o excesso de nossos dias. Vivemos uma vida quase artificial, em que, aos poucos, a simplicidade e os valores reais vão sendo substituídos por coisas artificiais e passageiras. 

Em vez de nossas conversas com familiares e vizinhos, agora passamos horas em frente à televisão ou ao computador. Ficamos cegos para os que vivem ao nosso lado. 

Deixamos de ouvir o mundo, para nos isolar em fones de ouvido. E acabamos por nos tornar um pouco surdos para a realidade. 

E assim prossegue nossa vida, cada vez mais mecanizada, cada vez mais dirigida pelos produtos que compramos sem parar, estimulados pelos anúncios e propagandas. 

E isso não ocorre apenas com os adultos. As crianças são bombardeadas pela publicidade, já que se descobriu que elas influenciam poderosamente os pais, não só para comprar brinquedos, mas também para adquirir carros, eletrodomésticos e produtos alimentícios. 

Interessante lembrar que a publicidade nos faz acreditar que precisamos ter as coisas. Ela se infiltra em nós, comandando a vontade. 

Vale-se de conceitos importantes para o ser humano: aceitação, alegria, bem-estar. 

Por outro lado, a força da propaganda também nos atinge ao informar que, se não temos determinadas coisas ou serviços, somos infelizes ou excluídos de grupos sociais. 

Mas o problema não está nos publicitários ou nos anunciantes. Eles fazem o trabalho deles. O problema está em nós, que acreditamos e aceitamos, como verdades, os comerciais. 

É um caso de sintonia. Aceitamos passivamente a mensagem da publicidade e vamos além: nós nos identificamos com ela. 

Passamos a acreditar que seremos felizes somente se tivermos objetos caros ou de marcas famosas. 

Aos poucos, nos tornamos escravos da necessidade de comprar. Cosméticos, alimentos, aparelhos eletrônicos - tudo passa a ser objeto de desejo. 

É quando nos entregamos sem reservas à mensagem da publicidade. 

Para libertar-se dessa escravidão, temos a força de vontade, a capacidade de resistir e o livre-arbítrio. 

Por isso, Mestres Espirituais de todas as épocas, povos e religiões advertiram o homem para que combatesse os desejos desenfreados. 

Na Índia, Krishna e Buda alertaram sobre os desejos que comandam as ações humanas e recomendaram eliminá-los, a fim de alcançar a libertação. 

E Jesus de Nazaré advertiu que, onde estiver o nosso tesouro, aí estará o nosso coração. 

Se pusermos nosso foco em coisas, pessoas ou situações que desejamos, é a isso que estaremos vinculados, mesmo após a morte do corpo. 

Ao contrário, se nossa atenção estiver voltada para Deus, para a vivência da ética e dos valores do Espírito, certamente superaremos os desejos que aprisionam e caminharemos em direção à pureza e à alegria permanentes. 

Pense nisso!
Redação do Momento Espírita. Disponível no livro Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.

PROFESSORES INOVAM E AJUDAM ESTUDANTES...

Professores inovam e ajudam estudantes a melhorar desempenho

29/10/2015
Diario Inovacoes
Um dos principais sites brasileiros voltados à inovação e criatividade na educação, o Porvir está divulgando uma série de iniciativas de professores que estão inovando dentro e fora da sala de aula, em http://porvir.org/diario-de-inovacoes/ . Essas experiências estão tornando mais eficiente o processo de aprendizagem dos estudantes, que assimilam os conteúdos de uma maneira mais leve, lúdica e eficaz. Para esses docentes inovadores e criativos, o fundamental é oferecer aos estudantes melhores condições para que eles possam se apropriar dos conteúdos.
É o caso, por exemplo, do professor Eduardo Toshio Nagao, de Londrina, Paraná, que leva os alunos do ensino médio para o boliche a fim de ensinar conceitos de física, como velocidade média e leis de Newton. Ou da professora Isabela Costa Dominici, de Belo Horizonte, Minas Gerais, que estimulou seus alunos do 3º ano do ensino fundamental a produzir um filme de massinha, a partir da releitura de um livro de literatura infantil. O resultado? Aumento do gosto pela leitura e melhora das produções textuais das crianças.
Se você é professor ou professora e tem uma experiência dessas para contar, envie para http://porvir.org/compartilhe-sua-experiencia-inovadora

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

MEMORIAL CHICO XAVIER

MEMORIAL CHICO XAVIER

A lembrança física de Chico Xavier estará além da memória daqueles que conviveram com o médium. Um holograma reproduzindo momentos de psicografia juntamente com áudios do líder kardecista fará parte do memorial em construção em Uberaba, cidade onde Chico viveu maior parte da vida. A tecnologia de computação gráfica foi doada por uma empresa de São Paulo e está em fase de finalização, assim como o empreendimento, que está previsto para o primeiro semestre deste ano.
O presidente do Instituto Chico Xavier, Adalberto Pagliaro, destaca que o holograma já tem local definido dentro do memorial, cuja visitação será gratuita. Através de computação gráfica em 3D, a proximidade com a imagem real do médium é apontada como um dos principais atrativos.
“Ganhamos todo o projeto, não precisaremos investir em praticamente nada. Forneceremos o espaço e eles (doadores) ofereceram os projetores, iluminação, painéis e toda a estrutura. Em termos de tecnologia, o holograma será a ponta da ponta. Temos condição de colocar o Chico no ambiente com o som. Dará uma realidade muito próxima”, disse.
O sócio proprietário da empresa responsável pela implantação, André Brandão, afirmou que a proximidade com a doutrina kardecista e a inspiração pela solidariedade foram essenciais para a doação. “Um cliente nos indicou para o pessoal do Instituto, que nos procurou. Como tinha a ver com o Chico Xavier, não pensamos em ter lucro, pensamos em fazer nos mesmos moldes da obra dele e fazer a doação”, destacou.
André afirmou ainda que a mensagem que será reproduzida já foi escolhida. O trabalho deve ficar pronto em cerca de um mês, e então será destinado a Uberaba conforme o andamento das obras internas no memorial.
“Estamos fazendo a computação gráfica em São Paulo e refizemos as imagens, pois são em baixa resolução. A nossa parte deve ficar pronta em um mês, no máximo. Será uma mensagem de agradecimento, que tem 2min30. A holografia vai ser como se ele tivesse psicografando essa mensagem, que ficará se repetindo. No memorial, tem um corredor com uma espécie de vitrine no final. Lá dentro é que terá a imagem do Chico, como se desse para ver ele por uma janela”
O MEMORIAL
O Memorial Chico Xavier está sendo construído no terreno ao lado da Mata do Carrinho, na Avenida João XXIII, e terá de acordo com projeto datado de agosto de 2006, elaborado pelo arquiteto Paulo Trajano, guarita, estacionamento, conjunto de sanitários e arquibancada, sala reserva; administração; acervo; biblioteca; galeria para exposição, café social, varanda foyer, auditório e espaços externos como praças, passarelas e áreas gramadas.
A obra foi iniciada em 2011 e, segundo Adalberto Pagliaro, o espaço trará materiais multimídia sobre a filosofia de vida de Chico Xavier. O presidente do instituto atenta também para a importância das doações para o acabamento e acervo, cruciais para a conclusão de toda a obra.
“Da parte física da obra temos uma previsão de que, no tardar, estará pronto em junho. Agora, a parte que tem o sistema de estandes da biblioteca, computadores, painéis, mesas, cybercafé e cadeiras do auditório dependerá da liberação da obra física para o início da obra interior. Já temos boa parte do acabamento recebido em doações, mas não é o suficiente para colocar o memorial em funcionamento”, afirmou.
(a)  RONALDO COSTA (O Arrebol Espírita)

sábado, 24 de outubro de 2015

EQUIPE DO SANTA CRUZ NA DÉCADA DE 60.

Time do Santa Cruz Campeão Campanhense no final da década de 60.
Local: Estádio Dois Leões.
De pé: Leninha Ferreira, Nadia Lemos, ?,?, Heloísa Ribeiro, Stael Fleming, Eunice Ribeiro, ?, Siomara, Angélica,?,?.
Elminho, Luizinho Saci, Miltinho , Juca, Paulinho Sandy, Dequinha, Guarda-Chuva, Canário, Pardal, João do Frade, Lau e ficou de fora o goleiro Miltinho Fedô.
Acervo: Luziara

CRIANÇAS EM ABRIGOS APRENDEM A LER MELHOR O MUNDO.

Crianças em abrigos aprendem a ler melhor o mundo

Michelle Loreto - G1 - 12/10/2015

Um projeto social realizado em abrigos de São Paulo mostra que os livros ajudam a criança a entender melhor o mundo e a se entender também. O trabalho, realizado pelo Instituto Fazendo História incentiva a leitura para que as crianças tenham uma nova oportunidade na vida.

De acordo com os psicólogos, uma criança que tem por perto um adulto que sempre lê para ela acaba desenvolvendo melhor o raciocínio, a criatividade e a fala e, assim, se relaciona melhor com o mundo em volta dela.

No Instituto, um grupo de pessoas usa algumas horas durante a semana para ler para crianças que estão em abrigos. O projeto começou há 13 anos e hoje tem 470 voluntários. Conheça mais sobre o projeto no
 vídeo e saiba como ser um voluntário.

MUNDOS DIVERSOS.

Mundos Diversos - Allan Kardec (A Gênese)

Acostumados, como estamos, a julgar das coisas pela nossa insignificante e pobre habitação, imaginamos que a Natureza não pode ou não teve de agir sobre os outros mundos, senão segundo as regras que lhe conhecemos na Terra. Ora, precisamente neste ponto é que importa reformemos a nossa maneira de ver.

Não vejais, pois, em torno de cada um dos sóis do espaço, apenas sistemas planetários semelhantes ao vosso sistema planetário; não vejais, nesses planetas desconhecidos, apenas os três reinos que se estadeiam ao vosso derredor. Pensai, ao contrário, que, assim como nenhum rosto de homem se assemelha a outro rosto em todo o gênero humano, também uma portentosa diversidade, inimaginável, se acha espalhada pelas moradas eternas que vogam no seio dos espaços.

Ora, sabendo-se que a Terra nada é, ou quase nada, no sistema solar; que este nada é, ou quase nada, na Via-Láctea; esta por sua vez, nada, ou quase nada, na universalidade das nebulosas e essa própria universalidade bem pouca coisa dentro do imensurável infinito, começa-se a compreender o que é o globo terrestre.

Ainda uma vez; compreendamos melhor a Natureza. Saibamos que atrás de nós, como à nossa frente, está a eternidade, que o espaço é teatro de inimaginável sucessão e simultaneidade de criações. Tais nebulosas, que mal percebemos nos mais longínquos pontos do céu, são aglomerados de sóis em vias de formação; tais outras são vias-lácteas de mundos habitados; outras, finalmente, sedes de catástrofes e de deperecimento.

Saibamos que, assim como estamos colocados no meio de uma infinidade de mundos, também estamos no meio de uma dupla infinidade de durações, anteriores e ulteriores; que a criação universal não se acha restrita a nós, que não nos é lícito aplicar essa expressão à formação isolada do nosso pequenino globo.

                                                                                                                        Allan Kardec – “A Gênese”