Páginas

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

UM PRESENTE PARA CAMPANHA NOS SEUS 276 ANOS.

Com o maior prazer posto aqui o magnífico trabalho do amigo e conterrâneo Toninho Ribeiro e Suzel.
Este é o presente que, eles estão enviando da Irlanda do Norte para Campanha, nos seus 276 anos.

SOLENIDADE DE ENTREGA DOS DOSSIÊS DE TOMBAMENTO.

CAPA DE UM DOS DOSSIÊS.

TENDO COMO MESTRE DE CERIMÔNIA A SRA. MÁRCIA LEMES PEREIRA,A PREFEITURA MUNICIPAL ADMINISTRAÇÃO 2009-2016 REALIZOU NO ÚLTIMO DIA 27, NAS DEPENDÊNCIAS DO MUSEU VITAL BRAZIL, SOLENIDADE DE ENTREGA DOS 7 DOSSIÊS DE TOMBAMENTO DOS BENS CULTURAIS IMÓVEIS: MUSEU CASA DE VITAL BRAZIL, CHAFARIZ MUNICIPAL, CAPELA SÃO MIGUEL, CONJUNTO PAISAGÍSTICO PRAÇA DOM FERRÃO, SINDICATO RURAL DA CAMPANHA, CONJUNTO ARQUITETÔNICO DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA E ANTIGO EDIFÍCIO DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA.
 A SOLENIDADE DE ENTREGAS DE DOSSIÊS DE TOMBAMENTO FOI PROMOVIDA PELA PREFEITURA MUNICIPAL DA CAMPANHA E INTEGRA A 4ª EDIÇÃO DA JORNADA MINEIRA DO PATRIMÔNIO, COM O TEMA "GRIÔS: A JORNADA DOS MESTRES DE NOSSA CULTURA", REALIZADA PELA SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA.

NÃO OBRIGATORIAMENTE INSCREVEMOS UM EVENTO HOMENAGEANDO OS GRIÔS DE CAMPANHA, MAS NÃO PODEMOS DEIXAR DE CITAR A IMPORTÂNCIA DA CULTURA NEGRA NA CONSTRUÇÃO DESTE MUNICÍPIO, NA VERDADE, HÁ MUITO MAIS PARA CONHECERMOS SOBRE ESTA CIDADE QUE RESPIRA CULTURA DESDE O INÍCIO DE SUA COLONIZAÇÃO.

HOJE, ESPECIALMENTE, FAREMOS PARTE DA HISTÓRIA, ONDE O MUNICÍPIO DE CAMPANHA RECONHECE A IMPORTÂNCIA DE PRESERVAR OS BENS CULTURAIS HOMENAGEADOS AQUI NESTA NOITE.

O DOSSIÊ DE TOMBAMENTO NADA MAIS É, QUE UM INSTRUMENTO DE PESQUISA SOBRE O BEM CULTURAL QUE APRESENTA INTERESSE DE PRESERVAÇÃO, DEFININDO REGRAS ESPECÍFICAS PARA O BEM.

 
 NA OCASIÃO, FOI FEITA A ENTREGA DOS DOSSIÊS AOS PROPRIETÁRIOS, MATERIAL ESTE QUE FOI ELABORADO PELO SERPHAM E ESCRITÓRIO DE CONSULTORIA MEMÓRIA ARQUITETURA CONTRATADA PELA PREFEITURA MUNICIPAL. O TRABALHO É MINUCIOSO, POIS É ANALISADO PELO INSTITUTO ESTADUAL DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO DE MINAS GERAIS – IEPHA/MG. É IMPORTANTE RESSALTAR QUE QUALQUER PESSOA PODERÁ TER ACESSO AO MATERIAL NO SERPHAM.

PARA DAR INÍCIO A SOLENIDADE, FORAM CONVIDADOS PARA COMPOR A MESA AS AUTORIDADES:

O ILUSTRÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO CONSELHO MUNICIPAL DO PATRIMÔNIO CULTURAL, NILBER MARTINS ROSA, QUE NA OCASIÃO REPRESENTOU O EXCELENTISSIMO PREFEITO LÁZARO ROBERTO DA SILVA, QUE NÃO PÔDE ESTAR PRESENTE DEVIDO A VIAGEM A CHINA EM UMA MISSÃO DIPLOMÁTICA.

REPRESENTANDO O EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DA CAMPANHA, ANTÔNIO LEOPOLDINO DIAS, O ILMO. SR. VEREADOR MUNICIPAL, JOÃO PAULO BAENA ALVES

 O EXMO. SR. PRESIDENTE DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO “CASA ALFREDO VALLADÃO”, RONALD FERREIRA.

A ILMA. SRA. ENCARREGADA DO SERPHAM, FLÁVIA VILLAMARIM TEGON.

CONVIDAMOS OS PROPRIETÁRIOS DOS BENS CULTURAIS HOMENAGEADOS:

REPRESENTANDO A PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO, CARLOS HENRIQUE DE MELLO RAMOS
ILMO. SR. ROBERTO XIMENES DE SOUSA, PROVEDOR DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA;

ILMO. SR. ROMEU DE ANDRADE MENDES FILHO, PRESIDENTE DO SINDICATO RURAL DA CAMPANHA;

TODOS DE PÉ POR GENTILEZA PARA CANTARMOS O HINO NACIONAL.

DANDO CONTINUIDADE À SOLENIDADE PASSAMOS A PALAVRA AO
PRESIDENTE DO CONSELHO MUNICIPAL DO PATRIMÔNIO CULTURAL DE CAMPANHA, NILBER MARTINS ROSA
 DANDO SEGUIMENTO FOI PASSADA A PALAVRA A SRA. EDNA MARA FERREIRA DA SILVA, REPRESENTANDO A FUNDAÇÃO CULTURAL CAMPANHA DA PRINCESA.

FOI FEITO O REGISTRO DA PRESENÇA DA VEREADORA HELOISA HELENA LIMOEIRO MULLER QUE, ACABARA DE CHEGAR, E A LEITURA DAS MENSAGENS DAS AUTORIDADES QUE NÃO PUDERAM COMPARECER AO EVENTO, PROMOTOR DE JUSTIÇA E ACE
 CONTINUANDO, TIVEMOS UMA APRESENTAÇÃO DO SR. DANIEL PAIVA, PROFESSOR DA ESCOLA DE MÚSICA MARCELO POMPEU, QUE FEZ UMA APRESENTAÇÃO DE PIANO.
 
PARA DAR  INÍCIO A ENTREGA DOS DOSSIÊS, FOI CONVIDADO O EXMO. SR. PRESIDENTE DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO RONALD FERREIRA QUE, FEZ A ENTREGA DO DOSSIÊ MUSEU CASA DE VITAL BRAZIL AO ILMO. Sr. CHEFE DO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE CULTURA, NILBER MARTINS ROSA, NA OCASIÃO RESPONSÁVEL PARA RECEBER O DOSSIÊ PELO ILMO. SR. LAEL VITAL BRAZIL QUE, NÃO PODE COMPARECER DEVIDO A COMPROMISSOS JÁ AGENDADOS.
 
A ILMA. SRA. ELISA VILHENA SANT´ANA, COLABORADORA DO JORNAL FOLHA CAMPANHENSE, FOI CONVIDADA PARA FAZER A ENTREGA DO DOSSIÊ DA CAPELA DE SÃO MIGUEL AO REPRESENTANTE DA PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO, SR. CARLOS HENRIQUE DE MELLO RAMOS.

A SRA. COORDENADORA D CENTRO DE ESTUDOS CAMPANHENSE MONSENHOR LEFORT,  ELZA MARIA CARVALHO VALLADÃO, FOI CONVIDADA PARA FAZER A ENTREGA DO DOSSIÊ DO CONJUNTO PAISAGÍSTICO DA PRAÇA DOM FERRÃO À ILMA. SRTA. CHEFE DO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE TURISMO, LILIANE ALVES.
 O SR. VEREADOR MUNICIPAL, JOÃO PAULO BAENA ALVES, FOI CONVIDADO PARA ENTREGAR O DOSSIÊ DO SINDICATO RURAL DA CAMPANHA AO EXMO. SR. PRESIDENTE DO SINDICATO, ROMEU MENDES FILHO.
 
A ILMA. SRA. MARIA THEREZA GAMA PIRES, MEMBRO DO CONSELHO MUNICIPAL DO PATRIMÔNIO CULTURAL, FOI CONVIDADA PARA ENTREGAR O DOSSIÊ DO CONJUNTO PAISAGÍSTICO DA ANTIGA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA À ILMA. SRA. MARÍLIA SILVA, PRIMEIRA DAMA.
 A ILMA. SRA. EDNA MARA FERREIRA DA SILVA, HISTORIADORA E REPRESENTANTE DAS FACULDADES INTEGRADAS PAIVA DE VILHENA, FOI CONVIDADA PARA ENTREGAR O DOSSIÊ DO ANTIGO EDIFÍCIO DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA, AO ILMO. SR. PROVEDOR DA SANTA CASA, ROBERTO XIMENES.
 A ILMA. SRA. VEREADORA MUNICIPAL, HELOISA HELENA LIMOEIRO MULLER, FOI CONVIDADA PARA FAZER A ENTREGA DO DOSSIÊ DO CHAFARIZ MUNICIPAL À ILMA. SRA. ENCARREGADA DO SERPHAM, FLÁVIA VILLAMARIM TEGON.

ENCERRANDO A SOLENIDADE DE ENTREGA DOS DOSSIÊS, FOI LEMBRANDO QUE O SERPHAM PODERÁ DISPONIBILIZAR O MATERIAL PARA ESTUDANTES E PESQUISADORES. A MESTRE DE CERIMÔNIA SRA. MÁRCIA LEMES PEREIRA AGRADECEU A PRESENÇA DE TODOS E CONVIDOU  PARA DEGUSTAÇÃO DE SALGADOS.

QUE ENIGMA!

"TENTE ENTENDER ESSE ENIGMA"

VOCÊ SABIA QUE...
Não existe nenhuma ONG atuando no Nordeste seco? 

(ninguém observa isso).
Você consegue entender?
Vítimas da seca!
Quantos? 10 milhões.
Sujeitos à fome? Sim.
Passam sede? Sim.
Subnutrição? Sim.
ONGs estrangeiras ajudando:
Nenhuma!

Índios da Amazônia.
Quantos? 230 mil
Sujeitos à fome? Não
Passam sede? Não
Subnutrição?
Não
ONGs estrangeiras ajudando:
350
Provável explicação:
A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata,
a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.
O nordeste não tem tanta riqueza,
por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os verdadeiramente f
amintos.
Tente entender:

Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.

 
Agora, uma pergunta:     Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito?
É uma reflexão interessante ou não é???
  

ALUNOS VISITAM A CÂMARA.

             Alunos do quarto ano de Escola Municipal visitam a Câmara nesta tarde.
Os alunos do quarto ano da Escola Municipal Dom Othon Motta estão na tarde de hoje (30 de setembro) em visita ao prédio da Câmara Municipal da Campanha.
Acompanhados das professoras Simone, Nadir, Rose e Marieta, os estudantes aprendem um pouco mais sobre os poderes municipais. A visita foi agendada por uma das professoras que disse ser importante a visita à sede do Legislativo para que os estudantes possam vivenciar o trabalho dos vereadores.
Entre as perguntas dos estudantes, temas como pavimentação de ruas, saúde, educação e serviços. Os Vereadores Antônio Leopoldino Dias (Presidente da Câmara), João Paulo Baena Alves e Leandro Prock Valério, presentes ao Plenário, respondem aos questionamentos apresentados.

Escrito por André Luiz Ferreira   
Seg, 30 de Setembro de 2013 14:18

sábado, 28 de setembro de 2013

ENTREM EM CONTATO CONOSCO.

Caros campanhenses. Começamos hoje uma série NOVOS TALENTOS DA CAMPANHA. Queremos mostrar ao mundo que temos hoje em Campanha pessoas tão capacitadas como tínhamos no passado.
Ainda não são celebridades porque, é uma questão de tempo. Envie-nos, dados e uma foto de seus filhos, e seus dados, como ele era, do que gostava, os livros que lia, onde estudou, onde está hoje, atividade profissional... Podem indicar algumas pessoas, para que estejam sendo homenageadas aqui.
Correspondência para o e-mail: josemiltonjunqueira@gmail.com  

O VERDADEIRO SENTIDO DA EDUCAÇÃO.


NOVOS TALENTOS DA CAMPANHA: ANA CLARA LEMES


Ana Clara Lemes  

Idade: 18 anos
Natural de Campanha
Filha dos professores: Maria Estela Carvalho Lemes e Jorge Augusto Lemes.
Estudou em Campanha até 2010, sendo aluna nos colégios: Feliz Idade, Dom Othon Motta e Coopercamp .E 2011 mudou-se para Varginha  e foi estudar no CEFET, no curso de Edificações.
Lá, finalizou um projeto de Bolsa de Iniciação Científica a nível Júnior (BIC-Jr), de incentivo do CNPq e da FAPEMIG, de título “Textos Não Verbais Charge, Tirinha e Cartum: Abordagens Cognitivas para a Consolidação das Habilidades Leitoras do Aluno de Ensino Médio Técnico Tecnológico”; com a intenção de realizar abordagens cognitivas com alunos do ensino médio técnico tecnológico, modalidade integrada, do Campus Varginha do CEFET, em relação às habilidades e competências que um aluno desse segmento tem de apresentar nessa etapa de sua aprendizagem, a partir de textos não verbais charge, tirinha e cartum.
Sempre teve seus pais como seus ídolos e seus exemplos foram determinantes na formação de sua personalidade. O gosto pela leitura, ela trouxe de casa pois, sempre via seus pais lendo alguma coisa.
Hoje, está lendo “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert, seguindo a recomendação do seu antigo professor de literatura. “É de obrigação de toda mulher ler esse livro”, dizia. 
 Segundo a Companhia das Letras, essa é a obra fundamental de Gustave Flaubert. Trata-se de uma raridade, mesmo em um clássico, um exercício meticuloso de escrita que igualmente desafiava as estruturas literárias e as convenções sociais. Não à toa, a época de lançamento o impacto foi duplo: um sucesso de público e a reação feroz do governo francês, que levou o autor a julgamento sob a acusação de imoralidade.                                                                                                                                  
Flaubert inventou um estilo totalmente novo e moderno, praticando uma escrita que, ao longo dos cinco anos que levou para terminar o livro, literalmente avançou palavra a palavra. Mestre do realismo, o autor documenta a paisagem e o cotidiano da segunda metade do século XIX, ironizando os romances sentimentais e folhetins, gêneros que considerava obsoletos.


A história faz um ataque à burguesia, desmoralizando-a com a descrição exuberante de sua banalidade. Em um tempo em que as mulheres eram submissas, Emma Bovary encontra nos tolos romances dos livros o antídoto para o tédio conjugal e inaugura uma galeria de famosas esposas adúlteras atormentadas na literatura.
Ana Clara recomenda a leitura deste livros à todas as mulheres.

29 DE SETEMBRO.

Há 466 nascia MIGUEL DE CERVANTES autor de Dom Quixote.

LEITURA SEMPRE, DESDE CEDO.

Nada melhor que, o calor da família para passarmos os bons exemplos.
 Leitura sempre. 
Quem lê tem outra visão de tudo. 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR LEITOR.

Minicurso "A Formação do Professor Leitor"

"Gosto de ler por causa
da minha professora."

Dois em cada três adultos que gostam de ler dizem que isso aconteceu graças aos seus professores. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, educadores chegam a influenciar no gosto pelos livros mais que as mães. No entanto, o mesmo estudo também mostra que entre os atuais não leitores não havia nenhum estímulo ou prática de leitura na sala de aula. Outro desafio: nada menos do que 9% dos professores atuais não gostam de ler, e 26% gosta só um pouco. O professor só formará leitores se ele também for um professor leitor!

As práticas de leitura estão mudando a vida das escolas

As escolas que ocupam as melhores posições nos diversos rankings de indicadores nacionais da Educação têm pelo menos uma coisa em comum: todas elas desenvolvem bons projetos de leitura. Graças a essas práticas, seus alunos melhoraram o rendimento escolar e se sentem mais preparados para novos desafios escolares e para encarar a própria vida e o futuro.

Nós podemos ajudar a sua rede

Nosso minicurso A Formação do Professor Leitor é composto por 2 módulos com um total de 4 horas de duração. Pode ser feito numa manhã ou tarde, em horários destinados à formação do professor.
Destina-se a professores do Ensino Fundamental e Ensino Médio de escolas públicas e privadas e pode ser ministrado em qualquer área do território nacional.
As 2 conferências mesclam visões teóricas e cases que podem ser facilmente multiplicados nas escolas. Ambas têm forte poder para motivar os professores para, a partir de suas próprias experiências pessoais de leitura e exemplos de colegas, fazer a diferença na sala de aula.

Conferência 1

A primeira conferência tem como fio condutor uma conhecida frase (atribuída a diversos pensadores antigos e contemporâneos) sobre a função social da leitura e o poder dos livros para mudar o mundo à medida em que transforma as pessoas. São apresentados casos, relatos e histórias sobre o impacto da leitura na vida de leitores famosos e anônimos que, ao mesmo tempo em que emocionam, ajudam a traçar um retrato bem atual dessa prática no País. Estimulados o tempo todo a interagir e narrar as próprias experiências pessoais de leitura, os participantes são convidados a construir uma nova e instigante percepção de como os livros impactam no desenvolvimento individual e no cotidiano de seus alunos bem como nas comunidades em que vivem. São histórias reais e fascinantes que encantam e comovem por sua força irresistível e transformadora.

Conferência 2

O que pensam, como agem e o que verdadeiramente atrai crianças, adolescentes e jovens para o mundo mágico dos livros. Ao contrário que imagina o senso comum, esses pequenos leitores já estão lendo muito mais por prazer do que por mera obrigação. Um diagnóstico completo sobre o comportamento leitor dos alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio feito pela pesquisa Retratos da Leitura no Brasil e os livros e autores que fazem a cabeça da juventude leitora. E casos concretos de professores e escolas que estão, com ações simples e fáceis de serem multiplicadas, conseguindo avanços extraordinários, o reconhecimento de suas comunidades e uma grande virada na educação brasileira.

O conferencista: Galeno Amorim

Professor e autor de 16 livros (entre os quais, Retratos da Leitura no Brasil), é consultor internacional em políticas públicas do livro e leitura. Presidiu a Fundação Biblioteca Nacional e o Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc/ Unesco), entre outros. Foi o criador do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), do Ministério da Cultura e Ministério da Educação, e de diversos programas e instituições de fomento à leitura no Brasil. Está à frente do Blog do Galeno, um dos mais influentes nesta área no Brasil, e dirige o Observatório do Livro e da Leitura.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

CÂMARA INFORMA.

 

25 DE SETEMBRO DE 2013


 
Confira as reportagens em: www.camaracampanha.mg.gov.br

 

EDUCAÇÃO NO BRASIL DESPERDIÇA RECURSOS!

25/09/2013 11h54 - Atualizado em 25/09/2013 11h54


Educação no Brasil desperdiça 



recursos, diz especialista português


José Pacheco participa de congresso sobre educação em Pernambuco.
Educador desenvolve projetos em escolas sem sala, série e provas.


Vitor TavaresDo G1 PE
O português José Pacheco participa de congresso no Recife (Foto: Divulgação)O português José Pacheco participa de congresso no
Recife (Foto: Divulgação)
A primeira experiência aconteceu na Cidade do Porto, em Portugal – uma escola sem sala de aula, sem séries e sem provas de avaliação. É dessa forma que o educador português José Pacheco acredita numa formação mais comprometida com os estudantes e com a sociedade em geral. Também já com suas ideias implantadas no Brasil, através do Projeto Âncora, em Cotia (SP), Pacheco participa a partir desta quarta-feira (24) do Congresso Internacional de Tecnologia na Educação, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.
A Escola da Ponte, no Porto, foi fundada em 1976. Lá, não existe divisão de turmas ou disciplinas, e os professores não ficam fixos em uma disciplina ou em série específicas. Os estudantes, por sua vez, possuem a liberdade para escolher áreas de interesse e a participação em projetos de pesquisa. Para Pacheco, o modelo atual de educação desenvolvido no Brasil - defasado - é um desperdício de dinheiro público e não contribui com a formação dos alunos.
G1 conversou com o educador português por e-mail sobre os projetos implantados em Portugal e no Brasil e como ele enxerga atual situação da educação nos países. Confira, abaixo, a entrevista realizada com José Pacheco.
G1 - O Brasil possui teóricos da educação que propuseram um novo método de ensino, como o pernambucano Paulo Freire. Entretanto, vemos que o modelo de ensino no país não mudou na sua essência. Por que o senhor acha que isso acontece? Há algum tipo de barreira contra esse tipo de inovações?

José Pacheco - O modelo de escola do século XIX, que ignora os contributos dos grandes pedagogos que o Brasil teve e têm, produziu 30 milhões de analfabetos. No Brasil, como em Portugal e em outros países, continuamos a ensinar jovens do século XXI com professores do século XX e um paradigma do século XIX. Esse é o principal problema. Com ou sem novas tecnologias; aliás, as novas tecnologias até podem contribuir para aprofundar a crise se forem usadas em função do paradigma velho.
O modelo de escola com origem na França, na Prússia e na Inglaterra da Revolução Industrial faliu há mais de cem anos. O Caetano de Campos já falava isso no tempo do Império. Será que se mantém porque convém que se mantenha desigualdade, que haja marginalidade, um povo ignorante dos seus direitos?

Pergunto muitas vezes a mim mesmo como, perante as evidências dos rankings e das violências múltiplas que vivemos, dentro e fora do ambiente escolar, se consegue manter essa situação. Como diria João Cabral de Melo Neto, as escolas brasileiras são como usinas que engolem gente e vomitam bagaço.

G1- Como funciona a proposta da Escola da Ponte e do Projeto Âncora? Como os alunos formados nesses locais saem para a vida profissional e pessoal?
José Pacheco - Nas duas escolas, como em muitas escolas no Brasil e no mundo, as normas e regras que orientam as relações societárias não são impostas, são normas e regras que decorrem da necessidade sentida por todos. E a escola  possui uma organização de  espaço escolar diferente das escolas tradicionais. Não há aula, segmentação em séries, ciclos, classes, ou níveis. Nada disso tem fundamento científico. Nessas escolas, há práticas coerentes com valores livre e coletivamente assumidos; há verdadeiros projetos.
A avaliação acontece quando o aluno sente que cumpriu determinada tarefa, que alcançou determinado objetivo, que aprendeu determinado conteúdo, que cumpriu determinado projeto. A partilha do conhecimento produzido é a avaliação. Os relatórios de avaliação externa, realizadas por uma equipe de avaliadores independentes, nomeados pelo ministério a pedido do Ministério da Educação, são uma das provas da boa qualidade do projeto.
Os ex-alunos da Ponte – alguns já com mais de 50 anos de idade – são a prova da boa qualidade do projeto. São seres humanos plenamente realizados, com elevado nível de consciência cívica, éticos, empreendedores, solidários. Deverei acrescentar que a Ponte recebe alunos que as outras escolas jogam fora, e os recupera. Aluno que não aprende em outra escola, ou aluno que põe professor em estado de coma em outra escola, vai para a Ponte.

G1- O que falta para o Brasil assumir esse modelo de educação? Já existe uma estrutura pronta? Os profissionais são capazes de assumir essa nova forma de ensinar?
José Pacheco - Falta uma política pública séria, competente. O Brasil tem tudo aquilo que precisa para melhorar a educação. Não para importar modelos, mas para concretizar a Lei de Diretrizes e Bases, com apoio nos contributos de excelentes teóricos e de projetos, que vão surgindo por todo o país. Sou crítico dos titulares do poder público que continuam a fomentar o desperdício, a infelicidade e a ignorância. Porque sei ser possível outra escola, fui prefeito.

G1 - O senhor vê deficiência nas faculdades de pedagogia?

José Pacheco - Fico indignado quando vou às faculdades de pedagogia e não vejo nas bibliotecas nenhum livro do Lauro de Oliveira Lima ou de outros de sua geração, nem da Maria Nilde ou de Nize da Silveira. Vejo os Piagets, os Vygotskys. Entretanto, as escolas brasileiras continuam a ser controladas pela burocracia, quando as suas práticas deveriam obedecer a critérios de natureza pedagógica. Sem generalizar, porque o Brasil tem excelentes faculdades.
G1 - Como fica a figura do professor num projeto como esse? Ele teria que perder aquela imagem autoritária?

José Pacheco - Os professores terão de assumir ser necessária a reelaboração da sua cultura pessoal e profissional, substituir uma cultura solitária por uma cultura solidária. Neste capítulo, muito se decide no campo da formação. As instituições de formação de professores deverão reconhecer que a teoria não antecede a prática e que são as dificuldades de ensinagem que reclamam a teoria e a contextualizam em práxis coerentes; deverão recorrer a modalidades de formação que respeitem o princípio do isomorfismo na formação; e os educadores não deverão ser considerados como objeto de transmissão de informação, mas como sujeitos de formação no contexto de equipes de projeto.

G1 - Como é a aceitação do Projeto Âncora do Brasil? Acredita que ela está aumentando?
José Pacheco - Apesar de ter apenas um ano e meio de vida, o Projeto Âncora acolhe, semanalmente, dezenas de educadores do Brasil e do estrangeiro. É lócus de pesquisa, para dissertações e teses de doutoramento. É motivo de notícia na mídia. Mas também é alvo de campanhas de desacreditação, boatos, animosidades.


G1 - O senhor costuma dizer que, no Brasil, não faltam recursos para a educação. Esse modelo de comunidade de aprendizagens seria mais barato?
José Pacheco - O Brasil não tem falta de recursos. O Brasil desperdiça recursos. O último relatório da Fiesp [Relatório Educação: gastos públicos e propostas de melhorias, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, de outubro de 2010], sobre dez anos de desempenho do Ministério da Educação, mostra que o sistema educativo brasileiro desperdiça por ano R$ 56 bilhões. O custo aluno/ano do Brasil é elevado e os Idebs são miseráveis. Que maiores evidências serão precisas para modificar o modo como se faz política pública neste país?
O modelo das comunidades de aprendizagem será mais barato – o que permitirá, por exemplo, que os professores venham a ter um salário digno –, mas, mais do que isso, será uma das possibilidades de criação de uma nova construção social de escola, na qual, todos possam ter condições de serem sábios e felizes.
G1– A sociedade brasileira se acostumou com escolas com classes, professores e disciplina, buscando conteúdo para realizar o vestibular. Como mudar esse pensamento? O atual modelo do Enem já é uma evolução?

José Pacheco - Poder-se-á modificar a representação que as famílias e a sociedade têm de escola, por exemplo, demonstrando que esse modelo de escola produz ignorância, exclusão e pouca aprendizagem.
O Enem é um dispositivo algo melhor do que o tradicional vestibular, mas continua a ser uma prova, um dispositivo de avaliação muito falível. O vestibular e o Enem não se justificariam, se houvesse verdadeira avaliação nas escolas. Hoje, apenas se justifica, porque a educação básica está sucateada e porque existe a indústria do cursinho. 

G1 – O senhor acha que o modelo da Escola da Ponte e do Projeto Âncora ainda precisa ser aperfeiçoado?
José Pacheco - Certamente! Um projeto está em permanente fase instituinte. A Ponte é considerada a melhor escola do meu país, conseguiu alcançar excelência acadêmica com garantia de inclusão social e desenvolvimento humano sustentável. Mas está longe de mim a ideia de o projeto da Escola da Ponte estar perto da perfeição. Ele apenas tem cerca de quarenta anos de existência.

CAMPANHA COMPLETARÁ 276 ANOS.

Foto: José Milton
Release - Aniversário Campanha!

Em outubro Campanha comemora mais um aniversário e completa 276 anos!

Para celebrar essa data tão especial para a cidade que é o berço do Sul de Minas, o mês de outubro chega repleto de  acontecimentos! Através do apoio da Prefeitura Municipal, acontecerão em nossa cidade o 2º Encontro da Ferrugem, a 1ª Corrida de Rua e a 1ª Maratona Ciclística da Campanha.

Além disso, a prefeitura realizará a FAC - Feira de Artesanato Campanhense, além de diversas atividades no dia 02 de outubro para celebrar o nosso aniversário!

Confira a programação completa:

Dia 29/09 - Estreia da FAC - Feira de Artesanato Campanhense. Realizada pela Prefeitura da Campanha, através dos departamentos de Cultura, Turismo e Assistência Social, A FAC é um espaço que reúne os artesãos da Campanha para que eles possam expor gratuitamente suas obras, a fim de valorizar o trabalho desses artistas. A FAC acontecerá todos os domingos, das 10h às 15h, na Praça Dom Ferrão, e contará com apresentações musicais de diversos artista da cidade.

Dia 02/10 - Aniversário da Campanha - Atividades cívicas com a apresentação das bandas do município e participação das escolas da Campanha, durante o período da manhã, das 08h às 12h, na Praça Dom Ferrão.

Dia 06/10 - 1ª Corrida de Rua da Campanha - Realizada pela AACAMP (Associação de Atletismo e Ciclismo da Campanha) com o apoio da Prefeitura Municipal, a 1ª Corrida de Rua da Campanha será dividida em 2 categorias: Kids e Adulto. A corrida para os adultos começa as 09h e a das crianças começa as 10h30, ambas com 10 km de percurso.

Dias 12 e 13/10 - 2º Encontro Amigos da Ferrugem. Realizado com o apoio da Prefeitura da Campanha, a segunda edição do encontro de colecionadores de veículos antigos acontece na Praça Dom Ferrão e vai arrecadar alimentos para as instituições da cidade. Carros, motos e bicicletas com mais de 30 anos de fabricação estarão expostas, além do mercado de pulgas e bandas tocando os sucessos dos anos 60, 70 e 80.

Dia 20/06 - 1ª Maratona Ciclística da Campanha - Realizada pela AACAMP (Associação de Atletismo e Ciclismo da Campanha) com o apoio da Prefeitura Municipal, a 1ª Maratona Ciclística da Campanha acontecerá às 09h, com saída da Praça Dom Ferrão e um percurso de 60 km.


Prefeitura da Campanha - Administração 2009/2016 - "O Trabalho Continua!"

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

26 DE SETEMBRO.

Aniversariando hoje o escritor LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO. Completa 77 anos bem vividos.




SODEM, O MAIOR DIVULGADOR DA CAMPANHA ATUALMENTE. AGORA NA VIVER MINAS


TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS.



Esta matéria deve ser lida e levada a sério por todas as pessoas, especialmente pelos representantes do povo.
Assunto: Teoria das Janelas Partidas - Reflita!
Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor, abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.
Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram.Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.
Mas a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza, é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.
Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma idéia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura so fre reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.
Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas Partidas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.
Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves.Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pesso as forem adultas.
Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes mesmos espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.
A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às norm as de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.
A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinqüente, pois aos dos abusos de autoridade da polícia deve-se também aplicar-se a tolerância zero.
Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.
Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na rua onde vivemos.
A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras.
Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.
Reflita sobre isso!