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sexta-feira, 31 de julho de 2015

FILMES NAS FÉRIAS, SÃO FONTES DE CONHECIMENTO PARA ESTUDANTES.

Durante férias, filmes são fontes de conhecimento para estudantes

G1 - 24/07/2015
Além dos livros, apostilas ou a internet, os filmes são ótimas opções no aprendizado, segundo professores e alunos. Muitas vezes a vida de personagens históricos ou temas como guerras, quando contados nos filmes, ajudam a entender melhor o que é ensinado na sala de aula. A Secretaria Estadual da Educação selecionou dez opções para os estudantes assistirem, neste mês de férias. E quem também aprende com os filmes são os alunos de cursinhos pré-vestibular
Filme com pipoca num ambiente bem descontraído. Parece até um programação para as férias. Mas um grupo de alunos de Mogi das Cruzes não está de folga. Eles assistem aos filmes porque estão se preparando para o vestibular.
“A gente se reúne para assistir filmes que contextualizam tudo o que a gente aprende em sala de aula. Conseguimos ter uma noção bem melhor de detalhes que não conseguimos ter dentro da sala de aula”, disse o estudante Felipe Siqueira.
Um dos filmes escolhidos abrange duas disciplinas: História e Filosofia. “O nome do filme é Hannah Arendt e esse filme trata sobre a vida de uma filósofa, no contexto da 2º guerra mundial. Então, o filme é excelente não apenas para contextualizar os acontecimentos da guerra, mas, sobretudo, da ditadura totalitária nazista”, detalhou o professor de história, Rafael Fortes.
Já o professor de Filosofia, Elvis Almeida, dá outro ponto de vista. “O ambiente que está enredado o filme, é um ambiente de crise. E nesse contexto vai surgir uma corrente filosófica existencialista, do qual faz parte a Hannah Arendt e vários outros filósofos que vão discutir o que é o ser humano”.

A estratégia foi tão bem aceita pelos alunos e professores do cursinho que o cine clube fica à disposição, inclusive de amigos e familiares. Tudo para motivar os estudantes.
“O aluno que consegue trazer o repertório diferente da coletânia, consegue pensar um pouco fora da caixa, citar muito bem um autor ou um conceito, a tem a nota muito elevada na redação” , disse a proprietária da escola mônica arouca.
“isso amplia o repertório que temos. Sai um pouco só de livro e textos que temos que ler. Acho importante porque os vestibulares têm incluído filmes em seus questionamentos”, concluiu a estudante Nicole Eroles.
Incluir os filmes no processo de aprendizagem dos alunos é também uma estratégia da Secretaria Estadual de Educação, que selecionou uma lista de 10 produções para os estudantes assistirem durante as férias. As indicações são opcionais, mas podem ajudar nas aulas de História.
Entre os selecionados estão o filme “Crash, no limite”, que fala sobre o preconceito racial; “Gran Torino”, que aborda a imigração asiática e mexicana e “Diários de Motocileta”, que retrata o comunismo na América do Sul.
A estudante Karine de Oliveira Costa escolheu “O Carteiro e o Poeta” para se aprofundar nos estudos. “Eu escolhi esse filme porque tinha curiosidade de saber um pouco mais sobre a vida de Pablo Neruda, que é um poeta chileno. Esse filme retrata a amizade entre um carteiro e o Pablo, durante o período em que ele esteve exilado”.
A estudante está no 3º ano do Ensino Médio e vai prestar vestibular para o curso de Jornalismo. “Como estou em época de vestibular, sei que os filmes são uma ótima forma para eu me preparar e adquirir mais conhecimentos e informações”, disse.

O FUTSAL DO SEMINÁRIO CONTINUA.

Este time era fantástico. Começava com um grande goleiro (Quem será?) Na defesa Luiz Boca Fresca e o talentoso Lúcio Serrano e no ataque o atrevido Tavinho Bráz e elétrico Gérson Bacha. E o mascote era Nando Ferreira Lopes. O único que se deu bem no futebol foi Lúcio. Os outros, eu acho que fomos mal aproveitados. 
Foto: Paulo Lopes


A BENEFICÊNCIA...

A Beneficência..

A beneficência, meus amigos, dar-vos-á nesse mundo os mais puros e suaves deleites, as alegrias do coração, que nem o remorso, nem a indiferença perturbam. 
Oh! pudésseis compreender tudo o que de grande e de agradável encerra a generosidade das almas belas, sentimento que faz olhe a criatura as outras como olha a si mesma, e se dispa, jubilosa, para vestir o seu irmão!
Pudésseis, meus amigos, ter por única ocupação tornar felizes os outros! 
Quais as festas mundanas que podereis comparar às que celebrais quando, como representantes da Divindade, levais a alegria a essas famílias que da vida apenas conhecem as vicissitudes e as amarguras, quando vedes nelas os semblantes macerados refulgirem subitamente de esperança, porque, faltos de pão, os desgraçados ouviam seus filhinhos, ignorantes de que viver é sofrer, gritando repetidamente, a chorar, estas palavras, que, como agudo punhal, se lhes enterravam nos corações maternos: "Estou com fome!..." Oh! compreendei quão deliciosas são as impressões que recebe aquele que vê renascer a alegria onde, um momento antes, só havia desespero! 
Compreendei as obrigações que tendes para com os vossos irmãos! 
Ide, ide ao encontro do infortúnio; ide em socorro, sobretudo, das misérias ocultas, por serem as mais dolorosas! 
Ide, meus bem-amados, e tende em mente estas palavras do Salvador: "Quando vestirdes a um destes pequeninos, lembrai-vos de que é a mim que o fazeis!"
Caridade! sublime palavra que sintetiza todas as virtudes, és tu que hás de conduzir os povos à felicidade. Praticando-te, criarão eles para si infinitos gozos no futuro e, enquanto se acharem exilados na Terra, tu lhes serás a consolação, o prelibar das alegrias de que fruirão mais tarde, quando se encontrarem reunidos no seio do Deus de amor. 
Foste tu, virtude divina, que me proporcionaste os únicos momentos de satisfação de que gozei na Terra. Que os meus irmãos encarnados creiam na palavra do amigo que lhes fala, dizendo-lhes: E na caridade que deveis procurar a paz do coração, o contentamento da alma, o remédio para as aflições da vida. 
Oh! quando estiverdes a ponto de acusar a Deus, lançai um olhar para baixo de vós; vede que de misérias a aliviar, que de pobres crianças sem família, que de velhos sem qualquer mão amiga que os ampare e lhes feche os olhos quando a morte os reclame! 
Quanto bem a fazer! Oh! não vos queixeis; ao contrário, agradecei a Deus e prodigalizai a mancheias a vossa simpatia, o vosso amor, o vosso dinheiro por todos os que, deserdados dos bens desse mundo, enlanguescem na dor e no insulamento! 
Colhereis nesse mundo bem doces alegrias e, mais tarde... só Deus o sabe!... Adolfo, bispo de Argel. (Bordéus, 1861.)
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 13. Item 11. Livro eletrônico gratuito em http://www.febnet.org.br.

31 DE JULHO DE 2015.

Há 112 anos nascia na cidade da Campanha o genial e humanista 
DR. ZOROASTRO DE OLIVEIRA FILHO que, durante décadas cuidou da saúde de milhares de pessoas da nossa região.

Há 97 anos nascia WALTER SALES que viria a ser um grande músico e maestro que, alimentava a nossa alma com a sua música.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

30 DE JULHO DE 2015.

O campanhense DOM JOÃO DE ALMEIDA FERRÃO foi o primeiro Bispo da Diocese da Campanha.
Estaria hoje comemorando os seus 162 anos de nascimento.

Por pensar assim, foi que HENRRY FORD foi o empresário que foi e chegou as alturas.
Hoje ele estaria comemorando os seus 152 anos de nascimento.

O escritor, jornalista, poeta e tradutor MARIO QUINTANA, foi uma iluminada cabeça gaucha que, estaria hoje comemorando 109 anos de nascimento.

ESTADO DA ALMA DEPOIS DA MORTE.

ESTADO DA ALMA DEPOIS DA MORTE

Depois que se processa o fenômeno da morte, é quase comum, por falta de elevação da alma, que ela entre em estado de perturbação espiritual. Os seus sentidos adormecem, é como se ela mergulhasse no sono. No entanto, ela ainda continua ligada ao corpo pelo chamado cordão fluídico, conhecido pelos estudiosos da Doutrina Espírita e por vários outros espiritualistas. Esse laço se desata com o tempo, que varia de alma para alma.
A libertação do Espírito dos liames da carne depende da sua condição moral. Há casos, muito raros, em que, imediatamente após a morte de corpo, o Espírito se liberta sem perda da consciência, assim como, há outros, em que a alma só se livra dos laços, quando o próprio fardo já não existe mais. Ela vive na ilusão, envolvida pela ignorância.
O mais comum é a alma passar algum tempo em estado de perturbação espiritual, recuperando sua consciência no correr do tempo. Depois, se for o caso, quando já estiver madura para receber novas semeaduras da verdade, é conduzida a regiões de aprimoramento, de aprendizado espiritual, para novas investidas na carne, de onde saiu com alguns resultados.
A reencarnação é uma verdade em todos os mundos habitados. Ela é pois, um processo criado por Deus, para o despertamento do Espírito em evolução. Quem já compreende a necessidade da reencarnação, dará um passo largo nos conhecimentos da lei de justiça e de amor.
Muitos Espíritos dormem, sonhando depois da desencarnação, por faltar-lhes conhecimentos suficientes, de modo a mover-se a consciência no conhecimento da verdade. Outros ficam onde se processou seu desenlace, por tempo indeterminado e dali, por vezes, saem para outras etapas de vida, sem reconhecer onde estiveram. Porém, a força do tempo e o amor de Deus, pelas mãos do Cristo, farão o Espírito acordar na carne ou fora dela, para a luz do entendimento.
É essa uma das missões do Evangelho de Jesus: fazer ressurgir quem estava morto, vestir os nus espirituais e saciar a fome de amor dos que choram e sofrem as agressões da própria consciência. A humanidade quase toda passa por essa fase de perturbação espiritual, mesmo animando corpos saudáveis. No entanto, a ignorância das leis de Deus fê-los mortos de entendimento, sem se preocuparem para onde vão, nem de onde vieram. Aos espíritas, a quem falamos mais diretamente, por serem esses os que nos ouvem com mais atenção, que se preparem no percurso da vida na Terra, lembrando-se de que fora da caridade, não há salvação.
Estuda e ora, trabalha e medita, e procura o aprimoramento das tuas faculdades espirituais, a fim de que, no momento da chamada morte, não “morras”, passando para a vida espiritual em plena consciência, para que nós, que estaremos te esperando, sintamos alegria com o esforço do trabalhador que conseguiu vencer a morte e ganhar a vida na sua plenitude.

VI CONGRESSO DE EDUCAÇÃO DA CAMPANHA-MG.


VI CONGRESSO DE EDUCAÇÃO 
CAMPANHA-MG
DIAS 12, 13 E 14 DE AGOSTO DE 2015 -
NO CAMPANHA ESPORTE CLUBE (CEC)
Palestras especiais no primeiro dia do Congresso (12/08/15), com temas de interesse geral.
Palestrantes:
- Prof. Me. Jamar Monteiro (SP), tema "Estratégias para se alcançar o sucesso profissional" e
- Jornalista Leila Ferreira (BH), tema "A arte de ser leve".
JAMAR MONTEIRO (SP) - Mestre em Educação, Pós Graduado em Administração de Recursos Humanos, pedagogo e historiador. Atualmente é coordenador de cursos de Pós Graduação em Psicopedagogia e Psicologia Aplicada; professor, diretor pedagógico, consultor e assessor pedagógico prestando serviços para vários sistemas educacionais; empreendedor social com larga experiência nas relações humanas e projetos sociais. É consultor e assessor interpessoal prestando serviços a empresas, secretarias de educação e regionais de ensino. Ministra palestra em congressos, seminários e encontros educacionais em todo o Brasil.
LEILA FERREIRA (BH) - Formada em Letras e Jornalismo, com mestrado em Comunicação pela Universidade de Londres. Foi repórter da Rede Globo Minas por cinco anos e durante 10 anos apresentou o programa “Leila Entrevista” (Rede Minas de Televisão e TV Alterosa/SBT), que produziu 13 séries internacionais e por onde passaram mais de 1,6 mil entrevistados. Ex-colaboradora da revista Marie Claire e do jornal Estado de Minas, é autora dos livros “Viver não dói” (Editora Globo), “A arte de ser leve” (Editora Globo), “Mulheres: por que será que elas?…” (Editora Globo) e “Leila Entrevista: bastidores” (Autêntica Editora). Há dez anos atua como palestrante.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

INCÊNDIO DESTROI PREDIO ANTIGO NO CENTRO DA CAMPANHA

Isto aconteceu a exatamente 36 anos quando nada sobrou do Bar do Chatinho. 
Esta foto foi tirada nos anos 50 mas, não conheço outra foto deste ângulo tirada mais recente.
Nunca vi um povo tão bom, tão solidário, quanto o povo da Campanha. A cidade toda se sencibilizou e ajudou na recontrução do prédio e em doações de móveis, roupas de cama, vestuário, tudo enfim que se precisa numa casa. Era um prédio que todo campanhense deve ter alguma história para contar. O bilhar, o bar e é claro a padaria. Como eu poderia esquecer da padaria? Durante cinco anos, alí foi o ponto de encontro do time do Madrugada.Por volta das 5:30h os veteranos começavam a chegar para tomar aquele cafezinho da dona Leonor e comer aquele pão quentinho, delicioso. Os atletas de mais idade eram José Arnaldo Gama e Silvio Fonseca com 57 anos e os mais jovens eram Gaminha e eu com 29 anos.

PAULO MELO NO GEFROMP. IMPERDÍVEL.

Será na terça-feira da próxima semana.
Imperdível!

ESCRITORES VÃO ÀS ESCOLAS PÚBLICAS DE PARATY

Projeto leva escritores às escolas públicas de Paraty

Akemi Nitahara - Agência Brasil - 03/07/2015

“Inesperado e sublime”. Assim o escritor paulista João Carrascoza definiu o encontro com crianças das comunidades de Mamanguá e Paraty Mirim, que fizeram uma releitura, com trabalho artísticos, de seus livros: O Prendedor de Sonhos e O Homem que Lia as Pessoas. “A gente foi a um encontro com alunos em uma escola num lugar tão distante, você não imagina que o seu livro vai chegar lá, mas ele chegou, as crianças leram, se alimentaram do livro, te retornando com ideias sobre a história”.

João Carrascoza tem mais de 30 livros publicados e coleciona prêmios literários, entre eles um Jabuti. Ele é um dos autores que participam da Flipinha, programação infantil da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), e que teve obras selecionadas para serem trabalhadas nas escolas da região. “A gente saiu muito cedo para um encontro que supõe que vai ser bom, mas ele é muito maior do que a própria imaginação nossa como escritor”.

A visita de sexta-feira (3/7) foi o desfecho do projeto que começou há três meses, com a escolha dos livros e distribuídos aos professores para trabalharem com os alunos. A secretária municipal de Educação de Paraty, Eliane Tomé, disse que desde o começo, em 2003, a Flip promove o incentivo à leitura com projetos de formação de acervos nas escolas e nas comunidades e treinamento de professores.

De acordo com a secretária, este é o terceiro ano em que é feito encontros dos estudantes com os autores. “A gente faz a compra de todos os livros do acervo, o professor vai fazendo o trabalho e durante esta semana, a gente distribui os locais que cada um vai. Nas escolas, os alunos já ficam esperando esses autores”. Eliane ressaltou que, depois das ações da Flip, já é possível perceber o maior interesse das crianças pelos livros, refletindo inclusive na melhora das notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Como parte da Operação Flipinha, autores convidados participam de encontro com alunos de escolas públicas.
O coordenador do Programa Prazer em Ler, que apoia as ações da Flipinha desde 2009, Volnei Canônica, informou que em Paraty as ações são desenvolvidas o ano inteiro. “A literatura não pode ser um evento, a literatura tem que ser algo permanente, para que a gente possa realmente desenvolver um processo leitor, desenvolver o gosto da leitura nos novos e nos leitores de sempre”.

Em Paraty Mirim, a professora Laís Rodrigues dos Santos trabalhou os livros O Prendedor de Sonhos e O Homem que Lia as Pessoas, de Carrascoza, com seus alunos. “Nós fizemos um momento de leitura, depois surgiu a ideia de construir essa máquina dos sonhos para cada um colocar ali dentro os seus sonhos”. Laís considerou o encontro com Carrascoza fundamental para o desenvolvimento cultural de seus alunos.

Vitória Valentim Leal, de 10 anos, ajudou a construir a máquina de sonhos, feita com uma caixa de papelão e outros materiais recicláveis. “Minha amiga me ajudou a fazer, fizemos muitas coisas, ficamos pensando, pensando e no dia a gente conseguiu fazer, terminar, graças a Deus conseguirmos, se não a gente não estava assim. Meu sonho é ser bailarina”.

Luara Mariana Cândido, de 9 anos, leu O homem que Lia as Pessoas e achou muito legal. “Eu tinha uma dúvida sobre o livro, porque ele não fez o final feliz? O personagem passeia com o pai e o pai dele morre em um acidente de ônibus. Fiquei com curiosidade de perguntar para o autor o porque”. Carrascoza explicou que momentos tristes fazem parte da vida e que as crianças não podem ser poupadas deles para sempre.

PARA ONDE VAMOS QUANDO MORREMOS!

PARA ONDE VAMOS QUANDO MORREMOS!

Vamos tentar responder a pergunta que todo ser humano faz em algum momento da vida: “PARA ONDE VAMOS QUANDO MORREMOS?” O primeiro ponto que precisamos aceitar como verdade é que depois da morte nossa individualidade continua existindo, continuamos com nossa mesma personalidade, nossas conceitos, preconceitos, gostos, qualidades, defeitos, conhecimentos e inteligência.

A morte é apenas a separação do seu corpo orgânico da sua personalidade unica que iremos chamar de Espírito.

Seu corpo composto de matéria orgânica e minerais é decomposto e retorna para o solo. Já o seu espírito se transporta para outra forma de existência em uma dimensão física invisível aos nossos olhos, sentidos e instrumentos. Neste novo ambiente seu espírito fará uso de corpo feito de fluido semimaterial chamado de periespírito.

Da mesma forma que o seu corpo físico dava forma e permitir sua interação com o ambiente terreno o periespírito dará forma ao seu espírito e permitirá sua interação com a nova dimensão de existência que você se encontrará. Mas onde fica este local?

Na Terra existem diversas camadas de existência como se fossem níveis que podemos chamar de planos ou esferas. Seria como as 5 camadas atmosféricas que estudamos na escola, só que no caso das camadas espirituais são 7 níveis.

Quando morremos nosso espírito vai para o nível mais compatível com nosso grau de evolução. Se na Terra temos o convívio conflituoso de espíritos de todos os graus de perfeições ou de imperfeições, do lado espiritual existe uma natural separação dos espíritos com base no seu nível de perfeição.

Se isto não bastasse, ainda existe a possibilidade das pessoas (espíritos) se agruparem com base nos seus gostos, desejos, afinidades, da mesma forma que ocorre na Terra.

O agrupamento destas pessoas acabam formando comunidades, povoados, vilas, pequenas e grandes cidades espalhadas pelo espaço de cada uma das sete camadas ou sete esperas habitadas por espíritos sobre a Terra.

Desta forma, depois da morte, sempre iremos viver em ambientes repletos de pessoas parecidas conosco, que possuem qualidades parecidas e defeitos parecidos com os nossos. É justamente este fato que torna determinados locais do plano espiritual melhores ou piores dependendo do ponto de vista de quem julga.

VAMOS A UM EXEMPLO?

EXEMPLO 1

– Uma pessoa que passou sua vida na Terra cultivando um grande prazer por festas, badalações regadas com muito fumo, álcool, drogas. Que não se preocupava com o estudo e com o trabalho e tinha uma vida desregrada, desorganizada, descontrolada. Ao morrer esta pessoa continua sendo a mesma.

Desta forma é natural que ela procure a companhia de outras pessoas (espíritos) que possuem os mesmos gostos e que moram em regiões do plano espiritual onde todos estes prazeres terrenos continuam sendo cultivados. Agora tente imaginar como seria uma cidade criada, planejada e administrada por milhares ou centenas de milhares de pessoas iguais a esta que descrevi acima. E como seria uma cidade habitada só por suicidas? Veja o que acontece com os suicidas.

EXEMPLO 2

– Agora imagine como seria uma cidade repleta de pessoas que sempre estudaram e trabalharam com o prazer de serem uteis e de fazerem as coisas bem feitas. Pessoas que tiveram uma vida organizada, regrada e que gostam de se divertir de forma saudável. Imagine uma comunidade espiritual criada por pessoas com estas características.

Então podemos afirmar que não existe céu ou inferno. Existem lugares habitados por espíritos que se reúnem naturalmente com base nas suas afinidades e níveis intelectuais e morais. Nestes lugares podem se formar comunidades ou cidades boas ou ruins para se viver depois da morte dependendo do ponto de vista de quem olha. Seria como observar as comunidades criadas no Facebook onde as pessoas se agrupam por afinidades, interesses e gostos.

Existem comunidades boas, comunidades ruins, o que você acha ruim pode ser bom para o outro, o que é bom para o outro pode parecer ruim para você.

Agora podemos responder para onde você vai quando morrer.

Naturalmente você vai optar por viver em um lugar cheio de pessoas semelhantes a você, que gostam das mesmas coisas e que possuem os mesmos objetivo.

A questão é: Estes objetivos são para o bem ou para o mal?. São para sua evolução ou para o seu estacionamento evolutivo?

Quem opta por estacionar fica estacionado e se isto gera sofrimento então vive no sofrimento. Quem opta por evoluir e melhorar sempre conta com a ajuda de pessoas mais evoluídas que sentem grande prazer em ensinar e ajudar outras pessoas e crescer espiritualmente.

Quem opta por estacionar sempre conta com a companhia de quem pensa em fazer a mesma coisa.

Agora entendeu porque tantos profetas, tantos religiosos, tantas doutrinas tentam nos convencer a sermos pessoas melhores antes da nossa morte?

terça-feira, 28 de julho de 2015

SERENIDADE.

SERENIDADE (BRAHMA KUMARIS) - Texto sobre Hinduísmo

A serenidade real não é tão visível na face de alguém como em seus olhos. 

Você sabe, ninguém consegue evitar de ser sacudido de vez em quando. 

Mas, quando for provocado, não se abale; mantenha-se firme, mergulhe fundo dentro de você e toque a sua força – agindo assim, você mantêm a serenidade.

Lembre-se: quando uma crítica maldosa, um problema difícil ou um desafio aparecem, só a superfície fica agitada, o seu interior se mantêm intacto. 

É como uma pedra jogada na água; ela produz marolas mas não provoca nenhum movimento no fundo do lago.


por Brahma Kumaris

ALGUMA FESTA POPULAR NA CAMPANHA.

Brasa, Zé Cuidado, Mario Lúcio, dona Benedita Roquim, (atrás Chinho ou Marcelo 1500), Haroldo Roquim, Iolanda Mendes, Laila Direne e Hercília Ferreira Lopes. Atrás Cornélia. Esta foto foi tirada por José Silva de Cambuquira na década de 50.

CIDADANIA.


Por que esta moda não pega por aqui? 
Porque ainda temos muito que aprender! 

Foto de Filinto Cerqueira.


Outro dia eu li uma excelente reportagem da New Yorker sobre a chanceler alemã Angela Merkel, em que o jornalista buscava entender as razões para o seu sucesso - chega a ser chamada de "mutti" (mãe) pelos alemães - num país que tomou aversão por cultos à personalidade.
E desde a sua juventude até o atual período como comandante da nação, uma característica é sempre presente: a monotonia. Sim, Angela Merkel é uma mulher comum, uma pessoa "sem graça". No entanto é justamente isso que faz seu sucesso, porque as pessoas podem saber o que esperar dela e a enxergam como uma delas.
Em 1991 o fotógrafo Herlinde Koelbl começou uma série de fotografias chamada "Traços do Poder" na qual retratava políticos alemães e observava como mudavam ao longo de uma década. O fotógrafo conta que homens como o ex-chanceler Gerhard Schröder e o ex-ministro das relações exteriores Joschka Fischer pareciam cada vez mais tomados pela vaidade, enquanto Merkel, com seus modos desajeitados, não passava nenhuma ideia de vaidade, mas de um poder crescente que vinha de dentro.
A vaidade é subjetiva enquanto a ausência desta é objetiva, daí que Merkel é tão eficiente enquanto outros políticos parecem se perder nas liturgias e rapapés do poder. Essa normalidade é vista em vários outros países - ainda que exista a vaidade, que é de cada pessoa - como no caso de deputados suecos que moram numa espécie de república tal qual a de estudantes e lavam e passam a própria roupa.
Certa vez vi uma reportagem de um jornal britânico analisando uma foto do primeiro-ministro David Cameron lavando a louça na cozinha. A reportagem não se espantava com o fato de o primeiro-ministro lavar a própria louça, já que Tony Blair fazia o mesmo e Margaret Thatcher cozinhava para o marido, mas observava uma tábua de cortar carne com a expressão "calma, querida" num canto.
A própria Angela Merkel mora no mesmo apartamento de sempre com o marido e a única mudança que houve em relação ao seu tempo fora do poder é a presença de um guarda na porta do prédio. Eles compram entradas para assistir ópera com o próprio cartão de crédito e entram no teatro junto a todos, sem nenhum esquema especial.
Daí partimos para o Brasil, onde um simples governador de estado possui jatinhos, helicópteros, ajudantes de ordem e comitivas com batedores de moto que param o trânsito para que ele passe. Pessoas que vivem em palácios, como se ainda fosse alguma corte real. Empregadas, arrumadeiras, garçons, equipes de cozinheiros, serviço de quarto, motoristas, inúmeros seguranças, esquemas especiais para entrar ou sair de algum lugar.
Essa é a diferença: a normalidade do poder, a noção de que um servidor público é apenas um servidor público, seja um escriturário ou o presidente/primeiro-ministro da nação. Eles continuam sendo homens e mulheres, maridos e esposas, pagadores de impostos, trabalhadores e cidadãos.
Cidadania é isso.
Marcus Vinicius Motta

segunda-feira, 27 de julho de 2015

UTILIDADE PÚBLICA.

FIQUEM ATENTOS!


DR. OLIVEIRA REALIZA A PRIMEIRA CESARIANA NA SANTA CASA.

A PRIMEIRA CESARIANA NA SANTA CASA ACONTECEU EM 1938.
Em 24 de maio de 1938 o Dr. Zoroastro de Oliveira Filho foi pego de surpresa com uma situação que ele nunca havia visto.
Dona Nair de Oliveira Lima esposa do senhor Joaquim Barnabé de Lima (Cajuru) residia nas imediações da barragem no Campo Grande. Estava grávida de seu primeiro filho e nada da criança nascer. Como já havia passado do tempo, quase 10 meses, a parteira dona Vitoria que la estava, achou melhor levar dona Nair para a Santa Casa.
O único automóvel que havia era uma Ramona 28 do senhor Zeca Santo, que, por sorte, era vizinho e foi quem a socorreu com o maior cuidado.
Já na Santa Casa com os recursos que tinha na época o Dr. Oliveira tentou de tudo para que a criança nascesse de parto normal, e nada.
Cesariana ele só conhecia de literatura, mas era o que precisava fazer. Com a habilidade que tinha, tudo correu muito bem e nasceu um meninão forte que recebeu o nome de Raimundo Nonato de Lima. Nonato que significa não nascido, foi sugestão do Dr. Oliveira que acabou sendo o padrinho da criança.
 Raimundo Nonato de Lima que, nasceu da primeira cesariana realizada na região, pelo Dr. Zoroastro de Oliveira Filho, foi convidado para fazer o decerramento da placa de inauguração da maternidade.
Dona Nair de Oliveira Lima a primeira paciente a fazer uma cesariana pelo Dr. Oliveira, ao lado de sua esposa dona Conceição e Raimundo Nonato de Lima o primeiro a nascer desta cesariana.

A SERENIDADE DA FÉ.

A SERENIDADE DA FÉ - Joanna de Ângelis


Confessa o teu compromisso espírita através dos atos, sem o alarde verbalista nem a impetuosidade presunçosa.
Sê compreensivo para com as convicções do teu próximo, sem contudo disfarçar a tua postura religiosa.
O Espiritismo concede-te a visão plena da vida, elucidando-te os difíceis mecanismos do processo da evolução.
Faz-te compreender que a dor de qualquer natureza é bênção, jamais castigo, mediante cujo buril aprimoras-te, encetando compromissos superiores que te levarão à paz.
Ajuda-te a permanecer nas ações edificantes embora os resultados aparentemente demorados.
Acalma-te, em razão do melhor entendimento das causas dos problemas que se expressam como aflições variadas.
Em razão disso, não te podes escusar a responsabilidade ante os desafios da existência, vivendo a fé espírita. 
Pessoas existem que, a pretexto de fraternidade, aderem aos mais diversos conceitos filosóficos, sem assumirem comportamento nenhum. Dizem-se neutras.
Criaturas há que, em nome da tolerância religiosa, adotam várias correntes da revelação através dos tempos, mas não se integram a movimento atuante nenhum. Afirmam-se universalistas.
Companheiros aparecem que, expressando cautela e recato, concordam com as inúmeras colocações espiritualistas, imaginando-se coerentes com as circunstâncias em que se encontram, nunca porém produzindo para o bem. Informam-se observadores ainda não definidos.
Toda postura de fé, certamente, é respeitável.
Tu, porém, já encontraste o roteiro e a bússola, sabendo onde está o porto e como preparar-te para o desembarque do veículo carnal...
Tolera, mas não seja conivente.
Compreende, porém, não concordes.
Estimula todos, no entanto, não saias do caminho que a Doutrina Espírita tem traçado para aqueles que a conhecem.
Quando caluniado pelos Libertos e levado ao Sinédrio para responder às acusações que lhe faziam, Estêvão manteve-se sereno e confiante de tal forma, que "todos os que estavam sentados, fitando os olhos nele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo", conforme os apontamentos dos Atos, capítulo seis, versículo quinze.
A fé, corretamente vivida, harmoniza a criatura que não teme nem se precipita, irradiando a serenidade que se reflete no rosto dos anjos. 
  
Divaldo Pereira Franco
por Joanna de Ângelis
Fonte: "Alerta"
Retirado do site "CACEF"