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sábado, 31 de janeiro de 2015

COMO MELHORAR A EDUCAÇÃO...

O que os países ricos estão fazendo para melhorar a educação?

Credito: Thinkstock
Estudo analisou 450 iniciativas de 34 países para melhorar educação
Um estudo inédito divulgado nesta segunda-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) analisa mais de 450 iniciativas implementadas por 34 países com o objetivo de aperfeiçoar seus sistemas educacionais.
A mudança mais popular no grupo, que reúne majoritariamente países ricos e não inclui o Brasil, diz respeito à preparação dos estudantes para o mercado de trabalho, voltado principalmente para o ensino profissional e técnico.
Este tipo de mudança tem forte impacto, segundo especialistas, na produtividade dos trabalhadores - o que colabora para fortalecer a economia dos países.
A segunda reforma mais popular envolveu melhorias no ambiente escolar, com foco principalmente na preparação de professores.
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Leia mais: Como deveria ser a lição de casa na era da internet?
A OCDE analisou iniciativas adotadas nos últimos sete anos. Segundo a organização, ainda é preciso analisar os resultados da maior parte destas políticas.
Embora os pesquisadores ressaltem que as soluções dizem respeito a cada país e não podem ser simplesmente copiadas para outras realidades, algumas ideias podem fornecer material para o debate geral de como melhorar a educação.
Eis algumas delas compiladas pela BBC Brasil.

1) Mercado de trabalho ou continuidade dos estudos

Quase um terço (29%) das reformas implementadas tiveram como objetivo preparar os estudantes tanto para o mercado de trabalho como para continuar seus estudos. O foco principal foram reformas nos sistemas nacionais de ensino profissional ou técnico.
Portugal, por exemplo, criou uma estratégia com o objetivo de aumentar o número de jovens matriculados no ensino profissional. Os cursos oferecidos são compatíveis com a demanda do mercado de trabalho.
Outra inovação: estão em teste programas de ensino profissional que começam mais cedo, a partir dos 13 anos.
Já a Dinamarca reformou seu sistema de ensino profissional com foco na redução da desistência.

2) Melhorias no ambiente das escolas

Reduzir o número dos alunos por turma, implementar reformas curriculares e, principalmente, capacitar professores foram o objetivo de 24% das reformas analisadas.
A Austrália criou um instituto dedicado apenas ao aprendizado de professores, e a Holanda desenvolveu um programa que visa a atrair os melhores estudantes para faculdades de educação.
Já a França reformulou o conteúdo e a estrutura de seus programas de treinamento de educadores, criando escolas que aliam treinamento prático ao teórico.

3) Garantir qualidade e equidade na educação

As reformas implementadas pelos países da OCDE também tiveram como objetivo implementar políticas para garantir que todos os cidadãos tenham acesso a um nível mínimo de educação, independentemente de circustâncias pessoais ou sociais. Ações deste tipo foram 16% das implementadas.
O Chile, por exemplo, introduziu um sistema que proíbe que a seleção para escolas de ensino fundamental tenha como critério renda ou performance. A regra também limita a possibilidade de as escolas expulsarem alunos com resultados ruins.
Na Nova Zelândia, foram implementadas estratégias para melhorar a educação dos maoris, população nativa que representa cerca de um quarto dos habitantes do país. Entre as iniciativas está um programa para engajar adolescentes com idades entre 14 e 18 anos na área de educação.
Na Inglaterra, um programa concede fundos adicionais às escolas para que elas consigam manter nas classes crianças em risco social. A ideia teve um impacto positivo.

4) Sistemas de avaliação

Sistemas de avaliação são considerados importantes pela OCDE porque apontam áreas em que é preciso melhorar. Implementar essas políticas, que visam a medir os resultados tanto dos alunos quantos das escolas, responderam por 14% das reformas.
No México, um instituto nacional de avaliação ganhou, em 2013, autonomia para desenvolver uma estratégia de acompanhamento válida para todo o país. Padronizar as avaliações facilita a comparação de resultados.
Na Itália, um projeto piloto acabou sendo expandido devido a seu sucesso. O projeto permite que as escolas decidam se serão avaliadas ou não. O processo envolve uma auto-avaliação da escola e uma avaliação externa, que é usada para estabelecer metas. Essas informações são divulgadas publicamente.

5) Reformas de financiamento

Conseguir melhorar as formas de financiar os sistemas de educação é um dos grandes desafios das escolas. Incrementar o financiamento foi o objetivo principal de 12% das medidas avaliadas.
Nos EUA, teve início em 2009 o programa Race to the Top, que atrela o financiamento das escolas à implementação de reformas e inovações na área de educação. Os Estados recebem fundos com base em seus planos para o futuro e também na qualidade dos professores, alunos e escolas. Eles precisam também ter competência para processar dados e informações estatísticas de educação.
Na Alemanha, dentro de um projeto criado para estimular a atividade econômica durante a crise financeira, o governo federal deu apoio a investimentos de Estados e comunidades em educação. Foram destinados 8,7 bilhões de euros (cerca de R$ 26,5 bilhões) a áreas como educação infantil, estrutura escolar e universitária e pesquisa.

6) Governança

A organização do sistema educacional e a definição de uma política nacional de educação foram foco das ações de 9% das reformas.
Ter uma estratégia nacional é importante, de acordo com estudiosos, porque proporciona parâmetros que devem ser seguidos nacionalmente.
Na Dinamarca, uma reforma nas escolas públicas, possibilitada por um acordo que envolveu todos os partidos políticos, foi feita para elevar expectativas, simplificar objetivos curriculares e abrir escolas para as comunidades.
Já a Estônia estabeleceu cinco metas para a educação no país. Entre elas está o uso de tecnologia digital no processo de aprendizado e uma maior correspondência entre o que é ensinado e as necessidades do mercado de trabalho.

A ANÁLISE FRIA DE UM GRANDE JORNALISTA.

MARCO ANTONIO VILLA

O  ESTADO DE S. PAULO
O Brasil é um país fantástico.
Nulidades são transformadas  em gênios da noite para o dia.
Uma eficaz máquina de  propaganda faz milagres.
Temos ao longo da nossa História diversos exemplos. O mais recente é Dilma Rousseff.
Surgiu no mundo político brasileiro há uma década. Durante o regime militar militou em grupos de luta armada, mas não se destacou entre as lideranças.
Fez política no Rio Grande do Sul exercendo funções pouco expressivas.
Tentou fazer pós  graduação em Economia na Unicamp, mas acabou fracassando,
não conseguiu sequer fazer um simples exame de qualificação de mestrado.
Mesmo assim, durante anos foi apresentada como "doutora" em Economia.
Quis se aventurar no mundo de negócios, mas  também malogrou.
Abriu em Porto Alegre uma lojinha de mercadorias populares, conhecidas como "de 1,99".
Não deu certo. Teve logo de fechar as portas.
Caminharia para a obscuridade se vivesse num  país politicamente  sério.
Porém, para sorte dela, nasceu no Brasil.
E depois de tantos fracassos acabou premiada: virou  ministra de Minas e Energia.
Lula disse que ficou impressionado porque numa reunião ela compareceu munida  de um laptop. Ainda mais: apresentou um enorme volume de  dados que, apesar de incompreensíveis, impressionaram  favoravelmente o presidente eleito.
 Foi nesse cenário, digno de O Homem que Sabia Javanês, que Dilma passou pouco mais de dois anos no Ministério de Minas e Energia.
Deixou como marca um absoluto vazio.
Nada fez digno de registro. Mas novamente foi promovida.
Chegou à chefia da Casa Civil após a queda de José  Dirceu, abatido pelo escândalo do  mensalão.
Cabe novamente a pergunta: por quê?
Para o projeto continuísta do PT a figura anódina de Dilma Rousseff caiu como uma luva.
Mesmo não deixando em um quinquênio  uma marca administrativa um projeto,
uma ideia, foi alçada a sucessora de Lula.
Nesse momento, quando foi definida como a futura ocupante da cadeira presidencial,
é que foi desenhado o figurino de gestora eficiente, de profunda conhecedora de economia e do Brasil, de uma técnica exemplar,durona, implacável e desinteressada de política.
Como deveria ser uma presidente a primeira no imaginário popular.
Deve ser reconhecido que os petistas são eficientes. A tarefa foi  dura,muito dura.
Dilma passou por uma cirurgia plástica, considerada essencial para, como disseram à época,
Dar  um ar mais sereno e simpático à então  candidata.
Foi transformada em "mãe do PAC". Acompanhou  Lula por todo o País.
Para ela e só para ela a campanha  eleitoral começou em 2008.
Cada ato do governo foi  motivo para um evento público,
sempre transformado em comício e com ampla cobertura da imprensa.
Seu criador foi apresentando homeopaticamente as qualidades da criatura ao eleitorado.
Mas a enorme dificuldade de comunicação de Dilma acabou obrigando o criador a ser o seu tradutor, falando em nome dela e violando abertamente a legislação eleitoral.
Com base numa ampla aliança eleitoral e no uso descarado da  máquina governamental, venceu a eleição.
Foi recebida  com enorme boa vontade pela imprensa.
A fábula da gestora eficiente,  da administradora cuidadosa e da chefe implacável durante meses foi sendo repetida.
Seu  figurino recebeu o reforço, mais que necessário, de combatente da corrupção.
Também,pudera: não há na História republicana nenhum caso de um presidente que em  dois anos de mandato tenha sido obrigado a demitir  tantos ministros acusados de atos  lesivos ao interesse  público.
Com o esgotamento do modelo de desenvolvimento criado no  final do século 20 e um quadro econômico internacional  extremamente complexo,a presidente teve de começar a viver no mundo real.
E aí a figuração começou a mostrar  suas fraquezas.
O crescimento do produto interno bruto
(PIB) de 7,5% de 2010, que foi um componente importante para a vitória eleitoral,
Logo  não passou de uma recordação.
Independentemente da ilusão do índice (em  2009 o crescimento foi negativo:
-0,7%),apesar de todos  os artifícios utilizados,em 2011 o crescimento foi de  apenas 2,7%.
Mas para piorar, tudo indica que em 2012 não tenha passado de 1%.
 Foi o pior biênio dos tempos  contemporâneos,
só  ficando à frente, na América do Sul, do Paraguai.
A desindustrialização aprofundou-se de tal  forma que em 2012
o  setor cresceu negativamente: -2,1%.
O saldo da balança comercial caiu 35% em relação a 2011,
o pior desempenho dos últimos dez anos,
e em janeiro  deste ano teve o maior saldo negativo em 24 anos.
 A inflação dá claros sinais de que está fugindo do controle.
E a dívida pública federal disparou: chegou a  R$ 2 trilhões.
As  promessas eleitorais de 2010 nunca se materializaram.
Os  milhares de creches desmancharam-se no ar.
O programa  habitacional ficou notabilizado por acusações de  corrupção.
As obras de infraestrutura estão atrasadas e  superfaturadas.
Os bancos e empresas estatais  transformaram-se em meros instrumentos políticos,
a Petrobrás é a mais afetada pelo desvario  dilmista.
Não há contabilidade criativa suficiente para esconder o  óbvio:
o governo Dilma Rousseff é um fracasso.
E pusilânime: abre o baú e recoloca velhas propostas como
novos instrumentos de política econômica.
É uma  confissão de que não consegue pensar com originalidade.
Nesse ritmo, logo veremos o ministro Guido Mantega  anunciar uma grande novidade para combater o aumento dos preços dos alimentos: a criação da  Sunab.

Ah, o Brasil ainda vai cumprir seu ideal: ser uma grande  Bruzundanga.
Lá, na cruel ironia de Lima Barreto, a Constituição estabelecia que o presidente "devia  unicamente saber ler e escrever; que nunca tivesse  mostrado ou procurado mostrar que
tinha alguma inteligência; que não tivesse vontade própria; que fosse, enfim, de uma mediocridade total".
"Dilma, a Estela do terrorismo, a mais fraca
dos presidentes da  República, desde  1889
 "Eu não  vivo uma religião,

Eu  vivo um relacionamento particular com  DEUS"

VOLTA À BARBÁRIE.

Volta à Barbárie
 
Por Luiz Maia

O Brasil voltou ao estágio de barbárie antes mesmo de conhecer a civilização. Vândalos, espalhados nas ruas, parecem ratos famintos na espreita para devorar o inimigo. Neste caso, o próprio homem, o semelhante indefeso. Não estão atrás do que comer, querem só depredar o que encontram pela frente: roubam, matam, destroem a esperança e a ilusão de que temos ordem e progresso no pavilhão Nacional.

Nas ruas do Recife Antigo é comum ver vagabundos vendendo drogas, praticando arrastões, infernizando a vida das pessoas. O mesmo drama se repete com os que residem no Rio de Janeiro, vítimas de agressões de marginais nas praias cariocas. Quem se arrisca a sair às ruas passará por experiências assustadoras. Os bandidos surgem de todos os lados para roubar famílias que buscam um pouco de lazer. Tudo é permitido em nome de uma suposta democracia. Uma tragédia romana em pleno século XXI, que se alastra por todo o território nacional.

A explosão demográfica, nas camadas pobres da sociedade, é um alto preço para a sociedade pagar. O governo não se preocupa com a gravidez de mães carentes, é omisso. Ampliar o acesso à informação para se evitar a gravidez indesejada é importante no combate à miséria, evitando a vinda ao mundo de filhos cujos pais não reúnem condições para criá-los. Falta competência para planejar o País. Apesar dos 39 ministérios, nenhum se dispõe a melhoria da educação, a implantar políticas públicas de acesso às modalidades esportivas. Se não oferecem oportunidades às crianças de rua, a consequência imediata é o surgimento de graves mazelas sociais.

A continuar desta forma, em breve os bárbaros vão nos proibir de sair de nossas casas. Cobrarão pedágios para nos permitir ir ao trabalho, levar nossos filhos ao colégio ou comprar o pão na esquina. Você será obrigado a ouvir funk, axé e sertanejo sem poder reclamar. Se prestar queixa, vão rir de você. Pagamos pela passividade de um povo diante de um País sem ordem e progresso, tomado pela corrupção.
 
Luiz MaiaLiteratura & Opinião! (Blog pessoal)
http://literaturaeopiniao.blogspot.com.br/
 
Literatura & Opinião! (Site pessoal)
http://www.luizmaia.blog.br/
 
Autor dos livros "Veredas de uma vida", "Sem limites para amar", "Cânticos", "À flor da pele" e "Tamarineira - Natureza e Cidadania. Recife-PE.
 
"É preciso entender que o sentimento de indignidade é saudável às pessoas. Aquele que pensa no bem estar coletivo se livra do egoísmo que o aprisiona. Colabore você também para que tenhamos um mundo melhor."

 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

QUE TIME É ESTE?

Sérgio, Fernandinho, Tó, Arildo, Maurílio e Matusalém.
Martinho, Chiquinho, Alberto, Miltinho, Zezé e Felício.
Quem acertar o nome deste time, vai ganhar um ingresso do Cine Palácio, com direito a acompanhante, para assistirem o filme "E o Vento Levou".

O FANTASMA. Manoel Bandeira

Recebí esta grata colaboração, do amigo Giovanni Ferreira.

O grande escritor e poeta Manuel Bandeira, quando jovem, passou uma temporada em Campanha para tratar da saúde. Era o ano 1905. Cinquenta e um anos depois, ele retornou à cidade, e descreveu a sua visita em uma crônica:

O Fantasma

27 de junho de 1956

Quando tomei o trem para Campanha, pensei comigo que se encontrasse por lá alguém conhecido, ele havia de me tomar por um fantasma. Na verdade, ao chegar à velha cidade da Princesa da Beira, eu mesmo tive a impressão de ser um fantasma. Desde a estação encontrei mudanças. Em 1905 havia a estação e, separando esta da cidade, que fica num morro, um descampado barrento, ande o sal "jaisait rage". Construíram uma dupla calçada da estação ao morro, à direita plantaram uma matinha de eucaliptos e à esquerda cavaram um lagozinho, onde a garotada toma banho. Marchei para o hotel ao pé do morro e quando me vi no quartinho meio sujo, fiquei meio que arrependido de ter deixado as comodidades do Hotel Silva, em Cambuquira. Descansei umas duas horas e então subi, muito curioso, a Rua Direita, que vai dar no Largo da Matriz, hoje Praça D. Ferrão. Verifiquei que eu era um camelo em 1905. Pois não senti então o que sentia agora: um prazer delicioso diante das velhas casas coloniais autênticas, quadradas, as quinas dos telhados com telha em forma de asa de pombo. O Largo também encontrei melhorado. No meu tempo não havia nada; era um declive nu, com capim junto às calçadas.

Lá fizeram um passeio de cimento no centro, ladeado de cedros. As casas todas no mesmo, salvo a novidade de um Teatro Municipal, edifício execrável. Ele e a matriz reformada estragaram bastante o aspecto genuíno do Largo. A igreja velha era esse barroquinho pobre e tão simpático que há em toda velha cidade do Brasil. Reformaram-na, abrindo-lhe janelas em ogivas. Quando me em frente da casa onde vivi e passei por tantos sofrimentos, senti um nó na garganta. A casa está igual. Junto, a mesma farmácia. E junto da farmácia, a casa de Donana. Não quis logo procurar Donana, deixei para depois do jantar. Fui dar os passeinhos que fazia em 1905. Passei pelos fundos da matriz, desci a Rua do Fogo, onde fica a segunda casa onde morei. A primeira era térrea, esta era um sobradão colonial com cinco janelas de frente e nove de lado! Com grande quintal atrás e mangueiras e outras árvores. Está muito estragada e soube que foi vendida por 12 contos. De novo senti o nó na garganta. Me lembrei de uma porção de coisas, inclusive de Violinha, uma nossa cachorrinha amarela, que uma manhã amanheceu morta na escadinha da entrada. Voltei para o hotel, jantei meio horrorizado com a cara do garçom, que parecia leproso, e logo depois do jantar subi ao Largo. Havia Via Sacra na matriz, entrei um pouco. Pensei: quantas vezes minha mãe e minha irmã deviam ter rezado por mim ali! Saí, dei umas voltas pelo Largo e me dirigi à casa de Donana. Em 1905 Donana era um brotinho, de carinha muito fresca, muito cor de rosa, e uma dentadura perfeita. Donana mudou bastante, não tanto, porém, quanto eu temia. Ficou com o "teint tanné" heróico das mães de família do interior. A dentadura resistiu bravamente, como um reduto. Via-se que ela se tinha defendido ali. Indaguei de todo o mundo e ela me contou coisas de minha mãe e de minha irmã, coisas que eu não sabia e que me fizeram bem, como certos retratos que a gente não conhecia. Quando saí de lá, a cidade estava deserta e silenciosa, fazia um luar estupendo. Vocês sabem o que é um luar estupendo no Largo da Matriz de uma cidade do interior? A tal Rua Direita estava um encanto. Custei a me decidir a entrar no hotel.

A saída, às 5 da manhã, é que foi uma delícia para o fantasma. A lua ainda ia alta no céu. O lagozinho artificial com a saparia coaxando, umas neblinas se rasgando, os eucaliptos, tudo isso no crepúsculo da madrugada formava um quadro inesquecível.

Às 6:35 o fantasma reencarnou no dia já claro na estação de Cambuquira e foi diretamente lavar o fígado na fonte magnesiana.

Manuel Bandeira, Obras Completas, Poesia e Prosa / Volume II
Foto: Manuel Bandeira em entrevista à revista americana Life. Acervo da Revista.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

DIVALDO FRANCO É RECEBIDO PELO PAPA FRANCISCO.

Divaldo Franco encontrará com o Papa Francisco hoje em Roma!
Divaldo Franco encontrará com o Papa Francisco hoje em Roma. Em breve, divulgaremos mais notícias!

 DIVALDO FRANCO, um dos maiores e mais respeitados médiuns espíritas do Brasil e do Mundo, foi recebido pelo PAPA FRANCISCO ontem, 28 de janeiro de 2015. Vamos aguardar as novidades.
​.

UM BELO LIVRO ESQUECIDO.

UM LIVRO ESPIRITA ESQUECIDO : Qual é ?


A GÊNESE, DE ALLAN KARDEC

Tesouros imensos de conhecimentos estão presentes nas páginas luminosas do último das cinco obras básicas da Codificação Espírita organizada por Allan Kardec. Seja pelo extraordinário capítulo I – Caráter da Revelação Espírita, com considerações de grave importância para o entendimento da proposta do Espiritismo, seja pelos capítulos II – Deus e III – O bem e o mal, ou pelos preciosos textos do subtítulo Os Milagres (capítulos XIII ao XV) e do subtítulo As Predições (capítulos XVI ao XVIII), a obra precisa ser mais estudada e divulgada.

Embora os capítulos VI a XII possam requerer mais persistência do leitor, não podemos esquecer os capítulos IV – Papel da Ciência na Gênese e V – Antigos e modernos sistemas do mundo e nem dispensar a valiosa Introdução.

Incessante desejo de fazer o bem

Todavia, para motivar o leitor, transcrevo parcialmente o item 2 do capítulo XV – Os Milagres do Evangelho, capítulo onde estão os fenômenos ligados à vida de Jesus durante sua permanência no planeta, como as curas (com diversas descrições e comentários de Kardec), os sonhos, a estrela dos magos, dupla vista, o beijo de Judas, a pesca milagrosa, os casos de possessos e das ressurreições de da filha de Jairo, da viúva de Nai; o caminhar sobre as águas, a transfiguração, a tempestade acalmada, a multiplicação de pães, entre outras maravilhosas anotações. Submeto ao leitor a referida transcrição parcial, comentando sobre a superioridade da natureza de Jesus:

“(...) não podemos deixar de reconhecê-lo um dos de ordem mais elevada e colocado, por suas virtudes, muitíssimo acima da humanidade terrestre. Pelos imensos resultados que produziu, a sua encarnação neste mundo forçosamente há de ter sido uma dessas missões que a Divindade somente a seus mensageiros diretos confia, para cumprimento de seus desígnios. (...) como Espírito puro, desprendido da matéria, havia de viver mais da vida espiritual, do que da vida corporal, de cujas fraquezas não era passível. (...) Sua alma, provavelmente, não se achava presa ao corpo, senão pelos laços estritamente indispensáveis. Constantemente desprendida, ela decerto lhe dava dupla vista, não só permanente, como de excepcional penetração e superior de muito à que de ordinário possuem os homens comuns.

O mesmo havia de dar-se, nele, com relação a todos os fenômenos que dependem dos fluidos perispirituais ou psíquicos. A qualidade desses fluidos lhe conferia imensa força magnética, secundada pelo incessante desejo de fazer o bem. Agiria como médium nas curas que operava? Poder-se-á considerá-lo poderosos médium curador? Não, porquanto o médium é um intermediário, um instrumento de que se servem os Espíritos desencarnados e o Cristo não precisava de assistência, pois que era ele quem assistia os outros. Agia por si mesmo, em virtude de seu poder pessoal (...) Que Espírito, ao demais, ousaria insuflar-lhe seus próprios pensamentos e encarregá-lo de os transmitir? Se algum influxo estranho recebia, esse só de Deus lhe poderia vir. Segundo definição dada por um Espírito, ele era médium de Deus.”

Não é extraordinário pensar no alcance da transcrição acima? Nesses tempos de desarmonia, de dificuldades atrozes que assolam o planeta, como não pensar no Modelo e Guia da Humanidade? Como não buscá-lo, segui-lo?

Conforto patente

Por isso busquemos também os capítulos XVI a XVIII de A Gênese, especialmente para nos embasarmos nas lições vivas do Evangelho, ali transcritas e comentadas pela lucidez de Kardec, culminando no último capítulo com a expressiva e confortadora página A geração nova, em texto estruturado na lógica, no bem e na patente presença de Jesus junto à humanidade, indicando a natural condução do amor que nos dirige a caminhada.

Nestes 140 anos de A Gênese, voltemos a estudá-la e divulgá-la, como ela bem merece, assim como as demais mais conhecidas. 

Artigo gentilmente cedido por Orson Peter Carrara

Fonte: Grupo Espírita Renascer

SUGESTÃO PARA CORTE DE GASTOS.


QUESTÃO DE CULTURA

doc. 4 -2015
Tivemos Natal. Todos reunidos em torno da Mesa, rezando pela
Felicidade e buscando o renascer do espírito. Todos os brasileiros deveriam ter as
mesmas oportunidades, mas alguns com mais direitos do que outros.
Nossa cultura deu aos que estão no governo mais direitos aos que ocupam
cargos de direção que ao cidadão comum. É ainda a cultura colonial onde o
governador era um rei com direitos a quase tudo.
Agora mesmo assistimos um caso muito interessante. A senhora Presidente
foi gozar alguns dias de descanso na Bahia. Ela tem todo o direito de
passar alguns dias sem se envolver com problemas governamentais e seu
transporte, para a Bahia, tem que ser proporcionado pelo Estado. O que se
viu foi a nossa cultura prevalecer, pois como exercendo cargo governamental
acha-se com direito de levar consigo, filho, genro, neto e a senhora sua
mãe. Tudo bem. Nós inclusive pagamos toda esta hospedagem.

Na Alemanha não é a mesma coisa. Lá a senhora primeira ministra Ângela
Merkel - tirou umas férias no interior da Itália. Foi no transporte oficial
e seu marido comprou a passagem numa companhia aérea e foi se encontrar com
a esposa por seus próprios meios. Aqui ia no avião do governo. Já tivemos
caso de amante entrar por porta diferente no avião presidencial. O pior é
que perguntado se viajou ninguêm viu e se viajou foi uma alma.
Na Inglaterra o primeiro ministro inglês -  David Cameron - vai para o
Parlamento de metrô lendo o seu jornal. Aqui todos de carros e casa pagas
pelo contribuinte.
Apareceu no FACEBOOK o presidente do Supremo Tribunal Federal da
Suécia
chegando de bicicleta. Aqui seria falta de respeito ao cargo. Lá o respeito
ao cargo é dever do cidadão que exerce e não pelo número de automóveis ou
de os auxiliares.
Falando de carro temos uma verdadeira farra. Não há como se saber quantos
carros oficiais temos rodando no Brasil. Todo brasileiro gostaria de saber.
São 5564 (IBGE) municípios. Vamos pensar que teríamos 20 carros para o
Executivo e 10 para cada Câmara. No âmbito do Estado com os três poderes
vamos pensar em 500 por Estado e 10.000 para o governo federal, pois só nos
39 ministérios teríamos uma loucura. Seria um total de
10.000+500x27+30x5564=10.000+13500+166.920=190.420 de carros.
Parece que é um número razoável. Vamos supor que se gaste 10 litros de
gasolina/dia, vamos encontrar (mês de 20 dias/mês) o nº de 38.084.000 ls,
ou por ano 457..008.000 litros de gasolina, que ao preço de R$3,00 custa ao
nosso bolso R$1.371.024.000,00 que salvaria todas as Santas Casas do Brasil. 
Já imaginaram se resolvesse salvar o Brasil e todo muito andasse no seu
carro teríamos por ano, (ao preço R$5.000,00 por gasto por mês, por carro)
seria uma economia de R$5.000,00x12x190.420=R$1.142.520.000,00.
Quando vamos entender que o ESTADO não é para servir aos governantes
e sim ao seu POVO?     
Grupo Guararapes

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

BANDA SÃO JOÃO.

Olha ai a Banda do Irmão Paulo, a Banda Marcial São João, tendo em primeiro plano Darci Amorim e Ângelo Leitão.

DE SURPRESA EM SURPRESA.

De surpresa em surpresa


Ana Maria Machado é  jornalista e premiada escritora, com mais de 100 livros publicados no Brasil e traduzidos em mais de 20 países. É membro e ex-presidente da Academia Brasileira de Letras.
Há poucos dias, o ministro do STF Luís Roberto Barroso nos instigou a refletir. Falando do mensalão (e o mesmo vale para o petrolão), frisou que o que mais lhe chamou a atenção em todo o caso foi que nenhum dos condenados, em momento algum, revelou arrependimento, culpa sincera ou achou que devia desculpas ao país. Todos se acham vítimas — quando não heróis, guerreiros do povo brasileiro. Acima das leis que valem para os outros. E, espanto dos espantos! Há quem queira lhes dar crédito.
Nenhum se arrependeu. Nenhum sentiu vergonha. Desmentiram Freud, para quem a vergonha, ao causar uma reação involuntária no corpo — o rubor — mostra ser tão forte quanto o desejo sexual ou o asco, que não conseguem controlar as reações físicas que despertam. Mas nossos “heróis” não têm vergonha, não se arrependem, não reconhecem que fizeram nada errado. São juizes de si mesmos e se absolvem.
Isso é surpreendente. Mas os escândalos em série não chegaram a surpreender ninguém. Você se surpreendeu ao saber que houve corrupção numa estatal? Ou ao saber que ela envolveu empreiteiros e funcionários pagos com seu dinheiro? A ingenuidade brasileira não chega a tanto. Aceitava essa existência como parte do aparelhamento. Algo inevitável, que se varre para baixo do tapete ou se faz de conta que não há. Quando agora se fala em corrupção espantosa, o espanto não é porque ela existiu. É com o montante dos valores, o caráter sistemático, a alta hierarquia dos envolvidos, a sua ligação direta com quadros partidários. E com a investigação equilibrada que não entornou antes da hora, não fez estardalhaço prematuro antes das eleições de modo a tumultuar o pleito, administrou bem as delações premiadas, se escorou em informações confiáveis sobre o dinheiro, checou dados com o exterior, talvez recupere parte do prejuízo. E parece caminhar por partes, um passo de cada vez, só indo para a etapa seguinte quando já amarrou a anterior com alguns nós bem apertados.
Mas surpresa? A esta altura não nos surpreendemos facilmente — afinal, vemos corruptos falando em cultura da corrupção, lembrando que todo mundo sempre fez isso, invocando que então se puna o alegado crime de ontem. Quer dizer, tudo nos conformes, a reforçar a versão de que só se faz o que sempre se fez, nada de mais.
No entanto, mais acusados estão colaborando e revelando mais tenebrosas transações a um país estupefato, chamado a pagar a conta. Para respeitáveis observadores, dois fatores contribuem para isso. O primeiro é que o julgamento do mensalão, um ponto fora da curva, rompeu com a tradição de impunidade total e, como lembrou o mesmo ministro Barroso, “foi capaz de condenar e prender o presidente do partido politico que se encontrava no poder e seu ministro mais influente”. Além disso, a sociedade vê que operadores ainda têm de cumprir longas penas, enquanto políticos poderosos, por vezes condenados a mais de dez anos, já obtiveram progressão de regime (como a lei garante), estão em casa, e até viajam. Portanto, é compreensível que as famílias de investigados agora pressionem seus chefes a colaborar, para que não paguem o pato sozinhos depois que os políticos escaparem.
E os que mandam em tudo? Não têm mesmo culpa nenhuma? Nenhuma responsabilidade? Não sabiam de nada? Reconhecem que perderam a autoridade e foram enganados por subalternos que lhes davam relatórios fajutos enquanto praticavam malfeitos? Serão culpados apenas de incompetência e boa-fé? Ou sinceramente acreditavam que em nome de interesses mais altos para o país deviam fechar os olhos? Que interesses? Seu projeto de poder? A infalibilidade da causa e do projeto que defendem? Querem que o povo aceite que há um teto de corrupção inerente ao sistema e propõem uma espécie de franquia para isso? De quanto acham que seria palatável? Ou será que se envergonham?
Seria bom se também pudessem ver o que já está claro para muitos. Que governar bem não é ocupar todos os espaços para garantir votos no Congresso. Que campanhas eleitorais não devem pagar fortunas a marqueteiros para construir imagens. Que a reforma política inevitável não precisa jogar montes de alternativas no ventilador e manipular o eleitorado num plebiscito complexo que misture tudo e dificulte a alternância de poder. Pode-se começar com mudanças mais simples: campanhas mais curtas, mais debates diretos e menos partidos. A Justiça já nos deu importante lição no decorrer desse longo vexame que vem do mensalão e se esparrama agora no petrolão: mostrou que culpado, mesmo poderoso, pode ir para a cadeia. Cabe a todos nós, agora, debater mudanças viáveis e imediatas na legislação eleitoral. Precisamos eleger gente melhor. Respeitadora do artigo único que a Constituição deveria ter, segundo Capistrano de Abreu:
— Todo brasileiro fica obrigado a ter vergonha.
Publicado originalmente em O Globo, edição de 29 de novembro de 2014

BIBLIOTECA DIGITAL DO SENADO DISPONIBILIZA 260 MIL DOCUMENTOS.

Biblioteca Digital do Senado disponibiliza 260 mil documentos


Catraca Livre - 14/01/2015
Mais de 260 mil documentos, incluindo obras raras com mais de 300 anos, estão disponíveis para consulta no acervo digital da Biblioteca do Senado. A Coleção Digital de Obras Raras reúne também diversas revistas e manuscritos históricos do Brasil.

São 916 obras raras e valiosas digitalizadas, dentro da coleção específica que possui 7.548 volumes. De acordo com o site do Senado, as obras foram restauradas e estão à disposição de qualquer pessoa conectada à Internet. Os arquivos digitais reproduzem fielmente todas as características das obras.

Entre as obras de destaque disponíveis para consulta estão o “Novvs Orbis seu Descriptionis Indiae Occidentalis”, de Johannes de Laet, datado de 1633; e a “Revista Moderna”, impressa em Paris a partir de 1897.

Em breve serão incluídos outros títulos como o jornal ilustrado “Don Quixote”, uma publicação de sátira política, editada e ilustrada por Angelo Agostini, que circulou entre 1895 e 1903.

Para acessar a Biblioteca Digital do Senado não é necessário nenhum tipo de cadastro, basta acessar o portal e informar o nome do autor, título ou assunto procurados. A pesquisa avançada também permite selecionar a coleção - entre livros, legislação em texto e áudio, jornais e revistas e documentos diversos.

O PERFUME DA VIDA.

O PERFUME DA VIDA - Emmanuel


O PERFUME DA VIDA

Recorda que a humildade é o perfume eterno da vida. 

Jesus, o Sol Divino, brilhou na Terra sem ofuscar a ninguém. 

Rei Celeste; apagou-se nas palhas da estrebaria para não confundir os homens desvairados de orgulho, embora viesse acordá-los para a justiça. 

Anjo dos anjos; desce ao convívio das criaturas frágeis e delinqüentes, sem destacar-lhes as chagas vivas, não obstante guardar entre lãs o objetivo de iluminar-lhes o roteiro. 

Médico Infalível; busca os doentes do mundo sem denunciar-lhes as enfermidades e as culpas, embora conservando o propósito de restituir-lhes o equilíbrio e a segurança. 

Sábio dos sábios; entende-se com os ignorantes de todas as procedências, sem salientar-lhes a sombra, não obstante procurar-lhes a companhia para clarear-lhes a senda. 

Poderoso condutor da imortalidade; aproxima-se dos velhos e dos fracos, das mulheres e das crianças, sem anotar-lhes as mazelas e as cicatrizes, embora lhes buscasse a presença para sublimar-lhes os corações. 

Mestre da luz, não condena os que vagueiam nas trevas, soberano da eternidade, não abandona os que se desesperam nos precipícios da morte... 

Lembrando-lhe a bondade infinita, detenhamo-nos no ensejo de auxiliar. 

Todavia, para auxiliar, é imprescindível não criticar nem ferir. 

Na obra do Evangelho, somos chamados à maneira de lavradores para o serviço de amparo à semente da perfeição no campo imenso da vida. 

No entanto, para que o dever bem cumprido nos consolide as tarefas, é necessário que a humildade, por perfume do Céu, nos inspire todos os passos na Terra, de vez que Jesus é o amor de braços abertos, convidando-nos a entender e servir, perdoar e ajudar, hoje e sempre. 

Livro: Através do Tempo – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

CORAL CAMPANHENSE.

Coral Campanhense em 1958. A maestrina era dona Lucília Pompeu. 
Quem mais você conheceu?

POR QUE NÓS, O POVO É QUE VAMOS PAGAR A CONTA?

É seria a situação em que vivemos presentemente. Dia 19/01/2015 o Ministro Joaquim Levy veio a público anunciar novos aumentos de impostos. Este é somente o começo, virão muitos outros anúncios similares. 
O apagão veio no mesmo dia do anúncio do Ministro. Agora vem a conta da energia elétrica que anteriormente Dilma havia reduzido a tarifa. Reduziu não, está devolvendo o que já recebeu a mais durante anos.

Enquanto isto o Governo gasta desordenadamente e nós, o povo, pagamos a conta.   
 Mobilização começa a tomar vulto na Internet!

 GOVERNO FEDERAL E POLÍTICOS ESTÃO PREOCUPADOS COM UMA GRANDE MOBILIZAÇÃO QUE COMEÇA A TOMAR VULTO NA INTERNET.

É, o clima lembra o período que antecedeu a revolução francesa. O terceiro estado (povo esclarecido) clama por justiça. Há uma enorme movimentação pela internet para reunir um milhão de pessoas na Avenida Paulista pela demissão de toda a classe política (ainda sem data marcada). Este e-mail de convocação já começou a  circular e está sendo lido por centenas de milhares de pessoas. É importante que você repasse para todos os seus contatos. A guerra contra o mau político, e contra a degradação da nação está começando. Não subestimem o povo esclarecido que começa a sair da inércia e de sua zona de conforto para lutar por um Brasil melhor. Todos os ''governantes'' do Brasil, até aqui, falam em cortes de despesas - mas não CORTAM despesas - querem o aumentos de impostos como se não fôssemos o campeão mundial em impostos. A história nos mostra que muitos governantes caíram e até perderam suas cabeças exatamente por isto.


Nenhum governante fala em:

1.    Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, 14º e 15º salários etc.) dos poderes da República.
 
2.    Redução do número (no mínimo pela metade) de deputados da Câmara Federal, e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países sérios. Acabar com as mordomias na Câmara, Senado e Ministérios, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do povo;

 
3.    Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

 
4.    Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de reais/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo;

 
5.    Redução do número de senadores, de três para dois por estado, como era antes da revolução de 1974;                                                                  


6.    Redução drástica da quantidade de vereadores, acabar com os salários de vereadores, diminuir os gastos das Câmaras Municipais e das Assembleias Estaduais;

 
7.    Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas atividades; Aliás, 5 partidos apenas, seria mais que suficiente;

 
8.    Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc., das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

 
9.    Acabar com os motoristas particulares 24 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, as ex-famílias.

 
10. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado;

 
11. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.;

 
12. Acabar com o vaivém semanal dos deputados e respectivas estadias em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes;

 
13. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós que nunca estão no local de trabalho). HÁ QUADROS (diretores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE CONSULTORIAS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES.

 
14. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir aos apadrinhados do poder - há hospitais de cidades com mais administradores que pessoal médico. Às oligarquias locais do partido no poder;

 
15. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

 
16. Acabar com as várias aposentadorias por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Legislativo. TODOS os cidadãos brasileiros terão uma única forma de  se aposentar, ou seja, pelo INSS;

 
17. Pedir o pagamento da devolução dos milhões dos empréstimos compulsórios confiscados dos contribuintes, e pagamento imediato dos precatórios judiciais;


18. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os ladrões que fizeram fortunas e adquiriram patrimônios de forma indevida e à custa do contribuinte, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controle, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efetivamente dela precisam;
 
19. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efetivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas valem e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

 
20. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos;

 
21. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu patrimônio antes e depois;

 
22. Pôr os Bancos pagando impostos e, atendendo a todos nos horários do comércio e da indústria;

 
23. Proibir repasses de verbas para todas e quaisquer ONGs (as tais ONGs são uma maneira sorrateira e criminosa de repassar dinheiro público para particulares...salvo raras excessões);

 
24. Fazer uma devassa nas contas do MST e similares, bem como no PT e demais partidos políticos.
 
25. Rever imediatamente a situação dos Aposentados Federais, Estaduais e Municipais, que precisam muito mais que estes que vivem às custas dos brasileiros trabalhadores e, dos Próprios Aposentados.
 
26. Rever as indenizações milionárias pagas indevidamente aos "perseguidos políticos" (guerrilheiros).
 
27. Auditoria sobre o perdão de dívidas que o Brasil concedeu a outros países.
 
28. Acabar com as mordomias (que são abusivas) da aposentadoria do Presidente da Republica, após um mandato, nós temos que trabalhar 35 anos e não temos direito a carro, combustível, segurança, etc.
 
29. Acabar com o direito do prisioneiro receber mais do que o salário mínimo por filho menor, e, se ele morrer, ainda fica esse beneficio para a família. O prisioneiro deve trabalhar para receber algum benefício, e deveria indenizar a família que ele prejudicou.
 
Já que esses nossos políticos e governantes não querem fazer reformas de fato, não querem passar o Brasil a limpo, cabe a nós, povo esclarecido, fazer isto através da mobilização em massa e ir para as ruas (sem vandalismo, sem black-blocs, que são contra a sociedade) manifestar a nossa insatisfação.

Vamos juntos, vamos mostrar que no Brasil o povo esclarecido pode realmente mudar o rumo da história, já que pelas urnas vai ser difícil, por motivos óbvios.

BIBLIOTECAS DE BAIRRO DE ARAPIRACA QUEREM FORMAR JOVENS LEITORES.

Bibliotecas de bairro de Arapiraca (AL) querem formar jovens leitores

Aqui Acontece - 08/01/2015
Com o objetivo de incentivar ainda mais o gosto pela leitura entre as crianças, foi aberta, no início desta semana, a oficina “Conto com Arte” nas bibliotecas digitais de bairros, as Arapiraquinhas.

As atividades tiveram início na terça-feira (6), na Arapiraquinha Professor Miguel Valeriano, no bairro Novo Horizonte.

Na quarta-feira (7), os trabalhos lúdicos foram realizados com as crianças na Escola de Tempo Integral Claudecy Bispo e na Arapiraquinha Professora Neuza Gomes da Silva.

De acordo com a coordenadora das bibliotecas digitais de bairros, professora-mestra Eliane Bezerra, as oficinas são ministradas pela contadora de histórias Maria Cristina Tininha e pela arte-educadora Fabiana Salsa.

A coordenadora Eliane Bezerra destaca o empenho da equipe técnica e pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, com o apoio da secretária Ana Valéria Peixoto e da prefeita Célia Rocha (PTB).

Canaã

Na quinta-feira (8), as ações do Conto com Arte foram desenvolvidas a partir das nove horas, na Arapiraquinha Professora Claudenice de Oliveira Pimentel.

As atividades incluem temas voltados para o trabalho lúdico de incentivo à leitura, a exemplo de Contos com Arte, Papo com o Cidadão Arapiraquense, BiblioSesc, Encontro Agapi, Chá com Leitura, Leitura na Praça, projeto Arapiraquinha vai à Praça, Intercâmbios com as Bibliotecas Digitais de Bairros, bem como ações comemorativas aos aniversários das Arapiraquinhas.

Também fazem parte das oficinas, cursos de informática – com apoio do Núcleo Tecnológico Municipal (NTM), cursos de formação das regentes das bibliotecas, entre outras ações educativas.

Eliane Bezerra adiantou que serão ofertados cursos de contação de histórias para pessoas das comunidades nas quais estão inseridas as bibliotecas juntamente com as ações do programa Arapiraca Garante a Primeira Infância (Agapi).

O cronograma de atividades de formação educativa e mobilização social se estenderá até o mês de novembro deste ano.

(por Ascom - Arapiraca)

QUEM TEM MEDO DA MORTE?

Quem Tem Medo da Morte?

A Terra é uma oficina de trabalho para 
os que desenvolvem atividades edificantes, 
em favor da própria renovação; um hospital 
para os que corrigem desajustes nascidos
de viciações pretéritas; uma prisão, em
expiação dolorosa, para os que resgatam
débitos relacionados com crimes cometidos
em existências anteriores; uma escola para
os que já compreendem que a vida não é
mero acidente biológico, nem a existência
humana uma simples jornada recreativa;
mas não é o nosso lar.
Este está no plano espiritual, onde podemos
viver em plenitude, sem as limitações impostas
pelo corpo carnal.
Compreensível, pois, que nos preparemos,
superando temores e dúvidas, inquietações e
enganos, a fim de que, ao chegar nossa hora,
estejamos habilitados a um retorno
equilibrado e feliz.

Richard Simonetti

PRECIOSIDADES DO BRASIL.

Vc que não viveu esse Brasil,essa cidade maravilhosa tem a oportunidade para ver e ouvir como era.
Quem frequentou os cinemas nas décadas de 50 e 60 assistiu os documentários de Jean Manzon, por muitos anos narrados pela inconfundivel voz de Luiz Jatobá.
Recordar também é viver.

http://www.youtube.com/watch?v=j9FRIGu5BL0
 
PRECIOSIDADE 

Em 1952, após ter trabalhado para o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) do governo Getúlio Vargas, e, por 10 anos, na revista O Cruzeiro, o fotógrafo Jean Manzon começa a produzir curta-metragens ufanistas, exibidos principalmente antes de sessões de cinema.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

ÁLVARO GOMES DA ROCHA AZEVEDO.




MINISTRO ÁLVARO GOMES DA ROCHA AZEVEDO
Campanha, 26/01/1864 - São Paulo, 30/10/1942
2015 - 151 anos de nascimento

Filho de D. Inácia Júlia Midões Ribeiro de Resende e de João Fernandes Gomes da Rocha e de Azevedo Vilas Boas e Antas da Silva Soares. Foi para São Paulo com 14 anos, onde formou-se como advogado no Largo São Francisco em dezembro de 1888. 

Jovem republicano, comemorou o advento do regime em Mococa, onde advogava nessa época. Na comarca de Mococa, foi intendente, Juiz Municipal, de Órfãos e de Direito. Também foi Juiz Substituto em Jundiaí, Juiz de Direito em Caconde e em 1893 foi para a capital. Foi vereador nas legislaturas de 1905, 1908, 1914, 1917 e 1920, sendo Vice-Presidente da Câmara Municipal de São Paulo nas últimas legislaturas.

Entre suas atuações mais importantes está o seu auxílio na criação do Instituto de Previdência Municipal de São Paulo, o primeiro do Brasil. Em um de seus mandatos como vereador, no ano de 1909, quando fazia parte da Comissão de Justiça e Finanças, Azevedo, junto com outros vereadores, ajudou a aprovar o projeto de Lei que seria sancionado pelo prefeito Silva Prado.

Sua curta estadia na prefeitura de São Paulo teve início no dia de agosto de 1919 e foi até 15 de janeiro de 1920. Durante os quatro anos em que o “Paulista de Macaé”, Washington luís, ficou á frente do Estado, Azevedo ocupou as pastas da Fazenda e da Agricultura, Comércio e Obras Públicas.

Por seus inúmeros serviços como secretário de governo, Washington Luís o nomeou, em 8 de abril de 1924, ministro do Tribunal de Contas do Estado. Tomou posse em 6 de maio do mesmo ano e foi até 1930.

Colaborou na imprensa em vários jornais como "Revolução" e "Conspiração". Recebeu as honras de Comendador da Ordem de Leopoldo, da Bélgica, e a da Ordem do Sol Nascente, do Japão.Era genro do fundador da Avenida Paulista, Joaquim Eugênio de Lima. Morreu cercado da família e dos amigos, em 30 de outubro de 1942. Hoje, o finado político empresta seu nome a uma rua da cidade de São Paulo, a Alameda Ministro Rocha Azevedo, no Jardim Paulista.

Fontes:
- Antigos Alunos p. 76. ARCADAS (Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo).
- Edição Histórica - Revista nº123 (em .pdf) 126 pp. Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (2009).
- http://ww1.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/organogramas/index.php?p=574.
http://www.spinfoco.com.br/alvaro-gomes-da-rocha-azevedo/

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