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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

LANÇAMENTO DO LIVRO DAS AVENTURAS DE TADEU.

            Hoje às 19 horas haverá também o lançamento do livro de Simone Póvoa e Tadeu Salgado. No Teatro Capitólio em Varginha.  O título é: COMO sobreVIVER NO EXTERIOR. São história narradas pelo mochileiro Tadeu, em sua andanças por mais de 30 países, gastando muito pouco.

ALUNOS DO GINÁSIO SÃO JOÃO.

                                Reconheci aqui : Paulo Fernando Borges, Waldemar Miranda, Pedro Luiz Lemes, Mozart Fonseca Filho, Dirson Moreira, Dequinha, João Alfredo Paiva, Chiquinho Ruela, Raimundo, Acácio Pereira, Celso Gonçalves Leite, Franz de Pádua Lemes, Irmão Estevam (Geraldo), Gílson Gomes, Luiz Fernando Müller, Carlos Alberto Fonseca e Henrique Napoleão. Se alguém reconhecer outros, por favor comente.

VOCÊ SABE QUANDO A LEITURA SE TORNA UMA DEPENDÊNCIA?

Você sabe quando a leitura se torna uma dependência?

A Crítica - 31/07/2017
A leitura é uma experiência imersiva que confere um novo fôlego para seu cérebro. Ele é responsável por gerar imagens e ideias enquanto você passeia por um blog literário ou mergulha na leitura do seu recém-adquirido romance. Seu cérebro faz novas conexões, estabelece diferentes padrões – uma realidade virtual ao seu alcance.?..

Os Primeiros 10 minutos

O processo é iniciado.

Seus olhos passeiam pelas letras, acostumam-se com a tipografia, a cor do papel, a disposição das palavras. Até mesmo seu olfato é estimulado (neste caso, se estiver lendo um livro impresso). Lentamente, você começa a ser transportado para outra realidade.

Começam os efeitos intelectuais. Seu cérebro lida com estrutura narrativa, já tentando reconhecer a “voz” do autor. Seu cérebro se posiciona no contexto terminológico. Oferece alguma resistência às novas ideias. Tenta te avisar que aquilo que está lendo é ficção (como se você não soubesse). Aos poucos, ele relaxa. Está preparado para se entregar.

30 minutos

Crescem os efeitos. O cérebro está criando os sinais daquilo que você lê. Seu sistema auditivo ouve. Seus olhos veem. Há uma voz em sua cabeça, além de gritos, explosões, brisas – tudo combinado com intensa claridade.

Neste momento, você é transportado para outro tempo e lugar. Sem perceber, seu corpo reage à tensão do momento. Você remexe os dedos, rói unhas, manuseia objetos. Você está lá, embora, ache que ainda esteja aqui.

60 minutos

A imersão é total. Você reage de forma perpendicular ao conteúdo da literatura: de tristeza profunda a grande alegria. Sem que se dê conta, sua boca começa a produzir diversos ruídos capazes de incomodar pessoas próximas: como resmungos ou gargalhadas. Há uma intensa conectividade psicológica com personagens e eventos. Você se distancia do mundo real. Às vezes, seus olhos se distanciam do papel e fixam-se vagamente na parede. Seus olhos visualizam tudo, em todas as cores e formas. Mas para quem o observa, você aparenta ser apenas uma figura de olhar lânguido, débil, quase um drogado. Este é o efeito de quem está sendo progressivamente exposto a novas ideias. O aprendizado e seus efeitos colaterais.

Horas

Já está presente a dependência. Separar o leitor do livro provoca sinais de abstinência como irritabilidade. Neste momento, você já experimenta o poder de envolvimento da história. Atividades normais (e essenciais) do dia a dia, como comer e dormir, podem ser negligenciadas sem que você sequer perceba.

Dias e Semanas

Dependendo do seu ritmo de leitura e do tamanho do livro, muito provavelmente, após semanas de leitura, o livro chegou ao fim. Você experimenta uma sensação de intensa melancolia. Na verdade, neste momento, muitos leitores recomeçam a ler o livro – uma forma de recuperar a intensidade que experimentaram na primeira vez.

Finalizado o livro e de volta a realidade, o mundo parece mais complicado e, ao mesmo tempo, sem graça. Não há cores e romantismo. Não há suspense e reviravoltas. Para seguir em frente, você precisa de uma dose mais forte de “mundo paralelo”. E busca outro livro, volumes ainda mais desafiadores após um breve período de recuperação.

Anos

Você já é um leitor habitual. A literatura serpenteia suas veias. Seu cérebro não se contenta com menos. Você possui um conhecimento geral ampliado e uma visão mais perspicaz do mundo ao seu redor. Um ciclo constante de aprendizado. Como um leitor habitual, você está sob iluminação contínua e uma curiosidade intelectual que é, diariamente, aprimorada.?

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

EMPÓRIN, UM CANTIM MUITO ACOLHEDOR!

Para um cafezim especial, um atendimento especial. Assim é o café do Empórin servido pelas simpáticas Ana Flávia Chizzotti e Duda Vilhena. Um atendimento impecável que proporciona aos apreciadores do natural, ótimos produtos
 Eu experimentei, aprovei, virei cliente e recomendo. Um cantim delicioso para bater um papim e se deliciar com vários tipos de café, vinho e cervejas caseiras.
 Sérgio Vilhena também é cliente, assim como o professor Glauber Caetano Ferreira Lopes, que aparece nesta foto ao lado das proprietárias.

FUTEBOL DE SALÃO DO LEO CLUBE EM 1975.

Esta foi a equipe do Leo Clube nas Olimpíadas Campanhense de 1975.
Rogério Bird, Rafael Monticelli, José Milton, NI e Alfredinho Fonseca.
Fernando Magalhães, Maurícinho Maia, Flávio Magalhães e Ciro Serrano.

ALZHEIMER E SEUS ASPECTOS ESPIRITUAIS !

ALZHEIMER e seus ASPECTOS ESPIRITUAIS !

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*É Possível Evitar**
**Por Dr. Américo Marques Canhoto

* Américo Marques Canhoto, médico especialista, casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, Santarém, Portugal. Médico da família desde 1978. Atualmente, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto - Estado de São Paulo - BR. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes que se diziam indicados por um médico: Dr. Eduardo Monteiro. - Procurando por este colega de profissão, descobriu que esse médico era um espírito, que lhe informou: *Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento do espírito.*

Queremos dividir com os leitores um pouco de algumas das observações pessoais a respeito dessa moléstia, fundamentadas em casos de consultório e na vida familiar - dois casos na família. Achamos importante também analisar o problema dos 'cuidadores' do doente.

Além de trazer à discussão o problema da precocidade com que as coisas acontecem no momento atual. Se tudo está mais precoce, o que impede de doenças com possibilidade de surgirem lá pelos 65 anos de idade apareçam lá pela casa dos 50 ou até antes?

*Alerta*
- É incalculável o número de pessoas de todas as idades (até crianças) que já apresentam alterações de memória recente e de déficit de atenção (primeira fase da doença de Alzheimer). Lógico que os motivos são o estilo de vida atual, estresse crônico, distúrbios do sono, medicamentos, estimulantes como a cafeína e outros etc. Mas, quem garante que nosso estilo de vida vai mudar?

Então, quanto tempo o organismo suportará antes de começar a degenerar?

É possível que em breve tenhamos jovens com Alzheimer?!?

*Alguns traços de personalidade das pessoas portadoras de Alzheimer *
a) Costumam ser muito focadas em si mesmas.
b) Vivem em função das suas necessidades e das pessoas com as quais criam um processo de co-dependência e até de simbiose.
c) Seus objetivos de vida são limitados (em se tratando de evolução).
d) São de poucos amigos.
e) Gostam de viver isoladas.
f) Não ousam mudar.
g) Conservadoras até o limite.
h) Sua dieta é sempre a mesma.
i) Criam para si uma rotina de 'ratinho de laboratório'.
j) São muito metódicas.
k) Costumam apresentar pensamentos circulares e ideias repetitivas bem antes da doença se caracterizar.
l) Cultivam manias e desenvolvem TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) com frequência.
m) Teimosas, desconfiadas, não gostam de pensar.
n) Leitura os enfastia.
o) Não são chegadas em ajudar o próximo.
p) Avessas á prática de atividades físicas.
q) Facilmente entram em depressão.
r) Agressivas contidas.
s) Lidam mal com as frustrações que sempre tentam camuflar.
t) Não se engajam.
u) Apresentam distúrbios da sexualidade como impotência precoce e frigidez.
v) Bloqueadas na afetividade e na sexualidade. Algumas têm dificuldades em manifestar carinho, para elas um abraço, um beijo, um afago requer um esforço sobre-humano.


*Gatilhos que costumam desencadear o processo*-
Na atualidade, a parcela da população que corre mais risco são os que se aposentam - especialmente os que se aposentam cedo e não criam objetivos de vida de troca interativa em sequência. Isolam-se.

- Adoram TV porque não os obriga a raciocinar, pois não gostam de pensar para não precisar fazer escolhas ou mudanças.

- Avarentos de afeto e carentes de trocas afetivas quando não podem vampirizar os parentes, deprimem-se escancarando as portas para a degeneração fisiológica e principalmente para os processos obsessivos. Nessa situação degeneram com incrível rapidez, de uma hora para outra.

*Alzheimer e mediunidade*-
No decorrer do processo os laços fluídicos ficam tão flexíveis que eles falam com pessoas que não enxergamos nem sentimos. Chegam a transmitir o que dizem os desencarnados ou são usados de forma direta para comunicações.

Esta condição fluídica permite que acessem com facilidade ao filme das vidas passadas (bem mais a última) - muitas vezes nesses momentos, nos nomeiam e nos tratam como se fossemos outras pessoas que viveram com eles na última existência e nos relatam o que 'fizemos' juntos, caso tenhamos vivido próximos na última existência.
Vale aqui uma ressalva, esse fato ocorre em muitos doentes terminais e em algumas pessoas durante processos febris.

*Obsessão*-
É bem comum que a doença insidiosamente se instale através de um processo arquitetado por obsessores, pois os que costumam apresentar essa doença não são muito adeptos da ajuda ao próximo e do amor incondicional; daí ficam vulneráveis às vinganças e retaliações. É raro que bons tarefeiros a serviço do Cristo transformem-se em Alzheimer. Mas, quem é ou quais são os alvos do processo obsessivo? O doente ou a família?


*Alzheimer - o umbral para os ainda encarnados*-
O medo de dormir reflete, dentre outras coisas, as companhias espirituais nada agradáveis. Os 'cuidadores' desses pacientes tem mil histórias a contar e muitos depoimentos a fazer.. Esse assunto merece muitos comentários.

*O que é possível aprender com o cuidador?*
Paciência, tolerância, aceitação, dedicação incondicional ao próximo, desprendimento, humildade, inteligência, capacidade de decidir por si e pelo outro. Amor.

*O problema da obsessão *-
- Quem obsidia quem?
Cuidador e doente são antigos obsessores um do outro - não é preciso recuar muito no tempo, pois mesmo nesta existência, com um pouco de honestidade dá para analisar o processo em andamento; na dúvida basta analisar as relações familiares, como as coisas ocorreram.

*Não foi possível? - não importa; basta que hoje, no decorrer do processo da doença, avaliemos o que nos diz o doente nas suas 'crises de mediunidade'
- você fez isso ou aquilo, agora vai ver! - preste muita atenção em tudo que o doente diz, pois aí, pode estar a chave para entendermos a relação entre o passado e o presente.

*A dieta influencia*-
Os portadores da doença costumam ter hábitos de alimentação sem muita variação centrada em carboidratos e alimentos industrializados. *Descuidam-se no uso de frutas, verduras e legumes frescos, além de alimentos ricos em ômega 3 e ômega 6*;

*Devem consumir mais peixe e gorduras de origem vegetal (castanha do Pará, nozes, coco, azeite de oliva extra virgem, óleo de semente de gergelim). *

Estudos recentes mostram que até os processos depressivos podem ser atenuados ou evitados pela mudança de dieta.

*Doença silenciosa?*
- Nem tanto, pois avisos é que não faltam, desde a infância analisando e estudando as características da criança, é possível diagnosticar boa parte dos problemas que se apresentarão para serem resolvidos durante a atual existência.

*Remédios resolvem?*-
Ajudar até que ajudam; mas resolver é impossível, ilógico e cruel se, possível fosse - pois, nem todos tem acesso a todos os recursos ao mesmo tempo.

Remédios usados sem a contrapartida da reforma no pensar, sentir e agir podem causar terríveis problemas de atraso evolutivo individual e coletivo; pois apenas abrandam os efeitos sem mexer nas causas. Tapam o sol com a peneira.

*Remédios previnem?*-
Claro que não! - apenas adiam o inexorável. Quanto a isso, até os cientistas mais agnósticos concordam. Um dos mais eficazes remédios já inventados foram os grupos de apoio à terceira idade.

A convivência saudável e as atividades que possam ser feitas em grupo geram um fluxo de energia curativa. A doença de Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento do espírito que se torna solitário por opção. O interesse pelos amigos é um bom remédio.

*Qual a vacina?*
É estudar as características de personalidade, caráter e comportamento dos que a vivenciam, para que não as repitamos. *A melhor e mais eficiente delas é o estudo, o desenvolvimento da inteligência, da criatividade e a prática da caridade. *

*Quer evitar tornar-se um Alzheimer? *
Torne sua vida produtiva, pratique sem cessar o perdão e a Caridade com muito esforço e inteligência. Muito mais há para ser analisado e discutido sobre este problema evolutivo que promete nos visitar cada dia mais precocemente...


Esperamos que esta pequena lição que o Dr.Américo nos proporcionou em sua
palestra nos sirva para podermos ajudar pessoas com este mal.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

MAIS ALUNAS DO VITAL BRASIL NA DÉCADA DE 70.

Alunas da Escola Vital Brasil na década de 70.
Acho que reconheci sete delas. Marise Melo, Iracema Resende, Ana Maria Baldo, Maria Helena Mendes, Angélica, Maria Teresa Sales e Belinha Monticelli. Quem conseguiria identificar as outras?