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quinta-feira, 30 de abril de 2015

BRASIL VELHO DE GUERRA.


MAIS UMA VERGONHA DO ATUAL GOVERNO
  
BRASIL VELHO DE GUERRA. DOC. Nº 23 – 2015
GRUPO GUARARAPES
                O QUERIDO Brasil não se acaba porque é grande demais. Tudo está indo de ladeira abaixo e agora temos o máximo de falta de cultura.
Parece que estão querendo acabar com tudo. A PETROBRÁS É A DEMONSTRAÇÃO MAIS PRESENTE.
         VEJAM COMO VAI NOSSA CULTURA E O NOSSO MINISTÉRIO DA CULTURA.
       1 – O MUSEU DO IPIRANGA EM SP FICARÁ FECHADO ATÉ 2022;
       2 – Museu de BELAS ARTES, NO RIO DE JANEIRO, CHOVE DENTRO. CHEIO DE GOTEIRA.
       3- A BIBLIOTECA NACIONAL NO RIO É UM DESCALABRO;
         4 -   AGORA, A SALVAÇÃO DA CULTURA: D.O. DE 15 DE FEVEREIRO DE 2015 PUBLICA PORTARIA DO MINISTÉRIO DA CULTURA APROVANDO DESTINAÇÃO DE 134 MILHÕES DE REAIS PARA O FILME “O GUERREIRO DO POVO BRASILEIRO”. Sabe quem é este GUERREIRO? O condenado pelo STF: “Foi condenado a 10 anos e 10 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. Também, foi condenado ao pagamento de multa de 676.000 reais”. CHAMA-SE ZÉ DIRCEU. UM LADRÃO DA ELITE POLÍTICA BRASILEIRA.
PODE? É MINISTÉRIO DA CULTURA OU DE QUE?
VOCÊ ACEITA ISSO CALADO?

O ISRAEL QUE NÃO CONHECEMOS.

Basta compara-lo com a “vizinhança”...

O mínimo que o mundo precisaria saber sobre Israel



Israel iniciou na quarta-feira as comemorações do 67º aniversário de sua independência, com fogos de artifício, festas, desfiles de soldados e shows.
Em homenagem ao “país mais ameaçado de destruição do mundo“, segundo seu primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, reproduzo abaixo o artigo “Israel: 67 anos!”, do jornalista Mauro Wainstock. É o mínimo que você precisa saber sobre o único estado judeu.
Mauro Wainstock
Israel está comemorando 67 anos! Muitos leitores deste artigo certamente já festejaram mais aniversários do que este minúsculo país, com apenas 22.072 km² (menor do que o estado de Sergipe e ainda tendo 60% deste total ocupado por deserto) e 8,1 milhões de cidadãos (sendo 75,3% judeus). Para você ter uma ideia, os 22 estados árabes possuem 350 milhões de habitantes, enquanto os 60 países islâmicos já somam 1,2 bilhão de seguidores.
Se os números são desproporcionais, o desenvolvimento também é. Israel teve deflação de 0,2% em 2014; a economia cresceu 3,2% na média dos três últimos anos; o país possui uma invejável renda per capita de quase US$ 35 mil e índice de qualidade de vida de 0,888 – um dos mais elevados do mundo. Considerada a “cidade que nunca para”, Tel Aviv conquistou recentemente o “Prêmio Mundial de Cidades Inteligentes”. Apesar de ser obrigado a investir cerca 10% do PIB na defesa do país, Israel é o país que mais gasta com pesquisa e desenvolvimento (P&D): são 4,4% do seu PIB, quase o dobro da média (2,4%) dos 34 países desenvolvidos que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Toda empresa multinacional de tecnologia do mundo tem um centro de P&D em Israel, incluindo Intel, IBM, Microsoft, Google, Facebook e Apple.
O país também possui mais empresas listadas na Bolsa Eletrônica “Nasdaq” do que toda a comunidade europeia junta, tem a maior porcentagem/per capita de computadores pessoais e ainda é um dos líderes globais em comunicações, ciências da vida, desenvolvimento de softwares e em cibersegurança. A comparação com o Vale do Silício, na Califórnia, é inevitável, já que possui o segundo maior número de companhias startups no mundo, logo depois dos Estados Unidos. Foram cientistas israelenses que criaram, por exemplo, o telefone celular (laboratório da Motorola), a tecnologia de chips para o processador Pentium (laboratório da Intel), o sistema de armazenamento de voz (“voice mail”), o primeiro programa antivírus para computadores e o ICQ, programa de comunicação instantânea pioneiro na Internet. Há três meses, a Apple inaugurou um centro de pesquisa e desenvolvimento em Israel, na cidade de Herzliya – o segundo maior da empresa no mundo e que está gerando mais de 700 empregos diretos. “Temos uma enorme admiração por Israel como lugar para fazer negócios”, afirmou na ocasião Tim Cook, CEO da Apple.
Apesar dos limitados recursos naturais, o intensivo desenvolvimento industrial e da agricultura ao longo das últimas décadas fez com que Israel se tornasse amplamente autossuficiente na produção de alimentos. Ele é reconhecido mundialmente por suas tecnologias de ponta em reuso, dessalinização e controle de perdas de água. É, também, o único país que terminou o século XX com mais árvores do que o iniciou. E o primeiro no ranking mundial/per capita, tanto em números de artigos científicos como em patentes de equipamentos médicos. Foi uma empresa israelense que desenvolveu o exame de sangue que permite diagnosticar ataques cardíacos por telefone; o primeiro sistema para detecção de câncer de mama isento de radiação e monitorado por computador; a primeira filmadora em forma de cápsula ingerível, que permite o exame do intestino delgado; e o diagnóstico de câncer e de disfunções digestivas.
Agora imagine um adesivo para o tratamento de diabetes que substitui a necessidade das injeções diárias; uma forma de diagnosticar câncer de pulmão apenas pela respiração, uma maneira de aplicar drogas para tumores usando a nanotecnologia ao invés da quimioterapia ou um dispositivo a laser do tamanho de um barbeador elétrico que alivia a dor e cura feridas no conforto de sua própria casa. Esses dispositivos já existem ou estão em fase de desenvolvimento. Entre os muitos judeus que têm contribuído significativamente para a humanidade, em todas as áreas do pensamento, estão Albert Sabin (vacina contra a poliomielite), Arthur Solomon Loevenhart (um dos responsáveis pelos medicamentos contra a sífilis), Selman Abraham (descobriu a estreptomicina, valorosa no tratamento da tuberculose), além de Albert Einstein (teoria da relatividade), Siegried Marcus (criou o motor à gasolina) e Sigmund Freud (psicanálise), só para citar alguns. Enfim, contando com apenas 0,2% da população mundial, os judeus já conquistaram 22% de todos os “Prêmios Nobel”.
Em termos educacionais, Israel também se destaca: possui o maior percentual em número de diplomas de curso superior e centros de referências em várias especialidades, como os institutos Technion (Tecnologia) e Weizmann (Ciências), além da Universidade Hebraica de Jerusalém, que está entre as 100 melhores do mundo. E quando o assunto é esporte, Israel disputa torneios com os países europeus, mas ainda assim faz bonito: o time Maccabi Tel Aviv já se sagrou campeão da “Copa Intercontinental”, foi vice-campeão mundial em 2014, quando perdeu para o Flamengo, e ganhou o campeonato europeu de basquetebol seis vezes (é o segundo clube com mais conquistas da Euroliga na história). Também foi a primeira equipe europeia a vencer uma equipe da NBA em solo norte-americano. Por outro lado, a “Macabíada”, principal evento esportivo do mundo judaico, é o terceiro maior do mundo em número de atletas. Nas competições individuais, porém, uma surpresa: o campeão mundial Gary Gasparov, considerado o “Rei do Xadrez”, revelou que, apesar da fama, já foi discriminado por ser judeu.
Por sua riquíssima cultura milenar, Israel tem muitos motivos para ser aplaudido de pé, seja na música, na dança e na criatividade. É inacreditável como há alguns anos realiza o “Festival de Ópera” em… Massada – local que é um monte rochoso, palco de uma batalha histórica. Fica a cerca de 520 metros acima do Mar Morto, ou seja, seria totalmente impróprio para qualquer tipo de evento. Por outro lado, no cinema, são judeus cineastas como Steven Spielberg, atores do porte de Michael Douglas e Barbra Streisand, e humoristas que inspiraram novas formas de fazer comédia, como os Irmãos Marx, Charles Chaplin, Jerry Lewis, Woody Allen e Jerry Seinfeld. Talvez você não saiba, mas dois judeus, Jerry Siegel e Joe Suster, criaram o Super-Homem; um judeu, Bob Kane, inventou o Batman; e Stan Lee, o mais famoso autor do mundo dos quadrinhos, também judeu, é o responsável por personagens como Hulk e Homem-Aranha. E tem mais: o Capitão América foi desenvolvido pelos judeus Joe Simon e Jack Kirby.
No quesito política, Israel se orgulha da democracia e pluralidade, absorvendo as mais variadas ideologias, etnias, credos, gêneros e religiões. Os árabes, por exemplo, são a terceira maior força no Parlamento, possuindo 14 cadeiras de um total de 120, assim como as mulheres têm voz ativa, com 29 representantes. E por falar nelas: há uma “Miss Israel” negra (etíope) e uma líder religiosa lésbica. Já a jornalista árabe-muçulmana Lucy Aharish, acenderá uma das tochas na cerimônia no “Dia da Independência”, que este ano acontecerá em Jerusalém. No país, todos os grupos são respeitados e acolhidos: Tel Aviv, por exemplo, já conquistou várias vezes o título de “melhor destino gay”.
O respeito à diversidade é uma das características do povo judeu, eternizado com a criação do Estado Judeu. O brasileiro Osvaldo Aranha foi quem “bateu o martelo”. Outro nome importante na história política brasileira foi o do jornalista judeu Vladimir Herzog – encontrado morto nas dependências do 2ª Exército. Hoje temos um embaixador de Israel no Brasil de origem drusa e, este ano, nas comemorações do “Dia Nacional da Imigração Judaica” (18 de março), houve uma homenagem ao senador Aarão Steinbruch, já falecido, autor da lei que criou o “13º salário”, sancionada pelo então presidente João Goulart em 1962. O parlamentar também foi o “pai” da aposentadoria por tempo de serviço.
Mas o relevante papel de judeus na construção da sociedade brasileira data muito antes disto. Em 1412, o infante D. Henrique, ao fundar a Escola de Sagres, trouxe o judeu Iehudá Crescas para ensinar aos pilotos portugueses fundamentos da navegação, produção e manejo de cartas e instrumentos náuticos. Mais tarde, outros judeus colaboraram, como José Vizinho, mestre Rodrigo e Abraham Zacuto, que planejou a viagem de Vasco da Gama às Índias. Sua contribuição possibilitou as viagens transoceânicas e as descobertas marítimas de Portugal. Na frota de Cabral, viajaram como conselheiros pelo menos dois judeus: Mestre João, para pesquisas astronômicas e geográficas, e Gaspar de Lemos (ou da Gama), que foi considerado corresponsável pelo descobrimento. Segundo alguns historiadores, o próprio Cabral, originário de Belmonte, conhecida cidade de marranos, teria origem judaica. Em 1503 o judeu Fernando de Noronha liderou um grupo de judeus portugueses que apresentou a D. Manuel a primeira proposta de colonização do novo território.
Com o passar dos anos, muitos hábitos, provérbios e até mesmo superstições judaicas se incorporaram à cultura popular brasileira, como as expressões “ficar a ver navios”, “vestir a carapuça” e “passar a mão na cabeça” – esta última relacionada ao ato judaico de abençoar alguém colocando as duas mãos sobre sua cabeça ao mesmo tempo em que se pronuncia uma breve oração em hebraico. Outras curiosas contribuições de origem judaica, desta vez na culinária, foram a carne de sol e a tapioca. No entanto, com as perseguições, muitos judeus precisaram esconder essa condição e alteraram seus nomes para não serem denunciados, torturados e mortos. Os chamados “cristãos-novos” passaram a se chamar, por exemplo, Alves, Andrade, Alencar, Amaral, Aguiar, Arruda, Bezerra, Brito, Botelho, Cabral, Carvalho, Cardoso, Costa, Duarte, Fonseca, Gomes, Linhares, Machado, Mendes, Oliveira, Pinto, Pereira, Rodrigues, Santos, Silva, Soares, Vasconcelos, Viana, Vieira, entre tantos outros, cujos descendentes se espalharam por todo o território nacional.
Hoje, o Brasil recebe tecnologia de ponta israelense para a agricultura do nordeste brasileiro e expertise em segurança para ser aplicada na segurança de grandes eventos. Os países possuem parceria econômica, inclusive no Mercosul; intercâmbios educativos, como o projeto “Ciência sem Fronteiras”, que tem a participação de muitos israelenses; programas do Instituto Weizmann de Ciências, que leva brasileiros para cursos especializados em Israel; e concursos sobre o Holocausto, promovidos por entidades judaicas que premiam professores e estudantes das escolas públicas. Além disto, a comunidade judaica atua em variados programas solidários, como o que o Hospital Israelita Albert Einstein desenvolve na Comunidade de Paraisópolis (São Paulo), que beneficia 6 mil moradores com atendimento médico de vanguarda, atividades socioeducativas e assistência biopsicossocial.
Enfim, a terra é árida, e mesmo assim Israel se destaca em questões agrícolas. Não há recursos, e o país desenvolveu alternativas para o combustível. Está cercado por inimigos, e sua tecnologia militar é usada como fonte de inspiração para empresas inovarem… Mundo: deixe Israel viver. Deixe os judeus ajudarem a construir um mundo melhor. A humanidade consciente agradece!

quarta-feira, 29 de abril de 2015

SESQUICENTENÁRIO DE VITAL BRAZIL.

Clique aqui

Recebido da Câmara Municipal da Campanha.

COMO EXPLICAR ESSE TALENTO?

Vejam mais um fenômeno da obra divina

Tem só dez anos de idade 


O NOVO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PROMETE.

ASSESSORA DE MINISTRO QUER DIVULGAR 

INOVAÇÃO RADICAL




DIRETORA DO CIDADE ESCOLA APRENDIZ, A SOCIÓLOGA HELENA SINGER RECEBEU UMA MISSÃO AO MESMO TEMPO DESAFIADORA E APAIXONANTE.

O novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, a escolheu para ser a ponte entre o MEC e o universo das experiências inovadoras em educação. “A ideia é buscar que tipo de inovação deve se tornar referência, mapear o que é preciso multiplicar e fortalecer mutuamente os projetos pelo contato entre eles”, explica Helena, que avisa: pretende dar visibilidade a projetos radicais.
“A inovação parcial, incremental, vem ganhando força, mas quero falar de experiências que radicalizem a forma de organizar o tempo, que trabalhem o espaço de modo totalmente diferente – como a de escolas que não estruturam mais o currículo em cima de aulas convencionais de 50 minutos nem usam carteiras enfileiradas de frente para a lousa”, diz a socióloga. “A estrutura fechada de tempo-espaço ainda é o padrão usado pela maioria das escolas, públicas e privadas. As pessoas sabem que isso não funciona, mas não conhecem outras formas de fazer.”
Helena diz que o ministro a procurou porque já conhecia seu trabalho – ela também foi fundadora da Lumiar, escola de São Paulo que é referência em inovação. E falou do significado simbólico de sua missão. “É importante o MEC comunicar para o Brasil que a experimentação é desejável, ainda que numa escala reduzida”, diz, referindo-se à dificuldade de adotar soluções inovadoras em massa num país com 49,8 milhões de matriculados da creche ao ensino médio, dos quais 40 milhões estudam na rede pública.
Num primeiro momento, a missão de Helena não passa pela hipótese de financiar propostas inovadoras. “Não tenho certeza se terá suporte financeiro para os projetos, estamos em ano de contenção de gastos”, afirma.
Para dar visibilidade às novas ideias, a socióloga pretende organizar conferências e debates, além de usar plataformas virtuais e publicações. “Apesar de já existirem várias experiências inovadoras, elas não participam do debate mainstream. É preciso colocá-las no debate”, diz. “Vou buscar mesmo referências não-escolares que sirvam de modelo.”
Helena também comentou o papel da tecnologia na educação. Falou no presente, não no futuro. “A tecnologia já está transformando a educação, porque já transformou a relação das pessoas com o conhecimento, sobretudo os estudantes. O impacto já está dado”, diz. “A crise do modelo escolar atual já está ligada à tecnologia, porque o estudante não vê sentido em ficar assistindo o professor falar de assuntos que ele não pesquisou. Tem uma grande diferença entre o que o estudante faz fora da escola e o que ele faz dentro.”
A socióloga adverte que nem sempre tecnologia é sinônimo de inovação. “É preciso ver como recriar a escola de uma forma na qual a tecnologia faça sentido em um ambiente do conhecimento. Tem novas tecnologias que recriam a lousa e as aulas de 50 minutos”, diz. “Os alunos estão lá com o tablet debaixo do braço, mas não tem inovação.”
Cautelosa, Helena preferiu não citar nenhum projeto que considera relevante, com exceção de uma escola indígena do Alto Rio Negro, “que se organiza de modo muito diferente”. “Tem experiências em todo o Brasil, de escolas indígenas, particulares, públicas, de Educação de Jovens e Adultos (EJA).
A socióloga diz que seu foco é o que está sendo feito no País, embora reconheça a validade de soluções adotadas no exterior. “Nos países desenvolvidos é mais generalizado o ensino por projetos. Há também inovação na gestão, com participação de professores, funcionários, alunos e pais. Nos Estados Unidos e a Europa há uma abertura maior para essas questões. Mas não vou ficar olhando para fora.”
O InfoGeekie quis saber de Helena qual quadro ela gostaria de deixar para trás quando sair do ministério. “É uma pergunta complicada, nem cheguei lá ainda”, disse. “Mas acho que seria ver as crianças indo felizes para as aulas e chateadas quando saíssem de férias.”
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segunda-feira, 27 de abril de 2015

LÚCIA HELENA ARANTES SALES, ATUAL DIRETORA DA E.E.VITAL BRASIL. 28.04

LÚCIA HELENA ARANTES SALES,

Nasceu em Monsenhor Paulo-MG  em 15 de julho de 1965, filha de João Batista Salles e Léa Aparecida Arantes Salles.
Formada em História pela UNINCOR- Três Corações, atuou como professora na Escola Estadual Padre Rogério Abdala em Monsenhor Paulo até o ano de 2000. Ano em que mudou-se para Campanha , passando a lecionar na Escola Estadual Vital Brasil e no Externato Nossa Senhora de Lourdes - CEDEC. Em 2010 assumiu a direção da Escola por indicação do Colegiado em substituição ao prof. Danilo. Em 2012 foi eleita pela comunidade para o cargo.
Assim que assumiu a direção buscou recursos para realizar uma reforma, ampliação e a construção de quadra coberta. O recurso foi liberado no mesmo ano tendo inicio as obras em outubro de 2010.
Foi construída: uma quadra coberta, sala de multimeios e sala de vídeo; a cantina foi ampliada e foi construído um refeitório, onde o cardápio é diversificado e balanceado atendendo as exigências da matriz de referência do FNDE.
O Laboratório de Informática foi modificado para atender as especificações técnicas, instalou-se um sistema de câmeras de segurança e portão eletrônico com vídeo porteiro.
Os banheiros foram  reformados  e adequados para atender aos alunos com necessidades especiais.
Foram adquiridos diversos aparelhos para o laboratório de Ciências como centrifuga, banho maria, microscópio binocular entre outros.
Desde 2012 a escola oferece aos alunos o PRONATEC Técnico em Informática. Atualmente a Escola possui 1068 alunos distribuídos entre os três turnos, 45 professores, 14 auxiliares de serviços gerais, 5 auxiliares administrativos, 1 auxiliar financeiro e 3 especialistas de educação básica. 

O PATRONO, VITAL BRAZIL MINEIRO DA CAMPANHA. O SESQUICENTENÁRIO

História do Cientista Vital Brazil
O Patrono da Escola Estadual Vital Brasil.
Vital Brazil Mineiro da Campanha nasceu em 28 de abril de 1865, em Campanha, Minas Gerais, e faleceu em 8 de 
maio de 1950, na capital carioca. É considerado um dos grandes nomes na história da ciência. Médico e sanitarista, 
Vital Brazil foi um dos primeiros pesquisadores de toxinologia nas Américas e de medicina experimental no Brasil.
Na virada dos séculos XIX e XX, liderou frentes de combate a diversas epidemias que eclodiram no país, como a febre 
amarela, cólera, varíola e peste bubônica. As pesquisas assinadas por ele são pioneiras na produção dos soros 
específicos contra venenos de animais peçonhentos (serpentes, escorpiões e aranhas). Até hoje, salvam milhares de 
vidas. Tais pesquisas romperam paradigmas e contribuíram à inovação de conceitos e práticas nas ciências médicas 
e biológicas. Nenhum outro método de neutralização da peçonha é mais eficaz do que o criado por Vital Brazil, em 1894.

Em 1917, quando recebeu a patente do soro antiofídico, decidiu imediatamente doá-la ao governo brasileiro. 
Preocupava-se principalmente com a Saúde Pública. Dentre os numerosos e determinantes legados deixados por ele, destacam-se a criação do Instituto Butantan (fundado oficialmente em 1901, em São Paulo) e do Instituto Vital Brazil 
(fundado em 1919, em Niterói). Ambas instituições tornaram-se referenciais de excelência na formação de 
pesquisadores,na produção de medicamentos e na divulgação e popularização das ciências no país.

O cientista Vital Brazil Mineiro da Campanha é o primeiro filho de
 José Manuel dos Santos Pereira Junior (1837-1931) 
de Mariana Carolina Pereira de Magalhães (1845-1913). Depois dele, vieram mais seis irmãs e um irmão. Vital Brazil 
viveu num período revolucionário: entre 1865 e 1950, a humanidade por profundas mudanças: invenções, virada do 
Século XX, Brasil republicano, era Getúlio Vargas, desenvolvimento da ciência, II Guerra Mundial, etc.

O interior mineiro foi pano de fundo da infância de Vital Brazil. O processo de crescimento num lugar distante da Corte e 
de centros urbanos contribuiu para que Vital Brazil focasse, futuramente, na realidade rural. A formação escolar se deu 
em um período que ocorreram mudanças significativas nos métodos de ensino vigentes, sobretudo, pela influência do 
rânsito regular, pelo país, de educadores e missionários protestantes. Estudou na cidade de Caldas sob a orientação 
de um mestre presbiteriano. Em épocas ainda imperiais e escravistas, os genes e valores mineiros de liberdade 
certamente colaboraram para moldar no menino Vital muitas de suas características, como uma das mais 
 referenciadas: a autonomia tanto no pensar, quanto no agir. 
Em 1880, aos 15 anos de idade, mudou-se com sua família para São Paulo, cidade em que conseguiu alcançar 
muitos de seus anseios. Após completar os estudos preparatórios, Vital Brazil foi ao Rio de Janeiro, Corte do Império Brasileiro, onde cursou a Faculdade de Medicina, de 1886 a 1891. Logo após sua formatura, em que defendeu a tese
 “Funções do Baço”, em janeiro de 1892, retornou para São Paulo, onde se casou com sua prima em segundo grau, 
Maria da Conceição Philipina de Magalhães. Maria da Conceição morreu em março de 1913 e deixou ao viúvo Vital 
 Brazil nove filhos.

Vital Brazil contraiu febre amarela em dois momentos. Na segunda vez, em 1893, estava em missão sanitária no 
interior de São Paulo, na cidade de Belém do Descalvado. Sua esposa e sua mãe, apreensivas com os constantes
 riscos que Vital enfrentava nos combates às epidemias, convenceram-no a aceitar o convite para clinicar em Botucatu. 
Na época, aquela era a mais próspera localidade da região do centro-oeste paulista. Em 1º de julho de 1897, Vital 
 Brazil ingressa no Instituto Bacteriológico, instituição que viu ser fundada em 1892, quando já trabalhava para o 
Serviço Sanitário de São Paulo. Por pouco mais de dois anos, a partir desta data, integrou a pequena equipe de 
 médicos que atuava sob a orientação de Adolfo Lutz (1855-1940). Após diagnosticar, combater e contrair a peste 
bubônica na cidade de Santos, entre outubro e novembro de 1899, Vital Brazil retorna ao trabalho no Instituto 
Bacteriológico. Em dezembro deste mesmo ano, inicia a adaptação de um velho rancho na então distante Fazenda 
Butantan, situada a 9 km da capital paulista, com a responsabilidade de montar e organizar ali um laboratório que 
servisse à produção de soro antipestoso. Nesta época, Vital Brazil já possuía estudos avançados sobre o problema 
do ofidismo e tratamento soroterápico.
Vital Brazil fundou e dirigiu o Instituto Butantan por 20 anos, de 1899 a 1919, e foi convidado pelo Governo do Estado 
de São Paulo a retornar à direção desta instituição, por mais 4 anos, em 1924. Criou, cofundou e colaborou com 
diversas revistas científicas, como a Revista Médica de São Paulo, e escreveu dois livros: A Defesa contra o 
Ophidismo, em 1911, reeditado e ampliado em 1914, somente em francês, e Memória Histórica do Instituto Butantan
em 1941. Publicou dezenas de artigos científicos, em diferentes línguas e periódicos. Por meio de alguns testemunhos e citações de cientistas e eminentes personalidades mundiais pode-se chegar a uma avaliação, mesmo que breve, 
sobre a contribuição de Vital Brazil para a Ciência e para a Medicina, assim como sobre o papel que desempenhou 
na História. 

Aos 54 anos de idade, em 1919, viúvo há seis anos, Vital Brazil já havia alcançado reconhecimento mundial pelo 
conjunto da obra acerca da soroterapia específica aplicada aos envenenamentos por animais peçonhentos. Além 
disso, havia contribuído enormemente a diversos campos ligados à saúde pública do país. Casou-se novamente, 
em 1920, com Dinah Carneiro Vianna(1895-1975), e desta união nasceram mais nove filhos. Simultaneamente, Vital 
Brazil já ganhava netos dos filhos do primeiro casamento. Desta forma, constituiu uma grande família. O cientista 
faleceu de uremia (concentração abusiva de ureia no sangue) no início da manhã do dia 8 de maio de 1950, em sua 
residência, no Rio de Janeiro.

COLÉGIO VITAL BRASIL PREPARA COMEMORAÇÃO DOS 50 ANOS.

Nas fotos abaixo, vemos os preparativos para as comemorações dos 50 anos da Escola Estadual Vital Brasil. A preparação deste grande evento organizada pela direção da escola, teve o entusiasta apoio de todos os professores e a grande participação dos alunos dos três turnos. O emprenho de todos, em especial dos alunos, se deve também ao sesquicentenário do patrono deste educandário, 
VITAL BRAZIL MINEIRO DA CAMPANHA,
de quem todos nós, muito nos orgulhamos.
Nas fotos abaixo, os trabalhos e alguns integrantes das equipes e trabalhos organizados pelos alunos, sob a coordenação dos professores.
No dia 28 logo pela manhã, haverá um culto ecumênico, seguido de homenagens aos ex-diretores que, terão suas fotos inauguradas, numa galeria dos ex-diretores.
Durante todo o dia e a noite do dia 28, amanhã, terça-feira, as salas estarão abertas à visitação, tendo os alunos anfitriões como narradores da vida da escola e do patrono Vital Brazil.
VOCÊ É NOSSO CONVIDADO.

DANILO CÉSAR SERRANO RIBEIRO.

DANILO CÉSAR SERRANO RIBEIRO

                  Danilo César Serrano Ribeiro, é natural de Campanha MG, tendo nascido a 05 de dezembro de 1950. Filho de Elza Serrano Ribeiro e Dr. Nilton Val Ribeiro.
                  Casado com Ângela Maria Furtado Ribeiro, em 21 de maio de 1978 com quem teve um casal de filhos, Eugênio Furtado Ribeiro e Gabriela Furtado Ribeiro.
                  Iniciou seus estudos na Escola de Dona Rita, onde fez o curso primário. Depois entrou para o Ginásio São João onde concluiu o curso ginasial e Científico. Logo seguiu para Escola Superior de Agronomia de Lavras ESAL (atual UFLA) em 1976. Fez complementação pedagógica na UNICLAR de Batatais SP em 1999. Pós graduado em matemática pela UNI SÃO LUIZ de Jaboticabal em 2000.
                  Profissionalmente atuou como, assessor técnico da Cooperativa Agrícola de Cotia SP em 1977.
                  Gerente do Mercado do Produtor de Maria da Fé MG em 1978.
                  Assistente técnico do CEASA em Contagem MG.1981
                  Implantação de Feiras Livres , Feiras Cobertas, Mercados e CEASA regionais em todo o estado de Minas Gerais.
                Gerente da CEASA do Triângulo Mineiro em Uberlândia – MG.
                Chefe do departamento administrativo da CEASA-MG.
                Chefe da Assessoria de Planejamento e Coordenação da CEASA-MG.
                Professor de Matemática e Física da Escola Estadual Vital Brasil, Campanha-MG.
                Secretário de Agricultura da Prefeitura Municipal da Campanha-MG.1997
                Diretor da Escola Estadual Vital Brasil da Campanha, MG.2004/2010.
                Professor de Matemática da Cooperativa de Ensino da Campanha (COOPERCAMP).
                Diretor financeiro da COOPERCAMP.
                Atualmente auxilia como Ministro da Sagrada Comunhão na Paróquia da Campanha - MG


VISÃO GERMÂNICA DO ISLÃ.

“Para o triunfo do mal, mas a omissão dos homens de bem” meio longa a msg, mas vale ler.

Esta é, de longe, a melhor explicação para a situação terrorista muçulmana que eu já li. Suas referências ao passado histórico são precisas e claras. O autor deste e-mail é o Dr. Emanuel Tanya, um psiquiatra conhecido e muito respeitado.

Um homem, cuja família era da aristocracia alemã antes da II Guerra Mundial, era dono de um grande número de indústrias e propriedades. Quando questionado sobre quantos alemães eram nazistas verdadeiros, a resposta que ele deu pode orientar a nossa atitude em relação ao fanatismo.

"Muito poucas pessoas eram nazistas verdadeiros ", disse ele, "mas muitos apreciavam o retorno do orgulho alemão, e muitos mais estavam ocupados demais para se importar. Eu era um daqueles que só pensava que os nazistas eram um bando de tolos. Assim, a maioria apenas sentou-se e deixou tudo acontecer. Então, antes que soubessemos, pertenciamos a eles, nós tínhamos perdido o controle, e o fim do mundo havia chegado. Minha família perdeu tudo. Eu terminei em um campo de concentração e os aliados destruíram minhas fábricas".

Somos repetidamente informados por "especialistas" e "cabeças falantes" que o Islã é a religião de paz e que a grande maioria dos muçulmanos só quer viver em paz. Embora esta afirmação não qualificada possa ser verdadeira, ela é totalmente irrelevante. É sem sentido, tem a intenção de nos fazer sentir melhor, e destina-se a diminuir de alguma forma, o espectro de fanáticos furiosos em todo o mundo em nome do Islã.

O fato é que os fanáticos governam o Islã neste momento da história. São os fanáticos que marcham. São os fanáticos que travam qualquer uma das 50 guerras de tiro em todo o mundo. São os fanáticos que sistematicamente abatem grupos cristãos ou tribais por toda a África e estão tomando gradualmente todo o continente em uma onda islâmica. São os fanáticos que bombardeiam, degolam, assassinam, ou matam em nome da honra. São os fanáticos que assumem mesquita após mesquita. São os fanáticos que zelosamente espalham o apedrejamento e enforcamento de vítimas de estupro e homossexuais. São os fanáticos que ensinam seus filhos a matarem e a se tornarem homens-bomba.

O fato duro e quantificável é que a maioria pacífica, a "maioria silenciosa", é e está intimidada e alheia. A Rússia comunista foi composta por russos que só queriam viver em paz, mas os comunistas russos foram responsáveis pelo assassinato de cerca de 20 milhões de pessoas. A maioria pacífica era irrelevante. A enorme população da China também foi pacífica, mas comunistas chineses conseguiram matar estonteantes 70 milhões de pessoas.

O indivíduo médio japonês antes da II Guerra Mundial não era um belicista sadista... No entanto, o Japão assassinou e chacinou em seu caminho por todo o Sudeste Asiático em uma orgia de morte, que incluiu o assassinato sistemático de 12 milhões de civis chineses, mortos pela espada, pá, e baioneta. E quem pode esquecer Ruanda, que desabou em carnificina. Não poderia ser dito que a maioria dos ruandeses eram "amante da paz"?

As lições da História são muitas vezes incrivelmente simples e contundentes, ainda que para todos os nossos poderes da razão, muitas vezes falte o mais básico e simples dos pontos: os muçulmanos pacíficos se tornaram irrelevantes pelo seu silêncio. Muçulmanos amantes da paz se tornarão nossos inimigos se não falarem, porque como o meu amigo da Alemanha, vão despertar um dia e descobrir que são propriedade dos fanático, e que o final de seu mundo terá começado.

Amantes da paz alemães, japoneses, chineses, russos, ruandeses, sérvios, afegãos, iraquianos, palestinos, somalis, nigerianos, argelinos, e muitos outros morreram porque a maioria pacífica não falou até que fosse tarde demais.

Agora, orações islâmicas foram introduzidas em Toronto e outras escolas públicas em Ontário, e, sim, em Ottawa também, enquanto a oração do Senhor foi removida (devido a ser tão ofensiva?). A maneira islâmica pode ser pacífica no momento em nosso país, até os fanáticos se mudarem para cá.

Na Austrália, e de fato, em muitos países ao redor do mundo, muitos dos alimentos mais comumente consumidos têm o emblema halal sobre eles. Basta olhar para a parte de trás de algumas das barras de chocolate mais populares, e em outros alimentos em seu supermercado local. Alimentos em aeronaves tem o emblema halal, apenas para apaziguar uma minoria privilegiada, que agora está se expandindo rapidamente dentro das margens da nação.

No Reino Unido, as comunidades muçulmanas se recusam a integrar-se e agora há dezenas de zonas "no-go" dentro de grandes cidades de todo o país em que a força policial não ousa se intrometer. A Lei Sharia prevalece lá, porque a comunidade muçulmana naquelas áreas se recusa a reconhecer a lei britânica.

Quanto a nós que assistimos a tudo se desdobrar, devemos prestar atenção para o único grupo que conta - os fanáticos que ameaçam o nosso modo de vida..
Por fim, qualquer um que duvide que o problema é grave e apenas exclua este e-mail sem enviá-lo adiante, estará contribuindo para a passividade que permite que os problemas se expandam. Então, envie esta mensagem adiante! Vamos esperar que milhares de pessoas, em todo o mundo, leiam e pensem sobre isso e e também repassem esta mensagem – antes que seja tarde demais.

E ESTAMOS EM SILENCIO.
Até quando vamos ficar PASSIVOS??????