quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

A TRUPE DO TEATRO CAMPANHENSE.

          Bons tempos, quando Campanha tinha um excelente Grupo de Teatro. Esta foto parece ter sido em São Lourenço. Nossa trupe nesta foto: Dona Mimi Paes, Nadege Paes, Euclides Garcia, Munir Bacha, Fausto Araújo, Nicolau Silva, Nilza Pires, e duas outras que vou precisar da ajuda de vocês para identifica-las.

JONAS DE PAIVA OLYNTO - 156 ANOS



JONAS OLYNTO

Ficha Biográfica:
Nome completo: Jonas de Paiva Olynto
Natural da Campanha - MG
Nascimento: 22/02/1862
Falecimento: 07/01/1920
Solteiro.
Pais: Francisco de Paula Paiva e Antônia Ornellas de Paiva .
Função: professor, poeta, jornalista.

Jonas de Paiva Olynto fez seus primeiros estudos na Campanha, seguido depois para o seminário de Mariana, onde esteve sob os auspícios do ilustre campanhense padre Francisco de Paula Vítor (Padre Vítor), que ele venerava profundamente.
No seminário conservou-se até a ocasião de receber a tonsura, pois, compreendendo que seu ideal era muito diverso, abandonou a batina e seguiu para sua terra natal. Como, porém, seu pais fossem paupérrimo e não podiam por isso mantê-lo numa academia, continuou a estudar sozinho pois, tinha sede de saber, era inteligente e muito estudioso. Conhecia o espanhol, o italiano, o inglês, o francês, o grego, e dispensava um especial cuidado à língua latina. Escrevia corretamente o idioma pátrio.
Certa vez, refletindo sobre quem eram os professores da Escola Normal quis ser normalista para, com seu diploma, tentar angariar uma cadeira de professor publico estadual.
Matriculou-se, então, na Escola Normal, e ali gozava de merecido conceito pela sua conduta destacada e maneira clara precisa com que discorria sobre as lições.
Com a morte repentina do pai, Jonas ficou sozinho com sua mãe. Abandonou o curso normal e fez-se professor para ajudar no sustento da casa. Seu amor de filho era enorme.
Como professor, dedicou-se ardentemente em distribuir aos discípulos os seus ótimos conhecimentos. Uma plêiade de ilustres campanhenses aprenderam com ele, pois sua competência e ilustração eram muito superiores.
  Jonas Olynto nunca pretendeu mudar de sua modesta condição de professor unicamente por não abandonar a sua pobre mãe, já velhinha, doente longos anos, no fundo do leito.
 Morta sua mãe, aos 12 de setembro de 1912, abandonou ele a profissão de mestre notável que fora. Ficou em sua residência reduzido à solidão. Tornou-se o solitário da rua Dr. Brandão, isto é, o solitário da rua do Fogo (como diziam).
  Jonas Olynto escrevia corretamente, estilo sublime, mordacíssimo na sátira. Colaborou em vários jornais locais, como "A Conjuração", "A Idéia", "A Consolidação", "A Revolução" (neste bateu-se ardorosamente pela República), "Monitor Sul Mineiro" e "A Campanha". Foi também poeta e deixou esparsas uma infinidade de composições de vários gêneros.
  Com a sua longa prática de ensino, Jonas Olynto compôs, na sua solidão, um livro a que dera o título de "Novo Méthodo - para aprender leitura e escrita em poucos dias" e publicou-o em 1914, na Tipografia Progresso de São Paulo.
  Em 1917, por insistência de Antônio Cândido de Rezende Filho e de Pedro Alcântara, o "Novo Méthodo" teve sua 2ª edição aumentada e melhorada.
Em setembro de 1919, Jonas Olynto havia já concluído e revisto os originais de mais 3 obras a serem publicadas em 1920: uma era a coletânea de suas poesias esparsas nos jornais e muitas inéditas de traduções dos "Poemas Barbares", de Leconte de Lisle; a Segunda, estudos de linguagem portuguesa, obra fartamente documentada; e a terceira, sobre a Campanha - sua história e as contradições de Júlio Bueno, no seu trabalho "Almanach do Município da Campanha", editado em 1900. Jonas, porém, tornara-se um neuropata cada vez mais acentuado, talvez pela vida isolada que levou; e, numa de suas crises neuróticas, lançou fogo aos originais dos seus trabalhos; tomou de uma tira de papel que colocou em um copo com solução de cianeto de potássio e escreveu nela a seguinte frase latina:
"Pote! Non doleti in eterno dormire, volo".
  Ingeriu a solução, pondo termo, assim, tão tragicamente, à sua vida toda consagradaao ensino da mocidade estudiosa da Campanha.
Hoje denomina rua no município da Campanha, no centro, localizada próximo à Escola Estadual D. Inocêncio.
Biografia: Antônio Cândido de Rezende Filho (Tonico Rezende).

NOSSOS FUTUROS LEGISLADORES POR MINAS GERAIS.

          Na noite de ontem o professor Vicente Baldo e eu, tivemos um honroso encontro informal com o amigo campanhense Ailton Cunha, pré candidato a deputado estadual e Tiago Mitraud, pre candidato a deputado federal. Tiago que é de Belo Horizonte e estava de passagem para São Paulo, onde tem alguns compromissos, resolveu parar em Campanha, que está bem no meio de seu caminho, aproveitou para rever o amigo de jornada Ailton Cunha e conhecer a nossa cidade, já que é a  mãe de tantas personalidades importantes do mundo da política.

          Foi um encontro muito gostoso, descontraído, quando pudemos conhecer melhor nossos futuros representantes no legislativo estadual e federal. Dois jovens que tiveram berço, de ótima educação, de uma formação ímpar, que fizeram a diferença por onde passaram, que se preocupam com o bem estar das pessoas, com a qualidade de vida das comunidades baseadas numa educação de alto nível.

          Muitos de vocês, assim como eu antes de conhece-los, pensava; la vem mais um oportunista querendo se dar bem na vida pública. Mas, a vida é feita de política, queiramos ou não tudo passa por ela, então é chegada a hora de buscarmos uma renovação geral, conhecendo o passado de cada candidato, sua formação e seu interesse pelo bem comum. Não é porque eu ou qualquer outra pessoa está sugerindo algum nome, que você deve acreditar. Anote este nome, procure conhecer sua formação, seu passado, seu compromisso com a comunidade e decida-se pelo que achar melhor. O importante é que renovemos o quadro político nacional. Será o primeiro passo, porque a transformação será muito lenta, mas, temos que começar.
       

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

CONGADA DOS CAJURU.

                    O terno de Congada dos Cajuru na primeira metade do século XX. Está foto foi tirada possivelmente pelo senhor Paulino Araújo, meu avô, na atual rua Getúlio Vargas, ao lado da Prefeitura e dos Correios da Campanha. Antigamente no lugar da casa que aparece ao fundo havia uma passagem até a praça, ao lado do cinema, que era conhecida como Beco da Cadeia, porque a cadeia pública era no largo da cadeia, que ficava no quarteirão onde hoje tem a Foto Fênix.

CARTA DE CIPRIANO JOSE DA ROCHA - 09.12.1937

Rio Verde na altura de S. Lourenço.
 His dictis, vamos transcrever, em ortografia oficial, a referência sobre Campanha, quase dispensando comentários,  tão clara é a sua redação. Em 23 de setembro, mal convalecido, fiz jornada desta vila para o descobrimento das minas do Rio Verde, só famigeradas por uma obscura notícia de alguma pessoa que ocultamente dava mantimentos aos criminosos, que refugiavam naqueles desertos. Por força de diligências minhas, fiz romper matas e sertões, que pudessem franquear a estrada que, com efeito, se pôs franca para toda pessoa, assim de pé e a cavalo, como para cavalos carregados, desterrando todo o terror que se havia concebido aos criminosos que espalhavam vozes: defenderiam os sertões que habitavam, para que não fossem entrados de pessoa alguma, o que lhes seria fácil, não abrindo-se caminho capaz. Com efeito, depois de dez dias de jornada, cheguei àqueles sertões e com o meu exemplo entraram aos poucos que quiseram, e os criminosos se ausentaram. Fizeram-se experiências nos córregos e ribeiros. Ordenei que quem quisesse entrar na repartição das terras minerais désse a rol os negros que possue. Pelos bilhetes de capitação, fe-se a repartição por sortes. Não houve descobridor; e só o temor que acima relato e a minha diligência. Tiraram-se as datas pertencentes à fazenda Real; e as que me tocavam, como superintendente, ordenei se juntassem às da Fazenda e se rematassem para a mesma. Importou toda rematação em meia arroba de ouro e onze oitavas, e foi preciso esperar o pagamento até o primeiro de setembro do ano próximo vindouro; e se seguraram as rematações e confianças. Não tirei salário algum da repartição, nem cousa alguma aos poucos dos dias que despendí em toda a jornada e estada. Estão estas minas em uns dilatados campos, que as findam em vários córregos e ribeiros, com muitos matos proveitosos para à agricultura e, ainda que tarde, se plantou (plantaram) quasi trezentos alqueires de milho, em várias roças. Em todos os córregos e ribeiros se acha ouro que entra para a terra, pelo que promete duração. São certos os jornais de meias patacas, e, nos tempos que assisti naquelas partes, tive certeza que os negros davam de jornal a meia oitava e três quartos. Compreende o descoberto em circuito mais de vinte léguas

Fundei um arraial em forma de vila, o que se deu o nome de S. Cipriano, que está povoado com praça e ruas em boa ordem e muito boas casas, e ficava-se entendido em fazer Igreja. Determinei terra para casa de Intendência, que será preciso. Tem o dito arraial a comodidade de quatros rios abundantíssimos de peixe grosso e miúdo, que são Palmela, Lambarí, Sapucaí (que eu descobri) e o Rio Verde que leva ouro em conta, pela experiência que se tem feito. Mandei tomar terra para casas da Intendência. Foram quase sete mil negros a que se repartiram terras. Serão as ditas minas uma dilatada povoação, tanto  tendo pela extensão, que cada dia cresce, como pela comodidade do país, terra produtiva de mantimento e os ares benévolos.

O Rio Sapucaí, só conhecido pela tradição dos antigos paulistas, fiz descobrir pelo sertão destas Minas, por diligências e despesas minhas, até que pessoalmente fui às suas margens e o passei em canôa, que mandei fazer. É o rio abundante de águas, maior em muitas partes que o Rio Grande, porém de vagarosa corrente. Mandei explorá-lo para as suas cabeceiras. acharam-se disposições de ouro e também me informaram que, navegando três dias rio acima, se comunicarão às minas de Itajubá. A entrada do inverno, as continuadas trovoadas e chuvas suspenderam-me maiores indagações, como desejava. aperfeiçoei o caminho que, quando fui, fez três dias de ornada, e hoje se faz em menos de um dia do arraial, sendo aquele tempo na consideração dos homens duvidoso e com perigo cometer aquele descobrimento tanto que, sabendo no arraial a minha resolução, se ausentaram muitos, entendendo eu os obrigaria a acompanhar-me. Gastei 73 dias nesta diligência. acompanharam-me os soldados que V.S. mandou, com bom gosto e obediência; o meirinho geral, como bom oficial, pronto a tudo.

Entrei nesta ação, por entender fazia bons serviços a S. Majestade, sem mais interesse que dar-se o mesmo Snr. por bem serviço da minha intenção, e poderem se acomodar os vassalos e cessarem as queixas de muitos que não tenham onde minerar. Vão entrando muitas gentes; tem mantimentos em abundância e bom cômodo e continuamente estão entrando carregações. Será preciso crear-se Vila, com justiças pela distância que há à esta vila, sem embargo de eu mandar por em direitura o caminho que fica em pouco mais de três dias, mas sempre é distância. Obrei a despesas minhas, perdendo emolumentos, o que é notório. Deus Guarde a V. S.

S. João del Rei, 9 de dezembro de 1737. O ouvidor de S. João del Rei-
Cipriano José da Racho".

Arquivo: Memória Campanhense
04.08.2016

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

10 FAMOSOS DE OUTRAS ÁRES QUE ESCREVERAM BEST-SELLERS, E VOCÊ NEM SABIA!

10 famosos de outras áreas que escreveram best-sellers – e você nem sabia!

Caio Coletti - Observatório do Cinema - 08/02/2018
É curioso pensar nos nossos atores preferidos como autores de livros – isso porque costumamos pensar em famosos do cinema como pessoas muito públicas, e escritores não tanto. É difícil separar a personalidade desses famosos de suas narrativas, mas a verdade é que eles são muito talentosos no papel!


LAUREN GRAHAM | Você a conhece como a Lorelai Gilmore, mas Graham também é chegada a uma boa máquina de escrever. Intitulada Quem Sabe um Dia, sua estreia no mundo da ficção conseguiu status de best-seller do New York Times contando a história de uma jovem tentando sucesso na Broadway.

GENE HACKMAN | Após anunciar sua aposentadoria dos cinemas em 2004, o lendário Lex Luthor de Superman (1978) conseguiu realizar um sonho: ter tempo para escrever romances históricos. Nenhum de seus livros foram traduzidos no Brasil, mas títulos incluem Justice for None (Justiça para Ninguém), Escape from Andersoville (Escape de Andersonville) e Pursuit (Perseguição).

CHRIS COLFER | Sentindo falta do Kurt de Glee nas telas? Bom, é melhor você não esperar sentado, porque atualmente Chris Colfer está muito ocupado com sua carreira de escritor best-seller. A série de livros infanto juvenis Terra de Histórias, publicada em onze volumes entre 2012 e 2017, é dele.

TOM HANKS | O lendário astro de Forrest Gump e Toy Story não se caracterizava como um escritor até recentemente – ele lançou seu livro de contos, Tipos Incomuns, em outubro de 2017. O livro foi um sucesso de crítica e público – inspirado pela coleção de máquinas de escrever antigas que possui, Hanks criou contos nostálgicos e criativos.

CARRIE FISHER | A eterna Princesa Leia se considerava mais escritora do que atriz. Seu best-seller Lembranças de Hollywood é talvez o mais lembrado de uma grande bibliografia – isso porque o livro de inspiração autobiográfica virou filme, estrelado por Meryl Streep e Shirley MacLaine em versões pouco disfarçadas de Fisher e sua mãe, Debbie Reynolds.

STEVE MARTIN | O comediante publica ensaios, peças, livros autobiográficos e novelas de ficção desde 1979, mas seu trabalho mais reconhecido no campo literário é provavelmente A Balconista, que ele mesmo transformou em um filme em 2005, estrelado por Claire Danes. Vale a pena ler – e ver!

HUGH LAURIE | Em 1996, ainda conhecido primariamente como um comediante britânico, Laurie lançou seu primeiro livro, O Vendedor de Armas, uma comédia de humor negro muito elogiada pelos críticos. Desde então, ele promete um segundo tomo, intitulado The Paper Soldier (O Soldado de Papel, em tradução livre), mas por enquanto nada…

ETHAN HAWKE | Fãs da trilogia Antes do Amanhecer, de Richard Linklater, sabem que Ethan Hawke (assim como sua colega de elenco, Julie Delpy) ajudaram a escrever o roteiro dos três românticos filmes que a compõem. Mesmo assim, é curioso saber que Hawke também já publicou três livros de ficção, dois dos quais foram enormes sucessos, traduzidos para o Brasil: Quarta-Feira de Cinzas (2002) e Código de Um Cavaleiro (2015).

AMBER TAMBLYN | Você a conhece por Quatro Amigas e Um Jeans Viajante, Joan of Arcadia ou 127 Horas, mas Tamblyn é também uma poetisa realizada, que publica seus próprios livros e os vende independentemente, em meio a muita aclamação crítica. Seus dois livros até agora se chamam Of the Dawn (Da Alvorada) e Plenty of Ships (Muitos Navios).

MEG TILLY | Após indicação ao Oscar por Agnes de Deus (1985) e papel marcante em O Reencontro (1983), é curioso que Tilly não tenha conseguido mais sucesso na carreira pós-anos 1980, mas isso pode ter acontecido por sua predileção pela literatura. Desde 1994, ela publicou seis livros – o mais bem sucedido deles sendo Porcupine, de 2007.

AILTON CUNHA PASSOU NA PRIMEIRA PENEIRA.


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

LEMBRANÇAS DOS CAMPEONATOS DO CEC.

          Campeonato de futebol de salão na quadra do CEC. Vou ficar devendo o nome da equipe, mas os atletas são:
          Zé Francisco Fonseca, Cida Ribeiro, Matusalém Nascimento, e Paulo Guilherme Cornélio.
          Dequinha Souza, Miltinho Melo, Zezé Marimbondo e Serafim Vilhena.

10 DICAS PARA LER E ESCREVER MELHOR.

10 dicas para ler e escrever melhor

Universia - 08/02/2018
Para ler e escrever melhor, é preciso compreender que a leitura e a escrita caminham juntas. Por isso, é essencial aprender quais são os aspectos fundamentais que envolvem essas tarefas. Quanto mais você se dedicar à leitura, melhor será a sua escrita. Da mesma forma, quanto mais você escrever, melhor compreenderá os textos e o processo concernentes ao ato de escrever.

Tanto a leitura quanto a escrita sempre vão acompanhá-lo nos momentos de lazer, nos estudos e nas tarefas profissionais. Por isso, listamos abaixo 10 dicas que vão ajudá-lo a ler e, consequentemente, escrever melhor. Confira:

1. Leia com cuidado
Ler rápido demais não significa que você realmente foi eficiente e aproveitou o conteúdo. Para conseguir absorver o máximo do conteúdo, é necessária uma leitura atenta. Caso precisar, destaque, anote e marque as páginas, porque seus apontamentos completarão aquilo que o autor tentou transmitir. Se houver dúvidas, separe um tempo para buscar respostas e se aprofundar no assunto e nas ideias que o autor apresentou.

2. Crie fichas de leitura
Outra maneira de aprimorar a leitura de um conteúdo é por meio de fichas. Existem técnicas de anotações, por exemplo, que ajudam você a classificar o enredo, o gênero e outras características de um livro. Pelo fato de processar muita informação, o cérebro não consegue se lembrar de tudo, mas pequenas anotações podem ajudá-lo a lembrar de pontos-chave de cada conteúdo.

3. Aproveite materiais de referência
Muitas publicações incluem referências para materiais complementares, como críticas e questionários. Não ignore essas informações de apoio, pois eles podem proporcionar um entendimento maior sobre o contexto e o assunto. Procure também por materiais que exijam uma leitura mais profunda, ricos em detalhes emocionais e sensoriais. Dessa forma, você terá mais facilidade de descrever gestos corporais e outros aspectos subjetivos em um texto escrito.

4. Leia em voz alta
Ler em voz alta serve como uma boa estratégia de memorização, além de ajudar a entender melhor alguns conteúdos mais exigentes e complexos. Essa prática também pode ajudá-lo a colocar as ideias em ordem e evitar que o texto fique confuso, quando estiver começando a escrevê-lo.

Ao escutar o que você escreveu, será mais fácil identificar erros de gramática e de estrutura textual. Por falar em voz, tente falar e escrever corretamente no dia a dia também. Conversas informais de Internet, bate-papo, excesso de gírias e abreviações atrapalham o seu progresso.

5. Leia mais sobre outros assuntos
Cultivar a leitura: essa é a melhor estratégia para ler melhor. Adote o hábito de ler diariamente. Não leia apenas pela obrigação de entregar tarefas aos professores. Escolha conteúdos do seu interesse, mas selecione também outras opções de assunto para diversificar seus conhecimentos.

Leia sobre outros assuntos com os quais não está acostumado, isso amplia seu conhecimento literário e ajuda a aumentar seu repertório no momento de escrever ou falar sobre algo. Essa variação impede a leitura de se tornar enjoativa e aumenta a sua visão de mundo. Tenha sempre um livro ao seu alcance.

6. Aprenda sobre leitura dinâmica
Leitura dinâmica é um conceito que engloba diversas técnicas que o ajudam a ler mais rápido, mantendo a qualidade do entendimento e da retenção de informações. Ao desenvolver essas técnicas, você conseguirá aumentar a velocidade de leitura, bem como a capacidade de compreensão e de memorização. E ainda, essas técnicas vão ajudá-lo a melhorar a sua concentração, o que é fundamental para cortar distrações que podem atrapalhá-lo durante as leituras.

7. Edite textos e outros conteúdos
Não é recomendado cobrar por esse tipo de serviço caso você não esteja qualificado para tal. Mesmo assim, é uma ótima maneira de treinar sua percepção sobre estilos textuais e estruturais de um conteúdo; fazê-lo de maneira voluntária para colegas de classe ou amigos.

Aproveite oportunidades para treinar a sua escrita, seja quando for redigir um e-mail, um blog post ou algo nas redes sociais. Isso vai ajudá-lo a escrever melhor. Mas não fuja da dúvida quando ela surgir, pois será uma oportunidade para estudar e esclarecer os desafios do idioma.

8. Evite clichês, estrangeirismos e outros excessos
Evite inserir, em seus textos, ideias ou frases muito usadas. Quanto mais atenção você tiver com os materiais que está estudando, mais cuidado terá quando for produzir seus textos. Além do mais, a não ser que esteja escrevendo para um público específico, evite usar estrangeirismos em excesso. Termos como IoT (Internet of Things) podem não ser entendidos por todos.

Busque utilizar uma linguagem mais adequada para cada público. Utilizar palavras mais simples pode ser mais vantajoso do que palavras mais rebuscadas. Outra coisa a se evitar é o excesso de exemplos e citações, porque isso pode soar como um sinal de que você não entende bem sobre o assunto.

9. Leia e escreva diariamente para ganhar prática
Você pode ler e escrever sem compromisso sobre algo que gosta, pois isso tornará o trabalho mais divertido e interessante. Talvez você possa registrar seus textos em um blog ou diário. Escrever e ler, como toda prática, precisa de consistência e regularidade. Quanto maior o tempo gasto em determinada atividade, maiores serão as habilidades adquiridas.

Outro ponto importante: ao escrever, não fique refém de corretores automáticos. Esses corretores ajudam a eliminar erros básicos, mas não compreendem suas ideias e estilos de escrita. Por isso, aprenda mais sobre gramática e escrita, para que você consiga escrever textos melhores para cada tipo de leitor.

10. Releia e reescreva seus textos antigos
Ler e reescrever seus textos antigos vai ajudá-lo a perceber o seu desenvolvimento, o que você melhorou e o que ainda precisa melhorar. Pode ser uma postagem nas redes sociais, um blog post, uma questão dos seus estudos, entre outros.
Ao reescrever textos antigos, observe se você empregou a linguagem correta, pois escrever bem varia de acordo com o propósito de cada texto. Veja também se o texto era objetivo ou se havia “enrolações”. Um texto mais conciso, que comunique a mesma mensagem de um texto mais longo, geralmente é mais comunicativo e interessante para os leitores.

Não é complicado aprender a ler e escrever melhor, mas é preciso se dedicar bastante para entender e aprimorar-se na arte da comunicação. Contudo, não faça do seu cérebro apenas um consumidor de informações, compartilhe suas experiências sobre leitura e escrita para ajudar outras pessoas também. Dessa forma, suas habilidades amadurecerão com mais consistência.

Por falar em experiência, compartilhe suas experiências de leitura e escrita, para que possamos ajudar ainda mais pessoas com informações de qualidade.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

EQUIPE DE FUTEBOL DE FURNAS JACAREPAGÁ - RIO DE JANEIRO.


Time de Furnas  Jacarepaguá  Rio. Mathuza, Campelo, Milson,  Soter,  Marco Aurélio,  Lidson, Eduardo, Raed, Zico,  Celso Rosa,  Paulo Pinho. Tem campanhense neste time.

QUE BRASIL VOCÊ QUER PARA O FUTURO?

Que Brasil você quer para o futuro?

blog.crb6.org.br 06/02/2018
O que você espera para o Brasil nos próximos anos? A TV Globo lançou essa campanha em seus telejornais, e bibliotecários de todo o país já estão se movimentando nas redes sociais para mostrar que o futuro precisa de cada vez mais bibliotecas, com bibliotecários prontos para atender a população.

Para participar, é simples. Basta gravar um vídeo de até 15 segundos respondendo à pergunta: “Que Brasil você quer para o futuro?”. A única exigência é estar em frente a um dos lugares mais conhecidos de sua cidade. Ou seja, uma ótima chance para mostrar a biblioteca pública da cidade ou algum ponto cultural importante para todos. Você começa dizendo seu nome, sua cidade e, então, dá o seu recado.

Participe dessa iniciativa para valorização da nossa classe.

A TRUPE DO TEATRO CAMPANHENSE.

          Bons tempos, quando Campanha tinha um excelente Grupo de Teatro. Esta foto parece ter sido em São Lourenço. Nossa trupe nesta fo...

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