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quarta-feira, 19 de julho de 2017

MEMORIZAÇÃO TEM LUGAR NA SALA DE AULA.

Memorização tem lugar na sala de aula

Marcelo Viana
O filme `The Wall`, do diretor Alan Parker, lançado em 1982, é uma dramatização do álbum homônimo da banda de rock britânica Pink Floyd. Numa das cenas, o professor humilha um aluno que `se acha um poeta`. Descartando os escritos do menino como `absoluta porcaria`, o mestre ordena que a classe volte ao trabalho, repetindo com ele `Um acre é a área de um retângulo cujo comprimento é um furlongue e cuja largura é uma cadeia. Um acre é a área de um retângulo...`.

A cena, que já foi comum em muitos países, é uma caricatura mordaz da didática da memorização, que dispensa a compreensão e reduz o aluno a um mero receptor. A frase em si é incorreta: uma superfície com área igual a um acre não tem por que ser um retângulo, muito menos esse. Mas o ponto principal é que ela é incompreensível se você não conhece os conceitos e palavras: O que são furlongue e cadeia? E o que área tem que ver com comprimento e largura afinal? Assim, a `definição` é apenas uma fórmula vazia, sem sentido para aqueles que ela deveria instruir.

Foi assim que eu e meus coleguinhas aprendemos que 2 vezes 6 doze, 2 vezes 7 catorze etc, sem sabermos o que é `vezes`. Lembro a primeira ocasião em que vi uma tabuada no quadro-negro e pensei que a professora devia estar distraída: estava escrevendo o sinal de `mais` todo inclinado, chamando-o de `vezes` e, mais incrível ainda, errando quase todas as contas! Tudo isso com o maior carinho, pois a professora era a minha mãe.

Esses exageros conduziram, em décadas recentes, a uma grande desvalorização do papel da memória na aprendizagem da matemática. Não há dúvida de que a abordagem tradicional era errada e ineficiente, mas até onde devemos ir na eliminação da memorizacão do ambiente escolar? Essa é uma das questões abordadas no livro `Ten questions for mathematics teachers and how Pisa can help answer them` (Dez questões para professores de matemática e como o PISA pode ajudar a respondê-las, em tradução livre) publicado em 2016 pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O Programa Internacional para Avaliação de Estudantes (Pisa é a sigla em inglês) é uma avaliação de desempenho em três áreas –leitura, matemática e ciências– realizada pela OCDE a cada três anos, com estudantes de 15 anos de mais de 60 países, incluindo o Brasil. Os testes não estão diretamente ligados aos currículos escolares. Pelo contrário, focam em tentar medir a capacidade do estudante para aplicar seu conhecimento e talento a problemas da vida real.

O Pisa não é isento de críticas. Em alguns países mais avançados, é acusado de criar metas (como ficar bem colocado no ranking do Pisa) que não são realmente prioritárias para o objetivo maior da educação. Acredito que essa crítica tem algum fundamento, mas que tem mais que ver com o uso inadequado e simplista dos resultados, e não dos fundamentos do programa em si.

No Brasil, o Pisa incomoda alguns segmentos do nosso ambiente escolar, talvez por escancarar o que todos sabemos: que o rei está nu e mudanças estruturais são necessárias e urgentes. Entre outras, já ouvi de um educador que `os resultados não se aplicam ao Brasil, pois não treinamos nossos alunos para resolver problemas`. Com o perdão da pergunta, treinamos para que mesmo?

Um dos méritos de programas internacionais como o Pisa é fornecerem parâmetros de avaliação independentes, que não podem ser manipulados ao sabor das conveniências políticas locais. Outro ponto forte é a capacidade de gerar uma grande quantidade de dados sobre o panorama educacional que, se usados de maneira inteligente e ponderada –indo além do imediatismo e apelo midiático dos rankings de países–, podem orientar, sim, todos os atores da questão educacional: autoridades, escolas, professores e famílias.

É isso a que se propõe fazer o livro que mencionei: a partir de dados do Pisa 2012, oferece respostas a dez perguntas de interesse para professores de matemática em qualquer país. Ele ainda não foi traduzido para o português (no entanto, confira Brasil no Pisa 2015), mas já contatamos a OCDE para expressar o interesse do Impa e da Sociedade Brasileira de Matemática em traduzi-lo. As repostas são sucintas, mas bem fundamentadas, e nem sempre o que seria de se esperar.

No Capítulo 4, `O que sabemos sobre memorização e aprendizagem de matemática?`, descobrimos que alunos com pior atitude em relação à matemática (ansiedade, baixa motivação e perseverança) são mais propensos a apelar para a memorização como única técnica de aprendizagem. E que isso acarreta pior desempenho em todos os níveis de dificuldade, embora a diferença seja pequena (apenas) quando se trata de resolver problemas muito fáceis e rotineiros.

A questão é que o modo como a memorização é usada faz diferença. Treinamento repetitivo de certas capacidades é sim uma técnica útil, desde que também abra caminho para a compreensão do assunto, pois ele libera a mente para tarefas superiores de raciocínio. E repetição não precisa ser sinônimo de tédio. Meu filho mais velho está muito empolgado para memorizar a tabuada, pois a escola soube transformar a coisa toda numa brincadeira. Como ele já está craque na tabuada do 8, acredita que os meninos vão ganhar `facinho` das meninas!

Talvez por isso, o grau de uso da memorização no ensino de matemática parece ter pouco que ver com a qualidade do sistema educacional do país. Ela é importante em países como Austrália, Jordânia e Holanda, e pouco usada na Dinamarca, Cazaquistão e México, entre outros. O Brasil está no grupo intermediário, perto da Finlândia e da Turquia, por exemplo.

Para terminar, qual foi a conta que a minha professora não `errou` na tabuada naquele dia? Usei essa lembrança muitos anos depois para resolver um problema na faculdade. Respostas são bem vindas pelo e-mail viana.folhasp@gmail.com.

(UOL EDUCAÇÃO – 07/07/2017)

Marcelo Viana é matemático e diretor-geral do Impa, é ganhador do Prêmio Louis D., do Institut de France.

QUEM LÊ REGULARMENTE VIVE MAIS.

Quem lê regularmente vive mais, diz estudo.


Encontrar uma válvula de escape que ajude a esquecer os problemas por, pelo menos, algum tempo é imprescindível para a saúde mental e física. Um estudo, publicado no periódico “Social Science and Medicine”, mostrou que aquelas pessoas que leem regularmente — uma média de três horas por semana — para relaxar têm uma maior expectativa de vida. Segundo a pesquisa, o resultado parece ter relação com a melhoria cognitiva conquistada durante a leitura.

De acordo com os cientistas, ler um livro envolve processos cognitivos que promovem a inteligência emocional, a empatia e a percepção social, características que favorecem a longevidade. Foram mais de três mil participantes acompanhados por 12 anos.

— Manter-se vivo mentalmente, com atividades como a leitura, oferece estímulos cognitivos. Essa pessoa estará muito mais protegida de doenças degenerativas, como Alzheimer do que quem não faz esse tipo de exercício — explica o psiquiatra Kalil Duailibi, da Associação Paulista de Medicina.

Kalil Duailibi explica ainda que ler estimula diversas partes cerebrais ao mesmo tempo, já que a atividade possibilita “entrar” na história a partir da imaginação.

— Traz uma riqueza sináptica enorme, melhora nossa função neural ativando memórias, associando com vivências suas — afirma o psiquiatra.

Preservar o cérebro funcionando e protegido não é a única vantagem de embarcar em um bom livro. A partir da leitura, ganha-se vocabulário e repertório emocional para enfrentar novos desafios na vida profissional ou nas relações.

Para a psicoterapeuta Aline Vilhena Lisboa, apesar da correria dos dias atuais, preservar esse hábito é fundamental do ponto de vista emocional.

— Ler proporciona essa entrada no mundo da imaginação, que facilita a fantasia e diminui aquela tensão diante do mundo real. Se estou com um problema, esqueço dele no momento da leitura. Além disso, ao entrar naquela história, tira-se um sentido dali para sua vida. Por outro lado, têm sido uma prática muito fragmentada: exige concentração e foco, coisas que não estão sendo priorizadas — observa ela.

A leitura tem ainda outra característica: “devorar” um livro possibilita conversar sobre ele com outras pessoas. Esse diálogo, com amigos ou em clubes de leitura, favorece a socialização e o bem-estar.

POR QUÊ AS PESSOAS MELHORAM ANTES DA MORTE?

Por quê as pessoas MELHORAM antes da MORTE ?

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Esclarecimentos sobre porque acontece a melhora repentina de doentes, antes da morte física ocorrer.
Diante do agonizante o sentimento mais forte naqueles que se ligam a ele afetivamente é o de perda pessoal.

"Meu marido não pode morrer! Ele é o meu apoio, minha segurança!"?

"Minha esposa querida! Não me deixei Não poderei viver sem você!"

"Meu filho, meu filho! Não se vá! Você é muito jovem! Que será de minha velhice sem o seu amparo?"

Curiosamente, ninguém pensa no moribundo.
Mesmo os que aceitam a vida além-túmulo multiplicam-se em vigílias e orações, recusando admitir a separação.

Esse comportamento ultrapassa os limites da afetividade,
desembocando no velho egoísmo humano, algo parecido com o presidiário que se recusa a aceitar a idéia de que seu companheiro de prisão vai ser libertado.

O exacerbamento da mágoa, em gestos de inconformação e desespero, gera fios fluídicos que tecem uma espécie de teia de
retenção, a promover a sustentação artificial da vida física. Semelhantes vibrações não evitarão a morte. Apenas a retardarão, submetendo o desencarnante a uma carga maior
de sofrimentos.

É natural que, diante de sério problema físico a se abater sobre alguém muito caro ao nosso coração, experimentemos apreensão e angústia. Imperioso, porém, que não resvalemos
para a revolta e o desespero, que sempre complicam os problemas humanos, principalmente os relacionados com a morte.

Quando os familiares não aceitam a perspectiva da separação, formando a indesejável teia vibratória, os técnicos da Espiritualidade promovem, com recursos magnéticos,
uma recuperação artificial do paciente que, "mais prá lá do que prá cá", surpreendentemente começa a melhorar, recobrando
a lucidez e ensaiando algumas palavras...

Geralmente tal providência é desenvolvida na madrugada. Exaustos, mas aliviados, os "retentores" vão repousar, proclamando: "Graças a Deus! O Senhor ouviu nossas
preces!"

Aproveitando a trégua na vigília de retenção os benfeitores espirituais aceleram o processo desencarnatório e iniciam o desligamento.

A morte vem colher mais um passageiro para o Além.

Raros os que consideram a necessidade de ajudar o desencarnante na traumatizante transição. Por isso é freqüente a utilização desse recurso da Espiritualidade, afastando aqueles que, além de não ajudar, atrapalham. Existe até um ditado popular a respeito do assunto:

"Foi a melhora da morte! Melhorou para
morrer!”

Fonte - Quem Tem Medo da Morte (Richard Simonetti)

terça-feira, 18 de julho de 2017

NORUEGA PLANTA ÁRVORES AGORA PARA SEREM LIVROS NO PRÓXIMO SÉCULO.

Árvores são plantadas na Noruega para serem transformadas em livros no próximo século.



Ano após ano, escritores de diferentes países enriquecem a chamada “Biblioteca do Futuro”. Os primeiros deles nunca conhecerão a reação de seus leitores, porque esse conjunto de obras inéditas será publicado apenas no próximo século.

Até agora, o único elemento visível dessa empreitada estilística e internacionalmente diversa é o conjunto de cerca de mil pequenas árvores, que, plantadas há três anos, crescem na periferia verde de Oslo.

Em 2114, quando forem centenários, esses abetos serão cortados e transformados no papel onde serão escritas as antologias que reunirão todos os escritores convidados a contribuir até a conclusão do projeto.

A canadense Margaret Atwood foi a primeira convidada a se juntar à iniciativa, em 2015, seguida do romancista britânico David Mitchell, em 2016. Este ano, foi o poeta islandês Sjon que apresentou seu manuscrito.

“Algo que um escritor sempre enfrentará é a existência de leitores que não conhece. Estão, talvez, em outro continente, ou distante no tempo, mas, é muito especial saber que ninguém lerá seu texto, enquanto você estiver vivo”, admite esse escritor, autor das letras de algumas das canções da cantora islandesa Björk.

Saber que não verá as reações a seu trabalho “aprofunda muito minha relação com o texto”, comenta.

“Eu me dei conta de que muitos dos mecanismos que eu dou como certos quando escrevo meus textos são, na verdade, algo sobre que devo pensar o tempo todo: a precisão das palavras, o uso de termos antigos… Escrever em islandês também foi uma das questões, com as quais tive de me confrontar, porque não sei onde meu idioma estará em 100 anos”, completou.

A árvore se faz livro

Se antes era a folha branca que esperava a inspiração do autor, agora serão, de certo modo, as palavras que terão de esperar o tempo necessário para que a árvore se faça livro.

Essa longa espera pela “Biblioteca do Futuro” é apenas a última de uma série de iniciativas na Noruega em celebração à “slow life” e à posteridade.

Campeão da “Slow TV”, o país nórdico acolhe a Reserva Mundial de Sementes, uma espécie de Arca de Noé vegetal destinada a preservar a diversidade genética de eventuais catástrofes futuras.

A ideia da biblioteca nasceu na imaginação da artista escocesa Katie Paterson e pôde-se materializar graças a um encontro com promotores imobiliários noruegueses em busca de um projeto cultural.

“Espero que os autores de hoje e das próximas décadas digam algo de sua época”, explica Paterson.

“Acho que será interessante para aqueles que puderem ler as obras daqui a 100 anos, porque poderão refletir, remontando no tempo. Porque, daqui a 100 anos, quem sabe como será a civilização?”, acrescenta.

‘Voto de confiança’

Ainda se lerá livros em 2114? Ainda haverá impressoras para colocá-los em papel?

A “biblioteca do futuro” é “um voto de confiança no futuro da cultura”, afirmou David Mitchell no ano passado.

“Umberto Eco dizia que a forma do livro não pode melhorar. É como a roda. Não tem como ser aperfeiçoada”, disse Paterson.

“Mas, claro, a tecnologia avança tão rápido que vamos para o desconhecido. Hoje falamos de livros eletrônicos, mas ignoramos totalmente que forma os livros tomarão depois. Pode ser algo inimaginável. Talvez, então, os livros de papel sejam uma antiguidade, ou talvez sejam a norma. O futuro decidirá”, acrescenta.

Pagando 800 libras esterlinas (cerca de 1.000 dólares), os bibliófilos mais ansiosos já podem comprar um certificado que dá direito a alguns dos mil exemplares da antologia que serão publicados e vendidos em galerias de arte.

Até a publicação, os manuscritos ficarão guardados em uma sala especialmente projetada para eles na nova biblioteca pública de Oslo, que deve ser aberta em 2020.

“Se tivéssemos tido de fazer uma avaliação de riscos dessa obra cultural, ela nunca teria acontecido”, reconhece Anne Beate Hovind, responsável pelo projeto e presidente do comitê de seleção de escritores.

“Mas, hoje, rivalizamos com os Nobel”, comemora Anne.

PODEMOS BUSCAR CARTA DO ALÉM?

PODEMOS BUSCAR CARTA DO ALÉM?


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Podemos, mas o médium Divaldo P. Franco explica no livro “Entrevistas e Lições” que, nem sempre nos convém receber mensagens do além. Muitas vezes, o intercâmbio pode produzir males a ambos: a quem ficou na Terra e àquele que desencarnou. Afinal de contas, o amor, quando é legítimo, não necessita de intercâmbio tão constante. Ideal seria que nós mantivéssemos viva a chama do amor e aguardássemos o tempo, sem maior inquietação. Quando for oportuno, Deus nos concederá a bênção do reencontro. QUANTO TEMPO LEVA PARA QUE OS DESENCARNADOS POSSAM SE COMUNICAR? Há comunicação que ocorre logo após o instante da desencarnação e outros não. No livro O Céu e o Inferno, Allan Kardec faz uma abordagem sobre a questão, narrando fatos sobre pessoas que se comunicam poucos minutos depois da morte. Temos também o exemplo de José Herculano Pires, que no momento que sofreu um enfarte, estava acontecendo um trabalho mediúnico em seu lar. A família que o socorreu não contou aos participantes para não atrapalhar o trabalho. No final foram lidas duas mensagens psicografadas, sendo uma delas a de Herculano dirigida a sua esposa. Os membros não acreditaram porque não sabiam de sua desencarnação. É um fenômeno raro, mas possível. Outras comunicações, no entanto, sucedem após meses, anos e até séculos. Tudo se encontra relacionado com o desprendimento, ou não, do Espírito que desencarnou, está ligado á sua evolução. Exemplo: quando chegamos a um país estrangeiro e não dominamos bem a língua temos dificuldades de nos comunicar; se não sabemos fazer uma ligação telefônica, não conseguiremos transmitir notícias. Da mesma forma, recém-chegados ao Além, em geral não dispõe, ainda, de meios para enviar mensagens. Embora tenhamos capacidade, falta-nos a possibilidade de fazê-lo. E a “morte” é uma cirurgia total. Há pessoas que despertam de uma intervenção singela com grave distúrbio emocional, desequilibrando-se, totalmente, sob efeito de determinados anestésicos. Outras voltam a si com serenidade e lucidez, após operação mais complexa. Outras sofrem com a cobrança de sua consciência nos umbrais. Além disso, não basta o desencarnado desejar transmitir a mensagem. É necessário, principalmente, encontrar um intermediário (médium) fiel, em condições de conduzi-la. Médiuns sérios atraem Espíritos sérios; médiuns levianos atraem Espíritos levianos. O médium que não se ajusta aos princípios morais pode ser vitimado pela ação do mundo espiritual inferior. Então, poderemos receber mensagens falsas, escritas por espíritos zombeteiros, brincalhões. As comunicações espontâneas são as mais belas, as mais convincentes. MAS O QUE É UMA COMUNICAÇÃO ESPONTÂNEA? São as reuniões públicas, onde as pessoas chegam a casa espírita, sentam, e não se falam. O médium chega, senta e espera “o telefone tocar de lá para cá” e atende, ou seja, psicografa. As evocações não são recomendadas pela Doutrina Espírita, porque são portas abertas para espíritos brincalhões, zombeteiros que se metem em tudo e a tudo respondem sem se importarem com a verdade. E quando termina a psicografia, o médium diz: FULANA DE TAL TEM AQUI UMA MENSAGEM DE BELTRANO. Ele nem sabe se a pessoa está presente. Aí se lê a mensagem. E as pessoas também lêem essas mensagens e verificam se os dados são verdadeiros. O grande exemplo foi o venerendo apóstolo Chico Xavier pela nobreza, pela limpidez, na maneira que era exercido. A pessoa perdia-se na multidão, sem nenhum contato prévio com ele. Antes do labor, ele atendia alguns necessitados que o buscavam para outros fins e anotava, às vezes, determinados tipos de pedidos, nunca, porém, propunha qualquer interrogação em torno de familiares desencarnados, como datas, nomes, ocorrências, como, infelizmente, vem sendo feito por alguns insensatos. Sou testemunha, porque eu o conheci por mais de 40 anos, e recebi de minha genitora uma mensagem através dele, dando-me dados que eu demorei mais de dois anos pesquisando em cartórios para poder confirmar sua veracidade. O QUE DIZER DE MÉDIUNS QUE SE REVOLTAM A QUALQUER DESCONFIANÇA? Este médium está desequilibrado e equivocado. Fácil presa de obsessores. Se é um médium espírita deveria saber que a escala espírita dos médiuns se resume em MÉDIUNS RUINS E MÉDIUNS REGULARES. Não há MÉDIUNS PERFEITOS. E a recomendação é “MELHOR REPELIR DEZ VERDADES QUE ACEITAR UMA MENTIRA”. Os bons espíritos não se importam com a desconfiança, ao contrário dos vaidosos, dos mistificadores que temem que descubram a farsa.Então, devemos tomar cuidado. Até médiuns de grande respeitabilidade estão sujeitos a espíritos mistificadores. Por isso, a proposta do Espiritismo é que estudemos para que possamos entender um pouco mais sobre o assunto. DEIXANDO CLARO QUE A DOUTRINA ESPÍRITA NÃO É CONTRA, MAS PEDE CAUTELA. Sanson, no item 21, capítulo V, do O Evangelho Segundo o Espiritismo nos adverte em sua mensagem: “que os nossos mortos amados necessitam de nossos bons pensamentos, de nossas preces, mas não do nosso desespero que só serve para fazê-los sofrer. Estamos todos na Terra para uma breve experiência de vida material, mas a nossa vida verdadeira é a espiritual. Os que partem antes de nós concluíram sua tarefa e estão livres dos tormentos da vida terrena. Mas como nos amam, continuam ligados a nós pelo pensamento, pelo sentimento, pelo amor que nos dedicam.” Então, a proposta Espírita é Consoladora: “ELES VIVEM.” Precisamos compreender isso para não os perturbarmos na vida espiritual com o desespero do nosso amor egoísta. Agradeçamos pelo período que convivemos com eles, e nos preparemos para o reencontro.

Compilação de Rudymara
Grupo de Estudo Allan kardec 

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segunda-feira, 17 de julho de 2017

LER FAZ BEM E É MEIO CAMINHO PARA O SUCESSO. QUE DIGAM ESTES MILIONÁRIOS.

Ler faz bem e é meio caminho para o sucesso. Que o digam estes milionários

Luisa Oliveira - Visão - 07/07/2017
Ninguém pode atestar que exista uma relação causa-efeito entre a leitura compulsiva e uma carreira de sucesso. Mas não faltam exemplos de peso, e até um estudo, que apontam para que essa relação seja, no mínimo, forte

Ler. Ler muito. Ler muitos livros. São os três conselhos que algumas das pessoas mais bem sucedidas do mundo dão para se traçar um caminho glorioso, independentemente da idade. Não acredita? Ora leia, pelo menos o que se segue.

Bill Gates, o magnata da Microsoft e o homem mais rico do mundo, por exemplo, dedica-se a um livro por semana. A maioria não é de ficção e essa escolha ajuda-no a perceber melhor o mundo e a forma como as pessoas pensam e agem. Ele assume que, apesar de ter outras fontes de conhecimento, ler “continua a ser o meio principal em que consigo aprender e testar a minha compreensão ao mesmo tempo”.

Há dois anos, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, decidiu ler um livro a cada duas semanas e desafiou o resto do mundo a fazer o mesmo. Nessa sequência, entusiasmou-se e criou um clube de leitura na sua rede social para poder discutir o que acabava de ler com quem estivesse interessado – e foram muitos. Entretanto, a apresentadora de televisão mais influente da América, Oprah Winfrey, teve uma ideia parecida: todos os meses debate uma obra por ela escolhida no Oprah’s Book Club 2.0.

Warren Buffett, investidor e filantropo americano (presidente da Berkshire Hathaway), de 87 anos, não se cansa de repetir que, apesar da idade avançada, ainda passa cerca de 80% do dia a ler, não só livros, mas também jornais. Nos tempos áureos despachava 600 a mil páginas diariamente. E nas cartas anuais que manda aos seus acionistas nunca se esquece de lhes fazer uma recomendação de leitura.

E quando um dia perguntaram a Elon Musk, patrão da Tesla Motors, como tinha aprendido a construir foguetões, ele respondeu com uma frase lacônica: “A ler livros.” Isto depois de explicar que sofreu de bullying na África do Sul, de onde é natural, e que nessas alturas se refugiava nos livros de fantasia e ficção científica.

Frases simples, como esta, ditas por pessoas inspiradoras, fazem mais pelos hábitos de leitura do que muitas políticas nacionais.

Nada disto parece ser um acaso. Pelo menos foi essa a conclusão de Steve Siebold, um estudante americano falido que há 30 anos empreendeu num caminho para se tornar rico – e conseguiu. Tudo começou com uma entrevista a um milionário, depois seguiram-se outras 1200 aos mais ricos do mundo. Nesta sua longa investigação, chegou a um ponto que todos tinham em comum: educavam-se a si mesmos, através da leitura. “Entra-se na casa de uma destas pessoas e a primeira coisa que se vê é uma biblioteca extensa que utilizam para aprenderem” nota Siebold. Na dúvida, comece-se a ler, de imediato.